Biblioteca Virtual do PCJ
Coleção de IMAGENS, ÁUDIOS, VÍDEOS, ARTIGOS, LIVROS e TEXTOS diversos (revistas e outros) com textos "scrollados" (deslizantes) e/ou no formato em PDF (com letras ampliadas e fácil de ler nos celulares). Acervo digital do Projeto Crescer Juntos (PCJ)
📺️(1107)_A chegada de Maria e os benefícios da presença do Senhor (Milícia da Imaculada)
A CHEGADA DE MARIA E OS BENEFÍCIOS DA PRESENÇA DO SENHOR...
"Como que simultaneamente, no Evangelho, se exprimem a chegada de Maria e os benefícios da presença do Senhor. "Ao ouvir Isabel a saudação de Maria, exultou o menino em seu seio. E ficou cheia do Espírito Santo". Observem-se a diferença e o sentido próprio de cada palavra. Isabel ouviu primeiro a voz da saudação, mas João sentiu primeiro a graça. Ela ouviu na ordem natural, ele exultou ante o mistério; ela sentiu a chegada de Maria, ele a do Senhor; o penhor sentiu o penhor. As duas falam da graça; eles a operam interiormente e começam em proveito de suas mães um mistério de piedade filial; por um duplo milagre profetizam as mães por inspiração dos filhos. O menino exultou de alegria, a mãe ficou cheia do Espírito Santo. Não o ficou antes do filho, mas enchendo-se o filho com o Espírito Santo, mereceu-o também para sua mãe. João exultou de alegria e também o espírito de Maria exultou. Ao exultar João, Isabel se enche do Espírito Santo; a respeito de Maria, porém, não lemos que tenha ficado cheia do Espírito Santo, mas que apenas exultou seu espírito: o Incompreensível operava de modo incomparável em sua Mãe. Isabel se enche do Espírito Santo, após conceber, Maria antes. "Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto de teu ventre. E donde me é dado que a Mãe do meu Senhor venha a mim?" O Espírito Santo conhece as palavras que usa, não as negligencia. E a profecia se cumpre não só nos milagres concretos, mas igualmente na propriedade das palavras. Quem é esse fruto do ventre, senão aquele de quem foi dito: "eis como herança do Senhor os filhos, o fruto do ventre é uma recompensa" (Sl 126) Quer dizer, os filhos são uma herança do Senhor, são uma recompensa daquele fruto que saiu das entranhas de Maria. Foi sobre o fruto do ventre, sobre a flor da raiz, que Isaías profetizou, dizendo: "sairá uma vara da raiz de Jessé e uma flor subirá de sua raiz". A raiz é a família dos judeus, a vara é Maria; a flor de Maria, o Cristo, o qual, como fruto de uma árvore boa, floresce agora no crescimento de nossas virtudes, frutifica em nós agora, restaurado na ressurreição que vivifica o nosso corpo. "E donde me vem que me visite a Mãe de meu Senhor?" Isabel não o diz ignorando o motivo, pois sabe ser por graça e obra do Espírito Santo que, como mãe do profeta, é saudada em proveito dele, pela Mãe do Senhor. Mas para significar que não é por mérito humano, e sim por dom da divina graça que isto ocorre, diz: "Donde me vem?", isto é: Donde me vem que receba o bem tão grande de uma visita da Mãe de meu Senhor? não reconheço em mim mérito algum. Donde me vem? Por que obras de justiça, por que feitos, por que méritos? Não é usual entre mulheres um tratamento como este: "para que venha a mim a Mãe de meu Senhor". Percebo o milagre, reconheço o mistério: a Mãe do Senhor, que traz o Verbo em seu seio, está repleta de Deus! "Pois ao se fazer ouvir a voz de tua saudação em meus ouvidos, exultou de alegria a criança em meu ventre; e bem-aventurada tu que creste". Vê-se que Maria não duvidou, mas creu, e por isto obteve o fruto de sua fé. Bem-aventurada tu que creste, disse Isabel. Mas também vós sois bem-aventurados, vós que ouvis e credes; pois todo o que crê concebe e gera o Verbo de Deus em sua alma e conhece as suas obras. Esteja em cada um de vós a alma de Maria, a engrandecer ao Senhor; esteja em todos vós o espírito de Maria, a exultar em Deus. Se, pela carne, uma só é a Mãe de Cristo, pela fé o Cristo é fruto de todos. Pois a alma, qualquer que seja, recebe o Verbo de Deus, desde que seja imaculada e isenta de vícios, guardando com intangível pudor sua castidade. Toda a alma assim, engrandece ao Senhor como a alma de Maria, que enalteceu o Senhor como o espírito de Maria, que exultou em Deus seu Salvador. Com efeito, o Senhor realmente é engrandecido, conforme se lê em outro lugar "engrandecei o Senhor comigo!" (Sl 33) Não que lhe possa ser algo acrescentado, mas porque em nós é engrandecido. Cristo é a imagem de Deus; e se a alma fizer algo de justo ou religioso, engrandece a imagem de Deus à cuja semelhança foi criada. Enaltecendo-o, torna-se mais sublime por participar da grandeza dele, e parece exprimir a sua imagem com a cor esplendorosa dos bons atos e zelo da virtude. A alma de Maria, porém, engrandece ao Senhor e seu espírito exulta em Deus, porque Maria devotada em alma e espírito ao Pai e ao Filho, venera com piedoso afeto o Deus único de quem tudo depende, o único Senhor, por quem tudo é. Verifica-se em Maria que quanto mais excelente é a pessoa, tanto mais rica a sua profecia".
