📺️(1079)_Promete ACABAR com o FOGÃO [Ciências]

 


A Nova Invenção Brasileira Promete ACABAR com o FOGÃO para SEMPRE


95% das casas brasileiras ainda cozinham com botijão de gás. Uma equipe de pesquisadores brasileiros pode ter acabado de resolver o único problema que travava a troca desse fogão por indução, usando o mesmo minério que faz o Brasil ser o segundo maior exportador de ferro do planeta. Se você curte vídeos assim, deixa o like e se inscreve, porque tem muito mais coisa dessa por aqui.


Segundo o Atlas de Eficiência Energética, publicado pela Empresa de Pesquisa Energética, o uso de eletrodoméstico para cozinhar, como cooktop, micro-ondas e fritadeira elétrica, saltou de 7% dos domicílios brasileiros em 2005 para 73% em 2021, um crescimento de quase 10 vezes em 16 anos, puxado principalmente pela popularização da fritadeira elétrica sem óleo e do micro-ondas em quase toda a cozinha do país. Só que isso não substituiu o gás. Complementou ele.


O GLP continua presente em 95% das casas do país, contra 85% em 2005, porque a maioria das famílias passou a ter os dois, gás e eletrodoméstico, em vez de trocar um pelo outro de vez. O fogão a gás continua sendo, disparado, a fonte principal de cozimento em praticamente toda a casa brasileira, independente de classe social ou região do país, do apartamento em capital litorânea até a casa no interior do Nordeste. O motivo pelo qual o fogão de indução nunca conseguiu substituir o gás de verdade tem uma explicação técnica bem específica, e vale entender ela devagar, porque é o coração de toda a história.


O fogão de indução funciona através de uma bobina de cobre posicionada sob uma superfície de vidro cerâmico. Quando ligado, essa bobina gera um campo magnético alternado, oscilando dezenas de milhares de vezes por segundo, que induz corrente elétrica dentro do fundo da panela, as chamadas correntes de Foucault, batizadas em homenagem ao físico francês que as descreveu ainda no século XIX. Essa corrente encontra resistência no metal e gera calor por efeito Joule, o mesmo princípio físico que esquenta o filamento de uma torradeira aquecendo a panela diretamente, sem esquentar a superfície do fogão em si.


É por isso que o fogão de indução é considerado mais seguro e mais eficiente que o gás. Praticamente toda a energia gerada vira calor dentro da panela, em vez de se perder aquecendo o ar ao redor ou a própria superfície do fogão, que na prática permanece em temperatura próxima da ambiente mesmo com a panela fervendo em cima dela. O problema é que esse processo só funciona com panela de fundo ferro-magnético, ou seja, feita de material atraído por imã, como ferro fundido ou certos tipos de aço inoxidável com liga magnética.


Panela de alumínio puro, cobre ou vidro, que são justamente as mais comuns e mais baratas vendidas no Brasil, presentes na maioria das cozinhas do país há gerações, simplesmente não esquentam num fogão de indução. E em muitos modelos, o próprio fogão nem liga, emitindo aviso de erro no painel, recusando reconhecer a panela como carga válida. Existe hoje, no mercado, um disco adaptador que resolve isso na marra, um disco de metal magnético que você coloca entre o fogão e a panela comum, mas ele é reconhecidamente ineficiente porque adiciona uma etapa inteira de transferência de calor entre o fogão, o disco e a panela, perdendo boa parte da eficiência energética que fazia o fogão de indução valer a pena, além de deixar o processo mais lento, quase equiparando o tempo de cozimento ao de um fogão elétrico comum de resistência.


Foi exatamente esse ponto que uma equipe de pesquisadores brasileiros, num laboratório de engenharia de materiais em Belo Horizonte, decidiu atacar. E a matéria-prima que escolheram já era, coincidentemente, uma das maiores riquezas minerais do próprio país, extraída a poucas centenas de quilômetros dali, no mesmo estado que forjou boa parte da tradição siderúrgica brasileira desde o início do século XX. O Brasil é o segundo maior exportador mundial de minério de ferro, atrás só da Austrália, puxado principalmente pela mina de Carajás, no Pará, operada pela Vale, considerada uma das maiores reservas de minério de ferro de alto teor do planeta, com concentração de ferro em torno de 67%, bem acima da média mundial, que fica perto de 62%.


Esse minério sai de Carajás em trens com mais de 300 vagões e mais de 3.500 metros de extensão, os maiores em operação regular do mundo, carregando mais de 36 mil toneladas por composição, rumo ao porto de Ponta da Madeira, no Maranhão, de onde é embarcado principalmente para a China, o maior comprador global da commodity. É uma das maiores cadeias de exportação de commodity que o Brasil já construiu, movimentando mais de 100 milhões de toneladas por ano só nessa rota, e ao mesmo tempo, historicamente, boa parte desse minério sempre saiu como matéria-prima bruta, com o valor agregado maior ficando concentrado em quem transforma esse ferro em produto de alta tecnologia do outro lado do oceano. Vale lembrar rapidamente que tecnologia de cozinha nesse canal.


Já mostrou repetidamente que troca de hábito raramente acontece só porque a ciência funciona em laboratório. Vimos isso antes com a fritadeira elétrica competindo com o fogão convencional, e o mesmo padrão se repete aqui. Resolver o problema técnico é só metade da equação.


A outra metade é fazer o produto chegar no bolso e na rotina de quem cozinha todos os dias. Se você chegou até aqui, deixa o like agora, porque isso ajuda bastante o vídeo a alcançar mais gente que também gosta de entender uma descoberta até o fim, sem ficar só na manchete. E se você já tentou usar fogão de indução com panela de alumínio comum e viu o aparelho recusar a acender, agora você sabe exatamente porquê.


A equipe, liderada pela pesquisadora Beatriz Falcão, junto com Tiago Nascimento e Marina Kobayashi, publicou em 2025 um método para transformar óxido de ferro derivado desse mesmo minério em nanopartícula de ferrita. Um composto magnético formado pela combinação de óxido de ferro com outro elemento metálico, que pode ser aplicado como revestimento extremamente fino sobre praticamente qualquer superfície, incluindo alumínio, cobre e até vidro temperado. O processo parte da moagem do minério em partícula microscópica, seguida de um tratamento térmico controlado que organiza essa partícula numa estrutura cristalina específica, capaz de responder fortemente a campo magnético alternado, sem depender da espessura maciça que uma panela de ferro fundido tradicional precisa ter.


Segundo os testes publicados, esse revestimento de ferrita, com espessura medida em micrômetros, uma fração do que qualquer olho consegue enxergar a olho nu, transforma qualquer fundo de panela em uma superfície magneticamente ativa, capaz de responder ao campo do fogão de indução com eficiência de conversão de energia comparável à de uma panela de ferro fundido tradicional, sem precisar de disco adaptador nem de troca completa do conjunto de panela da cozinha. Um dos testes que mais chamou atenção na publicação comparou, lado a lado, três configurações aquecendo a mesma quantidade de água no mesmo fogão de indução, com sensor de temperatura registrando a evolução segundo a segundo, uma panela de ferro fundido comum, uma panela de alumínio usando disco adaptador tradicional e uma panela de alumínio com o novo revestimento de ferrita aplicado direto no fundo. A panela de ferro fundido levou o tempo já esperado para a literatura técnica, servindo como referência de controle do experimento.


