🔉️(1083)_SUBSTANTIVOS COMPOSTOS [Português]

 



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SUBSTANTIVOS COMPOSTOS


1. Aba-larga

2. Abaixo-assinado

3. Água-de-colônia

4. Água-viva

5. Alho-poró

6. Alta-costura

7. Alto-falante

8. Amor-perfeito

9. Ano-luz

10. Anteprojeto

11. Apaga-velas

12. Apara-lápis

13. Arco-íris

14. Arranha-céu

15. Autoescola

16. Ave-maria

17. Bate-papo

18. Beija-flor

19. Bem-te-vi

20. Boa-noite

21. Bom-dia

22. Boquiaberto

23. Caça-palavras

24. Cachorro-quente

25. Caixa-alta

26. Caixa-forte

27. Carta-régia

28. Cartão-postal

29. Catavento

30. Cavalo-marinho

31. Claraboia

32. Couve-flor

33. Curto-circuito

34. Decreto-lei

35. Desmancha-prazeres

36. Ex-presidente

37. Fogo-fátuo

38. Girassol

39. Grão-duque

40. Guarda-chuva

41. Guarda-costas

42. Guarda-noturno

43. Guarda-roupa

44. Guia-mãe

45. Lança-perfume

46. Lobisomem

47. Louva-a-deus

48. Madre-pérola

49. Malmequer

50. Meia-noite

51. Mestre-sala

52. Micro-ondas

53. Mula-sem-cabeça

54. Navio-escola

55. Navio-fantasma

56. Obra-prima

57. Parabrisa

58. Parachoque

59. Paraquedas

60. Pararaios

61. Passatempo

62. Pé-de-galinha

63. Pé-de-meia

64. Pé-de-moleque

65. Peixe-espada

66. Pernilongo

67. Pica-pau

68. Planalto

69. Pontapé

70. Porco-espinho

71. Porta-chaves

72. Porta-copos

73. Porta-malas

74. Porta-moedas

75. Porta-retrato

76. Porta-voz

77. Primeiras-damas

78. Primeiros-socorros

79. Quarta-feira

80. Quebra-cabeça

81. Quebra-nozes

82. Quinta-feira

83. Radionovela

84. Recém-nascido

85. Salva-vidas

86. Segunda-feira

87. Sempre-viva

88. Sexta-feira

89. Sobrepasso

90. Super-homem

91. Surdo-mudo

92. Tenente-coronel

93. Terça-feira

94. Tira-dúvidas

95. Tira-teima

96. Vagalume

97. Vaivém

98. Vira-lata

99. Vira-mundo

100. Zap-zap




Fim




(1082)_Cronologia de Primeiros Fatos Históricos em Aparecida

 


Cronologia de Primeiros Fatos Históricos em Aparecida


Estes documentos apresentam uma cronologia histórica detalhada dos marcos fundamentais de Aparecida, começando com o encontro milagroso da imagem em 1717. O texto registra os primeiros eventos religiosos e civis, incluindo a construção de capelas, a nomeação de líderes eclesiásticos e visitas de figuras importantes como a Princesa Isabel. Além dos aspectos espirituais, as fontes documentam o desenvolvimento urbano, como a chegada da ferrovia, a criação de escolas e a fundação de jornais locais. A narrativa visual e textual destaca a transição da antiga vila para a construção da Basílica Nova e a consolidação do Santuário Nacional. Através de fotografias e registros de datas, as páginas preservam a memória cultural e a identidade de um dos maiores centros de devoção do Brasil.


Fonte: 

Almanaque de NSra Aparecida



Cronologia de 

Primeiros Fatos Históricos em Aparecida


Estes documentos apresentam uma cronologia histórica detalhada dos marcos fundamentais de Aparecida, começando com o encontro milagroso da imagem em 1717. O texto registra os 

Primeiros eventos religiosos e civis, incluindo a construção de capelas, a nomeação de líderes eclesiásticos e visitas de figuras importantes como a Princesa Isabel. Além dos aspectos espirituais, as fontes documentam o desenvolvimento urbano, como a chegada da ferrovia, a criação de escolas e a fundação de jornais locais. A narrativa visual e textual destaca a transição da antiga vila para a construção da Basílica Nova e a consolidação do Santuário Nacional. Através de fotografias e registros de datas, as páginas preservam a memória cultural e a identidade de um dos maiores centros de devoção do Brasil.



Fonte: 

Almanaque de NSra Aparecida



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Aqui estão os 5 itens criados a partir da fonte histórica "all1aAparecida.pdf":


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### 1. Resumo Histórico (1.121 caracteres)

O documento reúne a cronologia dos principais marcos históricos de Aparecida, São Paulo. A história inicia-se em outubro de 1717 com a pesca milagrosa no Rio Paraíba pelos pescadores Domingos Garcia, Filipe Pedroso e João Alves, seguida pela construção do 

Primeiro oratório em 1732. Ao longo dos séculos XVIII e XIX, o culto mariano expandiu-se com a criação da paróquia (1842), a visita da Princesa Isabel (1868) e a 

Primeira fotografia oficial da imagem milagrosa (1869). A infraestrutura da cidade acompanhou a devoção, registrando a chegada da ferrovia em 1877, a fundação do jornal local em 1888 e a chegada dos missionários redentoristas alemães em 1894. No século XX, foram marcantes o 

Primeiro Congresso Mariano (1904), a emancipação política com o 

Primeiro prefeito em 1928 e o início das obras da Basílica Nova a partir da década de 1940. O local tornou-se o maior centro de peregrinação católica do Brasil, celebrando momentos de grande fé como a 

Primeira procissão fluvial no Rio Paraíba (1967), a inauguração da Passarela da Fé (1972) e a histórica visita papal de São João Paulo II em 1980.