(SANTO AMBRÓSIO, Coment. ao Ev. de São Lucas 1,28 ss; PL 15, 1636 ss; Antologia, 458 a 461).
Fim
Fonte:
Revista CAVALEIRO DA IMACULADA, nº 45, 1982.
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📺️(1106)_A Revolução Sonora das Caixas Chinesas (Canal Saber que Funciona)
A Revolução Sonora das Caixas Chinesas
A indústria de áudio portátil passou por uma transformação radical impulsionada pela evolução tecnológica e pela fabricação asiática, que reduziu drasticamente os custos de produção de caixas de som Bluetooth. Enquanto marcas tradicionais como a JBL cobram preços elevados por causa de despesas bilionárias com marketing e patrocínios, fabricantes chinesas independentes entregam alta potência, processamento digital avançado e baterias duradouras por uma fração do valor. Esse cenário expõe como a tecnologia barateou a ponto de o consumidor pagar quase exclusivamente pelo logotipo corporativo em vez de componentes superiores. Para navegar nesse mercado, é fundamental analisar fichas técnicas com atenção à potência RMS, verificar avaliações independentes em laboratório e calcular o custo total incluindo impostos e fretes. Dessa forma, entender os parâmetros técnicos reais protege o comprador contra golpes, evita gastos excessivos e revela que o verdadeiro valor de um eletrônico reside na sua engenharia, e não no nome gravado na etiqueta.
Fonte:
As novas caixas de som da China acabaram de destruir o império bilionário da JBL — Veja como
https://youtu.be/uQjNHKaJQbE
Canal Saber que Funciona
26:03
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📺️(1105)_O Plano da Legião: Organização e Santificação (Manual - Capítulo 11)
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O PLANO DA LEGIÃO
1. A santificação pessoal: fim e meio
O meio comum e essencial de que a Legião de Maria se serve para atingir o seu fim, consiste na execução de um serviço pessoal sob o impulso do Espírito Santo, isto é, tendo como princípio motor e apoio, a graça divina e como último objetivo, a glória de Deus e a salvação das almas.
A santificação pessoal é assim não só o fim da Legião de Maria, mas, também o seu principal meio de ação: “Eu sou a videira, vós os ramos. O que permanece em Mim e Eu nele, esse dá muito fruto, porque sem Mim nada podeis fazer” (Jo 15, 5).
“A nossa fé crê que a Igreja, cujo mistério, o sagrado Concílio expõe, é infalivelmente Santa. Com efeito, Cristo, Filho de Deus, que é com o Pai “o único santo”, amou a Igreja como esposa, entregou-se por ela, para a santificar (cf. Ef 5, 25-26) e uniu-a a Si como Seu corpo, cumulando-a com o dom do Espírito Santo, para glória de Deus. Por isso, todos na Igreja, quer pertençam à Hierarquia ou quer por ela sejam pastoreados, são chamados à santidade, segundo a palavra do Apóstolo: “esta é a vontade de Deus, a vossa santificação” (1Ts 4, 3; cf. Ef 1, 4). Esta santidade da Igreja incessantemente se manifesta, e deve manifestar-se, nos frutos da graça que o Espírito Santo produz nos fiéis; exprime-se de muitas maneiras em cada um daqueles que, no seu estado de vida, tendem à perfeição da caridade, dando bom exemplo ao próximo; aparece de um modo especial na prática dos conselhos chamados evangélicos. A prática destes conselhos, abraçados sob o impulso do Espírito Santo por muitos cristãos, quer particularmente, quer nas condições ou estados aprovados pela Igreja, leva e deve levar ao mundo, admirável testemunho e exemplo desta santidade” (LG 39).
2. Um sistema perfeitamente organizado
As grandes fontes de energia natural, se não forem canalizadas, perdem-se. De modo semelhante, o zelo sem método e o entusiasmo sem direção nunca produzem grandes resultados, quer interiores quer exteriores, e mesmo assim, a maior parte das vezes, são de pouca duração. Consciente disso, a Legião apresenta aos seus membros mais um modo de vida do que uma simples tarefa a realizar. Baseia-se, para tal, num sistema perfeitamente
organizado, no qual, tem força de regra aquilo que em outras organizações é apenas aconselhado ou simplesmente sugerido, impondo, mesmo no que se refere a cada pormenor, a mais exata observância. Promete, como prêmio, a perseverança e um visível progresso nas virtudes da perfeição cristã, especialmente a fé, o amor a Maria, a intrepidez, a imolação de si próprio, a fraternidade, o espírito de oração, a prudência, a paciência, a obediência, a humildade, a alegria e o espírito apostólico.