A panela com disco adaptador levou quase o dobro do tempo, confirmando a ineficiência conhecida desse método, já que parte relevante do calor gerado se perdia na transferência entre o disco e a base da panela. A panela com revestimento de ferrita atingiu tempo de aquecimento praticamente igual ao da panela de ferro fundido, com perda de eficiência energética mínima em relação a ela, um resultado que a própria equipe descreveu como evidência de que o revestimento resolve o problema na raiz, incorporando a propriedade magnética diretamente na superfície da panela, em vez de contornar o problema com uma peça extra entre o fogão e o alimento. Pensa no que isso destrava, se realmente se confirmar em escala maior de produção.


Família que já tem um jogo de panela de alumínio ou cobre, que é justamente o material mais comum e mais barato vendido no Brasil, presente em praticamente toda a cozinha do país há gerações, não precisaria comprar panela nova nenhuma para migrar para o fogão de indução, só levar o conjunto que já tem para receber o revestimento num serviço especializado. Ou comprar panela nova já revestida de fábrica por um custo adicional pequeno perto do valor da peça inteira. Isso ataca diretamente a barreira de adoção que mais travava a migração do gás para indução no Brasil.


Não é só o preço do fogão em si, é o custo de trocar o armário inteiro de panela por um conjunto compatível, um gasto que facilmente supera o próprio valor do fogão novo quando somado. E a vantagem ambiental, especificamente no caso brasileiro, é maior do que em boa parte do mundo. A matriz elétrica do Brasil já é predominantemente renovável, puxada por hidrelétrica, complementada nos últimos anos por eólica e solar em crescimento acelerado, tema que esse canal já explorou em vídeo anterior sobre o potencial do nordeste brasileiro.


O que significa que trocar gás por eletricidade aqui reduz emissão de carbono de um jeito que não acontece em país cuja rede elétrica ainda depende pesadamente de carvão ou de gás natural fóssil para gerar energia, como acontece em boa parte da Europa e da Ásia. Cozinha profissional também se beneficia. Restaurante que hoje evita fogão de indução justamente por causa da limitação de panela compatível e por preferência de alguns chefes pelo controle visual da chama e pela técnica de sacudir a panela, tradicional de cozinha oriental, ganharia uma alternativa que mantém o equipamento de indução já mais seguro e mais fácil de limpar.


Sem forçar a troca de todo o inventário de panela profissional da cozinha, um investimento que em restaurante grande pode significar dezenas de peças. Vale entender também porque o Brasil, especificamente, tem tanto a ganhar nessa migração, além da questão ambiental que já mencionamos. O preço do botijão de gás de 13 quilos, o modelo mais comum vendido no país, ultrapassou os 100 reais na média nacional nos últimos anos, um valor que pesa proporcionalmente muito mais no orçamento de família de baixa renda do que no de família de classe média ou alta.


O levantamento da própria empresa de pesquisa energética já identificou centenas de milhares de lares brasileiros recorrendo à lenha catada como a alternativa mais barata ao gás em período de alta de preço, uma solução associada à maior exposição à fumaça dentro de casa e a impacto direto na saúde de quem cozinha, geralmente mulher, segundo o mesmo levantamento. Reduzir o custo de entrada da eletrificação da cozinha brasileira, mesmo que de forma parcial, tem um peso social que vai além da conveniência ou da eficiência energética, atingindo diretamente a parcela da população mais vulnerável à oscilação de preço de commodity internacional, já que o preço do GLP no Brasil segue de perto a cotação do petróleo e a variação do câmbio. Mas, antes de imaginar o botijão de gás sumindo de toda a casa brasileira, vale ser honesto sobre os obstáculos reais que ainda separam isso de virar produto de prateleira.


O primeiro é a escala de produção do revestimento em si. Aplicar uma camada de nanopartícula de ferrita com espessura controlada, de forma uniforme, numa bancada de laboratório é uma coisa. Reproduzir esse processo em linha industrial, capaz de revestir milhões de panelas por ano com qualidade constante e custo baixo o suficiente para não encarecer demais o produto final.


É um salto de engenharia de manufatura que ainda não foi demonstrado fora do projeto piloto e que normalmente exige anos de ajuste de processo antes de rodar em larga escala sem defeito. O segundo é durabilidade do revestimento sob uso doméstico real. Panela de cozinha brasileira passa por espátula de metal, esponja de aço, lava-louça e uso diário intenso por anos seguidos, muitas vezes décadas, já que panela de qualidade costuma durar bem mais tempo do que a maioria dos outros utensílios domésticos, sendo até passada de geração em geração em muitas famílias.


O revestimento precisa provar que resiste a esse desgaste ao longo do tempo sem descascar ou perder eficiência, não só nos ciclos controlados de um teste de laboratório recém-publicado, que dificilmente reproduz décadas de uso real em poucas semanas de bancada. O terceiro é o custo de entrada continuar sendo uma barreira, mesmo resolvendo o problema da panela. O fogão de indução em si ainda custa mais caro que o fogão a gás na maioria das faixas de preço vendidas no Brasil e frequentemente exige instalação elétrica de 120 ou 220 volts adequada, o que nem toda casa tem pronta, principalmente em imóvel mais antigo ou em região periférica com infraestrutura elétrica mais limitada.


Para a família de baixa renda, que hoje já usa GLP justamente por ser a opção mais barata e mais simples de instalar, sem depender de reforma elétrica nenhuma, essa descoberta resolve o problema da panela. Mas não resolve sozinha o problema do preço do fogão nem da instalação elétrica, dois obstáculos que continuam de pé mesmo com o revestimento funcionando perfeitamente. O quarto é certificação de segurança alimentar.


Qualquer revestimento novo em contato direto com o alimento durante cozimento em alta temperatura precisa passar por bateria extensa de teste toxicológico e de migração química antes de qualquer agência sanitária brasileira, como a Anvisa, aprovar seu uso comercial em utensílio de cozinha, um processo que costuma levar anos mesmo com resultado de laboratório favorável e com razão, já que qualquer falha nesse tipo de avaliação coloca em risco a saúde de quem usa o produto todos os dias, em refeição preparada e consumida sem intermediário nenhum entre o revestimento e o alimento. O quinto é adoção pela própria indústria de panela. Fabricante brasileiro consolidado, como Tramontina e outras marcas tradicionais do setor com linha de produção já otimizada para a fabricação de panela sem esse tipo de revestimento, precisaria decidir investir nesse processo novo dentro da própria fábrica, ou formar parceria com quem detém a tecnologia, uma decisão de negócio que depende de custo, de demanda projetada pelo mercado consumidor e de disposição de arriscar capital em cima de um material relativamente novo, num setor que historicamente muda devagar e prefere esperar a demanda se provar antes de investir pesado.