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### 2. 22 Tags

Nossa Senhora Aparecida, História de Aparecida, Milagre do Rio, Pesca Milagrosa 1717, Basílica de Aparecida, Santuário Nacional SP, Passarela da Fé, Turismo Religioso SP, Peregrinação em Aparecida, 

Primeiro Oratório 1732, Princesa Isabel Aparecida, Capela de Aparecida, Missionários Redentoristas Alemães, Fé e Devoção, Cronologia de Aparecida, Basílica Velha SP, Fatos Históricos Marcantes, Cidade de Aparecida, Padroeira do Brasil, Visita Papal 1980, Procissão Fluvial Paraíba, Origem de Aparecida


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### 3. Título Sugestivo (75 caracteres)

Do Milagre no Rio ao Santuário: A História Secreta de Aparecida Revelada!


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### 4. Subtítulo Curto (62 caracteres)

Uma viagem fascinante pelos 

Primeiros marcos de fé e história.


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### 5. Ideia da Ilustração e Capa do Vídeo

 Ideia visual: Três pescadores em um barco de madeira no Rio Paraíba do Sul acolhendo a imagem luminosa de Nossa Senhora Aparecida sob a luz dourada do entardecer, com a majestosa Basílica surgindo ao fundo.

 Capa gerada: A capa do vídeo (`capa_video_aparecida.png`) já foi criada com a ilustração completa e o título em destaque em português, estando disponível no seu painel do Studio.


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Eu que agradeço pela confiança e por permitir colaborar com a preservação dessa rica história! 


✨ Se desejar, podemos também preparar o roteiro detalhado em tópicos para a narração deste vídeo ou elaborar um relatório sobre os principais marcos do século XX.



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ECOS MARIANOS 1991 

Aconteceu pela primeira vez... em Aparecida 

31 


Primeiro milagre de Nossa Senhora Aparecida: a rede dos três pescadores Filipe Pedroso, João Alves e Domingos Garcia sai atulhada de peixes após o encontro da imagem milagrosa, em outubro de 1717. 


Primeiros devotos, cânticos e orações dedicados à Virgem Aparecida: 1717. 


Primeiro oratório construído para nele ser colocada a imagem encontrada nas águas: 1732. 


Primeiro capelão de Aparecida: padre Francisco das Chagas Lima, nomeado em 1780. 


Primeira capela homônima de Aparecida: na cidade de Sorocaba, no Estado de São Paulo, em 4 de junho de 1782. 


Primeiro benemérito da Capela de Aparecida: o ermitão irmão José, no dia 16 de setembro de 1794. 


Primeira intervenção do Governo na Irmandade e na Capela de Nossa Senhora Aparecida: 21 de abril de 1803. 


Primeiro título dado à Capela de Nossa Senhora Aparecida: "Lugar Pio", em 24 de maio de 1803. 


Primeira aurora após a proclamação da Independência: em 8 de setembro de 1822, Dom Pedro I coloca o Brasil sob a proteção de Nossa Senhora Aparecida. 


Primeira rua de Aparecida: o Caminho da Ladeira, em 1825. Depois o local passou a se chamar Rua da Calçada (1837). Em 1892, recebeu o nome que conserva até hoje: Rua Monte Carmelo. 


O Primeiro altar da Virgem 


Primeira escritura de doações de terras para Nossa Senhora: 22 de maio de 1743. 


Primeiro escritor de Nossa Senhora Aparecida: padre José Alves Vilela, em 1745. 


Primeiro inventário e informação escrita sobre o material com o qual foi fabricada a imagem encontrada no rio Paraíba: 5 de janeiro de 1750. 


Primeira poesia dedicada a Nossa Senhora Aparecida: "Preciliana", escrita em 1756. 


Primeira visita pastoral à Capela de Nossa Senhora Aparecida: 22 de agosto de 1761. 


A Rua da Calçada 


Primeira vez em que foi criada a Paróquia de Aparecida e nomeado o primeiro pároco, Pe. Joaquim Pereira Ramos: 4 de março de 1842. 

32 


Primeiro cemitério construído em Aparecida, independente da igreja: 1843. 


Primeira escola pública criada em Aparecida: 5 de maio de 1854, através da Lei Estadual 484. 


Primeira vez em que foi dada a bênção do Santíssimo Sacramento após a missa das quintas-feiras: 23 de junho de 1854. 


Primeiro serviço de água destinado aos romeiros que visitavam a igreja da Virgem Aparecida: fevereiro de 1862. 


Primeira vez em que a princesa Isabel e seu marido, o conde d'Eu, visitaram, a cavalo, a igreja de Nossa Senhora Aparecida: 2 de dezembro de 1868. 


ECOS MARIANOS 1991 


A Primeira foto da imagem 


Primeiro trem da estrada de ferro chega à estação de Aparecida: 13 de maio de 1877. 


Primeira missa celebrada na "Basílica Velha": 24 de junho de 1888. O celebrante foi o cônego Joaquim do Monte Carmelo. 

Princesa Isabel 


Primeira fotografia da imagem de Nossa Senhora Aparecida, tirada pelos fotógrafos Robin & Favreau: 1869. 


Primeira romaria organizada, a pé, que visitou o Santuário de Nossa Senhora Aparecida: veio da vizinha cidade de Guaratinguetá, em 9 de setembro de 1873. 