“O desenvolvimento do que comumente chamamos apostolado dos leigos é uma das manifestações especiais do nosso tempo, tendo por si, se atendermos unicamente ao número dos que a ele se podem dedicar, possibilidades ilimitadas de expansão. Apesar disso, como nos parecem insuficientes as disposições tomadas para a manutenção e progresso deste movimento colossal! Quando se compara o grande número de congregações religiosas tão admiravelmente concebidas para atender às necessidades daqueles que abandonam o mundo, com a maneira pela qual estão organizados os que no mundo permanecem, – que contraste impressionante! De um lado, que escrupuloso cuidado e que sábia precisão – para fazer render ao máximo a atuação de cada um! Do outro, como são elementares e superficiais as disposições empregadas! A organização exige dos seus membros, inegavelmente, a realização de uma tarefa; mas esta, para a maior parte deles, não passa, na roda da semana, de simples distração, que dificilmente chegará a representar algo mais importante. Devemos ter, quanto a este serviço, o mais elevado conceito. Não deveria ele constituir, para cada um dos membros, a base de toda a sua vida espiritual, e ainda ser o seu bordão de peregrino na caminhada para o céu?”
Sem dúvida, as congregações religiosas devem servir de modelo aos leigos que trabalham em comum. Não é ousado afirmar que, em igualdade de circunstâncias, a qualidade de trabalho realizado aumentará na medida em que mais se aproximar dos métodos das congregações. Surge, porém, uma dificuldade: até que ponto se deve impor uma regra? Por mais desejável que seja a disciplina para se trabalhar com eficácia, corre-se constantemente o perigo de exagerar, diminuindo assim o poder de atração do organismo. Nunca devemos esquecer que se trata de uma organização permanente de leigos. Não equivale, de forma alguma, a uma nova ordem religiosa, nem pretende vir a ser, como outrora aconteceu, e muitas vezes, com outras organizações.
“O fim que se pretende atingir é este e não outro: levar a uma organização eficiente as pessoas que têm uma vida comum – como nós a conhecemos – e nas quais devemos ter em conta as diferenças de gostos e ocupações, que nem sempre são de caráter puramente religioso. A regulamentação a impor não deve ultrapassar aquilo que possa ser aceito pela maior parte das pessoas, a que a organização é destinada, mas, também não deve ficar aquém” (Padre Miguel Creedon, primeiro Diretor Espiritual do Concilium).
3. A perfeição dos membros
Segundo a Legião, a perfeição dos seus membros deve avaliar-se, não pelo prazer causado pelos êxitos reais ou aparentes, mas pela fidelidade exata ao seu método. Só merecem o nome de legionários na medida em que obedecem ao sistema.
Exortam-se os Diretores Espirituais e os Presidentes dos Praesidia a relembrar constantemente este ideal de perfeição àqueles que lhes foram confiados. Constitui o ideal que todos podem atingir e que não está no êxito nem na consolação conquistada pelo trabalho. Só na sua realização encontrar-se-á o remédio eficaz contra a monotonia, o trabalho enfadonho, a falta de êxito real ou imaginário que, aliás, podem reduzir a nada, no campo do apostolado, as mais prometedoras esperanças.
“Devemos notar que os nossos serviços à Sociedade de Maria se avaliam, não pela importância do cargo que nessa sociedade desempenhamos, mas pelo grau de espírito sobrenatural e de zelo por Maria, com que nos dedicamos ao dever que nos é imposto pela obediência, – por mais humilde e apagado que seja” (Pequeno Tratado de Mariologia, por um Marianista).
4. A obrigação principal
Como primeira obrigação e a mais importante no seu sistema, a Legião de Maria impõe aos seus membros a participação das reuniões. O que a lente é para os raios solares é a reunião para os membros: foco que os concentra, os incendeia, e inflama tudo quanto dele se aproxima. É a reunião que faz a Legião. Ela é o vínculo: se esse vínculo for partido ou relegado ao abandono, os membros desertam pouco a pouco e a obra desmorona.
Pelo contrário, quanto mais a reunião for respeitada, tanto mais se intensificará o benéfico poder da organização.
As seguintes palavras, traçadas nos primeiros tempos da Legião, representam ainda hoje, como outrora, o seu modo de pensar sobre o organismo e, conseqüentemente, sobre a importância fundamental da reunião, – foco, como acima se disse, do sistema: “Numa organização, o indivíduo, por mais categorizado que seja, desempenha o papel de dente numa roda. Cede, em parte, a sua independência à máquina, isto é, ao conjunto dos seus associados que deste modo produzem cem vezes mais. Um sem-número de indivíduos que, de outra maneira, permaneceriam inativos ou inferiores à sua tarefa, entram em movimento; e cada um deles trabalha, não mais com a sua reduzida força pessoal, mas com o ardor e a potência incalculáveis que lhe são transmitidos pelas melhores qualidades de cada associado. Reparem em um bocado de carvão caído por terra, e o imaginem depois, transformados em brasa, em uma fornalha ardente. Assim é com os homens.
A organização possui, desta maneira, independentemente dos indivíduos que a compõem, uma vida própria. Mais que a beleza ou a necessidade do trabalho realizado, esta característica parece ser, na prática, o ímã que atrai os novos legionários. O organismo estabelece uma tradição, gera a lealdade, impõe o respeito e a obediência, e inspira poderosamente todos os membros. Interroguem-nos e verão que eles confiam na Legião como em uma mãe cheia de sabedoria e de prudência. E tem razão. Não é ela que os defende de todas as armadilhas: das imprudências do zelo, do desânimo nas dificuldades, do orgulho no êxito, da hesitação na defesa de idéias rejeitadas por todos, da timidez na solidão e, em geral, da areia movediça onde se afunda a inexperiência? É ela que se apodera da matéria bruta da boa intenção, trabalha-a e a transforma; é ela, enfim, que empreende a ação num plano regular e lhe assegura a expansão e a continuidade” (Padre Miguel Creedon).
