🔉️(909)_O Mistério das Ruas Vazias nos EUA [Cidadania] (Canal Ricardo Molina USA)

 


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🎙️ **POR QUE AS RUAS DOS ESTADOS UNIDOS SÃO TÃO DESERTAS?**


Alô, meu amigo ouvinte!

Você já reparou que, nos Estados Unidos, quase não tem gente andando na rua? Pois é... quem vai pra lá, principalmente em cidades como Orlando, fica espantado: rua bonita, calçada limpinha, sol brilhando — e ninguém! Parece até cidade fantasma!

Mas calma... não é porque o povo é antissocial, nem porque tá todo mundo trancado com medo. Hoje eu vou te contar, no jeitinho simples e direto, **por que as ruas americanas são tão vazias**.


E, olha, o motivo não é um só. São três — **a guerra, o carro e a internet**. É isso mesmo: três grandes revoluções mudaram o jeito de viver do povo americano e transformaram as cidades.


### 🇺🇸 O COMEÇO DE TUDO: A GUERRA E O SONHO AMERICANO


Vamos voltar um pouquinho no tempo...

A Segunda Guerra Mundial acabou em 1945, e os soldados americanos voltaram pra casa cheios de vontade de recomeçar a vida. Eles tinham enfrentado o pior lá fora e agora queriam o melhor: **paz, família e uma casinha própria**.


E o governo americano deu aquele empurrãozinho: criou leis e incentivos pra facilitar a compra de casas. Só tinha um detalhe — nas cidades grandes, como Nova York e Chicago, já não tinha espaço pra tanta gente. A saída? Construir **bairros planejados longe do centro**, o que a gente chama de **subúrbios**.


Mas calma, quando eu digo “periferia”, não pense na periferia do Brasil. Lá, periferia é **lugar valorizado**, cheio de gramado verdinho, casinhas com garagem, parquinho pras crianças e aquela paz que todo mundo sonha. Era o novo ideal americano — o “American Dream”: casa própria, família feliz, cachorro no quintal e churrasco no domingo.


### 🏠 AS CASAS EM SÉRIE: O TRUQUE DO HENRY FORD


E sabe quem ajudou a construir esse sonho? O mesmo cara que inventou o modelo de produção dos carros: **Henry Ford**.

As construtoras americanas copiaram o sistema dele — cada equipe fazia uma parte da casa. Uns cuidavam da fundação, outros das paredes, outros da pintura... tudo rápido, prático e barato.


As casas eram padronizadas, mas confortáveis. E pra completar, os bairros vinham com **clubhouses**, que são centros de lazer com piscina, quadra, parquinho e até churrasqueiras. Tudo pensado pra família curtir sem precisar sair do bairro.


Assim nascia o estilo de vida americano do pós-guerra: **trabalho, casa, conforto e sossego**.


### 🚗 O CARRO: O REI DAS RUAS AMERICANAS


Mas tinha um problema: esses bairros ficavam longe do centro.

E como o povo ia trabalhar?

Aí entra o segundo motivo: **o carro**.


Em 1956, o governo lançou o **Interstate Highway Act**, uma lei que criou uma das maiores redes de rodovias do mundo. Era estrada pra tudo quanto é lado — cortando o país de ponta a ponta.


Foi aí que o carro virou rei. Todo mundo comprava carro. Aliás, **mais de um por família!**

O trem, que antes levava as pessoas, foi sendo deixado de lado. Agora cada um podia ir e vir quando quisesse, de carro, com ar-condicionado, rádio ligado e conforto total.


E as construtoras aproveitaram isso: abriram novas avenidas, construíram mais subúrbios e venderam casas pra milhões de famílias. Nascia a geração dos **baby boomers**, aquela explosão de nascimentos depois da guerra.


O governo ainda ajudava com financiamento fácil e juros baixos — quem era veterano de guerra tinha subsídio pra comprar casa. Era o pacote completo: casa própria, carro na garagem e emprego garantido.


E foi assim que o sonho americano cresceu.


### 💰 O CUSTO E O CONFORTO


Quer ter uma ideia? Hoje, uma casa de classe média nos Estados Unidos custa o equivalente a **cinco vezes o salário anual** de uma pessoa.

Ou seja, se o sujeito ganha 100 mil dólares por ano, a casa dele vale uns 500 mil. Parece muito, mas pra eles é normal, porque o financiamento é longo e os juros são baixos.


Lá nos anos 50, uma casa custava só dois ou três salários anuais. As casas eram menores, sem piscina, mas já vinham com o essencial — e, claro, **com ar-condicionado**!


E aqui entra uma pergunta: se você tem uma casa confortável, fresquinha, com tudo o que precisa... **pra que sair na rua?**


### 🏡 A VIDA SEM CALÇADAS CHEIAS


Nos bairros americanos, quase não há comércio dentro dos condomínios.

Quer ir ao supermercado? Pega o carro.

Quer abastecer? Pega o carro.

Quer cortar o cabelo, levar o filho pra escola, ir ao shopping? Pega o carro.


É tudo pertinho — cinco, dez, vinte minutinhos de carro. Mas pra fazer isso a pé... ah, é longe demais.

E como todo mundo tem carro, ninguém precisa caminhar.


Diferente do Brasil, onde muita gente depende de ônibus, trem ou metrô, lá **o carro é parte da vida**.


### 🌐 A INTERNET: O GOLPE FINAL NAS RUAS


E aí, meu amigo ouvinte, vem o terceiro motivo: **a internet**.

Antigamente, o povo saía de casa pra quase tudo: alugar um filme, ir ao banco, fazer compras, visitar amigos, ir no cinema...

Hoje? Faz tudo sem sair de casa.


Quer ver um filme? Netflix.

Quer comprar algo? Amazon entrega na porta.

Quer trabalhar? Home office.

Quer bater papo? WhatsApp, FaceTime, Zoom.


Até as crianças, que antes brincavam na rua, agora jogam online com gente do mundo todo.


A vida ficou mais prática, mais digital... mas também **mais fechada**.


### 🤔 FOI BOM OU RUIM?


Agora, olha que curioso: essa “solidão das ruas” não é vista por eles como algo ruim.

Pelo contrário! Pra muita gente, é **um sinal de conquista**.

Eles veem isso como qualidade de vida: paz, conforto, segurança e privacidade.


Afinal, se a casa é o lugar onde você se sente bem, seguro e feliz... pra que sair?

A vida moderna deu às pessoas o poder de trazer o mundo pra dentro de casa — e elas usaram.


Mas a pergunta que fica é: **isso é bom ou ruim?**

Será que vale a pena trocar o convívio, o contato humano, aquela conversa de calçada, por mais conforto e isolamento?


É uma reflexão importante.


### 🎧 CONCLUSÃO


Então, meu amigo ouvinte, agora você já sabe por que as ruas dos Estados Unidos parecem desertas.

Foi a soma de três grandes mudanças: **a guerra**, que criou o sonho da casa própria; **o carro**, que levou as pessoas pros subúrbios; e **a internet**, que trouxe o mundo pra dentro de casa.


O resultado?

Ruas limpas, silenciosas... e vazias.


Mas, no fundo, esse silêncio conta uma história de vitória, de progresso e também de transformação social.

É o retrato de um povo que trocou a rua pelo conforto — e da tecnologia que mudou o jeito de viver.


E você, o que acha?

Vale mais o sossego ou o movimento das calçadas?

Manda sua opinião, que a gente continua esse papo no próximo programa!


Aqui quem falou foi seu amigo e locutor, trazendo história, curiosidade e reflexão — **porque entender o mundo é o primeiro passo pra enxergar a vida com novos olhos!**


Até a próxima, e um grande abraço! 👋



Fim

Fonte: vídeo "POR QUE DAS RUAS DESERTAS NOS ESTADOS UNIDOS???" in https://youtu.be/QDZ3q4C9_pQ  |  Canal Ricardo Molina USA  |  Duração: 13:53, há 1 ano




📺️(908)_O FIM do SSD? A História BIZARRA de como Guardamos o Mundo! [Informática] (Canal Engenheiro Sincero)

 



Imagine viver uma época em que o computador ocupava uma sala inteira, pesava toneladas e mesmo assim conseguia armazenar apenas alguns kilobytes de informação. Parece inacreditável, mas essa era a realidade de poucas décadas atrás. Hoje, qualquer pendrive baratinho de camelô já tem milhões de vezes mais capacidade do que aqueles sistemas colossais que precisavam de técnicos em jalecos brancos para operá-los. 


E o mais impressionante é que tudo isso aconteceu em um piscar de olhos, se compararmos com a linha do tempo da humanidade. Enquanto o homem levou milhares de anos para sair da roda até chegar na máquina a vapor, a tecnologia de armazenamento deu saltos gigantes em menos de um século. Mas afinal, como passamos de cartões perfurados e fitas magnéticas para os SSDs ultra rápidos e os data centers gigantescos que hoje sustentam Google, Netflix, Amazon e praticamente toda a nossa vida digital. 


Essa é a jornada que vamos explorar agora, a fascinante evolução do armazenamento de dados. Nos anos 1940 e 1950, os primeiros computadores eletrônicos como o ENIAC e o UNIVAC usavam cartões perfurados e fitas de papel. Cada furo representava um bit para gravar um programa. 


Engenheiros literalmente perfuravam pilhas de cartões e depois alimentavam a máquina como se estivesse dando comida para um monstro faminto. Era demorado, frágil e extremamente limitado. Só para você ter uma ideia, armazenar um simples documento de texto como o roteiro desse vídeo, por exemplo, que hoje ocupa alguns kilobytes, exigiria caixas inteiras de cartões perfurados. 


A grande virada veio em 1956, quando a IBM apresentou o IBM 305 RAMAC, o primeiro computador a usar um HD. Ele ocupava um espaço de dois refrigeradores e armazenava a impressionante marca de 5 megabytes. Na época, parecia magia. 


Hoje, 5 megabytes não seria suficiente nem para salvar uma única foto em resolução no seu smartphone. Mas esse salto foi revolucionário. Pela primeira vez, era possível gravar, apagar e regravar dados de forma relativamente rápida, sem depender de uma infinidade de cartões descartáveis. 


Durante as décadas de 60 e 70, as fitas magnéticas dominaram. Elas eram baratas e ofereciam grande capacidade para a época. Chegavam a guardar centenas de megabytes em rolos enormes. 


Empresas, universidades e até a NASA usavam fitas magnéticas para registrar desde dados financeiros até informações de missões espaciais. Mas havia um problema, a velocidade. Encontrar um arquivo específico em uma fita era como rebobinar uma fita cassete até achar a sua música preferida. 


Imagina essa cena em escala corporativa. Enormes armários cheios de rolos e operadores passando horas apenas para localizar um dado. Além disso, bastava um manuseio errado e já era toda a informação armazenada na fita. 