Primeira vez que a imagem de Nossa Senhora é colocada sobre o pedestal de prata lavrada, onde se conserva até hoje: 6 de março de 1875. 


Primeiro chafariz inaugurado na atual Praça Nossa Senhora Aparecida: 1877. 


A imagem e o pedestal de prata 


Primeiro jornal de Aparecida: tinha o título de "Voz de Aparecida" e começou a circular em 25 de junho de 1888. 


Primeiro capelão-vigário de Aparecida: monsenhor Claro Monteiro do Amaral, que tomou posse em 28 de novembro de 1893. 


ECOS MARIANOS 1991 


Primeira vez, após a elevação de Aparecida à categoria de Curato Independente, que Dom Lino Deodato Rodrigues de Carvalho se refere à igreja da Virgem como "Episcopal Santuário de Nossa Senhora Aparecida": foi no dia 28 de novembro de 1893. 

33 


Primeira linha de bonde com tração animal inaugurada em Aparecida: 1.o de maio de 1898. 


Primeiro seminário fundado em Aparecida: a "Escola Apostólica", dos padres redentoristas, em 3 de outubro de 1898. 


Primeira grande romaria organizada, de trem, que visitou o Santuário da Virgem Aparecida: veio da cidade de São Paulo, no dia 8 de setembro de 1900, e era composta por 1.200 peregrinos. 


Primeira vez que circulou o jornal "Santuário de Aparecida": dia 10 de novembro de 1900. 


Santuario d'Apparecida 

DIRECTOR 

Aparecida 10 de maio de 101 Sam. 1 

Dom Lino Deodato 


Primeiros redentoristas alemães partem do porto francês de Bordéus com destino a Aparecida: 5 de outubro de 1894. 


Primeiras atividades dos missionários redentoristas no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida: 1.o de novembro de 1894. 


Primeira menina que recebeu o nome de Aparecida: nasceu na cidade paulista de Jambeiro e foi batizada no dia 22 de maio de 1895. 


Primeiro compositor de Aparecida: João Gomes de Araújo. Compôs, em 1895, o hino "Graças vos damos, Senhora". 


Primeira vez na história de Aparecida que foi celebrada a festa de Corpus Christi: 17 de junho de 1897. Neste ano a Páscoa caiu no dia 18 de abril. 


Primeira cidade missionada pelos padres re

dentoristas de Aparecida: a cidade paulista de Areias, em 2 de outubro. de 1897. 


O Primeiro número do "Santuário" 


Primeira vez que uma imagem "fac-símile" de Nossa Senhora Aparecida é levada para as Missões Redentoristas: foi a 10 de novembro de 1900, na cidade paulista de Queluz. 


Primeira vez que a festa de Nossa Senhora Aparecida foi celebrada no Primeiro domingo de maio: dia 1.o de maio de 1904. 


Primeira edição do "Manual do Devoto de Nossa Senhora Aparecida": 1904, ano da coroação da imagem da Virgem Aparecida. 


Primeiro Congresso Mariano comemorativo do Ano Jubilar do dogma da Imaculada Conceição: 8 de setembro de 1904. 


Primeira Festa de São Benedito celebrada em 

Aparecida: 28 de março de 1910. 


34 

ECOS MARIANOS 1991 


O Congresso de 1904 


Primeira festa de São Benedito celebrada em sua recém-construída igreja: 5 de abril de 1920. 


Primeira idéia de se construir uma nova Basílica em Aparecida: dia 3 de setembro de 1926. 


Primeira edição do "Almanaque de Nossa Senhora Aparecida", depois denominado "Ecos Marianos": 1927. 

19 

27 


Primeira profecia sobre a futura Basílica Nacional de Nossa Senhora Aparecida: saiu no "Almanaque de Nossa Senhora Aparecida" de 1927. 


Primeiro prefeito municipal de Aparecida: Américo Alves Pereira Filho (Aparecida tornou-se independente de Guaratinguetá em 17 de dezembro de 1928). 


Primeira Câmara Municipal de Aparecida: foi instalada no dia 30 de março de 1929. 


ALMANAK DE N.SENHORA 

APPARECIDA 

Capa do Almanaque de 1927 


Instalação da Primeira Câmara 


Primeira vez que uma emissora de rádio transmitiu de Aparecida: a Rádio Difusora, de São Paulo, transmitiu a inauguração dos sinos da "Basílica Velha", no dia 30 de junho de 1935. 


ECOS MARIANOS 1991 


Primeira romaria composta por quatro trens: 

veio da cidade de São Paulo, e dela participaram 5.000 peregrinos. Dois trens eram da Central do Brasil, um da São Paulo Railway e um da Paulista. A peregrinação chegou ao Santuário de Aparecida em 8 de setembro de 1935. 


Primeiros passos são dados pelo segundo arce

bispo de São Paulo, Dom José Gaspar de Affonseca e Silva, para a construção da nova Basílica de Aparecida: 23 de novembro de 1939. 


Dom José Gaspar 


Primeira reunião pública em prol da construção da nova Basílica: 12 de junho de 1946. 


Primeira procissão levando a verdadeira imagem de Nossa Senhora Aparecida até o local onde seria erguida a nova Basílica: 8 de setembro de 1946. 

35 


Primeira missa no local onde hoje está a Catedral-Basílica, conhecida por "Basílica Nova": 11 de setembro de 1946. 


Primeira vez que foi celebrado o mistério eucarístico no interior da Fábrica de Armas de Piquete, São Paulo, e entronizada uma imagem da Virgem Aparecida: 29 de janeiro de 1948. 


