Coleção de IMAGENS, ÁUDIOS, VÍDEOS, ARTIGOS, LIVROS e TEXTOS diversos (revistas e outros) com textos "scrollados" (deslizantes) e/ou no formato em PDF (com letras ampliadas e fácil de ler nos celulares). Acervo digital do Projeto Crescer Juntos (PCJ)
Guia Prático dos Termos Integrantes e Acessórios da Oração
As páginas fornecidas tratam de termos integrantes e acessórios da oração na língua portuguesa, detalhando conceitos fundamentais da sintaxe. O texto aborda o complemento verbal, diferenciando objetos diretos e indiretos, além de explicar a estrutura do complemento nominal e do agente da passiva. São explorados também os adjuntos adnominais e adverbiais, evidenciando como eles modificam os substantivos e os verbos. A obra inclui seções dedicadas ao estudo do aposto e do vocativo, categorizando suas diferentes funções e classificações. Por fim, o material apresenta exercícios práticos acompanhados de exemplos para fixação do conteúdo gramatical abordado.
Gramática Vestibular: Termos Essenciais da Oração e Pontuação
O material apresentado constitui uma apostila de gramática da língua portuguesa voltada para a preparação de estudantes para exames vestibulares. Os documentos detalham a estrutura sintática das frases, focando nos termos essenciais da oração, como o sujeito e seus diferentes tipos, além do predicado e suas classificações. Também são abordadas as regras de pontuação, especialmente o uso correto da vírgula na separação de elementos oracionais e termos intercalados. Adicionalmente, o conteúdo inclui textos analíticos e exercícios práticos com questões de múltipla escolha para fixação do conteúdo abordado. Por fim, há discussões sobre a evolução da língua diante da incorporação de termos estrangeiros, avaliando o impacto dos anglicismos no vocabulário nacional.
O texto narra a trajetória de Richard Paul Evans, autor que alcançou enorme sucesso literário com sua obra de estreia, "A Caixa de Natal". A narrativa do livro foi inspirada por memórias de sua infância, especificamente ao recordar uma mãe enlutada que chorava junto à estátua de um anjo em um cemitério para lamentar a perda de sua filha. Com o avassalador sucesso da publicação, vários leitores que também haviam perdido filhos começaram a procurar o autor em busca de consolo e de uma estátua real para visitar. Percebendo que o monumento original havia desaparecido há décadas, Evans uniu forças com o escultor Ortho Fairbanks para criar um novo memorial físico. Inaugurado em 1994, o Anjo da Caixa de Natal transformou-se em um ponto de peregrinação e acolhimento para centenas de famílias enlutadas que buscam paz e conforto para suas dores.
LER OU FICAR DIANTE DA TELA? O que acontece com o nosso cérebro
Olá, meus amigos e minhas amigas!
Hoje eu quero conversar com você sobre um hábito que faz parte da vida de quase todo mundo: o uso das telas.
Televisão, celular, vídeos, redes sociais... Tudo isso está ao nosso alcance o tempo inteiro. E, depois de um dia cansativo, é muito comum pensar: “Agora eu vou descansar um pouco”.
Aí você se joga no sofá, liga a televisão, pega o celular e começa a assistir alguma coisa. Um vídeo chama outro, uma mensagem aparece, você desliza a tela... Quando percebe, já se passaram duas horas.
Naquele momento, parece descanso.
Mas será que é?
A obra que vamos conhecer hoje faz uma comparação interessante entre esse consumo passivo de telas e a leitura de um livro. E a pergunta é simples: o que acontece com o nosso cérebro em cada uma dessas situações?
## QUANDO A TELA NÃO DESLIGA A NOSSA CABEÇA
Imagine alguém chegando em casa depois de um dia puxado.
O corpo está cansado. A pessoa quer relaxar. Então liga a televisão ou pega o celular.
O problema aparece quando esse descanso vira um fluxo interminável de estímulos.
Vídeo, notícia, mensagem, rede social, outro vídeo...
A pessoa para de prestar atenção em uma coisa e passa para outra, mas continua recebendo estímulos.
Quando finalmente vai dormir, percebe que o corpo está cansado, mas a cabeça não desacelerou.
É importante fazer uma distinção: a obra não coloca toda televisão ou todo conteúdo de tela como algo negativo. Um bom filme, documentário ou série, assistido com atenção e intenção, pode ser uma experiência positiva. A crítica é ao consumo automático, aquele em que a pessoa simplesmente fica recebendo estímulos sem participar ativamente da experiência.