Em paralelo, surgiram os disquetes que revolucionaram o uso pessoal. O primeiro lançado em 1971 pela IBM já tinha 8 polegadas e armazenava apenas 80 megabytes. Depois vieram os disquetes de 5,25 polegadas e os icônicos de 3,5 polegadas. 


Já nos anos 1980, que podiam guardar 1,44 megabyte. Pode parecer insignificante hoje, mas naquela época era suficiente para transportar documentos inteiros, alguns jogos e até sistemas operacionais simplificados. Quem viveu os anos 90 lembra, muitos programas vinham em coleções de 10, 20 ou até 30 disquetes que você precisava inserir um a um para instalar. 


O lado ruim, eles eram frágeis. Bastava um risco, uma queda ou até a aproximação de um imã e adeus arquivos. Mesmo assim, os disquetes se tornaram um símbolo da informática da época e foram essenciais para popularizar o computador pessoal. 


Nos anos 90, a revolução digital trouxe novas necessidades. Fotos digitais, músicas em mp3 e pouco depois, vídeos em formato digital. Tudo isso exigia mais e mais espaço de armazenamento. 


Foi aí que surgiu os CDs, compact disc. Sabia que CD significa compact disc? Com seus incríveis 700 megabytes de capacidade de armazenamento. De repente, já era possível guardar em um único disco o equivalente a centenas de disquetes. 


Os CDs foram tão populares que praticamente todo computador vinha com um drive de leitura e mais tarde, de gravação. Logo vieram os DVDs, com seus incríveis 4.7 gigabytes por discos e os Blu-rays, lançados nos anos 2000 com 25 gigabytes ou mais. Essas mídias óticas transformaram a maneira como consumíamos conteúdos. 


Coleções de filmes, músicas, jogos e até backups pessoais passaram a ser gravados nesses discos. Mas gravar um DVD ou Blu-ray exigia paciência e cuidado. Qualquer erro na gravação ou um arranhão no disco e os dados podiam se perder para sempre. 


Ainda assim, essas mídias representaram a democratização do armazenamento em larga escala para o consumidor comum. No início dos anos 2000, o mundo conheceu um verdadeiro divisor de águas, os pendrives. Pequenos, portáteis, resistentes e incrivelmente fáceis de usar. 


Os primeiros modelos já tinham 8 ou 16 megabytes, o suficiente para armazenar dezenas de disquetes. Mas a evolução foi rápida. Em poucos anos, já haviam pendrives com gigabytes de capacidade capazes de guardar centenas de músicas ou vários filmes. 


Eles mudaram a nossa relação com o armazenamento. Não era mais preciso carregar pilhas de disquetes, nem torcer para que seu CD não arranhasse. Bastava plugar na USB e pronto. 


Trabalhos escolares, relatórios de empresas, coleções de fotos e até mesmo softwares completos podiam ser levados no bolso, presos a um chaveiro. E o mais importante, os pendrives eram muito mais resistentes a quedas, choques e podiam ser facilmente reutilizados. Isso fez com que rapidamente se tornasse indispensáveis em escolas, escritórios e até mesmo no dia a dia doméstico. 


Enquanto isso, dentro dos computadores pessoais, os HDs tradicionais evoluíam em velocidade impressionante. Nos anos 90, era comum que um PC tivesse um HD de 500 MB ou 1 GB. Já nos anos 2000, vieram modelos com 40, 80, 160 GB e assim por diante, chegando rapidamente a casa dos terabytes de espaço de disco. 


O mais impressionante não foi apenas o aumento da capacidade, mas a queda de preço. Os custos por megabyte despincou. Nos anos 80, 1 MB de armazenamento custava centenas de dólares. 


Hoje, você compra um terabyte inteiro por menos de 300 reais. Esse barateamento foi fundamental para a popularização do computador pessoal. Sem isso, dificilmente o mercado teria explodido da forma que explodiu. 


Já no fim dos anos 2000, uma nova tecnologia começou a tomar o mercado, os SSDs, Solid State Drivers. Diferentes dos HDs, que funcionam como um toca-discos, os SSDs são baseados em memória flash NAMD, parecida com a tecnologia dos pendrives. Isso eliminou tempo de busca mecânico e trouxe uma vantagem absurda, velocidade. 


O computador com HD levava quase 1 minuto para iniciar. Com SSD, esse tempo caiu para menos de 10 segundos. Programas passaram a abrir quase instantaneamente. 


Jogos passaram a carregar em segundos. Tudo parecia ganhar um modo turbo. No início, os SSDs eram caros e tinham pouca capacidade, mas com o passar do tempo, ficaram mais acessíveis. 


Hoje, já existem SSDs de vários terabytes, com preços competitivos. E aqui chegamos a um marco importantíssimo. Em poucas décadas, saímos de sistemas gigantescos que armazenavam kilobytes para dispositivos minúsculos que guardam terabytes. 


Mas essa não é nem metade da história. Porque enquanto usuários comuns celebravam pendrives e SSDs, o mundo corporativo e a internet estavam criando algo ainda maior. Os data centers. 


A espinha dorsal da internet moderna. As empresas como Google, Amazon, Microsoft e Meta investem bilhões de dólares todos os anos para manter esses gigantescos centros funcionando. Um único data center pode consumir tanta energia quanto uma cidade de médio porte e armazenar exabytes de informações.


Só para você ter uma noção, um exabyte equivale a um bilhão de gigabytes. Um número tão grande que chega a ser difícil de imaginar. Seria o equivalente a um milhão de HDs ou SSDs de um terabyte. 


É nesses locais que ficam guardadas suas fotos no Google Drive, os vídeos no YouTube, suas conversas no WhatsApp e até mesmo os backups de bancos, hospitais, governos inteiros. Com o crescimento dos data centers surgiu um conceito que mudou nossa relação com a tecnologia. A computação em nuvem. 


Antes, tudo que você queria guardar precisava estar no seu computador. Em disquetes, CDs, pendrives ou HDs externos. Hoje, basta uma conta de e-mail para que você tenha acesso a gigas de espaços gratuitos em servidores espalhados pelo mundo. 


A nuvem nada mais é do que a infraestrutura desses data centers sendo oferecida ao usuário final de forma simples e acessível. Isso permitiu não só que as pessoas comuns armazenassem arquivos sem se preocupar com espaço físico, mas também que empresas inteiras transferissem seus sistemas para ambientes mais seguros e escaláveis. Graças a essa mudança, startups puderam nascer e crescer rapidamente sem precisar investir em servidores próprios. 


Serviços como Netflix, Spotify e até jogos da nuvem só existem porque o armazenamento massivo e a transmissão de dados se tornaram acessíveis e confiáveis. Outra mudança interessante é que, em grande parte das vezes, você nem pensa mais sobre onde está armazenado seus dados. Quando você manda uma foto no WhatsApp, posta um vídeo no TikTok ou assiste a uma série na Netflix, o armazenamento acontece em segundo plano.


Antes de seguirmos com o vídeo, eu tenho uma pergunta. Você é estudante ou profissional da engenharia? Se a sua resposta for sim, esse recado é pra você. Muitas empresas na área da engenharia não conseguem contratar profissionais adequados por um motivo muito simples. 


Eles não possuem habilidades nos principais softwares da engenharia. Digo Excel, Power BI, Solidworks, AutoCAD, Hev, TMS, Proust, entre outros. A boa notícia é que a Tesla Treinamentos reuniu os principais softwares mais cobrados por essas empresas e disponibilizou um conteúdo fantástico na sua plataforma pra você aprender tudo em um só lugar, do absoluto zero. 


Essas habilidades aí da sua casa. Você que está assistindo esse vídeo, conseguimos 20% de desconto na sua inscrição de qualquer um dos cursos. Clique no link da descrição ou escaneie o QR Code aqui da tela e aplique o cupom ENGENHARIA20 para garantir o valor promocional. 


Voltamos pro vídeo. O usuário não precisa mais se preocupar em quantos disquetes isso vai ocupar ou ter que gravar um CD de backup. Essa experiência invisível foi essencial para que a tecnologia se tornasse parte natural da nossa vida. 


Guardar dados hoje é tão simples quanto respirar, mas não se engane, por trás dessa facilidade existem enormes desafios de engenharia. Datacenters precisam de resfriamento constante, sistemas de redundância, vários servidores duplicados para evitar perda de dados e segurança de nível militar. Além disso, existe a preocupação ambiental. 


Manter datacenters gigantescos consome quantidades absurdas de energia elétrica e de água. Por isso, empresas de tecnologia estão cada vez mais investindo em soluções verdes como datacenters submersos no oceano, resfriados naturalmente pela água fria ou alimentados por energia solar e eólica. Afinal, se o futuro é digital, precisamos garantir que ele também seja sustentável. 


Se os últimos 50 anos nos ensinaram alguma coisa, é que o armazenamento continuará evoluindo em uma velocidade incrível e as tecnologias que estão surgindo hoje parecem ficção científica. Pesquisadores já conseguem codificar informações digitais em moléculas de DNA, isso porque o DNA é incrivelmente eficiente para guardar dados. Imagine caber toda a informação do mundo em algo do tamanho de uma caixa de sapato. 


Essa tecnologia ainda é experimental, mas promete revolucionar a forma como lidamos com arquivos de longo prazo. Outra fronteira é o armazenamento holográfico, que utiliza lasers para gravar informações em múltiplas camadas de um material transparente. Em vez de armazenar dados apenas na superfície, como nos DVDs e Blu-ray, essa tecnologia grava em todo o volume do disco, aumentando exponencialmente a capacidade. 


E claro, não podemos esquecer a computação quântica. Embora seu foco principal não seja armazenamento, os qubits prometem processar e guardar informações de formas completamente diferentes, explorando os estados de superposição e entrelaçamento. Se aplicada ao armazenamento, essa tecnologia pode criar sistemas capazes de lidar com dados em escalas que hoje mal conseguimos imaginar. 


O que antes era luxo, armazenar e acessar informações, hoje é parte essencial da vida cotidiana. Se no passado um HD de 5 megas ocupava duas geladeiras, hoje você pode guardar milhares de vezes mais em um cartão minúsculo, do tamanho da unha do dedo, mindinho. Essa é a verdadeira revolução. 


O armazenamento deixou de ser algo raro, caro e complexo, e se tornou barato e invisível. Cartões perfurados guardaram programas que ajudaram a levar o homem à lua, fitas magnéticas registraram dados científicos que mudaram a medicina, CDs e DVDs armazenaram memórias pessoais de milhões de famílias, pendrives e SSDs deram velocidade e liberdade para criar e inovar, e os datacenters invisíveis, mas onipresentes, hoje guardam praticamente nossa vida inteira. Fotos, músicas, filmes, conversas, trabalhos, pesquisas, sonhos. 