E o sexto obstáculo é sutil, mas real. Mesmo o Brasil já sendo uma potência mundial consolidada em minério de ferro e em siderurgia tradicional, com empresa grande como Gerdau e CSN operando há décadas e dominando a produção de aço em larga escala. Além da própria Vale liderando a extração do minério bruto, produzir nanopartícula de ferrita em escala de revestimento fino exige um tipo de engenharia de materiais avançada, de precisão, em escala microscópica, bem diferente da metalurgia pesada tradicional que o país já domina havia mais de um século.


Ter know-how de extrair e processar milhões de toneladas de minério em larga escala não significa, automaticamente, ter a mesma competência em nanotecnologia aplicada de precisão. E essa segunda competência ainda está sendo construída dentro do país, em ritmo bem mais lento do que a siderurgia tradicional já alcançou. Mas cada um desses seis obstáculos é um problema de escala, de custo ou de decisão de mercado.


Nenhum deles é mais um problema de física fundamental. Durante anos, o motivo pelo qual o fogão de indução nunca conseguiu substituir o gás de vez no Brasil foi a barreira prática de precisar trocar todo o conjunto de panela da casa. Agora, existe um caminho documentado, testado em laboratório, para remover essa barreira, usando justamente o material que sai aos trens de 300 vagões das minas do Pará.


É um padrão que já apareceu antes neste canal. O Brasil raramente é o país que falta matéria-prima. É, quase sempre, o país que demora demais para transformar essa matéria-prima na próxima geração de tecnologia antes que outro lugar chegue primeiro.


Dessa vez, ao menos, a matéria-prima em questão não é escassa nem depende de importação de lugar nenhum, ao contrário de outras histórias que já contamos aqui envolvendo terra rara ou metal de reserva limitada. É o mesmo minério que o país já extrai e exporta a via décadas, embarcado aos trens de 300 vagões, só que aplicado, agora, num problema doméstico que ninguém tinha pensado em resolver com ele. O mesmo ferro que vira trilho, viga e chapa de carro poderia, transformado em partícula microscópica, acabar sendo o que finalmente tira o botijão de gás da cozinha brasileira, quase 100 anos depois de ele ter chegado como novidade nas casas do país.


Se você curtiu, deixa o like, se inscreve e ativa o sininho para não perder o próximo vídeo sobre inovação brasileira. E se você gosta desse tipo de aprofundamento, dá uma olhada no ebook Já Está Acontecendo, com mais 15 histórias como essa, sempre com o número e o limite técnico de cada descoberta, sem enrolação. O link está aqui embaixo, então fica a pergunta.


Se sua panela de alumínio pudesse virar compatível com fogão de indução sem custar caro, você trocaria o botijão de gás da sua casa? Comenta aqui embaixo e conta se você já enfrentou o problema da panela incompatível na sua própria cozinha.



Fim

(Transcrito por TurboScribe)






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🔉️(1078)_VOCÊ CONHECE ESTES SUBSTANTIVOS COLETIVOS? [Português]

 


SUBSTANTIVOS COLETIVOS do Português



Clique p/OUVIR 👉️🔉️

1. **Abaixada** – de aves que descem juntas

2. **Abeirada** – de embarcações no cais

3. **Acervo** – de obras de arte, livros ou documentos

4. **Alcatéia** – de lobos

5. **Algazarra** – de vozes ou ruídos confusos

6. **Alpeneirada** – de passarinhos

7. **Anau** – de navios

8. **Anedotário** – de anedotas ou piadas

9. **Antologia** – de textos, poemas ou trechos literários escolhidos

10. **Arquipélago** – de ilhas

11. **Arras do céu** – de estrelas

12. **Arsenal** – de armas, munições ou recursos

13. **Assembleia** – de parlamentares, membros ou associados

14. **Atlas** – de mapas

15. **Bactéria** – de micro-organismos (quando referente à colônia)

16. **Banca** – de examinadores, advogados ou jornais

17. **Banda** – de músicos

18. **Bandeira** – de exploradores, garimpeiros ou facções

19. **Bando** – de aves, ciganos ou malfeitores

20. **Batalhão** – de soldados ou praças

21. **Bateria** – de canhões, exames ou instrumentos de percussão

22. **Biblioteca** – de livros

23. **Boiada** – de bois

24. **Bosque** – de árvores

25. **Cavalaria** – de soldados a cavalo ou blindados

26. **Caravana** – de viajantes, mercadores ou camelos

27. **Cardume** – de peixes

28. **Catálogo** – de produtos, nomes ou itens

29. **Chusma** – de marinheiros, pessoas ou plebeus

30. **Cinefilia** – de filmes ou coleções cinematográficas

31. **Clero** – de sacerdotes, padres ou religiosos

32. **Código** – de leis ou normas

33. **Colmeia** – de abelhas

34. **Colônia** – de bactérias, formigas ou imigrantes

35. **Comitiva** – de acompanhantes ou autoridades

36. **Constelação** – de estrelas

37. **Cordilheira** – de montanhas

38. **Coro** (ou **Coral**) – de cantores ou vozes

39. **Corpo** – de alunos, docentes ou bombeiros

40. **Cortejo** – de pessoas em procissão ou acompanhamento

41. **Elenco** – de atores ou artistas

42. **Enxame** – de abelhas ou insetos voadores

43. **Esquadra** – de navios de guerra

44. **Esquadrilha** – de aviões

45. **Exército** – de soldados

46. **Fauna** – de animais de uma região

47. **Feixe** – de lenha, capim ou raios luminosos

48. **Flora** – de plantas de uma região

49. **Frota** – de veículos, navios mercantes ou táxis

50. **Galeria** – de quadros, estátuas ou obras de arte

51. **Gataria** – de gatos

52. **Hemeroteca** – de jornais e revistas

53. **Horda** – de invasores, nômades ou bandidos

54. **Júri** – de jurados

55. **Junta** – de médicos, credores ou examinadores

56. **Legião** – de anjos, demônios ou soldados

57. **Linhagem** – de ancestrais ou familiares

58. **Malhada** – de ovelhas

59. **Manada** – de bois, elefantes ou búfalos

60. **Matilha** – de cães de caça

61. **Miríade** – de coisas em número indeterminado e enorme (ex.: de estrelas)

62. **Multidão** – de pessoas

63. **Ninhada** – de filhotes

64. **Nuvem** – de gafanhotos, mosquitos ou poeira

65. **Orquestra** – de músicos com instrumentos variados

66. **Península** – de porções de terra cercadas de água por quase todos os lados

67. **Pinacoteca** – de pinturas

68. **Plantel** – de atletas, animais de raça ou reprodutores

69. **Plêiade** – de poetas, intelectuais ou artistas ilustres

70. **Pomar** – de árvores frutíferas

71. **Povo** – de habitantes de uma nação ou cidade

72. **Quadrilha** – de ladrões ou bandidos

73. **Ramalhete** – de flores

74. **Récua** – de bestas de carga

75. **Rebanho** – de ovelhas, gado ou cabras

76. **Réstia** – de alhos ou cebolas

77. **Revoada** – de pássaros em voo

78. **Roda** – de pessoas em círculo ou capoeiristas

79. **Série** – de episódios, objetos ou fatos ordenados

80. **Sinfonia** – de sons ou notas musicais

81. **Sindicato** – de trabalhadores ou operários

82. **Soalheira** – de répteis ao sol

83. **Subida** – de peixes rio acima (piracema)