## O QUE MUDA QUANDO VOCÊ LÊ
Agora pegue um livro.
Você abre a primeira página e começa a ler.
Aqui, a situação é diferente.
O livro não entrega tudo pronto. Você precisa acompanhar as palavras, manter a atenção e construir mentalmente aquilo que está acontecendo.
Se o autor descreve uma casa, você imagina a casa.
Se o personagem está correndo, você imagina a cena.
Se alguém está sofrendo, você tenta compreender aquela emoção.
Segundo a obra, esse processo envolve diferentes áreas do cérebro. O córtex pré-frontal participa da manutenção da atenção; o hipocampo relaciona a leitura às memórias; e áreas ligadas às emoções participam da experiência dos personagens.
Ou seja: ler não é simplesmente receber uma informação.
É construir uma experiência dentro da própria cabeça.
## LER TAMBÉM É IMAGINAR
A obra cita pesquisas de neuroimagem que observaram a ativação de áreas relacionadas ao movimento durante a leitura de narrativas.
A ideia é bastante intuitiva.
Quando você lê que um personagem corre, seu cérebro não precisa ficar parado esperando uma imagem aparecer. Ele constrói aquela ação mentalmente.
É como se você acompanhasse a experiência do personagem por dentro da imaginação.
E isso ajuda a entender por que a literatura pode ampliar nosso repertório emocional.
Você pode conhecer uma perda, uma aventura, uma dificuldade ou uma alegria sem necessariamente ter vivido aquela situação. A história permite que você entre em contato com essas experiências por meio da imaginação.
## SEIS MINUTOS PODEM FAZER DIFERENÇA
Agora vem um dado apresentado na obra que chama bastante atenção.
O texto cita um estudo conduzido pelo Dr. David Lewis, da Universidade de Sussex, no qual voluntários foram submetidos a situações que aumentavam o estresse. Depois, os pesquisadores compararam diferentes formas de relaxamento.
Segundo a fonte, apenas seis minutos de leitura silenciosa foram suficientes para reduzir o nível de estresse dos participantes em 68%.
Na comparação apresentada, ouvir música ficou em torno de 61%; tomar uma xícara de chá, 54%; caminhar, 42%; e jogar videogame, 21%.
Seis minutos.
Não é preciso passar horas lendo para começar a experimentar uma pausa.
A ideia é que a leitura pode ajudar a desacelerar o corpo e a mente.
## E NA HORA DE DORMIR?
Aqui está uma sugestão simples apresentada na obra: trocar o celular por um livro antes de dormir.
Muita gente leva o telefone para a cama pensando:
“Vou olhar só uma coisa.”
Só que uma coisa vira outra.
Uma mensagem leva a uma notícia. A notícia leva a um vídeo. O vídeo leva a outro.
E o sono fica para depois.
A fonte cita um ensaio clínico publicado na revista *Trials*, segundo o qual a leitura antes de dormir apresentou melhora estatisticamente superior na qualidade do sono em comparação com não ler.
A proposta, então, é criar um ritual mais tranquilo para o fim do dia.
Poucos minutos.
Um livro.
Silêncio.
E menos estímulos.
## O EXERCÍCIO DA PACIÊNCIA
Existe ainda outra questão importante.
A leitura exige paciência.
Você não consegue simplesmente pular para o final de uma história sem perder alguma coisa pelo caminho.
É preciso acompanhar uma frase, depois outra, uma página, depois outra.
E esse ritmo é bem diferente do ambiente das redes sociais, onde tudo acontece rapidamente.
Um vídeo termina e outro começa.
Uma informação aparece e desaparece.
A atenção é constantemente puxada para o próximo estímulo.
O livro faz o contrário.
Ele pede que você permaneça.
Que acompanhe.
Que compreenda.
Que espere.
E, segundo a reflexão apresentada na obra, esse exercício pode contribuir para desenvolver maturidade emocional e diminuir a reatividade associada à ansiedade.
## NÃO PRECISA COMEÇAR COM UM LIVRO DE 500 PÁGINAS
Talvez você esteja pensando:
“Tudo isso é muito bonito, mas eu não tenho tempo para ler.”
Então não comece com uma hora.
Comece com dez minutos.
Ou cinco.