“Considerada em relação a nós, seus membros, a Sociedade de Maria é a extensão, a manifestação visível de Maria, nossa Mãe Celeste. Maria recebeu-nos na Sociedade, como em seu amoroso seio maternal, para nos formar à imagem e semelhança de Jesus e assim nos tornar seus filhos prediletos; para distribuir a cada um de nós uma tarefa apostólica, e associar-nos dessa maneira à sua missão de corredentora das almas. Para nós, a causa e os interesses da Sociedade identificam-se com a causa e os interesses de Maria” (Pequeno Tratado de Mariologia, por um Marianista).
5. A reunião semanal do Praesidium
O Praesidium reúne-se semanalmente, numa atmosfera sobrenatural de oração, de práticas de piedade e de suave espírito fraterno. Nesta reunião, é marcada uma tarefa especial a cada membro e recebido o relatório do trabalho realizado. A reunião semanal é o coração da Legião, de onde jorra, para as veias e artérias, o sangue, que garante a vida, a fonte da luz e da energia; é um tesouro inesgotável que provê a todas as necessidades. É o grande exercício de comunidade, onde o Salvador, segundo a Sua promessa, assiste invisível, no meio dos Seus, e onde graças especiais são derramadas sobre o trabalho de cada um. É aí que os legionários são formados no espírito de religiosa disciplina que os leva, primeiro, a agir no propósito de agradarem a Deus e de se santificarem a si próprios; em seguida, a recorrer à organização como o meio mais apropriado para atingirem estes fins; e, por último, a entregar-se inteiramente à tarefa que lhes foi confiada, sem jamais a subordinar aos seus gostos pessoais.
Considerem os legionários a assistência à reunião semanal do Praesidium como o primeiro e mais sagrado dever para com a Legião. Nada a pode substituir. Sem ela, o trabalho será como um corpo sem alma. A razão mostra e a experiência comprova que o descuido no cumprimento deste dever primordial será seguido de um trabalho ineficaz e, em breve, de inevitáveis desistências.
“Àqueles que não marcham com Maria aplicam-se as palavras de Santo Agostinho: ‘Bene curris, sed extra-viam’: corres bem, mas por fora do caminho. Aonde irás assim parar?” (Petitalot)
Fim
Fonte:
https://legiomariae.com.br/sobre/manual-estatuto/
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📺️(1104)_Sintaxe da Oração na Gramática (BASE VESTIBULAR)
Sintaxe da Oração na Gramática (BASE VESTIBULAR)
O material de estudo apresenta uma abordagem detalhada sobre a gramática da língua portuguesa, com foco na análise sintática e na estrutura das frases. O documento explora os termos essenciais da oração, detalhando as funções e classificações do sujeito e do predicado. Em seguida, o texto aborda os complementos verbais e nominais, além de explicar o funcionamento da voz passiva e dos agentes da passiva. Também são estudados os termos acessórios, como o adjunto adnominal, o adjunto adverbial e o aposto, assim como a função do vocativo. Por fim, a apostila oferece diversos exercícios práticos acompanhados de exemplos para fixação dos conteúdos abordados ao longo das lições.
Fonte:
Apostila BASE VESTIBULAR
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📺️(1103)_A ascensão e queda do purificador solar de água (Canal Arquivo da Terra)
A ascensão e queda do purificador solar de água
O texto aborda a história e o fracasso comercial do Watercone, um dispositivo solar portátil desenvolvido para purificar água do mar ou contaminada por meio da destilação, operando sem eletricidade ou peças móveis. A invenção utiliza o calor solar para evaporar a água dentro de um cone transparente, deixando impurezas pesadas, bactérias e sal na bandeja inferior, enquanto a umidade se condensa nas paredes internas e escorre para uma canaleta de captação. Apesar de reconhecido internacionalmente por seu design inovador, o produto fracassou financeiramente devido a limitações físicas de tamanho, altos custos de fabricação industrial e preços inacessíveis para as populações de baixa renda que mais necessitavam dele. Além disso, o documento aponta que a água destilada remove minerais essenciais para o consumo prolongado e não elimina certos poluentes voláteis. Por fim, a leitura destaca alternativas de código aberto e projetos avançados, como o Heliodoméstico e sistemas multicamadas do MIT, que buscam democratizar o acesso à água potável por meio de métodos semelhantes.
Fonte:
Aparelho solar tira sal da água sem eletricidade. Por que é pouco usado?
https://youtu.be/GRmXmcrdal8
Canal Arquivo da Terra
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📺️(1102)_O Universo Autoconsciente - palestra sobre o livro (Julio Machado)
O Universo Autoconsciente - palestra sobre o livro
by Julio Machado on Apr 25, 2009
Palestra baseada na obra O Universo Autoconsciente, do filósofo e físico indiano AMIT GOSWAMI. Baseado em experimentos da mecânica quântica ele advoga que é a consciência que cria a matéria, ...