84. **Sultania** – de sultões ou governantes

85. **Teia** – de aranha ou fios cruzados

86. **Teclado** – de teclas

87. **Time** (ou **Equipe**) – de jogadores ou trabalhadores

88. **Tropa** – de mulas, cavalos ou soldados

89. **Trouxa** – de roupas

90. **Turma** – de alunos, amigos ou trabalhadores

91. **Vara** – de porcos

92. **Vocabulário** – de palavras de uma língua

93. **Voo** – de aves em deslocamento


Fim




🔉️(1077)_Palavras escritas com S que têm som de Z [Português]

 



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Palavras escritas com S que têm som de Z (organizadas de A a Z):


**A:* => Abusar, Acaso, Aposento, Asilo, Aversão

**B:* => Besouro, Bisavó, Biscoito (com S, som de Z apenas em variações como "bisavô")

**C:* => Casamento, Camisa, Casaco, Casa, Casulo, Causo, Coisa, Curioso

**D:* => Defesa, Desaforo, Desafio, Desejo, Desastre, Despesa, Deusa, Divisão, Dose

**E:* => Elisa, Empresa, Esposa, Esposo, Estudioso, Exame (com X) — *Com S:Elisa, Eclusa, Emissora (SS)

**F:* => Famoso, Fase, Fisiologia, Formoso, Frase, Fuso

**G:* => Gasosa, Gasolina, Generoso, Guloseima

**H:* => Hesitar, Hipnose, Historiador (som de S) — *Com Z:Hesitação, Hospitalizar (com Z)

**I:* => Idoso, Ilusão, Imprensa (som de S) — *Com S=Z:Invasão, Impróprio (S), Isolar

**J:* => Jasmim, Jogo (S em "Jogoso")

**L:* => Liso, Lourosa, Luvas (som de S) — *Com S=Z:Lousa

**M:* => Maisena, Maresia, Mesa, Mesada, Mistura (S) — *Com S=Z:Miserável, Música, Músculo (S)

**N:* => Narciso, Nebulosa

**O:* => Obeso, Oclusão, Ostensivo (S)

**P:* => Paraíso, Pesquisa, Peso, Piso, Poesia, Pousada, Pouso, Precioso, Presa, Presídio, Preso, Princesa, Profuso

**Q:* => Quase, Querosene

**R:* => Raivoso, Raposa, Raso, Riso, Rosa, Roso, Ruidoso

**S:* => Saboroso, Saudoso, Sensabor (S) — *Com S=Z:Sintetizar (Z)

**T:* => Teimosia, Tese, Tesoura, Tesouro, Trânsito

**U:* => Usar, Uso, Usina, Usura, Usufruto

**V:* => Vaidoso, Vasilha, Vaso, Venenoso, Visão, Visita, Visitante, Visoso


*(A regra geral da língua portuguesa estabelece que a letra **S*tem som de **Z*quando está posicionada isoladamente entre duas vogais).*


Fim




📺️(1076)_A Verdadeira História do Anglicanismo (Milícia da Imaculada)

 


A Verdadeira História do Anglicanismo


O texto apresenta as origens históricas e os fundamentos doutrinários do Anglicanismo, destacando o papel central de Henrique VIII no rompimento com o papado para obter autonomia política e matrimonial. A narrativa descreve como o Ato de Supremacia oficializou o monarca como chefe da Igreja, resultando em perseguições religiosas e na alternância de poder entre seus sucessores, como a restauração católica de Maria Tudor e a consolidação protestante de Elizabeth I. Do ponto de vista teológico, o documento explica que a denominação adotou uma posição intermediária, mesclando influências luteranas e calvinistas com a manutenção da estrutura episcopal tradicional. Por fim, o conteúdo aborda o prolongado diálogo ecumênico entre anglicanos e católicos, focando em divergências históricas sobre a validade das ordenações sacerdotais e na busca por convergências a respeito do sacramento da Eucaristia.


Fonte:

Fonte: Revista CAVALEIRO DA IMACULADA nº 106, 1987.




🔉️(1075)_Capela da Medalha Milagrosa (Milícia da Imaculada)


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"...e encontrava-se lá a Mãe de Jesus..." (Jo 2,1) 

SANTUÁRIOS MARIANOS 


CAPELA DA MEDALHA MILAGROSA (Paris, França) 


Foi aos 27 de novembro de 1830, em Paris (Rua du Bac, 140), na Capela da casa das Irmãs da Caridade. Uma noviça, Catarina Labouré, recebeu a visita de Maria com a incumbência de fazer confeccionar e propagar uma medalha da própria Virgem Santíssima. 


Durante aquela aparição, num dado momento, a noviça viu Maria estar em cima de um globo, dirigir suas mãos, meio abertas, para a terra. Seus dedos estavam portando anéis dos quais saíam raios bem luminosos. Uma voz disse à vidente que os raios significavam as graças distribuídas com abundância por Maria. Alguns anéis, no entanto, não estavam brilhando. Isso simbolizava as graças não procuradas. 


Ao redor de Maria formou-se um oval extremado com a seguinte inscrição com letras de ouro: Ó MARIA, CONCEBIDA SEM PECADO, ROGAI POR NÓS QUE RECORREMOS A VÓS. 

Imediatamente, o quadro girou, apresentando o seu verso com um monograma "M" encimado de uma cruz. Debaixo do “M” aparecendo dois corações, um envolto de espinhos e outro traspassado pela espada. 


Irmã Catarina, enquando estava contemplando a visão, ouviu uma voz dizendo: "faça cunhar uma medalha conforme este modelo. Todas as pessoas que a levassem, receberão grandes graças. As graças serão mais abundantes para as pessoas que usassem a medalha com confiança”. 


A vidente contou tudo para seu diretor espiritual, Pe. Aladel. Este, por sua vez, dois anos depois, ou seja em 1832, com a permissão do Arcebispo de Paris, conseguiu cunhar as primeiras medalhas. O mesmo Arcebispo, para afastar qualquer dúvida, ordenou em 1836, uma rigorosa investigação dos fatos ocorridos na rua du Bac. O resultado final foi todo positivo. 


A Medalha, divulgando-se, começou a chamar atenção pública devido aos fatos inexplicáveis. Talvez um dos mais famosos foi a fulminante conversão de Afonso Ratisbone, um judeu douto, crítico, e decididamente anti-católico. Ao pedido do seu amigo, Teodoro de Bussière, católico, consentiu aceitar o desafio e colocar ao seu pescoço uma medalha. Fez isso sem dar ao gesto a menor importância; só para não negar ao amigo. Foi em Roma. Dia 20 de janeiro de 1842. Acompanhou o amigo até a igreja de "S. André delle Frate". O amigo demorou por algum motivo. Afonso resolveu entre também, para dar olhada nas obras da arte. Aproximou-se do altar de Nossa Senhora. De repente sentiu-se envolvido numa luz que o penetrou e fez entender e acolher, num só instante, toda a mensagem da fé católica, inclusive no que dizia respeito ao papel de Maria. 