A recomendação da obra é estabelecer uma meta pequena o suficiente para ser fácil de cumprir. O objetivo inicial não é ler muito. É criar um ritmo.
Escolha um livro físico, principalmente para a noite.
De preferência, uma narrativa, uma ficção ou uma biografia.
A ideia é deixar leituras mais técnicas, ligadas ao trabalho ou às cobranças do dia, para outros horários. À noite, uma história pode ajudar a levar a mente para outro ambiente.
E, se puder, deixe o celular longe da cama.
Quanto mais fácil for pegar o aparelho, maior a chance de cair novamente no automático.
## FAÇA O TESTE
E aqui está o desafio proposto pela obra.
Hoje à noite, escolha um livro.
Deixe o celular de lado.
Leia durante dez minutos.
Só isso.
Faça o teste por 30 dias e observe o que acontece com seu sono, seu humor e sua disposição.
Não precisa transformar a leitura em obrigação.
Não precisa estabelecer uma meta enorme.
A ideia é simplesmente criar um espaço de calma no meio de uma rotina cheia de estímulos.
## NO FIM, A ESCOLHA É SUA
Talvez a grande mensagem dessa obra seja justamente esta: não se trata de declarar guerra à tecnologia.
A televisão pode divertir.
O celular pode informar.
Um filme pode emocionar.
Uma série pode contar uma grande história.
O problema começa quando deixamos de escolher e passamos apenas a consumir.
Quando o hábito assume o controle.
O livro oferece uma experiência diferente: exige presença, imaginação, atenção e paciência.
E talvez seja justamente isso que muita gente esteja precisando recuperar.
Por isso, antes de dormir hoje, experimente uma coisa simples.
Em vez de pegar o celular, pegue um livro.
Leia algumas páginas.
Sem pressa.
Sem notificações.
Sem a preocupação de terminar.
Apenas leia.
Porque, às vezes, o descanso que estamos procurando não está em mais um vídeo, mais uma postagem ou mais alguns minutos de tela.
Pode estar justamente naquele livro que está esquecido na estante.
Como resume a obra: sentir é automático, mas agir é escolha.
E talvez uma das escolhas mais simples do seu dia seja também uma das mais valiosas:
No último dia 1º de maio, em Colônia, na Alemanha, foi solenemente BEATIFICADA Ir. Teresa Benedita da Cruz, Carmelita. Poucos a conhecem por este nome. Trata-se mesmo da grande EDITH STEIN, judia filósofa, fenomenóloga, discípula e colaboradora de Edmund Husserl.
Juntamente com Husserl, fez parte do seleto grupo de filósofos que influenciou sobremaneira a sociedade européia, no conturbado período compreendido pelas duas grandes guerras mundiais.
A influência de EDITH STEIN ultrapassou as fronteiras de sua pátria e, além disso, lutou para que a mulher ocupasse lugar de destaque na sociedade do seu tempo. Nome conhecido nos meios universitários da Alemanha e de outras capitais européias, sua atuação, como estudiosa e como mulher, foi de grande destaque, notadamente pela delicada situação de sua origem judaica. Mesmo convertida ao catolicismo, mais ainda, como contemplativa carmelita, jamais deixou de lado sua origem e formação hebraicas. Lutou pelo seu povo e, numa perspectiva eminentemente cristã, assumiu o destino do seu povo, oferecendo-se em holocausto para a felicidade do povo judeu.
Deixando de lado a glória do mundo, face à promissora carreira filosófica que se lhe apresentava, seu zelo de convertida colocou todo o seu saber a serviço do Novo Israel, a Igreja. Nesse sentido, sua grande influência haurida em Santa Tereza, a Grande Doutora do Carmelo, e na Ordem Beneditina. Seu orientador espiritual foi o Abade de Beuron.
Mas, as forças do mal se mostravam impetuosas. O nazismo investia contra Deus e; conseqüêntemente, contra os homens. Sem nenhum respeito à dignidade humana, preconizava o nazismo a extinção pura e simples de quem nao trouxesse nas veias o "puro" sangue ariano. Assim sendo, milhões de seres humanos e, entre eles, principalmente nossos irmãos judeus pois todos nós somos descendentes de Abraão foram exterminados pelo ódio da besta besta nazista. E entre eles, vítima do ódio racista, foi deportada a Irmã TEREZA BENEDITA DA CRUZ (EDITH STEIN), juntamente com sua irmã Rosa, aos 2 de agosto de 1942, para o campo de concentração de Westerbork. Aos 7 de agosto de mesmo ano, as duas irmãs partem para o campo sinistro de Auschwitz e, dois
dois dias depois, 9 de agosto morrem na câmara de gás.