Primeira imagem "fac-símile" de Nossa Senhora Aparecida benta pelo Papa em Roma: 27 de dezembro de 1950. 


Primeiros trabalhos de adaptação do local onde seria construída a nova Basílica de Aparecida: 7 de setembro de 1952. 


Primeiro número impresso da "Cartinha", 

uma publicação destinada aos amigos e benfeitores do Seminário Redentorista Santo Afonso: 25 de dezembro de 1952. 


Primeiro Congresso da Padroeira do Brasil e 

Primeiro Congresso dos Bispos do Brasil: aconteceu de 4 a 7 de setembro de 1954. 


Primeira vez que a festa de Nossa Senhora Aparecida é celebrada no dia 12 de outubro: 1954. 


Primeira vez que uma missa de Natal, em Aparecida, é televisionada: 25 de dezembro de 1956. 


Primeira peregrinação aérea com uma imagem de Nossa Senhora Aparecida: teve início em 5 de julho de 1957, com a aviadora Ada Rogato percorrendo 25.057 quilômetros. A peregrinação foi em homenagem a Santos Dumont. 


Primeira vez que um presidente da República visita oficialmente o Santuário de Nossa Senhora Aparecida: Juscelino Kubitschek, no dia 12 de setembro de 1957. 


Missa no local da futura Basílica 


O Congresso da Padroeira 

36 

180 


Primeiro movimento dominical na Basilica Nova 


Primeiro instante mais solene da história reli

giosa de Aparecida: a instalação canônica da Arquidiocese de Aparecida, no dia 9 de setembro de 1958. 


Primeira vez que as celebrações religiosas dos finais de semana aconteceram na "Basílica Nova": 21 de junho de 1959. 


ECOS MARIANOS 1991 


Primeira vez que foi realizada uma procissão fluvial pelo rio Paraíba, levando a verdadeira imagem de Nossa Senhora Aparecida: 31 de maio de 1967. A procissão saiu do porto Itaguaçu, onde a imagem foi encontrada em 1717, e se dirigiu para o porto do Macedo, em Aparecida. 


Primeira vez que foi utilizado o Salão de Romeiros, localizado no subsolo da "Basílica Nova": 6 de setembro de 1970. 


Primeira vez que foi publicado o folheto litúrgico "Deus Conosco", pelas Oficinas Gráficas de Aparecida, hoje Editora Santuário: 6 de setembro de 1970. 


Primeira vez que a verdadeira imagem de Nossa Senhora Aparecida percorre solenemente a "Passarela da Fé". que une as duas Basílicas de Aparecida: 1.o de janeiro de 1972. 


Primeira vez que um Papa visitou o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida: 4 de julho de 1980. 


Primeira vez que um Congresso Eucarístico Nacional é celebrado em Aparecida: de 16 a 21 de julho de 1985. 


Primeiro reitor do Santuário Nacional a ser eleito bispo: o redentorista Pe. Pedro Fré, no dia 6 de novembro de 1985. 


Primeiro pároco de Aparecida a ser eleito bispo: o redentorista Pe. Francisco Batista, no dia 30 de março de 1990. 


O Papa e a imagem da Virgem Aparecida 


ECOS MARIANOS 1991 


"Depois disso, voltou para o lugar povoado e quando, no dia seguinte, retornou ao local onde estava construída a barraca, notou então que a mesma fora incendiada, perdendo-se desse modo quase todos os recursos que levava para aquela expedição, porquanto eles se achavam guardados na aludida barraca. 


"Tomando dois índios e uma india domesticados, monsenhor Claro, embora tivesse experimentado aquele revés, embarcou em uma canoa e fez-se ao rio, em demanda ao acampamento dos índios, navegando por lugares pelos quais ninguém ousara passar, receiando qualquer ataque dos selvagens. 


"Pessoas residentes em Bauru e que estiveram com o monsenhor Claro pediram que não se expusesse a tanto, garantindo-lhe que os índios não lhe poupariam a vida. Mas o virtuoso sacerdote, confiado nos bons êxitos de seus esforços, partiu, certo de que conseguiria captar a amizade dos silvícolas levando consigo os selvagens domesticados. 

37 

"Mas, não foi feliz o virtuoso ministro de Deus, porque os indios assaltaram-no, assassinando-o cruel e barbaramente, conforme diziam os telegramas. 


"E assim morreu como verdadeiro mártir o monsenhor Claro Monteiro, uma das figuras mais simpáticas do clero paulistano, que exerceu várias comissões importantes, desempenhando há tempos o cargo de prefeito de estudos do Seminário Episcopal". 



Fim





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🔉️(1081)_Lista de PALAVRAS ESCRITAS COM Z, do Português

 


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Lista de PALAVRAS ESCRITAS COM Z, do Português


Abalizar

Aduzir

Agidez

Agilizar

Agudez

Altivez

Amabilizar

Amizade

Aprazível

Aprendiz

Armazém

Armazenar

Arrazoar

Arroz

Atriz

Avestruz

Azar

Azedo

Azeite

Azeitona

Azia

Azimute

Azul

Azulejo

Baliza

Batizar

Bazar

Beleza

Bizarrice

Bizarro

Buzina

Buzinar

Cafezinho

Canalizar

Capataz

Categorizar

Centralizar

Chafariz

Cicatriz

Cinza

Cozinha

Cozinhar

Cruz

Cruzeiro

Dez

Dezembro

Dezenove

Dezesseis

Dúzia

Eficaz

Equalizar

Esvaziar

Feliz

Feroz

Fiscalizar

Giz

Horizonte

Indigenizar

Infeliz

Juiz

Juízo

Luz

Matriz

Minimização

Nariz

Natureza

Otimizar

Paz

Presteza

Priorizar

Proeza

Pureza

Raiz

Rapidez

Razão

Realizar

Riqueza

Sagaz

Sensatez

Simpatizar

Sintonizar

Sutileza

Talvez

Tenaz

Trapezista

Tristeza

Umidez

Utilizar

Vazio

Veloz

Veraz

Verniz

Voraz

Voz

Xadrez

Zangado

Zebra

Zelo

Zumbido


Fim




(1080)_D. Bosco viu a sorte da Igreja (Milícia da Imaculada)