Afonso entrou na igreja munido de todos seus preconceitos anti-cristãos e saiu convertido católico-apostólico-romano!!! Um milagre que poderia ser comparado talvez com aquele da conversão de São Paulo Apóstolo! 


A conversão de Afonso repercutiu muito. 


Sendo 75 anos depois, ou seja em 1917, na data do aniversário do acontecimento, fez-se impressionar um seminarista, frei Maximiliano Maria Kolbe, reconhecendo na Medalha Milagrosa um fator sobrenatural e introduzindo-a, como um dos fatores-mestres, na fundação da Milícia da Imaculada. Frei Maximiliano adotou a Medalha Milagrosa para o uso de todos os membros do seu Movimento mariano, e assim se tornou um dos maiores propagadores da mesma, até os dias de hoje. 


Quanto à privilegiada noviça Catarina, esta se destacou pela santidade da vida, e foi canonizada solenemente pelo Papa Pio XII, aos 27 de julho de 1947. 


A Capela das aparições tornou-se um dos destacados Santuários Marianos. Inclusive visitou-a São Maximiliano. Também o Papa João Paulo II, durante a sua visita à França, em 1980, fez questão de não omitir este lugar sagrado. 


Na oprtunidade do seu pronunciamento incluiu também a seguinte passagem: “Ó Maria..., venho assim como o Bem-aventurado Maximiliano Kolbe. Ele veio &qui há 50 anos, em busca da Tua proteção particular para divulgar aquilo que chamou de "Milícia da Imaculada". Ele conduziu esta obra maravilhosa de renovação espiritual, sob Tua tutela, antes de dar sua vida pelos irmãos. Hoje, Cristo exige de novo da sua Igreja uma grande renovação espiritual. Eu, então, humilde sucessor de Pedro, venho para Ti confiar esta grande obra..." (31.01.1980, na Capela da Medalha Milagrosa). 


Ó MARIA CONCEBIDA SEM PECADO, ROGAI POR NÓS QUE RECORREMOS A VÓS 

27 NOV 1830 



Fim

Fonte: Revista CAVALEIRO DA IMACULADA nº 106, 1987.



 




📺️(1074)_3 Passos Simples para VENCER o Pré-Diabetes Sem Remédios

 


Você pode VENCER o PRÉ-DIABETES


Muito prazer, se você ainda não me conhece, eu me chamo Hiroki Shinkai, sou médico, professor adjunto do curso de medicina a maior de 20 anos.


Você recebeu um exame e apareceu a palavra pré-diabetes. Talvez você tenha pensado que acabou, ish, fim de vida. Agora é remédio, restrição, uma vida inteira com medo do açúcar.


Mas existe uma parte dessa história que muita gente desconhece. Em muitos casos, o pré-diabetes é justamente aquele momento em que ainda existe uma enorme oportunidade de mudar o rumo da sua saúde. É uma janela muito específica.


Por isso, hoje eu vou te explicar quais são os três passos simples que podem te ajudar a melhorar a resistência à insulina e acabar com o pré-diabetes. 


 Só que a verdade é que o pré-diabetes não é uma doença instalada.

Ela é apenas um aviso do seu corpo, um estado de risco aumentado. 


Só que o problema é que as pessoas acabam tratando esse aviso com desespero total ou com total negação, que é pior, né? Sem perceber que a solução está muito mais perto da rotina do que da própria farmácia. E é sobre isso que eu quero falar hoje.


 Pra início de conversa, eu quero e preciso de explicar rapidamente o conceito de resistência à insulina. É assim, toda vez que você come um alimento, um açúcar, ele é transformado em glicose, que é o açúcar que circula no sangue pra te dar energia.


O pâncreas então produz insulina, que funciona como uma chave pra abrir a porta da célula e colocar o açúcar pra dentro dela. Só que quando você coloca glicose demais pro sistema processar, inclusive de uma vez só, a célula trava a fechadura. E aí o pâncreas precisa liberar cada vez mais insulina pra tentar empurrar aquele açúcar pra dentro da célula, até que a glicose comece a sobrar no sangue.


Isso é o que nós chamamos de resistência à insulina. E por que isso importa? Porque quando você entende esse mecanismo, que o seu corpo não tá doente, mas sim com um pequeno desvio na forma de funcionar, você começa a pensar em estratégias que são muito simples de serem executadas. Afinal de contas, teu corpo não tá mais uma vez doente, ele tá sobrecarregado.


Cada escolha que você acaba fazendo ao longo do dia pode aumentar essa resistência ou devolver a sensibilidade pro seu organismo. E é aqui que entra essa virada de chave pra reverter o processo no seu estilo de vida. Então, o primeiro passo que a gente precisa dar é na forma como a gente come.


Existe uma regra de ouro pra quem quer controlar o açúcar no sangue, que é a sequência alimentar. Isso muda radicalmente a maneira como teu corpo vai metabolizar e absorver ali a glicose. Então, a dica aqui é a seguinte, nunca coma o carboidrato de forma isolada.


Se você, por exemplo, come um pão sozinho, uma fruta sozinha, a glicose entra na corrente sanguínea como uma enxurrada, vai entrar. Mas, se você consome fibras primeiro, seguidas pela proteína e gordura boa, e deixa o carboidrato pro final, e aí deixa eu só fazer um parêntese aqui, porque no caso das principais refeições, eu tô chamando de carboidrato o arroz, a batata, gerimum, enfim. Então, assim, só pra você entender do que tipo de carboidrato que eu tô falando.


E ainda tem a sobremesa, que talvez seja o pior carboidrato de uma refeição, porque normalmente são doces, doces mesmo. Então, isso acaba atrapalhando muito a vida de quem tem pré-diabetes e quer normalizar completamente o corpo. Muito bem.


Mas, se você deixa o carboidrato para o final, essa absorção de glicose vai acontecer muito mais lentamente. As fibras vão criar uma espécie de rede, uma malha no teu intestino, que desacelera a entrada do açúcar. O resultado é a glicose subindo de forma mais suave, sem causar aquela explosão de insulina promovida pelo pâncreas.


O segundo ponto é colocar o seu corpo em movimento, de forma, claro, inteligente. E aqui muita gente acha que pra vencer o pré-diabetes precisa virar um atleta e passar duas horas na academia todo santo dia. Não é exatamente isso.


O segredo está nas pequenas ações diárias. Uma leve caminhada de 10, 15 minutos, logo após as refeições e os lanches principais, faz com que o teu músculo, ele agora absorva essa glicose do sangue sem nem precisar, inclusive, da própria insulina. E além disso, existe um exercício simples que você pode fazer até sentado.


