🔉️(897)_O BRASIL ESTÁ VOLTANDO PARA CASA [Política] (por Prof. Walter Leão)

 


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O BRASIL ESTÁ VOLTANDO PARA CASA


O Senado se rendeu a Trump. A cabeça do sistema foi entregue. O Senado Federal acaba de dobrar os joelhos e o que eu vou te revelar agora é o fim do consórcio em Brasília.


Em um movimento de traição sem precedentes, os senadores entregaram a cabeça da Câmara e do governo atual para tentar escapar da fúria de Donald Trump. O pavor é absoluto. Com os Estados Unidos fiscalizando cada centavo e cada código-fonte do pleito de 2026, o sistema descobriu que não tem para onde fugir.


O acordo secreto foi selado nas sombras, enquanto o povo resistia à tempestade nas ruas. Eles acharam que poderiam manter a farsa, mas a asfixia financeira e a ameaça de extradição internacional falaram mais alto. A rendição de Rodrigo Pacheco é apenas o primeiro dominó.


Vou abrir o dossiê da traição, que vai implodir o que restou do governo brasileiro e colocar os tiranos no banco dos réus. Aqui fala o professor Walter Leão, historiador, economista e especialista na filosofia de Olavo de Carvalho. Seja bem-vindo ao povo brasileiro em alerta.


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Te espero no nosso grupo gratuito no WhatsApp. Link no primeiro comentário fixado. A política de Brasília é um ninho de escorpiões.


Mas o que estamos vendo agora é o momento em que eles começam a picar o próprio rabo. O Senado Federal, aquele que durante anos serviu de escudo para as arbitrariedades da Corte e do Consórcio, acaba de se render. Não foi por patriotismo, não foi por amor à Constituição.


Foi por medo. O pavor de Donald Trump e das sanções que estão transformando o Brasil em um deserto financeiro forçou os senadores a entregarem a Câmara dos Deputados e o próprio governo em uma bandeja de prata. Imagine a cena agora nos gabinetes mais reservados do Senado.


O silêncio é cortante. Rodrigo Pacheco, aquele que sempre jogou com o tempo para proteger o sistema, agora olha para o relógio e vê que o seu tempo acabou. O telefone tocou, mas não era uma ligação do Planalto.


Era um aviso vindo de Washington. A mensagem foi clara. Ou o Senado inicia o processo de limpeza interna e restaura a ordem constitucional, ou cada parlamentar que sustenta a tirania verá seus bens confiscados e seu nome incluído na lista negra do sistema financeiro global.


A asfixia financeira não é mais uma ameaça. É o laço que já está apertando o pescoço dos traidores. Este movimento aconteceu porque o pleito de 2026 não será como os outros.


Donald Trump já enviou o recado. Os Estados Unidos vão fiscalizar cada etapa da contagem. A inteligência americana, com tecnologia que o consórcio brasileiro sequer consegue compreender, já está monitorando os servidores e as comunicações dos magistrados.


Quando o Senado percebeu que a fraude não terá espaço e que a punição para quem tentar subverter a vontade popular será a prisão internacional, a lealdade ao governo atual evaporou em 46 segundos. Eles entregaram a Câmara porque entenderam que o navio do sistema já está abaixo da linha d'água. Olavo de Carvalho sempre nos ensinou a observar o comportamento das elites quando perdem o respaldo da força bruta.


Sem o dinheiro, sem o apoio de Washington e com o povo nas ruas desafiando raios e tempestades, o sistema brasileiro tornou-se um gigante de argila sob um dilúvio. O acordo secreto que está sendo desenhado nos bastidores prevê a entrega de ministros e a abertura de processos de impeachment em troca de uma sobrevida política para os senadores que aceitarem colaborar. É a briga de foice no escuro em sua fase final.


Eles estão se canibalizando para ver quem consegue o último bote e salva vidas. Visualize este mapa na sua frente. Brasília está cercada.


Ao norte, o poder imperial de Trump cortando o oxigênio econômico. Nas ruas, a massa verde e amarela que não recua nem diante da fúria da natureza. E por dentro, a traição interna que corrói os alicerces do Planalto.


O governo brasileiro está isolado como nunca esteve na história. Eles olham para os lados e veem apenas sombras de aliados que já estão com a mala pronta. O dólar a 10 reais é o termômetro do pânico.


Ninguém quer ficar em um país onde a moeda não vale nada e a liberdade vale menos ainda para quem está no poder. O pavor do pleito de 2026 é o motor dessa traição. O consórcio achou que poderia repetir as manobras do passado, mas agora existe um fator novo.


A vigilância tecnológica total. Trump deixou claro que qualquer tentativa de interferência será tratada como um ato de agressão contra os interesses democráticos do hemisfério. O Senado, que sempre foi o porto seguro da impunidade, agora se transformou na sala de interrogatório.


Parlamentares estão gravando uns aos outros em segredo, preparando provas para entregar à inteligência dos Estados Unidos. Eles querem provar que foram coagidos pelo magistrado, tentando limpar a própria barra enquanto o sistema desmorona. Ouça agora o som das conversas sussurradas nos corredores da Câmara.


Os deputados, sentindo que foram abandonados pelo Senado, entraram em estado de revolta. É um salve-se quem puder generalizado. O governo atual, aquele que se orgulhava de ter parlamentares na mão, agora vê sua base de apoio se transformar em um tribunal de acusação.