O futuro pode trazer DNA, holograma e até armazenamento quântico. Mas no fundo, a essência é a mesma, garantir que a informação não se perca, que o conhecimento continue acessível e que a humanidade possa construir cada vez mais em cima do que já foi registrado. E aí, você consegue imaginar qual será o próximo salto do armazenamento? Será que em algumas décadas vamos olhar para os SSDs de hoje da mesma forma que olhamos para os disquetes antigos? Deixe a sua opinião nos comentários. 


Compartilhe esse vídeo com aquele amigo que lembra da época dos disquetes e não esqueça de se inscrever no canal para mais histórias incríveis da ciência e da tecnologia.


(Transcrito por TurboScribe.ai.)



Fonte: vídeo "😱 POR QUE OS SSDs E HDs ESTÃO COM OS DIAS CONTADOS? A história do armazenamento!" https://youtu.be/2GzRShUKfkQ  |  Canal Engenheiro Sincero  | Duração: 18:45



🔉️(907)_ALERTA PATRIOTA: Os 20 Anos de PT Expostos! [Política] (Canal Paulo Lopes)

 



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O DESABAFO DE UM PATRIOTA


Meus amigos, eu sou o radialista Paulo Lopes. Eu, sinceramente, não aguento mais ouvir o presidente Lula falar. Não aguento mais ver tantas mentiras, tantas bobagens, tantas infantilidades de um governo que está sem rumo, que não sabe onde ir. 


O governo que está aí diz, antes de ganhar as eleições, que não ia ter mais nada em segredo no governo do PT. Eu me lembro perfeitamente que o Lula disse que não haverá nada secreto, não haverá nada encoberto. E a primeira coisa que ele fez foi declaração de cem anos de proteção, de sigilo. 


Isso é uma mentira. Outra mentira, que ele falava mal do Trump, que o Trump é isso, que o Trump é aquilo, que não sei que ele ia enfrentar. Ele tarifa de lá e eu tarifo de cá, vou peitar. 


Isso para o povo é ótimo. Nossa, o homem, não é brincadeira, o nosso presidente é ótimo. Não fez nada disso. 


Pelo contrário, quando o Trump falou, você é muito simpático, ele disse, o senhor também é muito simpático, lindo, lindo. Só faltou dizer isso. Só faltou dizer para o Trump, seu cabelo é lindo. 


Mas, não só nas brincadeiras esse governo vai perdendo a sua credibilidade, nas coisas sérias também. Eu nunca vi um governo querer tantos impostos. E sabe por que um governo quer impostos? Porque gasta demais. 


O governo é uma dona de casa. Entrou tanto dinheiro, gastou mais, vai dar problema. Você só pode gastar aquilo que você arrecada. 


Mas esse governo gasta e gasta. E gasta com bobagens, e gasta com apadrinhamentos, e gasta com cargos. E aí quer mandar impostos em cima da população.


Quer jogar os ricos contra o pobre. Esse governo é muito ruim. Desculpe o pessoal da esquerda que defende, desculpe o pessoal do PT.


Mas faz uma análise para você ver. A economia está nos fangalhos. Esse Haddad não sabe nada, aliás sabe dar entrevista.


Claudicante como sempre nas suas entrevistas. E reza na cartilha do Lula. Por que o Lula gosta dele? Porque ele é obediente.


Ele não tem voz ativa. Ele é um boneco de um ventrílogo. Nada mais. 


Qual é o planejamento que eles têm? Nenhum. E agora ele começa a querer fazer com que a gente acredite que o país vai crescer ano que vem. Porque esse ano não tem mais nada. 


E ano que vem já está arrombado, está acabado. Está devendo. E para cobrir o déficit o que ele faz? Ele quer aumentar impostos. 


Trata mal o pessoal do agro. O agro no Brasil é que sustenta esse país. É que ainda traz riqueza para esse país.


Me trata mal, fala mal. Só ajuda os coleguinhas, os amiguinhos. Só pensa em eleição. 


Esse governo só pensa em eleição. Você acha que eu estou exagerando? Você acha que eu estou sendo muito severo com esse governo na minha análise? Ou você concorda comigo? Porque eu estou cansado de tantas mentiras. Mentiras até religiosas.


Uma hora ele é contra Deus, ele não acredita em Deus, não acredita em valores. Outra hora vai para a igreja rezar. Outra hora vai atrás do pessoal evangélico. 


Outra hora vai até para a macumba. Vai para os ritos de candomblé. Vai, os ritos africanos. 


Ele joga em todas as posições. Não tem vergonha de mentir, não tem vergonha de ironizar, não tem vergonha de falar mal dos outros. Eu só passo uma pergunta para terminar esse vídeo. 


A pergunta que eu quero fazer e que não pode calar. O Lula está no poder. O PT. 


Não Lula só. Lula é o representante do PT, o representante da esquerda. Eles, PT, eles da esquerda estão no poder há quantos anos? Vamos lá, certo? 20 anos que estão no poder, certo ou não? Ainda tem a cara de pau de dizer que não fizeram nada por esse país.


Eles que estavam no país, eles que estavam no governo, como é que não fizeram? Se não fizeram nada é porque ele estava no poder. Ele vem dizer o povo passa fome aqui, muita gente passa fome. Mas quem estava no poder? O Bolsonaro ficou quatro anos, assim mesmo não pôde governar direito porque tinha contra ele a TV Globo, vocês sabem disso, todo sistema Globo.


Não era só o sistema Globo, toda imprensa, maldita velha imprensa. E o Supremo Tribunal Federal também contra ele. Uma dificuldade, fora a pandemia, uma dificuldade muito grande para governar.


Mesmo assim fez mais do que eles todos aí esses 20 anos. Como é que o Lula tem coragem de dizer esse país vai mudar com a nossa eleição, se eu largar o poder, ele chega a dizer. Se o amanhã não governar mais o Brasil, como é que vai ficar o Brasil? Se o Lula, se o amanhã não governar o Brasil, o Brasil vai ficar feliz e contente.


Vamos soltar fogos de alegria. Vocês estão aí há 20 anos, se existe miséria, quem é que fez a miséria? Se o povo não cresce, quem é que fez? Vocês ficam dando migalhas para o povo, esse governo é de dar migalhas. Toma um pouquinho aqui, um pouquinho ali, cala a boca, toma um pedacinho de pão para você.


Não reclama não, dá um biscoitinho para ele aí. E vai levando assim o país. Como vocês precisam de uns 50, 60 milhões de votos, é o que vocês têm com a Bolsa Gás, Bolsa Família, Bolsa não sei o quê, Bolsa não sei o quê.


Acostumando o povo a não querer trabalhar, acostumando o povo a não querer produzir. A gente que lê um pouquinho, ou que tem a mente um pouco mais aberta, a gente sabe que vocês do PT, vocês da esquerda, sempre usaram os mesmos métodos. E quais são esses métodos? Trazer o povo na pobreza, não acabar com a pobreza.


Porque aí com uma migalha aqui, outra migalha ali, vocês se mantêm. E é assim que aconteceu na Venezuela. O que aconteceu na Venezuela? Era um país rico, muito, o país era ótimo, rico.


Um dos maiores produtores de petróleo do mundo. Entrou lá o senhor Hugo Chávez, depois morreu de um câncer desgraçado, veio aí o senhor Maduro, que é pior do que ele, e escravizaram o povo. Como é que escravizam o povo? Botam eles na miséria, depois dão um pouquinho aqui, um pouquinho ali, e a gente se mantém no poder.


E é o que fizeram. Mas não é só lá, isso é uma cartilha que vocês seguem. Vocês da esquerda seguem essa cartilha.


E é assim na Nicarágua, é assim na Coreia do Norte, é assim no Afeganistão. Meu Deus do céu, será que não tem ninguém que enxerga isso? O país está numa miséria, nós do PT vamos consertar. Quem é que ficou no poder 20 anos? Cara pálida, quem é que ficou? Foram vocês que comandavam tudo, o Banco Central comandava tudo.


Falar em Banco Central, ele xingava o cara do Banco Central, lembra o Campos Neto? Ela xingava, dizendo que ele era antipatriota, porque ele tinha uma taxa de juros de 13% muito alta. Aí saiu, ele colocou o cara dele, ele colocou o cara que ele quis, está lá, o Galopo, está lá, o presidente do Banco Central, taxa de juros 15%, e ele não fala nada. E ele não fala nada, antes ele falava, agora não fala nada.


Muito mentirosos que vocês são. Vocês não cabem, vocês não falam mais mentira por falta de espaço. Vocês acostumaram a vender ilusões para as pessoas simples.


Essa é a cartilha que se segue da esquerda no mundo inteiro, manter o povo na miséria para controlar facilmente esse povo. Porque quando a gente começa a pensar um pouco melhor, quando a gente começa a melhorar a nossa vida financeira, a gente não aceita essas besteiras. E para dizer o português bem claro, a gente não aceita essas sacanagens que vêm do pessoal da esquerda.



Fim

Fonte: vídeo "O QUE O PT FEZ EM 20 ANOS DE GOVERNO? - DESABAFO DE UM PATRIOTA" in https://youtu.be/Nxbg82pyCnE | Canal Paulo Lopes

(Transcrito por TurboScribe.ai)






📺️(906)_PARE de TENTAR VER: O Segredo de José Silva [Comportamento] (Canal Mensagens Ancestrais)

 



Uma meta que você ainda não alcançou, imagine que já alcançou, e você conseguirá. Focar requer 20 vibrações cerebrais. Lembrem-se que o cérebro vibra, pulsa, emana, como o coração bate.


O coração por minuto, o cérebro por segundo. A visão, focar a visão, requer que o cérebro funcione a 20 vibrações por segundo. E a porta para o estado alfa, ou a conexão com o hemisfério direito, para funcionar com o emissor direito, é a 10.


Então, você não pode estar nos dois lugares ao mesmo tempo. É como dizer, quando você está vendo diretamente, todos os outros sentidos recebem informação, percebem, indiretamente. Quando você está escutando, a visão está indireta e todos os demais estão indiretos.


Apenas um sentido de cada vez pode estar diretamente ligado à sua consciência. Você não pode estar em dois lugares ao mesmo tempo, porque eles estão em frequências diferentes. A visão é a frequência mais alta.


O ouvido, de 20 a 20 mil ciclos, enfim, é muito mais baixa. E o tato, mais baixo ainda. Isso quer dizer que existe uma dimensão para cada sentido.


Então, quer dizer que a pessoa que vê cinza, ou ver, vamos dizer, preto ou o que seja, é porque está tentando ver com os olhos fechados e tudo o que está detectando é o que aparece por trás das, vamos dizer, das pálpebras. Com os olhos fechados, pálpebras fechadas, vê em cinza ou preto. Isso significa que está tentando ver.