É interessante que você faça de pé, mas pra quem, obviamente, tem essa dificuldade, eu sei que você que me assiste pode ter essa dificuldade, você pode executá-lo também sentado. São três séries de 10, 15 até 20 repetições de elevação de panturrilha. A panturrilha, quando é contraída, ela consome uma quantidade enorme de glicose circulante de forma rápida.


Veja, eu tô te falando isso não porque eu só li em algum lugar, mas é porque eu vi isso acontecendo comigo mesmo. Durante um tempo, eu usei um monitor contínuo de glicose nessa região aqui. Eu conto essa história em outros vídeos, então você pode depois ali procurar, eu vou pedir pro editor deixar aqui um card.


Mas o fato é que eu via na tela do meu celular o açúcar caindo vertiginosamente depois de um exercício de panturrilha. Então, quando eu falo que o exercício de panturrilha, ele é altamente poderoso pra sugar o açúcar do seu sangue, é porque eu vi isso na prática acontecendo. Não é uma coisa que eu li, certo? E muitos estudos também provam isso daí que eu tô te falando.


Então, acredite, um exercício simples de panturrilha vai ajudar você regredir pré-diabetes. Existe também um terceiro fator importante, sono de qualidade. Quando você dorme mal ou tem privação de sono, ou acorda várias vezes na madrugada, o teu corpo acaba produzindo muito mais cortisol, tem uma descarga de cortisol, que é esse hormônio conhecido como hormônio do estresse.


E, claro, ele tem muitas outras funções, mas pra esse conteúdo você só precisa entender isso. Esse cortisol alto avisa pro fígado liberar mais glicose no sangue e aumenta a resistência à insulina, principalmente, claro, pela manhã. Ou seja, noites mal dormidas fazem a sua glicemia subir, mesmo que você não tenha comido nada doce, beleza? E agora eu vou desfazer uma crença muito comum sobre um possível tratamento do pré-diabetes, mas a essa altura do vídeo eu preciso te pedir aquele like de sempre, botãozinho aqui abaixo, dedinho pra cima.


Se aparecer o botão de hypa também seria muito bom. O botão hype é assim, ó. Ele joga o vídeo pra pessoas que têm um interesse semelhante, pessoas que ficaram com medo desse possível diagnóstico de pré-diabetes e querem resolver isso de uma forma mais natural. Então, o botão de hypa também vai me ajudar bastante a ajudar as outras pessoas, tá? Mas como eu disse, eu quero desfazer uma crença muito comum sobre o possível tratamento do pré-diabetes.


A maioria das pessoas descobre o pré-diabetes e aí acabam perguntando, principalmente lá no meu dia a dia, qual remédio, doutor, que eu tenho que tomar? E aqui eu não vou te dar uma resposta rasa, eu tenho que agora explicar um estudo muito importante na área do diabetes. Inclusive foi publicado em 2025 na Diabetes Care e aí esse estudo andou revisando o resultado de um estudo chamado Diabetes Prevention Program, que é o DPP. E o seu acompanhamento de longo prazo avaliou milhares de pessoas com alto risco de desenvolver diabetes tipo 2. Ou seja, na verdade ele acompanhou e avaliou pessoas que estavam em cima do muro, que é essa faixa de transição, que algumas escolas chamam de pré-diabetes, outras escolas chamam de risco aumentado para diabetes.


Não é uma nomenclatura que todas as sociedades médicas aceitam, tá? Então esse estudo comparou uma intervenção intensiva de mudança no estilo de vida com o uso de metformina e por outro lado um placebo. E os resultados iniciais, eles são bem interessantes. Após aproximadamente 2,8 anos, a intervenção intensiva de mudança no estilo de vida reduziu em 58% o risco de desenvolver diabetes em comparação com o placebo, enquanto a metformina reduziu esse risco em 31%.


Ou seja, a intervenção de estilo de vida nesse caso envolvia principalmente perda de peso, aumento da atividade física e os seus benefícios foram associados especialmente a redução do peso corporal e a melhora do que, né, você que já tá sabendo disso, da sensibilidade à insulina. E o mais interessante é que esse benefício, ele não desapareceu completamente com o passar do tempo. No acompanhamento de 15 anos, a redução da incidência de diabetes permaneceu em 27% no grupo que foi ali submetido à intervenção no estilo de vida, enquanto a redução com metformina foi de 18%, sempre comparando, claro, com o grupo placebo.


E agora vem um dado que pra mim é o mais importante de todos. Aos 21 anos de acompanhamento, e aqui eu tô falando de longuíssimo prazo, né, essas reduções foram de 24% para quem intensificou a mudança no estilo de vida e 17% para quem ficou usando metformina. E, além disso, o tempo mediano livre de diabetes foi prolongado em 3,5 anos com a intervenção no estilo de vida e 2,5 anos com metformina.


Ou seja, quem ficou ali focado na mudança, no estilo de vida, ficou mais tempo livre da instalação do diabetes. Então, o que é que esse tipo de pesquisa mostra na prática? É que a mudança no estilo de vida não é um detalhe do tratamento. Na verdade, ela é uma das estratégias mais importantes para a pessoa prevenir ou retardar o diabetes tipo 2. O próprio acompanhamento de longo prazo, nesse estudo DPP, ele reforça o papel da perda de peso e da atividade física moderada na prevenção do diabetes.


Embora também mostre efeitos de longo prazo, claro, são mais complexos do que simplesmente comparar medicamentos e comportamento. Então, para colocar tudo isso em prática, a partir de hoje, vamos aqui, então, sistematizar os três passos simples para vencer o pré-diabetes. Então, para ajudar a controlar melhor a glicemia ao longo do dia, estratégia simples, vamos ajustar a sequência dos alimentos.


Então, comece ali pela salada, folhas, depois, assim, você vai avançar para a proteína e deixa o carboidrato para o final. Segunda medida não, vamos lá, um complemento à primeira medida, né? Adicione fibras às refeições, outros tipos de fibras, como, por exemplo, aveia, psyllium, semente de chia, que podem ajudar a reduzir essa velocidade de absorção da glicose. Segunda ação, caminhar depois das refeições, né? Caminhada leve, não é para você sair correndo depois de almoçar, não, pelo amor de Deus.


Dez, quinze minutos ali, de uma caminhada ali, bem casual mesmo, após comer, inclusive depois dos lanches, pode ser uma forma bem simples, aliás, é simples, para aumentar a movimentação ao longo do dia. E, ainda nessa estratégia, exercitar panturrilha, fazendo aí três séries de 10, 15, até 20 repetições de elevações de calcanhar, de preferência de pé, tá? Mas se você não conseguir, pode fazer sentado mesmo. E terceira e última dica é sono, né? Procure dormir e acordar em horários definidos, regulares, desligar as telas, né? Cerca de uma hora antes de deitar, criando sempre ali um ambiente mais favorável ao seu descanso, tá? E não tente mudar tudo de uma vez, que realmente quem não está habituado acaba desistindo na jornada, né? Comece pequeno, pegue um desses passos ainda hoje, já aplique com constância, consistência, e aí quando a primeira escolha de ação ficar fácil, aí sim você pode adicionar a próxima.