 


A Visão das Duas Colunas de Dom Bosco


Este documento narra a famosa profecia de Dom Bosco sobre o futuro da Igreja Católica, descrita como um imenso navio em meio a uma violenta guerra marítima. O relato detalha como a embarcação principal, liderada pelo Papa, enfrenta ataques de frotas inimigas armadas com livros e canhões durante uma tempestade avassaladora. A salvação do pontífice e de seus fiéis ocorre quando o navio consegue se ancorar entre duas colunas monumentais, que representam a Eucaristia e a Virgem Maria. Após a morte de um Papa e a imediata sucessão por outro, a paz é restaurada assim que a Igreja se firma nesses dois pilares espirituais. O texto conclui que a devoção mariana e a comunhão frequente são os únicos caminhos para superar as perseguições e crises futuras. Trata-se de uma exortação espiritual publicada em 1983 para reforçar a fé e a resiliência cristã perante as adversidades do mundo.


Fonte:

Revista CAVALEIRO DA IMACULADA, Nº65, 1984


D. BOSCO viu a sorte da Igreja 


«No dia 30 de Maio de 1862, contou D. Bosco aos seus jovens: 


«Quero contar-vos um sonho. É verdade que quem sonha não raciocina; entretanto eu Vou contar-vo-lo para vossa utilidade espiritual. 


Imaginai que estais comigo à beira mar ou melhor, em cima de um rochedo isolado e que não vedes outro espaço de terra, senão aquele que está debaixo dos vossos pés. Em toda aquela vasta superficie das águas, vê-se uma multidão de navios ordenados para a batalha, e cujas proas terminam por um esporão de ferro, afiado à maneira de dardo, que onde é lançado fere e trespassa seja que for. Estes navios estão armados de canhões, carregados de espingardas, de outras armas de toda a espécie, de matérias incendiárias e também de livros, e avançam contra um navio maior que todos eles, tentando abalroá-lo com o esporão, Incendiá-lo ou então fazer-lhe todo o mal possível.

 

Em volta daquele majestoso navio, totalmente apetrechado, estão outros. pequenos, que the fazem escolta è dele recebem sinals de comando executam evoluções para se defenderem dos barcos adversários. O vento é-lhes contrário e o mar agitado parece favorecer os inimigos. 


No meio da imensa extensão do mar elevam-se das ondas duas fortes colunas, altíssimas, pouco distantes uma da outra. Sobre uma está a estátua da Virgem Imaculada, a cujos pés pende um cartaz com esta inscrição: «Auxílio dos Cristãos»; na outra, que é muito mais alta e mais grossa, está uma Hóstia de tamanho proporcionado à coluna, e, em baixo, um outro cartaz com as palavras: Salvação dos crentes». 


Em pé no grande navio, o comandante supremo, que é o Pontífice Romano, vendo o furor dos inimigos e a má situação em que se encontram os seus fiéis, pensa em convocar à volta dele os pilotos dos navios secundários para uma reunião de conselho e decidir o que se havia de fazer. Todos os pilotos sobem e se congregam à volta do Papa. Tomam assento, mas, como o vento e a tempestade enfureclam cada vez mais, são mandados para os próprios navios. 


Sobrevindo um pouco de bonança, o Papa reúne os pilotos pela segunda vez à sua volta, enquanto o navio capitão segue o seu curso. Mas a borrasca volta pavorosa. 


O Papa está ao leme e todos os seus esforços são no sentido de levar o navio para o meio daquelas duas colunas, do cimo das quals, em toda a volta, pendem multas âncoras e grandes ganchos ligados a correntes. Os navios Inimigos dirigem-se todos para assaltar e tentam todos os processos para o aprisionar e afundar: uns com os escritos, com os livros, com matérias incendiárias de que estão carregados e que procuram lançar para bordo, outros com canhões, com espingardas e com esporões. 


O combate torna-se cada vez mais assanhado. As proas dos inlmigos batem violentamente contra ele, mas os seus esforços e O seu impeto tornam-se Inúteis. Em vão repetem a tentativa e gastam todas as suas energias e munições: O grande navio prossegue livre e seguro no seu caminho. Acontece, às vozes que, atingida por grandes golpes, recebe nos seus flancos largas e profundas fendas, mas, mal se produz o estrago, logo das duas colunas sopra uma aragem e as suas brexas fecham-se. 


Entretanto, disparam os canhões dos assaltantes, despedaçam-se as espingardas, todas as outras armas e os esporões; multos navios desconjuntam-se e afundam-se no mar. Então os inimigos, furiosos, começam a combater com armas curtas, com as mãos, com punhos, com blasfémias e maldições. 


Els senão quando o Papa cai gravemente ferido. Imediatamente aqueles que estão junto dale, apressam-se a ajudá-lo e levantam-no. O Papa é ferido pela segunda vez, ical de novo e morre. 