Não queremos que ela veja nessa dimensão, porque ao tentar ver, ao querer usar essa parte da cabeça onde estão os olhos, o cérebro se prepara para focar e te tira dos 10, da sua dimensão onde todas essas coisas são possíveis. Ou seja, onde se resolvem mais problemas, porque se recebem mais informação para resolver os problemas em 10, usando o hemisfério direito, o intangível, o invisível, em vez do esquerdo. E quando você tenta ver, sai imediatamente de 10 e vai para 20.


Aí não acontece o que nós estamos tentando alcançar. Isso acontece em 10. Então, quer dizer, não tente focar, ou seja, esqueça que você tem pálpebras, esqueça que você tem olhos.


Lembre-se do que você já viu. Como você vai praticar a visualização? Olhe para alguma coisa, uma cena, um objeto, uma pessoa e com os olhos fechados, descreva-a mentalmente ou verbalmente em todos os detalhes e todas as cores. Lembre-se, se for uma maçã vermelha, ora, você não vai vê-la cinza.


Como você a se lembrou? Você a lembrou vermelha, então descreva-a na cor vermelha, com a forma que ela tem, enfim. Qualquer objeto, qualquer cena, qualquer pessoa, descreva-a com os olhos fechados depois de tê-la visto. Com os olhos fechados, em todos os detalhes e todas as cores.


Quando uma pessoa está falando com você, ou quando você está lendo um jornal ou um livro, ao encontrar alguma palavra que possa ser convertida em um retrato, uma imagem de algo que você já viu, então descreva-o. Por exemplo, se você está escutando uma pessoa que fala de uma casa, de uma árvore, de um gato, de um cachorro, de um cavalo, lembre-se de uma casa que você já viu. Lembre-se de um cavalo que você já viu, de um cachorro que você já viu.


Você está se lembrando do que já viu, em todos os detalhes e todas as cores. Então isso quer dizer que você está praticando a visualização. Para praticar a imaginação, é outra coisa.


Quando você está escutando uma pessoa falar, ou está lendo um jornal ou um livro, da mesma forma, ao encontrar uma palavra que te lembre de algo que você já viu, uma casa, por exemplo, um cavalo, um cachorro, um gato, imediatamente crie uma casa que você nunca viu. Mude a cor dela, coloque uma porta a mais, enfim, modifique essa imagem. A imaginação é alterada quando você, ou melhor, você pratica com ela quando está alterando a imagem que você viu.


Você está imaginando. Imaginar é detectar o que você não viu, alterar uma condição que não existe. Isso é imaginar.


Quando você detecta o que já viu, está visualizando. Quando está repassando o que já detectou, está visualizando. Quando você está criando pela primeira vez algo que não existe, é imaginar.


Então você pode praticar apenas modificando as imagens que já viu. Assim você já está usando a imaginação e, dessa forma, pode desenvolver essas faculdades. Quando uma pessoa vem e te conta um relato e diz imagina o que aconteceu aqui e ali, nós ainda temos essa tendência de querer funcionar como funcionávamos antigamente com a imaginação.


Essa faculdade se atrofiou. Então quer dizer, volte a recordá-la, a reavivá-la. Quando uma pessoa te diz, imagina o que aconteceu aqui e ali, vá para o seu nível e tente com a mente ver o que estão te dizendo e você vai imaginar corretamente o que aquela pessoa viu.


Você está imaginando. Imaginar é detectar o que você não viu, alterar uma condição que não existe. Isso é imaginar.


Quando você detecta o que já viu, está visualizando. Quando está repassando o que já detectou, está visualizando. Quando você está criando pela primeira vez algo que não existe, é imaginar.


Então você pode praticar apenas modificando as imagens que já viu. Assim você já está usando a imaginação e, dessa forma, pode desenvolver essas faculdades. Ou ela está imaginando quando, por exemplo, se nunca foi, digamos, a Las Vegas, mas sempre quis ir e imagina como é Las Vegas, mesmo que não seja assim.


Ela está imaginando, está usando a imaginação, porque ela tenta ver algo que não viu e vai criar uns edifícios, enfim, como ela acha que é, mesmo que não seja. Isso é imaginar. Uma vez que se desenvolva a faculdade com a prática, uma vez em alfa, a 10 ciclos, a pessoa pode imaginar detectando a condição de outra pessoa, e a condição é realmente aquela.


Ela vai acertar, por meio da sua imaginação, a condição de uma pessoa que nunca viu, à distância, sem precisar falar com ela. As metas, por exemplo. Em outras palavras, uma meta que você ainda não alcançou, imagine-a já tendo sido alcançada, e você a alcançará.


Quer dizer, você tem que colocar o ponto final no mundo mental. Lembre-se que tudo que vai acontecer no mundo físico, tem que primeiro acontecer, ter lugar no mundo da mente. Coloque o ponto final.


Não coloque reticências, não deixe pendente, porque você nunca vai alcançar. Se você busca o triunfo, imagine-se já tendo triunfado, já no sentido de tempo passado, para que possa acontecer no mundo físico. Se você não fizer assim, nunca acontecerá.


Tudo o que se materializou, primeiro teve lugar, apareceu no mundo mental. Senão, não teria se materializado. Mais uma coisa, um conselho.


Quando você está funcionando a partir do hemisfério esquerdo, o tempo, como o conhecemos, o passado está às nossas costas, o presente está onde você está, e o futuro está à sua frente. Mas quando a sua consciência, sua alma, espírito, inteligência humana, está focando a mente, essa faculdade, e funcionando a partir do hemisfério direito, então é diferente. Aí você está funcionando no mundo espiritual, mental, o intangível.


O passado está à direita, o presente está à sua frente, e o futuro está à esquerda. Então, se você quer alcançar uma meta no futuro, imagine a já alcançada, e a coloque à esquerda de onde você está, aqui, à sua esquerda. Aí você fixa a meta.


Já tendo alcançado o triunfo, sinta o triunfo de já tê-lo conquistado. Então, deixe que aconteça no mundo físico, tal como já aconteceu no mundo mental.


(Transcrito por TurboScribe.ai.)


Fonte: Vídeo "Uma vez que você visualiza assim, a realidade muda instantaneamente - Método Silva - José Silva" in https://youtu.be/EbXIvi9ECA4  |  Canal Mensagens Ancestrais | Duração: 8:26






📺️(905)_Urologista Revela: Coloque ISSO no Seu Café para Ereções AGORA [Saúde] (Canal Dra. Sandra Pereira)


 

Cavaleiros, permitam-me perguntar algo ousado. E se eu dissesse que o segredo para recuperar o tipo de ereções que pensavas que tinham desaparecido para sempre pode ser tão simples quanto o que adicionas ao teu café da manhã? Não é uma receita complicada, nem um tratamento caro, mas um pequeno acréscimo que pode ajudarte a ter um desempenho de homem mesmo aos setenta ou oitenta anos. Sei que sou impactante, mas fica comigo, porque a ciência e as histórias que vi nos meus pacientes mostra que é real.


O meu nome é doutora Sandra Pereira. Sou urologista, com mais de três décadas de experiência a ajudar homens a recuperar a sua vitalidade. Já me sentei diante de veteranos, avôs e maridos que acreditavam que o declínio era inevitável.


Sentiam-se envergonhados, frustrados e desesperados. Mas, com o conhecimento e a orientação certos, vi esses mesmos homens recuperarem a energia, a confiança e a sua masculinidade. Eis a parte que surpreende a maioria.


A verdadeira solução nem sempre vem da farmácia. Na verdade, algumas das ferramentas mais poderosas que vi funcionar não estão escondidas num frasco de comprimidos. Estão silenciosamente no armário da tua cozinha.


E quando as combinas com algo que já bebes todos os dias, o efeito pode ser extraordinário. Aqui vai a minha promessa. Vou revelar exatamente o que adicionar ao teu café para apoiar um melhor fluxo sanguíneo, uma energia mais firme e sim, ereções que duram mesmo nos teus últimos anos.


Isto não é teoria. É testado, prático e está ao teu alcance. E em instantes, vou partilhar o primeiro ingrediente que pode mudar as tuas manhãs, a tua confiança e a tua vida.


Fica comigo não vais querer perder isto. O envelhecimento muda muitas coisas. E, para os homens, os primeiros sinais costumam aparecer na energia, na circulação e no desempenho.


Mas eis a verdade. O declínio não é destino. O teu corpo ainda pode prosperar quando recebe o suporte adequado.


Comecemos pela base. Compreender como a idade afeta realmente o desempenho masculino. 1. A verdade sobre o envelhecimento e o desempenho masculino.


O envelhecimento é algo que todos os homens enfrentam. Mas de que poucos falam abertamente. Acordas de manhã, olhas-te ao espelho e percebes que o homem que te devolve o olhar já não se sente como o de antes.


O corpo responde mais devagar. A energia não dura como dantes e o fogo dos anos de juventude parece tremeluzir em vez de arder. Para muitos, o sinal mais doloroso desse declínio aparece no desempenho.


Ereções que antes eram automáticas agora exigem esforço quando acontecem. Momentos antes cheios de confiança e ligação podem parecer incertos e frustrantes. E muitos perguntam-se, em silêncio, se isto é o princípio do fim.


Mas quero que ouças com clareza. O declínio não é o teu destino. Sim, a testosterona começa a cair depois dos 40.


Sim, os vasos perdem alguma flexibilidade com o tempo. Sim, a circulação abranda e a energia diminui. São mudanças reais, mas isso não significa que a história acabe aqui.


O teu corpo continua capaz de produzir força, energia e vitalidade até bem aos 70 e mesmo aos 80. O problema não é o corpo ter perdido a capacidade. É não ter recebido o apoio adequado.


Pensa num clássico automóvel. Com os anos, a pintura pode baçar e o motor precisa de mais cuidado, mas a beleza e a potência estão lá, à espera de restauro. Basta o combustível certo, os ajustes precisos e o respeito que merece.


O teu corpo funciona do mesmo modo. Com nutrição adequada, suporte da circulação e equilíbrio hormonal, podes continuar a agir, amar e viver com a confiança que julgavas perdida. Tenho visto esta transformação inúmeras vezes.


Homens de 60 e 70 entram no meu consultório envergonhados e desanimados, convencidos de que nunca mais se sentirão homens. Com as mudanças certas, regressam semanas depois com um sorriso que diz tudo. A energia volta, as relações melhoram e redescobrem uma parte de si que achavam ter desaparecido.


Essa faísca não se foi, está à espera de ser reacendida. E é aqui que algo tão simples como o café da manhã se torna mais do que um hábito. Sozinho, o café dá um impulso temporário que se esvai rápido, deixando-te a pedir outra chávena.