1. O UNIVERSO AUTOCONSCIENTE Como a consciência cria o mundo material Autor: Amit Goswami POR JÚLIO MACHADO
2. - Do livro: 1ª parte: o enunciado 2ª parte: os experimentos comprobatórios 3ª parte: aplicações e mudança de vida
3. - PARADIGMAS GEOCÊNTRICO E HELIOCÊNTRICO (contra toda lógica perceptiva) Imagine alguém lhe afirmar hoje que o que você está vendo não está lá fora. Que o que você aparentemente vê são criações mentais projetadas (os olhos não são janelas, mas projetores). matrix 1 - O UNIVERSO NÃO EXISTE SEM ALGUÉM QUE LHE PERCEBA A EXISTÊNCIA - Antes de haver seres humanos, por exemplo, havia um universo? (Pág.171,172) - A Lua está lá em cima quando não a olhamos? - Consciência e mente são a mesma coisa?
4. O REALISMO MATERIAL ADVOGA QUE O QUE EXISTE É A MATÉRIA E A CONSCIÊNCIA SURGE COMO UM EPIFENÔMENO DELA. O IDEALISMO MONISTA POSTULA QUE A CONSCIÊNCIA, E NÃO A MATÉRIA, É O SUBSTRATO DE TUDO QUE EXISTE. - CONSCIÊNCIA É O AGENTE QUE AFETA OBJETOS QUÂNTICOS PARA LHES TORNAR O COMPORTAMENTO APREENSÍVEL PELOS SENTIDOS.
5. Se as pessoas comuns realmente soubessem que a consciência , e não a matéria, é o elo que nos liga uns aos outros e ao mundo, as opiniões delas sobre guerra e paz, poluição ambiental, justiça social, valores religiosos e todas as demais atividades humanas mudariam radicalmente.
6. - DO REALISMO MATERIALISTA: Uma suposição mantida por longo tempo não se transforma, por isso, em verdade. Se a única realidade que existe é a realidade material a consciência não pode existir. É apenas uma resultante de interconecções neuronais, tal qual a inteligência artificial.
7. - PODEREMOS CONSTRUIR UM COMPUTADOR CONSCIENTE? O matemático Roger Penrose argumenta que o raciocínio algorítmico, semelhante ao que faz o computador, não basta para permitir a descoberta de teoremas e axiomas matemáticos. Temos de ver a verdade de um argumento matemático para convencermo-nos de sua validade. Este ato de ver constitui a própria essência da consciência. Em outras palavras, nossa consciência tem de existir antes de nossa capacidade algorítmica de computador.
8. Outra capacidade importante da mente humana, que parece estar além do alcance de um computador é a criatividade, fenômeno advindo da não-localidade. A influência negativa do realismo materialista sobre a qualidade da moderna vida humana tem sido assombrosa. O realismo materialista postula um universo sem qualquer significado espiritual: mecânico, vazio e solitário. Vídeo unidade, sentidos
9. - IDEALISMO MONISTA Em vez de postular que tudo (incluindo a consciência) é constituído de matéria, esta filosofia postula que tudo (incluindo a matéria) existe na consciência e é por ela manipulado. Esta filosofia não diz que a matéria é não real, mas que a realidade da matéria é secundária à da consciência, que é em si o fundamento de todo ser incluindo a matéria. Aqui questões como autoconsciência, livre-arbítrio, criatividade e até percepção extra-sensorial, encontram explicações simples e coerentes.
10. - O idealismo postula um reino transcendente, arquetípico, de idéias, como origem dos fenômenos materiais e mentais. Quaisquer subdivisões, como o imanente e o transcendente, situam-se na consciência. A consciência, portanto, é a realidade única e final. (A consciência seria como a Luz na alegoria da caverna de Platão) Video O que é matéria?
11. O IDEALISMO MONISTA UNIFICA A CIÊNCIA COM OS CONCEITOS DAS VÁRIAS TRADIÇÕES RELIGIOSAS TAOISMO: Aquilo que permite ora as trevas, ora a luz, é o Tao, o uno que transcende suas manifestações complementares. O Tao do qual se pode falar não é o Tao absoluto. Todos os ensinamentos devem ser considerados como dedos apontando para a Lua, e não como a própria Lua.
12. VEDANTA: Todo este universo sobre o qual falamos e pensamos nada mais é do que Brahman. Brahman existe além do alcance de Maya. Nada mais existe. CABALA: Se o homem contempla as coisas em meditação mística, tudo se revela como uno. CRISTIANISMO: Eu e o Pai somos um.
13. O cristianismo chama a entidade primária do self universal de Espírito Santo. No budismo, ela é às vezes chamada de não-self ou consciência universal. Na teoria quântica do self , o atman hindu é considerado como o self quântico o sujeito universal incondicionado, com o qual a consciência se identifica. O místico percebe claramente que a ignorância da unicidade transcendente é o obstáculo ao amor.
14. QUANTUM: do latim, quantidade. Planck declarou que os elétrons emitem ou absorvem energia apenas em certas quantidades específicas (pacotes ou quanta), descontinuamente separadas. - SALTO QUÂNTICO: um objeto quântico deixa de existir aqui e simultaneamente passa a existir ali, e não podemos dizer que ele passou através do espaço interveniente.
15. COLAPSO DA ONDA: não podemos dizer que um objeto quântico se manifeste na realidade comum espaço-tempo até que o observemos como uma partícula. - AÇÃO QUÂNTICA À DISTÂNCIA: a manifestação de um objeto quântico, ocasionada por nossa observação, influencia simultaneamente seu objeto gêmeo correlato pouco impostando a distância que os separa (ação quântica a distância)
16. - PROPRIEDADE DA ONDA : um objeto quântico (como um elétron), quando não está sendo medido, pode estar, no mesmo instante, em mais de um lugar. Observar elétrons é como observar vaga-lumes em uma noite de verão . Podemos ver um lampejo aqui e um piscar de luz ali, mas não temos idéia de onde o vaga-lume está entre as observações. Em qualquer ocasião em que medimos, um objeto quântico aparece em algum único lugar como partícula.