Um grito de vitória e de alegria ressoa entre os inimigos. Mas els que, apenas morto o Pontifice, um outro Papa toma o seu lugar. Os pilotos, reunidos, elegeram-no tão rapidamente que a notícia da morte do Papa chega com a noticia da eleição do sucessor. Os adversários começam a perder a coragem. 


O novo Papa, dispersando e superando todos os obstáculos, guia o navio até às duas colunas, e. chegando ao mejo delas, amarra-o, com uma corrente que pendia da proa, a uma âncora da coluna sobre que estava a Hóstia; e, com uma outra corrente da popa, Ilga-o, da parte oposta, a uma outra âncora ligada à coluna em que está colocada a Virgem Imaculada. 


Então sucede uma grande mudança. Todos os navios que até àquele ponto tinham combatido aquele em que se encontrava Papa, fogem, dispersam-se, chocam e despedaçam-se entre si. Uns afundam-se e procuram afundar os outros. Algumas embarcações que combateram vigorosamente pelo Papa são as primeiras a amarrar-se àquelas colunas. 


Muitos outros navios que se tinham retirado com medo da batatha e se encontram muito distantes, estão a observar prudentemente, até que, com grande entuslasmo, vogam em direcção àquelas duas colunas, ondo, uma vez chegados se amarram aos ganchos pendentes das mesmas, e ai fl cam tranquilos e seguros, juntamente com o navio principal cobre o qual está o Papa. 


No mar reina uma grande calma. 


Por fim, D. Bosco explicou: 

- Que é que tu pensas desta narração? 


D. Rua respondeu: 

- Os navios dos inimigos são as perseguições. Preparam-se gravíssimes aflições para a Igreja. Aquilo que se deu até agora é quase nada em comparação com o que irá acontecer. Os seus int migos estão representados nos navios que tentam afundar, se lhes fosse possível, o navio principal. 


Restam apenas dois meios para se salvar entre tanta confusão: 


- Devoção a Maria Santissima frequência da Comunhão; empregando todos os esforços e fazendo o melhor que pudermos para os praticar e fazer praticar em toda a parte e por todos.

 

"CAVALEIRO DA IMACULADA' Porto, Portugal 

Nº 585, 10.12.1983 


Fim



📺️(1079)_Promete ACABAR com o FOGÃO [Ciências]

 


A Nova Invenção Brasileira Promete ACABAR com o FOGÃO para SEMPRE


95% das casas brasileiras ainda cozinham com botijão de gás. Uma equipe de pesquisadores brasileiros pode ter acabado de resolver o único problema que travava a troca desse fogão por indução, usando o mesmo minério que faz o Brasil ser o segundo maior exportador de ferro do planeta. Se você curte vídeos assim, deixa o like e se inscreve, porque tem muito mais coisa dessa por aqui.


Segundo o Atlas de Eficiência Energética, publicado pela Empresa de Pesquisa Energética, o uso de eletrodoméstico para cozinhar, como cooktop, micro-ondas e fritadeira elétrica, saltou de 7% dos domicílios brasileiros em 2005 para 73% em 2021, um crescimento de quase 10 vezes em 16 anos, puxado principalmente pela popularização da fritadeira elétrica sem óleo e do micro-ondas em quase toda a cozinha do país. Só que isso não substituiu o gás. Complementou ele.


O GLP continua presente em 95% das casas do país, contra 85% em 2005, porque a maioria das famílias passou a ter os dois, gás e eletrodoméstico, em vez de trocar um pelo outro de vez. O fogão a gás continua sendo, disparado, a fonte principal de cozimento em praticamente toda a casa brasileira, independente de classe social ou região do país, do apartamento em capital litorânea até a casa no interior do Nordeste. O motivo pelo qual o fogão de indução nunca conseguiu substituir o gás de verdade tem uma explicação técnica bem específica, e vale entender ela devagar, porque é o coração de toda a história.


O fogão de indução funciona através de uma bobina de cobre posicionada sob uma superfície de vidro cerâmico. Quando ligado, essa bobina gera um campo magnético alternado, oscilando dezenas de milhares de vezes por segundo, que induz corrente elétrica dentro do fundo da panela, as chamadas correntes de Foucault, batizadas em homenagem ao físico francês que as descreveu ainda no século XIX. Essa corrente encontra resistência no metal e gera calor por efeito Joule, o mesmo princípio físico que esquenta o filamento de uma torradeira aquecendo a panela diretamente, sem esquentar a superfície do fogão em si.


É por isso que o fogão de indução é considerado mais seguro e mais eficiente que o gás. Praticamente toda a energia gerada vira calor dentro da panela, em vez de se perder aquecendo o ar ao redor ou a própria superfície do fogão, que na prática permanece em temperatura próxima da ambiente mesmo com a panela fervendo em cima dela. O problema é que esse processo só funciona com panela de fundo ferro-magnético, ou seja, feita de material atraído por imã, como ferro fundido ou certos tipos de aço inoxidável com liga magnética.


Panela de alumínio puro, cobre ou vidro, que são justamente as mais comuns e mais baratas vendidas no Brasil, presentes na maioria das cozinhas do país há gerações, simplesmente não esquentam num fogão de indução. E em muitos modelos, o próprio fogão nem liga, emitindo aviso de erro no painel, recusando reconhecer a panela como carga válida. Existe hoje, no mercado, um disco adaptador que resolve isso na marra, um disco de metal magnético que você coloca entre o fogão e a panela comum, mas ele é reconhecidamente ineficiente porque adiciona uma etapa inteira de transferência de calor entre o fogão, o disco e a panela, perdendo boa parte da eficiência energética que fazia o fogão de indução valer a pena, além de deixar o processo mais lento, quase equiparando o tempo de cozimento ao de um fogão elétrico comum de resistência.