Fim
Fonte: Boletim Arquidiocesano COMUNHÃO E PARTICIPAÇÃO, nº 07, 1987.
Santa Maria Goretti: O Martírio e a Vitória do Perdão
Este texto narra a vida e o martírio de Santa Maria Goretti, uma jovem camponesa italiana que foi canonizada em 1950 diante de uma multidão recorde em Roma. A obra detalha sua infância humilde e a tragédia ocorrida em 1902, quando ela foi fatalmente esfaqueada por Alexandre Serenelli após resistir a uma tentativa de abuso. Um ponto central do relato é o gesto de perdão da menina, que expressou o desejo de ver seu agressor no paraíso antes de falecer. O documento destaca a posterior conversão espiritual de Alexandre na prisão e seu emocionante reencontro com a mãe de Maria para pedir desculpas. Essa história é apresentada como um exemplo da vitória da santidade sobre a imoralidade e o sofrimento.
Fim
Fonte: Revista CAVALEIRO DA IMACULADA, nº79, 1985.
"a força criativa é o amor" - S. Maximiliano Maria Kolbe
AOS POUCOS ELA FOI SE ABRINDO, SE CONTORCENDO...
No Dia das Mães, nós, do Grupo de Jovens, resolvemos fazer visitas às Mães doentes de nossa cidade, em suas próprias casas.
Foi uma experiência maravilhosa: cantávamos, líamos poesias, enfim faziamos uma homenagem a elas. Elas se emocionavam muito, choravam feito crianças. Agradeciam-nos por termos lembrado delas.
Quando passávamos pela rua, paramos em frente a uma casa e lembrei-me que ali morava uma amiga minha de escola e que esta amiga tinha sua mãe muito doente. Embora não soubesse de sua doença, sabia apenas que minha amiga sofria muito com ela.
Falei com o grupo e resolvemos chegar até a casa. Vimos uma mulher sentada à varanda. Era uma mulher nova, mas quase nem nos respondeu quando a cumprimentamos. Não sabia porém, que aquela era a mãe que procurávamos, pois não a conheciamos. Pedi para que ela chamasse minha amiga. Dai a instantes a amiga chegou. Expliquei-lhe que estávamos fazendo homenagens à Mães doentes e que se ela quisesse, poderíamos fazer uma homenagem a sua mãe também. Percebi que ela teve segundos de hesitação, e depois, com um pouco de receio, que era notável em seu rosto, foi chamá-la.
Quando sua mãe voltou, ficamos até com vergonha, pois já a tinhamos visto e não a tínhamos cumprimentado.
Começamos a fazer a homenagem. No inicio ela estava séria, não se contorcia com nenhum sorriso, nem tampouco com as cartas e as palavras; mas aos poucos ela foi se abrindo, se contorcendo... Um sorriso estampou em sua face. Lágrimas correram de seus olhos. Notávamos que ela estava feliz e que chorava de emoção.
Ao terminarmos a nossa homenagem, entregamos flores a ela e fomos todos cumprimentá-la pelo seu dia. Ela, em choros, nos abraçava fortemente e nos agradecla por termos ido em sua casa. E assim fomos saindo, sempre cantando músicas tocantes.
Foi ai que descobrimos o interessante. Encontramos com vizinhos dessa senhora que nos indagavam como tínhamos tido coragem de entrar na casa daquela mãe, pois ela não recebia ninguém em sua casa e as pessoas que entravam lá, eram tocadas para fora. Até o nosso coordenador nos disse que quando nos viu entrando lá, ficou perplexo e correu para nos impedir de entrar, mas quando chegou, já tinhamos começado a homenagem.
Sentimos um grande calor em nossos rostos. Notamos que quando as pessoas são tratadas com carinho e amor, elas se tornam diferentes. Era o que tinha acontecido conosco. Tratamo-la com carinho e ela nos recebeu. Talvez a doença mental daquela mulher fosse justamente falta de amor e principalmente de calor humano. Quantas mães, talvez, se sentem assim!
Deixo aqui um apelo: "Vá além do sofrimento das pessoas. Toque no ponto nevrálgico do procedimento desse sofrimento. Não julgue as pessoas pela aparência, pois as aparências enganam!"