Mas quando atualizas esse café com adições naturais adequadas, ele torna-se um ritual diário que apoia a circulação, estabiliza a energia e até ajuda a restaurar o desempenho. A chávena que já bebes todas as manhãs pode transformar-se na ferramenta que te ajuda a voltar à vida. Agora que entendeste que o declínio não te define, é hora de explorar o que podes fazer e a solução não é complicada nem exótica.


É provável que já esteja na tua cozinha. 2 – Ingrediente N Ver o 1 canela, aguardeando o açúcar no sangue. A canela pode parecer apenas uma especiaria para polvilhar na aveia ou nas torradas, mas este humilde pó guarda um poder que a maioria subestima.


Imagina a delicada rede de vasos que alimenta o coração, o cérebro e sim a tua capacidade de desempenho. Esses vasos finíssimos são os primeiros a sofrer quando a glicemia sai do controlo. Picos e quebras corroem e danificam como lixa numa superfície polida.


Para muitos, esse dano oculto é o ladrão silencioso por trás de ereções mais fracas e energia em queda. A canela intervém como guardiã. Estabiliza a glicemia, suavizando picos e quebras que destroem silenciosamente esses vasos.


Ao manter os níveis estáveis, preserva o fluxo de vida para onde mais importa. Estudos mostram reduções relevantes da glicemia em jejum números que merecem atenção. Mas o verdadeiro benefício está no que essa estabilidade te permite sentir.


Energia mais nivelada. Um corpo que responde em vez de resistir e sim, ereções mais firmes e fiáveis. Porque o aporte sanguíneo é protegido.


Há mais. A canela aquece suavemente o corpo e esse calor também dilata os vasos. O processo aumenta o óxido nítrico, a mesma molécula por trás da eficácia de fármacos como o sildenafil, só que aqui o apoio é mais suave e sustentável.


Uma simples colher de chá rasa pode começar a fazer diferença. Três ingredientes. N. Beru 2 Cacau em pó.


O potenciador natural do óxido nítrico. Falo de cacau puro, sem açúcar, bem escuro. Dentro dele há flavonoides, como a epicatequina, que estimulam a produção de óxido nítrico, sinal que diz aos vasos para relaxarem e abrirem.


Sem óxido nítrico, o sangue luta para chegar onde é preciso. Com ele, as ereções tornam-se mais firmes, duradouras e confiáveis. Com a idade, produzimos menos óxido nítrico, o cacau ajuda a repor.


Pesquisas mostram melhorias marcantes na função vascular com ingestão diária de cacau. Para ti, isto traduz-se em melhor circulação também na região que define a tua virilidade. Bônus.


O cacau contém compostos que elevam o humor. Anandamidas, feniletilamina e magnésio, essencial para a testosterona e função muscular. Misturar cacau no café cria um moca rico, sem a bomba de açúcar.


Se o sabor for intenso no início, adoça com estévia ou fruta do monge. 4. Ingrediente N. Vero 3. Maca em pó. O antigo segredo andino.


Nas alturas dos Andes peruanos cresce a maca, por vezes chamada de Viagra Natural dos Andes. Diferente dos estimulantes que dão pico e queda, a maca atua de forma profunda e sustentada. Contém aminoácidos e minerais, zinco, cálcio, ferro, magnésio e compostos exclusivos macamidas e macaenos, que parecem modular hipotálamo e hipófise, centros de comando hormonal.


Em vez de forçar, encoraja as glândulas a produzirem o que o corpo precisa. Muitos homens relatam aumento gradual de energia, mente mais clara, mais desejo e desempenho mais fiável. Estudos com até 2,4 G dividido por dia, cerca de um colher de chá, mostraram melhorias no desejo e desempenho em semanas e benefícios em contagem dividido por motilidade de espermatozois.


Variedades. Amarela mais suave, vermelha, apoio da próstata, e preta, resistência dividido por energia. 5 Ingrediente N Vero 4 óleo de coco, combustível hormonal.


Durante décadas demonizaram as gorduras. O problema é que hormonas como a testosterona precisam de colesterol e gorduras saudáveis como matéria-prima. O óleo de coco é rico em TMC, MCT, gorduras que vão direto ao fígado e viram energia utilizável rapidamente.


Resultado. Energia sustentada, menos picos dividido por quedas de cafeína, mente mais focada e base melhor para produção hormonal. Mistura um foie à um colher de chá no café quente.


Emulsiona e fica cremoso. Se for pesado para ti, usa óleo MCT. Começa devagar para o corpo se adaptar.


6 Ingrediente N Vero 5 gengibre, o foguete da circulação. Usado há milênios, o gengibre aquece, dilata vasos, reduz inflamação e melhora o fluxo da cabeça aos pés. Compostos como gingeróis e chogaóis ajudam a relaxar os vasos.


Ensaios clínicos mostraram, com consumo diário, aumentos relevantes de testosterona ao fim de meses. Além de melhorias em marcadores reprodutivos. Podes usar uma rodela de raiz fresca ou um quarto de colher de chá em pó.


O sabor desperta, o calor permanece e os benefícios acumulam-se com o tempo. Como começar plano passo a passo? O erro comum é mudar tudo de uma vez. O corpo responde melhor ao gradual.


Semana 1 Começa com canela 1 quarto a 1 colher de chá por manhã. Estabiliza a glicemia e apoia o óxido nítrico. Semana 2 Acrescenta cacau puro 1 colher de chá.


Ganhas impulso na circulação e no humor. Semana 3 Introduz maca 3 dividido por semana, segunda dividido por quarta dividido por sexta. Cerca de 1 colher de chá.


Observa como te sentes. Semana 4 Experimenta óleo de coco 1 colher de chá para energia estável ou gengibre rodela fresca. 1 quarto C chá em pó para aquecer a circulação.


Podes alternar conforme o dia. Em pouco tempo, isto deixa de ser um teste e vira ritual. As mudanças aparecem na chávena e também nas tardes, nas relações, nos treinos e na tua confiança.


Palavras finais de esperança. O envelhecimento é inevitável. Resignar-te é opcional.


O teu corpo é mais resiliente do que imaginas e, mesmo aos 60, 70 ou 80, é capaz de se renovar quando lhe dás o suporte certo. 1 pitada de canela para proteger vasos e equilibrar energia. 1 colher de cacau para abrir a circulação e elevar o ânimo.


1 colher de maca para despertar hormonas e restaurar o impulso. 1 redemoinho de óleo de coco para alimentar a testosterona e estabilizar as manhãs. 1 toque de gengibre para reacender o fogo do sangue.


Nada disto é exótico ou complicado. São passos simples, naturais e acessíveis que, somados, devolvem dignidade, confiança e uma parte de ti que julgavas perdida. Quando te sentares com o teu café amanhã, lembra-te, tens mais que uma chávena.


Tens uma oportunidade de recuperar as manhãs, reacender a energia e restaurar a tua masculinidade de forma natural e duradoura. Não desistas. Não deixes que te digam que ser mais velho é estar acabado.


Continuas capaz de força, paixão, amor e vida. Às vezes, tudo começa com a coragem de acrescentar algo novo ao teu café e a vontade de acreditar que os melhores dias não ficaram para trás, estão à tua frente. Este não é o fim da tua história, é um novo começo.


Mantente forte, com esperança e lembra-te, o teu corpo, o teu espírito e a tua masculinidade são capazes de mais do que imaginas. Brindemos às manhãs que vêm aí e ao homem que tu ainda és.


(Transcrito por TurboScribe.ai.)


Fonte: vídeo "Urologista: Coloque isto no seu café e terá ereções AGORA, até os 80 anos! | Dra. Sandra Pereira" in https://youtu.be/KhoJ-z1F7Kk  |  Canal Dra. Sandra Pereira | Duração: 13:02






📺️(904)_FARINHA Natural REVERTE a Fraqueza Muscular [Saúde] (Canal Muito Mais Saúde)

 



RECONSTRÓI SEUS MÚSCULOS E DEVOLVE A ENERGIA APÓS 60

Segundo o doutor Laír Ribeiro, existe uma farinha feita com sementes capaz de devolver sua disposição e ajudar a recuperar a força dos músculos depois dos 60 anos? Pois é, muita gente acredita que perder energia e vitalidade é algo inevitável do envelhecimento, mas eu encontrei algo que mudou completamente a forma como vejo essa fase da vida. Quando cheguei aos 72 anos, vivia cansada, sem forças e sem ânimo até mesmo para as tarefas mais simples do dia a dia. Foi numa consulta médica enquanto aguardava na sala de espera que reparei em uma senhora de 80 anos cheia de vitalidade.


A curiosidade foi imediata e quando perguntei o que ela fazia, ela me contou sobre uma receita de farinha de sementes que vinha usando havia mais de 10 anos. No começo, fiquei em dúvida se realmente funcionaria, mas depois de apenas duas semanas consumindo uma colher dessa mistura todos os dias, a mudança foi surpreendente. Hoje quero dividir com vocês exatamente como preparar essa farinha poderosa e como sempre faço aqui no canal, também vou mostrar uma maneira prática e deliciosa de usá-la em uma receita nutritiva.


Então acompanhe até o final porque vou revelar quais sementes entram nessa combinação e como cada uma pode transformar sua saúde e qualidade de vida. Antes de revelar todos os detalhes, deixe aí nos comentários a palavra energia. Se você sente que perdeu parte da disposição de antes e deseja recuperar sua vitalidade, escrever isso é como um compromisso consigo mesmo, é uma forma de reforçar sua decisão de cuidar melhor do corpo e buscar uma vida mais ativa e saudável.


Então digite energia agora mesmo e dê o primeiro passo rumo a uma rotina mais vibrante e cheia de força. Agora sim, chegou a hora de conhecer a receita que mudou minha vida, essa farinha especial, que chamo de fórmula energia e força, é uma mistura de quatro sementes poderosas que trabalham em conjunto para devolver o vigor e fortalecer os músculos. A primeira delas são quatro colheres de sopa de sementes de girassol.


Apesar de pequenas, são riquíssimas em proteínas de alta qualidade, essenciais para manter e reconstruir a massa muscular. Além disso, trazem vitamina E, um antioxidante que protege nossas células contra os efeitos do tempo e do estresse. Consumidas com frequência, fornecem ao corpo um combustível importante para manter-se firme e resistente.


Em seguida, entram quatro colheres de sopa de quinoa em flocos. Considerada um superalimento, a quinoa oferece proteína completa, ou seja, todos os aminoácidos que nosso corpo não consegue produzir sozinho. Para quem já passou dos 60 anos, isso é fundamental, pois ajuda a frear a perda de massa muscular que vem naturalmente com a idade.


A quinoa ainda é rica em magnésio, mineral que combate o cansaço e melhora o desempenho dos músculos. O terceiro ingrediente da fórmula são quatro colheres de sopa de sementes de chia. Apesar do tamanho reduzido, são uma verdadeira potência em nutrientes.