Foi exatamente esse ponto que uma equipe de pesquisadores brasileiros, num laboratório de engenharia de materiais em Belo Horizonte, decidiu atacar. E a matéria-prima que escolheram já era, coincidentemente, uma das maiores riquezas minerais do próprio país, extraída a poucas centenas de quilômetros dali, no mesmo estado que forjou boa parte da tradição siderúrgica brasileira desde o início do século XX. O Brasil é o segundo maior exportador mundial de minério de ferro, atrás só da Austrália, puxado principalmente pela mina de Carajás, no Pará, operada pela Vale, considerada uma das maiores reservas de minério de ferro de alto teor do planeta, com concentração de ferro em torno de 67%, bem acima da média mundial, que fica perto de 62%.


Esse minério sai de Carajás em trens com mais de 300 vagões e mais de 3.500 metros de extensão, os maiores em operação regular do mundo, carregando mais de 36 mil toneladas por composição, rumo ao porto de Ponta da Madeira, no Maranhão, de onde é embarcado principalmente para a China, o maior comprador global da commodity. É uma das maiores cadeias de exportação de commodity que o Brasil já construiu, movimentando mais de 100 milhões de toneladas por ano só nessa rota, e ao mesmo tempo, historicamente, boa parte desse minério sempre saiu como matéria-prima bruta, com o valor agregado maior ficando concentrado em quem transforma esse ferro em produto de alta tecnologia do outro lado do oceano. Vale lembrar rapidamente que tecnologia de cozinha nesse canal.


Já mostrou repetidamente que troca de hábito raramente acontece só porque a ciência funciona em laboratório. Vimos isso antes com a fritadeira elétrica competindo com o fogão convencional, e o mesmo padrão se repete aqui. Resolver o problema técnico é só metade da equação.


A outra metade é fazer o produto chegar no bolso e na rotina de quem cozinha todos os dias. Se você chegou até aqui, deixa o like agora, porque isso ajuda bastante o vídeo a alcançar mais gente que também gosta de entender uma descoberta até o fim, sem ficar só na manchete. E se você já tentou usar fogão de indução com panela de alumínio comum e viu o aparelho recusar a acender, agora você sabe exatamente porquê.


A equipe, liderada pela pesquisadora Beatriz Falcão, junto com Tiago Nascimento e Marina Kobayashi, publicou em 2025 um método para transformar óxido de ferro derivado desse mesmo minério em nanopartícula de ferrita. Um composto magnético formado pela combinação de óxido de ferro com outro elemento metálico, que pode ser aplicado como revestimento extremamente fino sobre praticamente qualquer superfície, incluindo alumínio, cobre e até vidro temperado. O processo parte da moagem do minério em partícula microscópica, seguida de um tratamento térmico controlado que organiza essa partícula numa estrutura cristalina específica, capaz de responder fortemente a campo magnético alternado, sem depender da espessura maciça que uma panela de ferro fundido tradicional precisa ter.


Segundo os testes publicados, esse revestimento de ferrita, com espessura medida em micrômetros, uma fração do que qualquer olho consegue enxergar a olho nu, transforma qualquer fundo de panela em uma superfície magneticamente ativa, capaz de responder ao campo do fogão de indução com eficiência de conversão de energia comparável à de uma panela de ferro fundido tradicional, sem precisar de disco adaptador nem de troca completa do conjunto de panela da cozinha. Um dos testes que mais chamou atenção na publicação comparou, lado a lado, três configurações aquecendo a mesma quantidade de água no mesmo fogão de indução, com sensor de temperatura registrando a evolução segundo a segundo, uma panela de ferro fundido comum, uma panela de alumínio usando disco adaptador tradicional e uma panela de alumínio com o novo revestimento de ferrita aplicado direto no fundo. A panela de ferro fundido levou o tempo já esperado para a literatura técnica, servindo como referência de controle do experimento.


A panela com disco adaptador levou quase o dobro do tempo, confirmando a ineficiência conhecida desse método, já que parte relevante do calor gerado se perdia na transferência entre o disco e a base da panela. A panela com revestimento de ferrita atingiu tempo de aquecimento praticamente igual ao da panela de ferro fundido, com perda de eficiência energética mínima em relação a ela, um resultado que a própria equipe descreveu como evidência de que o revestimento resolve o problema na raiz, incorporando a propriedade magnética diretamente na superfície da panela, em vez de contornar o problema com uma peça extra entre o fogão e o alimento. Pensa no que isso destrava, se realmente se confirmar em escala maior de produção.


Família que já tem um jogo de panela de alumínio ou cobre, que é justamente o material mais comum e mais barato vendido no Brasil, presente em praticamente toda a cozinha do país há gerações, não precisaria comprar panela nova nenhuma para migrar para o fogão de indução, só levar o conjunto que já tem para receber o revestimento num serviço especializado. Ou comprar panela nova já revestida de fábrica por um custo adicional pequeno perto do valor da peça inteira. Isso ataca diretamente a barreira de adoção que mais travava a migração do gás para indução no Brasil.


Não é só o preço do fogão em si, é o custo de trocar o armário inteiro de panela por um conjunto compatível, um gasto que facilmente supera o próprio valor do fogão novo quando somado. E a vantagem ambiental, especificamente no caso brasileiro, é maior do que em boa parte do mundo. A matriz elétrica do Brasil já é predominantemente renovável, puxada por hidrelétrica, complementada nos últimos anos por eólica e solar em crescimento acelerado, tema que esse canal já explorou em vídeo anterior sobre o potencial do nordeste brasileiro.