A asfixia financeira tirou o poder de barganha do governo. Sem emendas, sem cargos que valham alguma coisa em um governo falido, a única moeda que resta é a delação. E eles estão delatando com uma velocidade impressionante.


A humilhação pública do sistema é total. Ver o mundo rir da incapacidade de Rodrigo Pacheco em manter a ordem, ver os jornais americanos citando o Brasil como um exemplo de estado falido moralmente, é o que dói no ego dessas figuras. Eles se achavam deuses, mas descobriram que são apenas funcionários descartáveis de um consórcio globalista que já os abandonou.


Trump e Musk estão apenas aguardando o momento de dar o checkmate. E o Senado, covarde por natureza, resolveu que é melhor ser um traidor vivo do que um aliado preso. Olavo avisou que a verdade liberta, mas primeiro ela destrói.


O que estamos vendo é a destruição da rede de proteção que mantinha o sistema vivo. Quando o Senado entrega à Câmara, ele está dizendo que o pacto de silêncio acabou. A partir de agora, cada segredo, cada áudio, cada prova de interferência no pleito anterior vai começar a surgir.


A inteligência americana já possui os metadados. Eles só precisam da confirmação interna e os senadores estão fazendo fila para assinar as confissões. A asfixia financeira é o chicote.


E o medo de Trump é a cela que já os aguarda. Imagine a cena de um desses caciques políticos chegando em casa e encontrando a família apavorada porque os cartões de crédito internacionais pararam de funcionar. O luxo deles dependia da nossa escravidão, mas o dono do banco agora é outro.


Donald Trump não aceita negociar com quem apoia tiranos. O governo brasileiro é hoje um cadáver político sendo velado por ratos que estão começando a comer o corpo. A traição em Brasília é o estágio terminal de uma doença chamada corrupção ideológica.


O veredito do general Walter Leão é que não haverá anistia para os traidores da pátria. O Senado pode tentar se salvar entregando a cabeça alheia, mas o povo brasileiro não vai esquecer quem permitiu que o país chegasse a esse ponto. O mártir Bolsonaro continua sendo o centro gravitacional da moralidade nacional, enquanto seus perseguidores se escondem em buracos.


A lei do retorno está sendo aplicada com rigor matemático. A asfixia financeira vai continuar até que o último magistrado sinta o peso da realidade. A missão agora é manter o cerco.


O povo nas ruas em Brasília, resistindo à chuva e aos raios, é a força que empurra o Senado para essa rendição. Se o povo estivesse em casa, o acordo seria outro. Mas como o povo não sai da rua, o Senador teme o linchamento político e a fúria de Washington.


Eles estão entre a cruz e a espada. E a espada agora tem a bandeira dos Estados Unidos e o apoio da resistência brasileira. O pleito de 2026 será o juízo final para esse sistema podre e a fiscalização será tão rigorosa que nem a sombra da fraude conseguirá passar.


Visualize os bastidores dessa radionovela política. O clima é de desespero. Teletransportes de arquivos secretos, reuniões de madrugada em casas de campo e o medo constante de que o próximo vazamento seja fatal.


O consórcio está implodindo. A traição do Senado contra a Câmara é a prova de que não existe mais comando em Brasília. O governo atual é um fantoche cujas cordas foram cortadas por Trump.


Eles gesticulam, eles ameaçam, mas ninguém mais tem medo deles. O medo mudou de lado. A história é implacável com os covardes.


Aqueles que hoje tentam salvar a própria pele entregando os comparsas serão lembrados como os vira-latas da política. O Brasil que emerge de 2026 será um país purificado pelo fogo da verdade e pela dureza da realidade econômica. A asfixia financeira nos ensinou quem são nossos verdadeiros amigos e quem são os parasitas que vivem do nosso suor.


A caçada continua e agora os próprios caçadores de ontem são as presas de hoje. Mantenha a vigilância patriota. O acordo secreto no Senado é apenas o começo da limpeza.


Eles vão tentar fingir que sempre estiveram do nosso lado, mas nós temos a memória de Olavo e a firmeza da nossa fé. Não aceitaremos migalhas de justiça. Queremos a restauração total da ordem e a liberdade do nosso capitão.


O sistema está entregando os pontos porque sabe que contra a união do povo brasileiro e a determinação de Donald Trump não há mentira que resista. O governo atual é uma árvore seca esperando o machado. E o machado já foi afiado em Washington e polido nas ruas de Brasília.


O pleito de 2026 será a certidão de nascimento de um novo Brasil, livre de tiranos, de magistrados militantes e de senadores covardes. A traição interna que estamos vendo é a providência divina agindo através do medo dos homens. Eles se destruirão uns aos outros e nós herdaremos a terra que eles tentaram roubar.


A caçada continua. O Senado entregou a Câmara. A Câmara entregará o Planalto.


E o Planalto entregará as chaves para quem nunca deveria ter saído de lá. O ciclo está se fechando e a justiça está batendo a porta com o peso de uma bota militar. Esteja pronto, brasileiro.


O fim da farsa é agora. A história é implacável com os covardes. Eu sou Walter Leão e a caçada continua.


O sistema se rendeu e o destino dos traidores já foi selado no Salão Oval. Fiquem em alerta. O Brasil está voltando para casa.



Fim

Fonte: vídeo "#3 SENADO SE RENDEU A TRUMP: A CABEÇA DO SISTEMA FOI ENTREGUE | Prof. Walter Leão"  in  https://youtu.be/agKmNA3qOIw?list=LL  |  Canal POVO BRASILEIRO EM ALERTA