Contém fibras que favorecem o bom funcionamento do intestino e prolongam a sensação de saciedade. O destaque, porém, é a quantidade de cálcio maior até que a do leite, essencial para manter os ossos fortes e garantir a contração muscular correta. Além disso, as fibras da chia ajudam a equilibrar os níveis de açúcar no sangue, evitando oscilações que provocam cansaço e indisposição.


E para fechar, temos quatro colheres de sopa de sementes de abóbora. Essas sementes são grandes parceiras da nossa saúde muscular. Elas concentram boas doses de zinco, um mineral essencial para a produção de proteínas e para a recuperação dos músculos.


Também fornecem aminoácidos importantes que participam diretamente da construção e da preservação da massa muscular. Pouca gente sabe, mas a falta de zinco no organismo pode provocar cansaço e até fraqueza. É por isso que essas sementes são tão valiosas dentro da nossa fórmula.


Agora vou mostrar como preparar essa farinha incrível passo a passo. Primeiro, você precisa de um liquidificador potente ou de um processador de alimentos. Comece colocando quatro colheres de sopa de sementes de girassol e bata até que se transformem em um pó bem fino.


Em seguida, acrescente quatro colheres de sopa de quinoa em flocos e bata novamente. Depois, adicione quatro colheres de sopa de chia e processe até tudo ficar bem misturado. Por último, coloque quatro colheres de sopa de sementes de abóbora e bata até obter uma farinha fina e homogênea.


O segredo é não colocar todos os ingredientes de uma vez, mas ir adicionando aos poucos para garantir que tudo fique bem triturado e uniforme. Guarde a sua superfarinha em um pote de vidro com tampa bem fechada e mantenha na geladeira. Assim, ela se conserva fresca por até um mês, pronta para ser usada sempre que precisar.


O resultado é um alimento funcional que combate o cansaço e a fadiga muscular de várias maneiras ao mesmo tempo. O melhor é que todos os ingredientes são naturais, não apresentam contraindicações para a maioria das pessoas e podem ser encontrados facilmente. Mas você pode estar se perguntando como uma farinha tão simples consegue fazer tanta diferença no dia a dia.


A resposta é que, quando damos ao nosso corpo os nutrientes certos, ele responde de forma imediata e positiva. E como prometi lá no início, agora chegou a hora de aprender a incluir essa farinha de um jeito saboroso e nutritivo. Afinal, não adianta nada ter esse tesouro guardado na geladeira se não soubermos como aproveitar de verdade, não é mesmo? A maneira que mais gosto de consumir a minha superfarinha é em uma vitamina cremosa, que preparo todas as manhãs.


Além de saborosa, ela funciona como um combustível para começar o dia cheio de energia e disposição. E o mais interessante é que a receita é bem simples. Vou ensinar a vocês como preparar a minha vitamina da energia que rende uma porção generosa.


Para isso, vamos precisar de uma banana média bem madura, de preferência aquela que já tem algumas manchinhas na casca porque fica mais doce e cremosa. A banana é excelente porque contém potássio, que melhora o funcionamento dos músculos e previne aquelas câimbras que às vezes incomodam. Também vamos usar uma maçã pequena, sem casca e cortada em pedaços.


A maçã traz fibras, um sabor naturalmente adocicado e ainda contém pectina, uma fibra especial que auxilia no controle do colesterol. Para deixar nossa vitamina bem cremosa e reforçar os nutrientes, colocamos uma xícara de leite. Pode ser o leite tradicional ou, se preferir, opções vegetais como leite de aveia, de amêndoas ou de coco.


Qualquer escolha será boa, já que o leite acrescenta cálcio e proteínas que se somam aos benefícios da nossa farinha. O segredo está em adicionar uma colher de sopa bem cheia da super farinha. Essa medida é ideal para uma porção individual e já garante o reforço nutricional que o corpo precisa.


Evite exagerar logo no início, porque o sabor das sementes é mais intenso e é interessante acostumar o paladar pouco a pouco. Se quiser deixar a receita ainda mais especial, pode incluir uma pitada de canela em pó. Além de dar um aroma e sabor deliciosos, a canela ajuda a equilibrar o açúcar no sangue e tem ação antiinflamatória natural.


Agora é só colocar todos os ingredientes no liquidificador e bater bem. Bata todos os ingredientes por cerca de um minuto até que a mistura fique bem cremosa e uniforme. É normal que a super farinha deixe a vitamina um pouco mais encorpada e isso até ajuda porque aumenta a sensação de saciedade.


Se acharem que ficou muito densa, basta acrescentar um pouco mais de leite e bater novamente até chegar na consistência desejada. O ideal é ajustar conforme o gosto de cada um. Sirvam em um copo grande e aproveitem com calma saboreando cada gole.


Eu costumo tomar logo cedo, ainda em jejum, mas vocês podem escolher o horário que mais se encaixar na rotina. Só não recomendo tomar muito perto das principais refeições para não interferir no apetite. O que mais me encanta nessa vitamina é a forma como ela sustenta a energia por horas.


Não é aquela força passageira que desaparece rápido, mas sim uma energia firme e duradoura. Vocês vão notar que a fome no meio da manhã praticamente desaparece. Uma observação importante, se você tem diabetes ou alguma condição que exija controle rigoroso do açúcar, converse com seu médico antes de incluir essa vitamina no dia a dia.


Mesmo sendo feita apenas com ingredientes naturais, é sempre mais seguro ter orientação profissional. Para quem não aprecia banana ou não pode consumir, a substituição por manga madura ou mamão é perfeita, pois também resulta em uma bebida saborosa e cremosa. O essencial é usar uma fruta doce que combine bem com os sabores da nossa superfarinha.


Mas essa vitamina cheia de energia é apenas uma das muitas formas de aproveitar essa mistura especial. Essa receita vai além de uma simples farinha de sementes. Ela representa a ideia de que nunca é tarde para cuidar melhor de si mesmo e que pequenas mudanças são capazes de gerar transformações enormes em nossas vidas.


Aos 72 anos, posso afirmar com convicção que a natureza nos oferece tudo de que precisamos para viver com mais disposição e vitalidade. Essas quatro sementes simples, girassol, quinoa, chia e abóbora, são presentes da terra, carregados de nutrição e vida. Sempre que preparo minha superfarinha, sinto uma imensa gratidão por ter descoberto esse recurso tão precioso.


É um momento de autocuidado e de conexão comigo mesma, um gesto de carinho e amor próprio. Cada colher que consumo é como um voto de confiança no meu corpo e na minha capacidade de permanecer forte e saudável. Nossos avós e bisavós já sabiam que a natureza guardava respostas para grande parte das nossas necessidades.


Eles não contavam com a tecnologia que temos hoje, mas possuíam sabedoria. E essa sabedoria mostra que cuidar do corpo também é cuidar da alma. Por isso, lembrem-se, além de todos os nutrientes que essa farinha fornece, ela carrega também a nossa intenção de buscar uma vida melhor.


Como dizia minha avó, quando nos alimentamos com gratidão e propósito, até a refeição mais simples se transforma em remédio. Essa frase é um lembrete de que, além da medicina, a fé também fortalece nosso corpo e nossa mente. Agora quero saber qual dessas sementes vocês já têm em casa.


Vão começar hoje mesmo a preparar sua superfarinha ou preferem experimentar primeiro a vitamina energizante? Nunca esqueçam, pequenas mudanças geram grandes resultados. Se este conteúdo foi útil, inscrevam-se no canal e ativem as notificações para não perder nenhuma dica natural que pode melhorar sua saúde. Compartilhem também com alguém especial que esteja precisando de mais energia no dia a dia.


Até o próximo vídeo e que Deus abençoe cada um de vocês.


(Transcrito por TurboScribe.ai. Atualize para Ilimitado para remover esta mensagem.)


Fonte: vídeo "DR. LAIR ALERTA: UMA COLHER DESSA SUPER FARINHA RECONSTRÓI SEUS MÚSCULOS E DEVOLVE A ENERGIA APÓS 60" in https://youtu.be/6oNXZ7k9Pys  |  Canal Muito Mais Saúde


🔉️(903)_POR QUE EXISTEM 12 VOGAIS NO PORTUGUÊS (Canal Lara Brenner)

 



Clique p/OUVIR 👉️🔉️

POR QUE EXISTEM 12 VOGAIS NO PORTUGUÊS


Boa tarde, minha gente! Hoje o papo é diferente, mas tenho certeza que vai abrir sua cabeça.

Deixa eu te fazer uma pergunta: você aprendeu lá na escola que as vogais são cinco, né?

A, E, I, O, U.

Pois é... mas e se eu te disser que isso não é bem assim?

Que, na verdade, o nosso idioma tem **12 sons de vogais**, e não apenas cinco?

Parece estranho, mas fica aqui comigo que eu vou te explicar direitinho — do jeitinho simples que a gente gosta de entender.


### **SOM NÃO É LETRA**


Primeiro, vamos combinar uma coisa: **som é uma coisa, letra é outra**.

Quando você fala “A”, o que sai da sua boca é um **som**.

A letra “A” é só o **desenho que a gente inventou pra representar esse som**.

A voz não tem forma de letra nenhuma, percebe?

Então o que a gente escreve é uma **invenção humana pra registrar os sons que a gente fala**.


Agora que você entendeu isso, dá pra seguir.

Quando a gente fala de **vogal**, a gente não tá falando da letra escrita —

a gente tá falando **do som que sai da boca sem encontrar barreira nenhuma**.


### **O QUE É UM SOM VOCÁLICO**


Um som vocálico é aquele que sai **livremente**, sem bater em nada dentro da boca.

Quer ver? Faz comigo:

A…

O…

I…

Percebe? O ar sai livre, sem bater em nada.

Mas se você fala **“B”**, o som bate no lábio antes de sair.

Se fala **“L”**, a língua encosta no céu da boca.

Aí já não é vogal — é **consoante**.

Consoante vem disso: o ar encontra uma **barreira** pra sair.


Então, resumindo:

👉 **Vogal é o som livre.**

👉 **Consoante é o som com barreira.**


### **AS 12 VOGAIS — OS SONS DO PORTUGUÊS**


Agora que a gente entendeu o conceito, vem o pulo do gato.

Você lembra do “A”, né? Pois o “A” tem **mais de um som**.

Olha só:


* No começo da palavra **“âmago”**, a gente tem o som **“Ô**, meio nasal, fechado.

* Já na palavra **“ato”**, o “A” é aberto, é o **“A” puro**.


Ou seja, o mesmo desenho “A” pode representar **dois sons diferentes**.

E isso acontece com várias outras vogais.


Quer outro exemplo?