E, claro, se você precisar também, é muito importante ter um acompanhamento com o seu médico de confiança para, eventualmente, tentar descobrir outros elementos que podem estar atrapalhando o controle da glicemia. Então procure o seu médico de confiança. Se você não tem esta pessoa, eu me coloco à disposição, vou deixar aqui o link na descrição para você entrar em contato com o nosso time, para entender qual é a melhor estratégia para você, se seria uma consulta presencial, se seria uma consulta online, e eles vão te ajudar a descobrir qual é o melhor formato para você, tá? Vou deixar aqui o link na descrição.


Muito bem. Então, nesse vídeo, eu espero que você tenha compreendido como a resistência à insulina atua no seu corpo, e você deve ter percebido, né, que o pré-diabetes não é uma doença sem volta, não é isso. Descobriu que a ciência comprova que pequenas atitudes do cotidiano são quase duas vezes mais poderosas do que qualquer pílula para evitar o diabetes.


E se você entendeu que controlar o açúcar envolve muito mais do que apenas cortar o doce da dieta, existe um outro fator invisível na sua rotina que pode estar disparando a sua glicose sem você perceber, que são as frutas. Por isso, eu tive que fazer um vídeo falando sobre as 5 piores frutas para quem tem pré-diabetes. Se você quiser assistir, já se inscreve nesse canal, ativa o sininho, e clica nessa tela aqui para assistir em modo 1x, com mais atenção e menos pressa.


Tchau!





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🔉️(1073)_Conheça estes 100 ANTÔNIMOS do Português

 


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Conheça estes 100 ANTÔNIMOS do Português


* **ABERTO** – fechado

* **ACEITAR** – recusar

* **ACENDER** – apagar

* **ACHAR** – perder

* **ACORDO** – desacordo

* **ACREDITAR** – duvidar

* **ADIAR** – antecipar

* **ADMITIR** – demitir

* **AGRADÁVEL** – desagradável

* **ALEGRE** – triste

* **ALTO** – baixo

* **AMAR** – odiar

* **AMARGO** – doce

* **AMIGO** – inimigo

* **AMOR** – ódio

* **ANCHORAR** – desancorar

* **ANTERIOR** – posterior

* **ANTIGO** – novo

* **APARECER** – desaparecer

* **APROVAR** – reprovar

* **AQUECER** – esfriar

* **ÁRDUO** – fácil

* **ATIVO** – passivo

* **AUMENTAR** – diminuir

* **AUSENTE** – presente

* **BARATO** – caro

* **BEM** – mal

* **BOM** – mau

* **BONITO** – feio

* **CALMO** – agitado

* **CHEIO** – vazio

* **CLARO** – escuro

* **COMPRAR** – vender

* **CONSTRUIR** – destruir

* **CORAJOSO** – covarde

* **DAR** – receber

* **DETERIORAR** – melhorar

* **DIREITO** – esquerdo

* **DOCE** – amargo

* **DOENTE** – sadio

* **DURADOURO** – efêmero

* **DURO** – mole

* **EDUCADO** – mal-educado

* **ENTRAR** – sair

* **ESPERANÇA** – desespero

* **ÉXITO** – fracasso

* **FÁCIL** – difícil

* **FALSO** – verdadeiro

* **FORTE** – fraco

* **FRENTE** – trás

* **FRIO** – quente

* **GANHAR** – perder

* **GORDO** – magro

* **GRANDE** – pequeno

* **GUERRA** – paz

* **INÍCIO** – fim

* **INOCENTE** – culpado

* **INTELIGENTE** – burro

* **INTERIOR** – exterior

* **JUSTO** – injusto

* **LEVE** – pesado

* **LIMPO** – sujo

* **LENTO** – rápido

* **LISOR** – áspero

* **LUZ** – escuridão

* **MAIOR** – menor

* **MELHOR** – pior

* **MENTIRA** – verdade

* **MODERNO** – antigo

* **MORTAL** – imortal

* **MORRER** – nascer

* **MUITO** – pouco

* **NASCER** – morrer

* **NOVO** – velho

* **OTIMISTA** – pessimista

* **PACIENTE** – impaciente

* **PARAR** – continuar

* **PASSADO** – futuro

* **PERMITIR** – proibir

* **PERTO** – longe

* **POSSÍVEL** – impossível

* **PRIMEIRO** – último

* **RÁPIDO** – devagar

* **RIZO** – choro

* **RICO** – pobre

* **SABEDORIA** – ignorância

* **SÁBIO** – ignorante

* **SECO** – molhado

* **SIMPÁTICO** – antipático

* **SUBIR** – descer

* **TARDIO** – precoce

* **TEMPERADO** – desmesurado

* **ÚLTIMO** – primeiro

* **UNIR** – separar

* **ÚTIL** – inútil

* **VENDER** – comprar

* **VERDADE** – mentira

* **VITÓRIA** – derrota

* **VIVER** – morrer




🔉️(1072)_Aprenda estes 100 DIMINUTIVOS (morfologia, do Português)


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Aprenda estes 100 DIMINUTIVOS (morfologia, do Português)


1. **Abelha** – abelhinha

2. **Água** – aguinha, aguada

3. **Amigo** – amiguinho, amigalote

4. **Amor** – amorzinho

5. **Anjo** – anjinho

6. **Animal** – animalzinho

7. **Anel** – anelzinho

8. **Árvore** – arvorezinha, arvoreta

9. **Asa** – asinha

10. **Bênção** – bençãozinha

11. **Boca** – boquinha, bocarra (diminutivo afetivo/erudito: boquilha)

12. **Boi** – boizinho

13. **Bola** – bolinha, boleta

14. **Bolo** – bolinho

15. **Boneco** – bonequinho

16. **Botão** – botãozinho, botoque

17. **Cão** – cãozinho, cãozito

18. **Cadeira** – cadeirinha

19. **Caixa** – caixinha, caixote

20. **Caminho** – caminhinho, caminhola

21. **Campo** – campinho, campina

22. **Cano** – caninho, canula

23. **Capa** – capinha, capote

24. **Carro** – carrinho, carroça

25. **Casa** – casinha, casebre, casinhola

26. **Chave** – chavebinha, chavetó

27. **Chuva** – chuvinha, chuvisco

28. **Coisa** – coisinha

29. **Coração** – coraçãozinho

30. **Corpo** – corpozinho, corpúsculo

31. **Criança** – criançinha

32. **Cruz** – cruzinha, cruzeta

33. **Diabo** – diabinho, diabrete

34. **Dia** – diazinho

35. **Dinheiro** – dinheirinho

36. **Dor** – dorzinha

37. **Estrela** – estrelinha, estrelaça (diminutivo erudito: estrelazinha, constelaçãozinha)