17. A DESCOBERTA DA NÃO-LOCALIDADE , comprova um domínio transcendente da matéria, fora do espaço-tempo vídeo emaranhado O processo fundamental da Natureza reside fora do espaço-tempo, mas gera eventos que nele podem ser localizados. (Sincronicidade de Jung)
18. Einstein defendia a idéia de variáveis ocultas deterministas, para explicar que a física quântica era incompleta ao se tratar da medição, pois ele não concordava com a não-localidade. Bell propôs um teorema onde demonstra que a teoria de variáveis locais ocultas é incompatível com a mecânica quântica.
19. LUZ ONDA-PARTÍCULA A natureza da luz depende da maneira como a observamos. Olhando a luz de um poste através do tecido de um guarda-chuva você não verá um fluxo ininterrupto de luz passando pelo tecido (tipo areia escorrendo pela peneira), o que se esperaria se a luz fosse constituída de partículas (fótons). A luz se curva ao entrar e cria padrões que só ondas podem provocar.
20. Por outro lado, quando você vê uma pessoa se afastando ao anoitecer , à medida em que ela se afasta a sua imagem fica fragmentada, coisa típica da natureza granular da luz. Você vê alguns pontos e outros não. Se a luz emanada fosse da qualidade ondulatória, você veria sempre uma imagem completa. - Eisntein, o primeiro a perceber a dualidade da luz não teve dificuldade em considerar que A MATÉRIA PODERIA SER TÃO DUAL COMO A LUZ (De Broglie).
21. O PRINCÍPIO DA COMPLEMENTARIEDADE postula que os elétrons não são ondas nem partículas, porque sua verdadeira natureza transcende ambas descrições. Embora os objetos quânticos possuam atributos de onda e de partícula, só podemos medir um único aspecto da ondícula com qualquer arranjo experimental, em qualquer ocasião.
22. Quando é vista como onda , a luz parece capaz de estar em dois ou mais lugares ao mesmo tempo, como quando passa através de buracos no guarda-chuva e produz um padrão de difração. Quando a captamos em um filme fotográfico, porém, ela se mostra separada, ponto por ponto, como um feixe de partículas . -vídeo dupla fenda
23. A EQUAÇÃO DE SCHRÖDINGER descreve matematicamente a teoria ondulatória relativa à matéria. Ela é a pedra fundamental da matemática que substitui as leis de Newton na nova física. A mesma matemática que nos diz que o gato de Schrodinger está meio vivo e meio morto, ao mesmo tempo (e não um ou outro), é aquela que nos dá as maravilhas dos transistores e lasers.
24. CONSCIÊNCIA (ver sem consciência de ver, ou seja, capta ondas fora do espectro da percepção) é diferente de PERCEPÇÃO (consciência de ver). O universo só existe se percebido. Os físicos explicam fenômenos, mas a consciência não é um fenômeno, em vez disso, tudo o mais é fenômeno da consciência. vídeo consciência
25. QUATRO ASPECTOS DA CONSCIÊNCIA: - PERCEPÇÃO ( campo de trabalho ) O inconsciente é aquilo para o qual há consciência, mas não percepção (percepção inconsciente.) P.ex. mensagens subliminares das propagandas. PENSAMENTOS E SENTIMENTOS ( objetos da consciência ); Penso, logo existo - Sinto ,logo existo.
26. SUJEITO OU SELF CONSCIENTE (o experimentador, o que testemunha ); Escolho, logo existo A opção e o reconhecimento da opção definem nosso self. Vale lembrar de que na teoria quântica o sujeito que escolhe é um sujeito único, universal, e não nosso ego pessoal. Essa consciência optante é também não-local. Quando observo, tudo o que vejo é todo o mundo da manifestação porque não há um eu individual que observa em oposição a outro eu. A consciência é um singular para o qual não existe plural
27. CONSCIÊNCIA UNA (realidade primeira). Opera não com continuidade causal, mas com descontinuidade criativa. Se a realidade consiste, em última análise, de idéias manifestadas pela consciência, de que modo explicar tanto consenso? Todos nós podemos estar compartilhando de uma única cabeça .
28. O CÉREBRO-MENTE é um sistema interativo com componentes clássicos e quânticos. O componente quântico do cérebro-mente é regenerativo e, seus estados, multifacetados. É o veículo da opção consciente e da criatividade. O componente clássico do cérebro-mente pode formar memória e, dessa maneira, servir como ponto de referência para a experiência e para criar senso de continuidade.
29. HIERARQUIAS Simples: o nível inferior alimenta o superior, e este não reage da mesma maneira. Dá origem às guerras. Entrelaçada: os dois níveis estão tão misturados que não podemos identificar os diferentes níveis lógicos (ex. fonte de luz e raios luminosos)
30. Embora o Self da nossa auto-referência seja conseqüência de uma hierarquia entrelaçada, a consciência que possuímos é a do Ser que está além da divisão sujeito-objeto. Se a potência criativa dos componente quântico deixa de ser usada, a hierarquia entrelaçada dos componentes interatuantes do cérebro-mente torna-se, na verdade, uma hierarquia simples de programas aprendidos clássicos.