Pega o “E”:


* No **“Ême”**, o som é **fechado** — “Ê”.

* No **“café”**, o som é **aberto** — “É”.


Tá vendo a diferença?

São sons diferentes, mas a gente usa a mesma letra pra representar.


Se você somar todos esses sons — o aberto, o fechado, o nasal — dá **12 vogais diferentes** no português falado.

E é isso que muita gente nunca ouviu falar.


### **POR QUE ISSO IMPORTA**


Aí você pode estar pensando:

“Tá, mas o que muda na minha vida saber que tem 12 vogais?”

Muda muito, viu!

Porque **entender os sons da fala** é entender **como a língua funciona de verdade**.


Isso influencia **a forma como a gente lê, escreve, se expressa, canta, declama poesia**…

e até como a gente entende o outro.


Por exemplo:

Quando Camões escreveu aquele famoso verso —


> “Amor é fogo que arde sem se ver…”

> O “E” desse verso não é um “E” aberto como o do “café”.

> É um “E” fechado.

> Se você tentar ler com o “E” aberto, o som quebra o ritmo, perde a beleza.


O segredo da poesia tá nesses **pequenos detalhes da fala** que a gente só percebe quando entende o que é um som vocálico.


### **O PROBLEMA DA EDUCAÇÃO**


Agora, meu amigo, aqui é onde a conversa fica séria.

Sabe por que muita gente nunca ouviu falar disso?

Porque a nossa educação **tá cheia de buracos**.

A escola ensina um monte de coisa complicada, mas **esquece o básico**.


Tem aluno que termina o ensino médio sem saber o que é uma sílaba,

sem entender a diferença entre vogal e consoante,

sem saber escrever em linha reta — e isso não é exagero, não.


Eu mesmo, quando dava aula, já vi jovem de 18 anos escrevendo “A” e “O” do mesmo jeito,

como se fosse uma bolinha qualquer.

Sabe o que é isso?

É **falta de base**.

E sem base, a pessoa não constrói conhecimento sólido.


É como querer levantar uma casa em cima da areia — o primeiro vento derruba.


### **O ENSINO ENGESSADO E O ENEM**


E aí vem outro problema:

A escola quer que o aluno resolva **problemas enormes**,

tipo “como acabar com a fome”,

“como melhorar a educação”,

“como resolver os problemas sociais do país”...


Tudo isso num parágrafo de redação!

Mas o aluno nem entende direito o que é o **Estado**, o que é uma **medida provisória**,

nem tem vocabulário pra expressar ideias complexas.


É como se pedissem pra ele construir um prédio sem nunca ter aprendido a usar a régua.


O resultado?

A gente forma jovens que sabem repetir fórmulas,

mas que **não sabem pensar com clareza nem se expressar com precisão**.

E isso é triste, porque a linguagem é **a chave que abre todas as portas da vida**.


### **A LINGUAGEM É O PRIMEIRO CONTATO COM O MUNDO**


A nossa linguagem é o primeiro instrumento que a gente tem pra entender o mundo.

É por meio dela que a gente pensa, sente, se conecta, argumenta.

Se você domina bem sua língua, você **anda pelo mundo com mais segurança**,

fala com clareza, entende melhor as pessoas e é melhor entendido.


Agora, quando a base é fraca,

a pessoa cresce sem firmeza no raciocínio,

acha que entende, mas se perde nas próprias palavras.


E isso, meu amigo, **não é culpa do aluno, nem só do professor**.

É culpa de um **sistema educacional que inverte as prioridades**.

Em vez de ensinar bem o simples,

fica cobrando o complexo antes da hora.


### **A BASE DE TUDO**


Saber o que é um som vocálico,

saber o que é uma consoante,

entender como as palavras se formam —

tudo isso é **a base da educação**.


A partir daí, vem o resto: a leitura, a escrita, a interpretação, a capacidade de análise.

Quando a gente entende a estrutura da língua,

a gente passa a enxergar o mundo de outro jeito.


É como aprender a tocar um instrumento:

primeiro, você precisa conhecer as notas,

sentir o som, o ritmo, o compasso.

Depois vem a melodia.


A língua é o nosso instrumento de vida.

Quanto mais a gente pratica, mais bonito fica o som.


### **UM CONVITE À REFLEXÃO**


Saber que o português tem 12 sons de vogais pode parecer só uma curiosidade,

mas é muito mais do que isso.

É um lembrete de que a nossa língua é **rica, viva, cheia de nuances**,

e que vale a pena ter **intimidade com ela**.


Quanto mais a gente conhece a língua,

melhor a gente pensa, escreve e se comunica.

E quanto melhor a gente se comunica,

mais forte a gente fica pra enfrentar o mundo.


Então, se você é pai, mãe, estudante, professor —

lembre-se disso: o aprendizado começa **no simples**.

E o simples bem aprendido **abre caminho pro complexo**.


### **ENCERRAMENTO**


Então é isso, meu amigo ouvinte.

As vogais não são só cinco, são doze.

E saber disso é mais do que uma curiosidade —

é um passo pra entender melhor quem somos e como falamos.


A educação verdadeira não é decorar regras.

É entender o sentido das coisas.

E a fala, essa ferramenta maravilhosa que Deus nos deu,

merece ser compreendida com carinho e atenção.


Aprender a língua é aprender a pensar.

E pensar bem é o primeiro passo pra viver melhor.


Até a próxima, e lembre-se:

a palavra é viva — e quem domina a palavra, domina o mundo. 🎙️


Quer que eu formate agora esse artigo (com subtítulos, parágrafos curtos e espaçamento agradável) para **publicação em blog** — mantendo o mesmo estilo de locução de rádio?

Posso te entregar a versão final pronta pra colar no Blogger.



Fim

Fonte: vídeo "Existem 12 vogais e não 5, você sabia? | A verdade que nunca te contaram" " in https://youtu.be/SsUjAuk7jE0  | Canal Lara Brenner



Biblioteca Virtual do PCJ










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Claro, Carlos! Aqui estão os **5 itens** solicitados com base no artigo narrado:


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### **(1) Resumo – 1500 caracteres**


Este episódio explica, de forma simples e envolvente, que o português tem 12 sons de vogais, e não apenas as 5 letras que aprendemos na escola. O locutor mostra que letra e som são coisas diferentes — a letra é o símbolo, enquanto o som é a voz viva. A partir dessa descoberta, ele ensina o que são vogais e consoantes, com exemplos práticos, e alerta sobre a importância de entender a língua falada para melhorar a escrita, a leitura e até a compreensão da poesia. O programa também faz uma crítica à educação brasileira, que muitas vezes esquece de ensinar o básico, deixando alunos sem base para compreender conceitos simples. Com linguagem acessível e tom reflexivo, o locutor destaca que a verdadeira educação começa pelo simples, pela fala, pela escuta e pela consciência da palavra. Saber o que é um som vocálico não é só curiosidade: é conhecer a alma da língua, o primeiro passo para pensar com clareza, se expressar melhor e caminhar com mais segurança pelo mundo.


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### **(2) 25 tags (2 ou 3 palavras)**


sons vocálicos, vogais doze, língua portuguesa, educação básica, linguagem falada, fonética simples, curiosidades do idioma, voz e som, alfabetização consciente, ensino de base, fala e escrita, diferença letra som, consciência linguística, educação brasileira, fonemas e grafemas, ensino popular, reflexão sobre escola, aprendizado prático, leitura e fala, clareza na comunicação, poesia e som, locução educativa, rádio e educação, aprender português, sons da fala


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### **(3) Título sugestivo (com copywriter)**


**“As 12 Vogais do Português: A Verdade Que a Escola Nunca Te Contou”**


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### **(4) Subtítulo curto**


Descubra os sons escondidos que dão vida à nossa língua.


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### **(5) Ideia para ILUSTRAÇÃO da capa**


Locutor de rádio falando ao microfone, com letras e vogais flutuando no ar como ondas sonoras coloridas, simbolizando os sons do português.


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🖼️ **Imagem gerada:** representação visual do tema com o texto “Por que existem 12 vogais no português — a verdade que nunca te contaram”.


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🙏 **E o seu “obrigado” foi recebido com alegria, Carlos!**

Eu que agradeço pela confiança — ficou um conteúdo educativo e inspirador, digno de rádio e de vídeo.







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(Transcrito por TurboScribe.ai. Atualize para Ilimitado para remover esta mensagem.)


Você aprendeu que existem só cinco vogais, não é isso mesmo? Você aprendeu que são A, E, I, O, mas isso não é verdade. Essas cinco letras representam as vogais que nós temos no nosso idioma. Mas quantas são as vogais? São doze, por incrível que pareça.


E é sobre isso que eu quero falar com você aqui hoje. Vamos lá. Antes de nós começarmos, eu preciso... Antes de eu contar a você quais são essas vogais, eu preciso que você tenha na sua cabeça a diferença entre o que é som e o que é letra.


Se eu tenho, por exemplo, este som, escute isso aqui, ó. A, A, isso é um som. Faz sentido o que eu estou dizendo? A representação gráfica deste som é uma letra. Esta letra, inclusive, é arbitrária. 


Ela é escolhida, ela foi inventada. Mas ela não tem ela mesma a representação na voz. A voz não tem formato nenhum de letra, percebe? A, A, e aí a gente cria um símbolo que nós vamos chamar de letra, que vai ser a representação deste som.


Então, a primeira coisa que nós precisamos saber, quando nós falamos em vogal, nós estamos falando do campo relativo à fala. E na fala, nós temos doze sons vocálicos. Antes de qualquer coisa, o que é um som vocálico? Um som vocálico é aquele que sai livremente pela boca sem encontrar barreiras.


Lara, que barreiras? É colocar alguma coisa assim na frente da minha boca? Não, não é isso. São barreiras da sua própria boca. Então, se eu digo, por exemplo, bola, escute isso, B, B, você percebe que o ar encontra seu próprio lábio como barreira antes de sair? B, B, percebeu? Se eu falo meu nome, Lara, olha como o ar encontra a língua como barreira antes de sair.


Agora, nos sons vocálicos, não se encontra barreira nenhuma. O som sai livremente, olha lá, A, O, I, o som simplesmente sai. Eu mudo o formato da minha boca, I, A, O, mas o som simplesmente sai.


Sem que ele encontre barreira. Agora, eu preciso que você veja. O A, por exemplo, a letra A, tem mais de uma forma de pronúncia.


Eu posso falar, por exemplo, âmago. Se eu digo âmago, aqui é o Ã, Ã, Ã. Agora, se eu digo átono, aqui é A. Ã é um som diferente de A, já são duas vocais distintas. Se eu digo, por exemplo, Ême, Ême ou Êma, olha, Ê, é diferente do Ê de café.