38. **Fogo** – foguinho, fogacho

39. **Folha** – folhinha, folheto

40. **Formiga** – formiguinha

41. **Frango** – franguinho, frangote

42. **Gato** – gatinho, gatito

43. **Gota** – gotinha, gotícula

44. **História** – historinha, historieta

45. **Homem** – homemzinho, homiculo, homúnculo

46. **Ilha** – ilhinha, ilhote

47. **Jardim** – jardinzinho

48. **Janela** – janelinha, janelota

49. **Jovem** – jovemzinho

50. **Lápis** – lapisinho

51. **Lago** – laguinho, lagoa

52. **Lata** – latinha, latola

53. **Leão** – leãozinho

54. **Livro** – livrinho, livreto, livreco

55. **Luz** – luzinha, luzecula

56. **Mãe** – mãezinha, mãezinha

57. **Mão** – mãozinha, mãozita

58. **Maca** – maquinha

59. **Mala** – malinha, maleta

60. **Menino** – menininho, meninote

61. **Mesa** – mesinha, mesota

62. **Moça** – mochinha, moçoila

63. **Monte** – montinho, montículo

64. **Muro** – murinho, mureta

65. **Nariz** – narizinho, narigote

66. **Navio** – naviozinho, naviote

67. **Nuvem** – nuvenzinha, nuvenchó

68. **Olho** – olhinho, oledo

69. **Ovo** – ovinho, ovule

70. **Pai** – paizinho

71. **Pão** – pãozinho

72. **Papel** – papelzinho, papelucho

73. **Pássaro** – passarinho, passaroco

74. **Pé** – pezinho, pezito

75. **Pedra** – pedrinha, pedregulho (diminutivo: pedregulho/pedrisco)

76. **Pele** – pelinha, película

77. **Pequeno** – pequenininho, pequenote

78. **Peixe** – peixinho, peixote

79. **Ponte** – pontinha, pontulha

80. **Porta** – portinha, portinhola

81. **Povo** – povinho, povaréu

82. **Praça** – pracinha, praceta

83. **Rapariga** – rapariguinha, raparigota

84. **Rapaz** – rapazinho, rapazote

85. **Rato** – ratinho, ratazana (diminutivo irônico: ratinho)

86. **Rei** – reizinho, reizete

87. **Rio** – riozinho, riacho, ribeiro

88. **Rua** – ruinha, ruela

89. **Sala** – salinha, saleta

90. **Sol** – solzinho

91. **Sombra** – sombrinha

92. **Sino** – sininho, sineta

93. **Terra** – terrinha, terriola

94. **Vento** – ventinho, ventoinha

95. **Vila** – vilinha, vilota, vilarejo

96. **Voz** – vozinha, vozeio

97. **Vassoura** – vassourinha

98. **Vida** – vidinha

99. **Zebra** – zebrinha

100. **Zona** – zoninha



📺️(1071)_Nióbio e o Novo Ciclo do Hidrogênio Verde Brasileiro [Química]

 


Nióbio e o Novo Ciclo do Hidrogênio Verde Brasileiro


A fonte descreve uma descoberta científica brasileira que utiliza o nióbio para solucionar um dos maiores gargalos da energia limpa global: a dependência do raríssimo irídio na produção de hidrogênio verde. Pesquisadores no Ceará desenvolveram um catalisador capaz de substituir esse metal escasso, permitindo que o Brasil aproveite seu vasto potencial de energia solar e eólica de forma economicamente viável. O texto contextualiza essa inovação como uma oportunidade para superar ciclos históricos de exploração de commodities, como o ouro e o café, oferecendo uma alternativa sustentável ao petróleo do pré-sal. Apesar do avanço químico promissor, o material destaca desafios significativos em infraestrutura, regulação e política industrial para transformar o protótipo em escala comercial. Assim, a descoberta posiciona o país como um potencial líder na transição energética, desde que consiga agregar valor tecnológico à sua abundância mineral.


Fonte:

A Nova Invenção Brasileira Promete SUBSTITUIR o Petróleo | Seremos RICOS de novo!

https://youtu.be/l855Bh7PDUo

Canal Brasil a Frente do Tempo



🔉️(1070)_Conheça estes 89 SUPERLATIVOS [Português]


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Conheça estes 89 SUPERLATIVOS

1 Agradável agradabilíssimo

2 Alegre alegríssimo

3 Alto altíssimo

4 Amargo amaríssimo

5 Amável amabilíssimo

6 Amigo amicíssimo

7 Antigo antiquíssimo

8 Áspero aspérrimo

9 Ativo activíssimo

10 Baixo baixíssimo

11 Belo belíssimo

12 Benevolente benevolentíssimo

13 Bom boníssimo / óptimo

14 Capaz capacíssimo

15 Célebre celebérrimo

16 Chique chiquíssimo

17 Claro claríssimo

18 Cruel crudelíssimo

19 Difícil dificílimo

20 Doce dulcíssimo

21 Eficaz eficacíssimo

22 Elegante elegantíssimo

23 Escuro escuríssimo

24 Especial especialíssimo

25 Esperto espertíssimo

26 Estreito estreitíssimo

27 Fácil facilílimo

28 Feio feíssimo

29 Feliz felicíssimo

30 Feroz ferocíssimo

31 Fértil fertilíssimo

32 Fiel fidelíssimo

33 Forte fortíssimo

34 Fraco fragílimo / fraquíssimo

35 Frio friíssimo / frigidíssimo

36 Frio frigidíssimo

37 Geral generalíssimo

38 Gordo gordíssimo

39 Grande grandíssimo / máxíssimo

40 Grave gravíssimo

41 Honrado honradíssimo

42 Humilde humílimo / humildíssimo

43 Incrível incrivelíssimo

44 Infeliz infelicíssimo

45 Inimigo inimicíssimo

46 Integro integérrimo

47 Inteligente inteligentíssimo

48 Inútil inutilíssimo

49 Largo larguíssimo

50 Lento lentíssimo

51 Leve levíssimo

52 Limpo limpíssimo

53 Lindo lindíssimo

54 Liso lisíssimo

55 Livre libérrimo

56 Magnífico magnificentíssimo

57 Magro magríssimo / magérrimo

59 Maligno maligníssimo

60 Mau péssimo

61 Miserável miserabilíssimo

62 Negro nigérrimo

63 Nobre nobilíssimo

64 Notável notabilíssimo

65 Notório notoríssimo

66 Novo novíssimo

67 Pequeno pequeníssimo / minimíssimo

68 Perfeito perfectíssimo

69 Pesado pesadíssimo

70 Pobre pobríssimo / paupérrimo

71 Profundo profundíssimo

72 Quente quentíssimo

73 Rápido rapidíssimo

74 Rico riquíssimo

75 Sábio sapientíssimo

76 Sagrado sacratíssimo

77 Salubre salubérrimo

78 Seco sequíssimo

79 Sensível sensibilíssimo

80 Sério seriíssimo

81 Simples simplicíssimo / simplérrimo

82 Sujo sujíssimo

83 Terrível terribilíssimo

84 Triste tristíssimo

85 Úmido umidíssimo

86 Útil utilíssimo

87 Velho velhíssimo

88 Veloz velocíssimo

89 Visível visibilíssimo



Fim