31. LIVRE-ARBÍTRIO: aplica-se em todos os casos em que uma ação subseqüente é praticada com origem em nossa própria iniciativa causal. Nosso livre-arbítrio no nível secundário consiste da capacidade de dizer não a respostas condicionadas aprendidas. O ego é o nosso self-clássico. O livre-arbítrio do ego é um engodo (pois ele já é o fato escolhido) O significado do mito de Adão e Eva é claro: o preço da experiência do mundo é a perda do encanto e da inteireza.
32. A VOLTA PARA CASA. Por onde começo? A paz começa com o reconhecimento de que há um conflito, tanto externo quanto interno. Jamais teremos paz se negarmos que assim é. Jamais encontraremos o amor se não entrarmos em contato com o nosso ódio. Analogamente, a busca da alegria começa com o reconhecimento de que há tristeza.
33. O QUE FAZEMOS QUANDO O SOFRIMENTO SE APOSSA DE NÓS NO CURSO DA VIDA DIÁRIA? Geralmente buscamos formas de escapes buscando novidades externas, prazeres, até uma causa nobre para nos dedicar em mudar o mundo, pois assim não teremos de mudar a nós mesmos. Não podemos forçar saltos quânticos usando qualquer manobra condicionada. Mudanças ocorrem continuamente em nossa psique, à medida que acumulamos experiências, mas, de modo geral, são mudanças de baixo nível. Elas não nos transformam.
34. O que fazemos na criatividade interior é dirigir especificamente a força da criatividade para a identidade do self. O único pecado que existe é o de fossilizar o self ou os outros em funcionamento clássico, também conhecido como inferno.
35. Como podemos perder essa identidade com o ego? Um Platão dos dias atuais, Krishnamurti, sugere uma resposta. Precisamos dar uma meia-volta completa, transformarmo-nos, o que exige percepção completa da natureza do caso, do que nós somos, do que é o nosso condicionamento. E como ele mesmo diz: a Verdade é uma terra sem trilhas. Tudo o que precisamos é praticar o estado de perceptividade que é a meditação.
36. O mundo imanente não é maya; nem mesmo o ego o é. A verdadeira maya é a separatividade. Sentirmo-nos e pensarmos que somos realmente separados do todo, eis a ilusão.
37. As religiões e sendas espirituais propõe algumas pistas: KARMA YOGA : praticar a ação sem cobiçar um dado fruto. JNANA YOGA: desencadear uma mudança nos contextos habituais em que trabalha o intelecto, a fim de se atingir a sabedoria. BHAKTI YOGA: o caminho do amor. Amar não por alguma razão, mas por opção de servir aos outros.
38. A MEDITAÇÃO nos permite tornarmo-nos testemunhas dos fenômenos mentais que surgem na percepção, do desfile de pensamentos mentais que surgem em resposta ao condicionamento. Ela cria um hiato entre o despertar de respostas mentais e a ânsia de agir de acordo com elas e dessa forma reforça a capacidade de nosso livre-arbítrio de dizer não a atos condicionados.
39. Meditação com concentração: focar a atenção em algum objeto externo, num mantra, nas nossas percepções sensoriais, por exemplo. Meditação de percepção: consiste em permitirmos que a atenção observe livremente o fluxo de pensamentos, sem fixar-se em qualquer objeto em particular.
40. Na não-localidade quântica, o céu transcendente o reino de Deus está em toda parte. Mas o homem não o vê, lamentava-se Jesus. Não o vemos porque estamos enamorados demais da experiência de nossos melodramas, de nossas tentativas de prever e controlar, de compreender e manipular tudo racionalmente. O céu está nesta vida, não é um lugar, mas uma experiência de viver na não-localidade quântica.
41. Se fluímos com a corrente , o denominado conteúdo turvo da consciência nossos padrões de pensamento são mandados para o leito da corrente, ao fundo da percepção que presenciamos. Isto ajuda a vermos os padrões do nosso ego. O ego está bem defendido contra a mudança. O importante é o seguinte: nossos pensamentos, nossas crenças, não são apegados a nós. Eles somem se não nos grudamos neles.
42. A alegria das experiências meditativas é a alegria original da consciência em sua forma pura. Em Sânscrito: Sat (existência) Chit (consciência) Ananda (alegria). A alegria do vislumbre de quem realmente somos. ( a iluminação da onda)
43. No Bhagavad Gita, Krishna faz um comentário altamente revelador para Arjuna (soa como um atalho). Vou lhe contar o segredo de todos os segredos, o caminho mais direto para despertar buddhi. Não há necessidade de lutar com formas sutis de sabedoria discursiva. Não há necessidade de praticar ação sem lhe cobiçar os frutos. Não há necessidade nem mesmo de meditação formal. Simplesmente veja Brahman em tudo e em todos e sirva-O.
44. Por meio do amor, por meio do perdão paciente do self e dos demais, focalizamos no aspecto permanente de nós mesmos como uma maneira de transcender o ego transitório.