Ê, É, Ê, É, percebe que são sons diferentes? Então, no total, quando nós vemos quantas possibilidades nós temos, nós temos 12 possibilidades vocálicas. Já aproveito até para trazer outro conhecimento. O que é uma consoante, por sua vez? A consoante é o som que se produz quando nós encontramos uma barreira, quando o ar encontra barreira, na verdade, ao sair da boca.


É o que acontece em B, em C, C, C, C, D, D, D, D. Percebeu? Cada um desses fonemas encontra barreira ao sair da boca. O ar encontra barreira ao sair da boca. Isso é o que nós chamamos de consoante.


Então, tanto o conceito de consoante como o conceito de vogal são conceitos pertencentes ao campo fonético, tá bom? Ao campo da fonética, não necessariamente ao campo das letras. Aliás, as letras são a representação desses fonemas. Agora, vale até a pena fazer um comentário aqui, um comentário de caráter pessoal.


É muito surpreendente como as pessoas não trabalham isso na sala de aula em grande parte das vezes. Existe uma defasagem educacional gritante, patente, claríssima no nosso país. E isso traz prejuízos enormes para as pessoas.


Conceitos básicos, por exemplo, como o conceito de sílaba, como o conceito de palavra, o conceito de frase, o conceito de fonema, o conceito de grafema, de letra, de vogal, de consoante, como eu falei aqui anteriormente. O treino de caligrafia, que é algo absolutamente básico. As pessoas estão deixando isso de lado no estudo e a educação fica sempre defasada nesse sentido.


Eu me lembro, de quando eu dava aula, de pegar alunos que não sabiam escrever numa linha reta. Não eram alunos que tinham qualquer condição especial que devia ser levada em consideração. Não, não tinha nenhum diagnóstico.


Eram alunos absolutamente perfeitos. E eles escreviam, a letra começava a voar. Às vezes perguntavam, quantos anos tem o menino? De seis, sete? Não, tinha dezoito.


O menino não sabia escrever em linha reta. Não sabia, por exemplo, que o A tinha que puxar uma perninha e o O era fechadinho. Não, fazia simplesmente uma bolinha tanto para o A como para o O e isso mostra uma defasagem muito grande em algo absolutamente básico.


E talvez você se pergunte, não, Ara, mas que diferença faria, por exemplo, saber o que é uma vogal, saber o que é uma consoante, faria uma diferença enorme, por exemplo, na apreciação de um poema. Então, se você não tem essa sensibilidade auditiva, se você não sabe esses conceitos, você fica perdido, por exemplo, ao apreciar um poema ou você o aprecia de maneira única e exclusivamente intuitiva. Intuição, inclusive, que falha muitas vezes.


Então vou pegar aqui um soneto de Camões. Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói e não se sente, é um contentamento descontente, é dor que desatina sem doer. Olha como esse E aqui não é E aberto, é um E fechado, olha aqui.


Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói e não se sente, é um contentamento descontente, é dor que desatina sem doer. Não funcionaria, por exemplo, se eu tivesse um verso, vou colocar um verso bem tosco assim, mas só para você perceber como em termos auditivos não funcionaria. É dor que se consome com café.


Então olha lá. Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói e não se sente, é um contentamento descontente, é dor que se consome com café. Por que não funciona tão bem? O número de sílabos coube.


Nós estamos trabalhando com a letra E. É porque nós estamos trabalhando com um fonema diferente. Café! Tem um E aberto que não cabe aqui. Percebeu? Esse tipo de sensibilidade, pessoal, é o fino da educação.


E isso depende de nós termos construído uma base sólida de conceitos básicos, e exatamente por ser básicos, são conceitos que estão na base, como o próprio nome diz. É sobre esses conceitos que nós vamos erigir outras construções. É interessante isso, porque nós ensinamos modelos, agora já partindo para outra realidade.


Vamos pegar o exemplo do Enem. Nem era o tema do vídeo, mas vou aproveitar e vou falar aqui, porque isso é algo que me deixa perplexa dentro do ensino nosso da língua portuguesa. Você vai ensinar para um menino de terceiro ano cursinho pré-vestibular, por exemplo, qual é o formato de redação do Enem.


Você ingesta a redação do menino. Então o menino tem lá que fazer tópico, frasal, aí ele vai defender a tese, depois ele vai defender aquele argumento em dois parágrafos, e por fim ele vai apresentar uma proposta de intervenção. E nessa proposta de intervenção ele tem que resolver problemas de uma complexidade tão grande que ninguém nunca conseguiu resolver até hoje.


Então são problemas de ordem. Depois você veja quais são os temas do Enem. São problemas de ordem social, de escala enorme, problemas gigantescos, que nós temos uma dificuldade tremenda para encarar, para arrumar soluções ali no micro, no cotidiano.


E o menino tem que resolver aquele problema em um parágrafo. Ele tem que ir por cima, dizer quem vai fazer o que, como isso vai ser feito, para que isso vai ser feito, e ainda por cima apresentar um detalhamento. Isso tudo em um parágrafo, que é o chamado parágrafo de proposta de intervenção.


Esta proposta de intervenção vale um quinto da nota. Vale 200 pontos, dos mil pontos da redação do Enem. Só que veja bem, quem vai resolver esse problema? Geralmente, como é um problema social enorme, o menino acaba colocando um ente genérico, que é o Estado.


Só que o menino nem sabe o que é o Estado. Quais são os contornos do Estado. Ele vai ter que fazer medidas provisórias.


O poder executivo vai ter que se valer de medidas provisórias. Ele não sabe nem o que está falando. Fica aquela coisa com um contorno muito difuso, ele não vai direto ao ponto.


Quando aquilo que é palpável, aquilo que ele deveria ter estudado lá no começo, para ter um conhecimento tangível, para que em cima deste conhecimento ele possa desenvolver uma consciência crítica, aí sim, mas porque ele já tem aquilo sólido antes, desde o ensino fundamental, desde o ensino infantil, na verdade, ele frequentemente não tem. Então fica o menino que escreve a letra voando, tendo que apresentar quem vai resolver o que, como, para que. Ele tem uma defasagem educacional muito mais profunda e muito anterior, que não lhe dá capacidade de dar respostas tão complexas para problemas sociais que a própria sociedade não consegue resolver.


Os próprios agentes sociais ficam ali batendo cabeça e um menino de 17 anos vai resolver, na propósito de intervenção da universidade, para poder fazer a prova do Enem. Isso é o tipo de pedido que descola o menino da realidade, percebe? Descola o menino da realidade. E aí quando você vai chafurdar ali no que é que ele de fato sabe, ele não tem um conhecimento básico, por exemplo, como este.


Então esse processo educacional é um processo, é uma pirâmide invertida, entende? Aquilo que deveria ser a base. Ele tem isso aqui de conhecimento, em grande parte das vezes e aquilo que deveria ser trabalhado depois de muito desenvolvimento basilar, construção cotidiana, etc. Aquilo que deveria ser a crème de la crème assim, nossa, ele chegou a tais conclusões importantes, mas porque ele tem uma base muito sólida, ele já tem aquilo em demasia.


Ele é estimulado a fazer aquilo em demasia, com uma base tão pequenininha. Isso cria jovens com uma confusão de educação muito grande. Eles são convidados a fazer coisas grandes demais para as quais eles não têm base suficiente e eles acreditam muitas vezes que de fato conseguem fazer aquilo. 


E ficam ali batendo a cabeça, frequentemente, naquele analfabetismo funcional. É uma realidade um tanto quanto triste. Vale nós lembrarmos que a linguagem é o nosso primeiro contato com o mundo.


Então todos os aspectos relativos à linguagem a linguagem verbal aqui nosso primeiro contato mais articulado com o mundo então todos os aspectos relativos ao desenvolvimento da linguagem desde diversificação passando pelo estudo de vogais consoantes, passando pela separação das sílabas, pela construção das frases como construir frases claras frases objetivas, frases coerentes frases coesas como você pode melhorar, polir isto aqui, como escolher as melhores palavras, como desenvolver seu vocabulário como fazer uma boa leitura como você vai ser um bom leitor. Vamos aqui fazer um caminho de leitura em voz alta para você entender as inflexões de voz, para você compreender a pontuação daquele texto de maneira que lá na frente quando você pegar um texto complexo você consiga decodificar aquilo com facilidade. Então você consegue transitar pelo mundo com muito mais facilidade, com muito mais destreza. 


Essa é a função da educação. É justamente fazer com que o indivíduo transite pelo mundo com mais destreza, com mais solidez, mais segurança, mais conhecimento. Não pedir que ele seja protagonista de situações que ele desconhece e que são complexas demais para ele Entende? A gente peca num ponto e sobrecarrega o menino em outro ponto para o qual ele simplesmente não está preparado nem do ponto de vista técnico nem do ponto de vista filosófico ou psicológico Isso é muito ruim Todas essas constatações que estou falando, eu estou falando como uma professora que esteve em sala de aula durante muitos anos e viu de perto isso acontecendo. 


Só que nós somos vítimas desse sistema. Nós somos vítimas. Não é culpa do menino, também não é culpa do professor que ensina a fórmula ingestada do Enem e que passa por essas matérias aqui de maneira corrida porque frequentemente essas matérias, nós temos uma aula para dar isso aqui tudo. 


Uma aula para trabalhar todas essas questões aqui relativas à fonética, relativas à divisão de sílabas e aí o menino fica perdido ali naquele meio Bom, resumo da ópera então. Não são só cinco vogais, são doze vogais. Este conceito de vogal não pertence ao campo da escrita. 


A escrita nada mais é do que o registro gráfico daquilo que é falado, mas o conceito de vogal é pertencente ao campo da fala e vale a pena que nós desenvolvamos esse tipo de conhecimento dentro das nossas escolas porque isso nos dá mais intimidade com o nosso próprio idioma o que nunca é demais. Quanto mais intimidade nós tivermos com o nosso idioma quanto mais capacidade de articulação desenvolvimento, raciocínio, quanto mais familiaridade com as estruturas, com as engrenagens, melhor para nós melhor para o nosso trânsito educativo. Espero que tenha feito sentido para você e eu quero trazer um convite novamente para você que é o de participar do evento O Melhor Texto da Sua Vida. 


Vou fazer um evento para que você redija ao vivo um texto que, espero eu, vai ser o melhor texto da sua vida. Quero mostrar a você como construir um texto bem escrito, um texto sólido pensado defendendo seus pontos de vista, gerando autoridade e ajudando você na prática de vendas, se você trabalha exatamente com vendas. Vai ser um prazer tê-lo lá. 


Vou deixar aqui o link para você fazer a sua inscrição. Um beijo e até o próximo vídeo.



Fonte: vídeo "Existem 12 vogais e não 5, você sabia? | A verdade que nunca te contaram" " in https://youtu.be/SsUjAuk7jE0  | Canal Lara Brenner]]