45. À medida que nos transformamos, do nível do ego para o nível de buddhi do ser, a definição de boa vida como busca da felicidade muda gradualmente para uma vida de alegria. Dormi e sonhei que a vida era alegria. Acordei e vi que a vida era serviço. Agi e, olhem só, serviço era alegria. (Tagore)
46. Lição 325 (Um Curso em Milagres) TODAS AS COISAS QUE PENSO VER REFLETEM IDÉIAS Essa é a nota mestra da salvação: o que vejo reflete um processo em minha mente, que se inicia com a minha idéia do que quero. A partir daí, a mente faz uma imagem daquilo que deseja, julga valioso e, portanto, busca achar. Essas imagens são então projetadas para fora, contempladas, estimadas como reais e guardadas como nossas. De desejos insanos vem um mundo insano. Do julgamento vem um mundo condenado. E de pensamentos de perdão vem um mundo gentil e misericordioso para com o Filho santo de Deus, oferecendo-lhe um lar benigno, onde Ele pode descansar por um momento antes de prosseguir viagem e ajudar os seus irmãos a andar para frente com ele a fim de achar o caminho para o Céu e para Deus.
Fim
Fonte: http://www.slideshare.net/juliomachado/o-universo-autoconsciente-palestra-sobre-o-livro
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📺️(1101)_A senhora + Ela coordena (Milícia da Imaculada)
📺️(1100)_As Roupas Novas do Imperador [Literatura] (Hans Christian Andersen)
As Roupas Novas do Imperador
Esta clássica história de Hans Christian Andersen retrata dois golpistas que fingem tecer vestes mágicas, afirmando que elas permanecem invisíveis para qualquer tolo ou incompetente. Com medo de parecerem estúpidos, o imperador e seus conselheiros fingem admirar o tecido inexistente durante várias inspeções. Eventualmente, o soberano desfila completamente nu pelas ruas diante de seus súditos, até que uma criança inocente grita a verdade sobre a ausência de roupas. O conto satiriza a vaidade humana e a hipocrisia social, demonstrando como as pessoas frequentemente fingem ver o que não existe apenas para evitar o julgamento alheio.
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📺️(1099)_Já que nao posso falar sobre a minha religião (Cavaleiro da Imaculada)
"a força criativa é o amor” S. Maximiliano Maria Kolbe
"JÁ QUE NÃO POSSO FALAR SOBRE A MINHA RELIGIÃO, HEI DE VIVÊ-LA"
Maria Berdanska foi destinada por Deus a uma missão especial. Polonesa de nascimento, com esmerada educação e vasta cultura, precisava ganhar o pão quotidiano com o próprio trabalho. E não foi fácil encontrar um serviço compatível com a sua condição de filha unica, responsável pelo sustento de sua veneranda mãe. Afinal, apresentou-se para ser governanta em casa de uma fanilia judia. Devia, especialmente, cuidar da formação e da instrução de três meninos.
Ao contratá-la os patrões israelitas perguntaram-lhe que religião professava.
- "Sou catolica, apostolica romana" declarou Maria com doce firmeza.
Meio perplexos e desconcertados quiseram recusarlhe o emprego, mas sua simpatia era tão contagiante que o casal pensou num recurso que, lhe pareceu, resolveria o impasse: fizeram-na comprometer-se a jamais falar com as crianças sobre as suas convicções religiosas.
Os rapazinhos eram bons mas turbulentos e mal-educados. Maria começou a exercer sobre eles grande e benéfica influência. E, tendo falecido sua virtuosa mãe, passou a morar definitivamente com a família, que se foi apegando vivamente a jovem preceptora. De suas crenças ela nada falava. Seguia à risca a promessa feita. Trazia ao pescoço um medalhão que intrigava muito os meninos.
- "Que é isso?", perguntavam-lhe curiosos.
- "É uma capelinha misteriosa", respondia a jovem sorrindo.
E assim se passaram os anos... quando grassou na cidade uma terrível epidemia que atingiu até os pequenos judeus. Maria dedicou-se heroicamente aos queridos enfermos internando-se com eles no Isolamento, pois era contagiosa a moléstia.
Graças aos cuidados médicos e sobretudo à solicitude heroica da preceptora, os meninos escaparam à morte. Mas, por sua vez, Maria Berdanska contraiu a doença e veio a morrer.
Imensa desolação desabou sobre aquele lar que já não dispensava aquela maravilhosa presença da qual ressumavam doçura, bondade e segurança. Por entre inconsoláveis lágrimas lembraram-se os rapazinhos da célebre "capelinha", na qual pressentiam, confusamente, haver algum segredo da vida de Maria. E pediram a mãe que abrisse o medalhão. O que nele encontraram? Uma pequena folha de papel com estas palavras: "Já que não posso falar sobre a minha religião, hei de vivê-la". E como a viveu!
Estupefata, toda a família como que "acordou" para a descoberta do segredo de tanta bondade, tanta eficiên cia, tanto heroísmo: a sua religião católica, a sua vi da de cristã autêntica...
E encontraram a verdade!
Na Missa de "sétimo dia" de Maria Berdanska, toda a familia israelita: pai, mãe e filhos convertida, recebia o Batismo e a Primeira Eucaristia!
Maria Berdanska os conquistara para Cristo pelo testemunho de sua fé sacrificada e heróica e pela força de sua silenciosa oração...
MADRE MARIA BERNADETE DO DIVINO CORAÇÃO, ocd
Carmelo de Teresópolis - RJ
Fim
Fonte:
Revista CAVALEIRO DA IMACULADA, nº 55, 1983.