O que significa que trocar gás por eletricidade aqui reduz emissão de carbono de um jeito que não acontece em país cuja rede elétrica ainda depende pesadamente de carvão ou de gás natural fóssil para gerar energia, como acontece em boa parte da Europa e da Ásia. Cozinha profissional também se beneficia. Restaurante que hoje evita fogão de indução justamente por causa da limitação de panela compatível e por preferência de alguns chefes pelo controle visual da chama e pela técnica de sacudir a panela, tradicional de cozinha oriental, ganharia uma alternativa que mantém o equipamento de indução já mais seguro e mais fácil de limpar.


Sem forçar a troca de todo o inventário de panela profissional da cozinha, um investimento que em restaurante grande pode significar dezenas de peças. Vale entender também porque o Brasil, especificamente, tem tanto a ganhar nessa migração, além da questão ambiental que já mencionamos. O preço do botijão de gás de 13 quilos, o modelo mais comum vendido no país, ultrapassou os 100 reais na média nacional nos últimos anos, um valor que pesa proporcionalmente muito mais no orçamento de família de baixa renda do que no de família de classe média ou alta.


O levantamento da própria empresa de pesquisa energética já identificou centenas de milhares de lares brasileiros recorrendo à lenha catada como a alternativa mais barata ao gás em período de alta de preço, uma solução associada à maior exposição à fumaça dentro de casa e a impacto direto na saúde de quem cozinha, geralmente mulher, segundo o mesmo levantamento. Reduzir o custo de entrada da eletrificação da cozinha brasileira, mesmo que de forma parcial, tem um peso social que vai além da conveniência ou da eficiência energética, atingindo diretamente a parcela da população mais vulnerável à oscilação de preço de commodity internacional, já que o preço do GLP no Brasil segue de perto a cotação do petróleo e a variação do câmbio. Mas, antes de imaginar o botijão de gás sumindo de toda a casa brasileira, vale ser honesto sobre os obstáculos reais que ainda separam isso de virar produto de prateleira.


O primeiro é a escala de produção do revestimento em si. Aplicar uma camada de nanopartícula de ferrita com espessura controlada, de forma uniforme, numa bancada de laboratório é uma coisa. Reproduzir esse processo em linha industrial, capaz de revestir milhões de panelas por ano com qualidade constante e custo baixo o suficiente para não encarecer demais o produto final.


É um salto de engenharia de manufatura que ainda não foi demonstrado fora do projeto piloto e que normalmente exige anos de ajuste de processo antes de rodar em larga escala sem defeito. O segundo é durabilidade do revestimento sob uso doméstico real. Panela de cozinha brasileira passa por espátula de metal, esponja de aço, lava-louça e uso diário intenso por anos seguidos, muitas vezes décadas, já que panela de qualidade costuma durar bem mais tempo do que a maioria dos outros utensílios domésticos, sendo até passada de geração em geração em muitas famílias.


O revestimento precisa provar que resiste a esse desgaste ao longo do tempo sem descascar ou perder eficiência, não só nos ciclos controlados de um teste de laboratório recém-publicado, que dificilmente reproduz décadas de uso real em poucas semanas de bancada. O terceiro é o custo de entrada continuar sendo uma barreira, mesmo resolvendo o problema da panela. O fogão de indução em si ainda custa mais caro que o fogão a gás na maioria das faixas de preço vendidas no Brasil e frequentemente exige instalação elétrica de 120 ou 220 volts adequada, o que nem toda casa tem pronta, principalmente em imóvel mais antigo ou em região periférica com infraestrutura elétrica mais limitada.


Para a família de baixa renda, que hoje já usa GLP justamente por ser a opção mais barata e mais simples de instalar, sem depender de reforma elétrica nenhuma, essa descoberta resolve o problema da panela. Mas não resolve sozinha o problema do preço do fogão nem da instalação elétrica, dois obstáculos que continuam de pé mesmo com o revestimento funcionando perfeitamente. O quarto é certificação de segurança alimentar.


Qualquer revestimento novo em contato direto com o alimento durante cozimento em alta temperatura precisa passar por bateria extensa de teste toxicológico e de migração química antes de qualquer agência sanitária brasileira, como a Anvisa, aprovar seu uso comercial em utensílio de cozinha, um processo que costuma levar anos mesmo com resultado de laboratório favorável e com razão, já que qualquer falha nesse tipo de avaliação coloca em risco a saúde de quem usa o produto todos os dias, em refeição preparada e consumida sem intermediário nenhum entre o revestimento e o alimento. O quinto é adoção pela própria indústria de panela. Fabricante brasileiro consolidado, como Tramontina e outras marcas tradicionais do setor com linha de produção já otimizada para a fabricação de panela sem esse tipo de revestimento, precisaria decidir investir nesse processo novo dentro da própria fábrica, ou formar parceria com quem detém a tecnologia, uma decisão de negócio que depende de custo, de demanda projetada pelo mercado consumidor e de disposição de arriscar capital em cima de um material relativamente novo, num setor que historicamente muda devagar e prefere esperar a demanda se provar antes de investir pesado.


E o sexto obstáculo é sutil, mas real. Mesmo o Brasil já sendo uma potência mundial consolidada em minério de ferro e em siderurgia tradicional, com empresa grande como Gerdau e CSN operando há décadas e dominando a produção de aço em larga escala. Além da própria Vale liderando a extração do minério bruto, produzir nanopartícula de ferrita em escala de revestimento fino exige um tipo de engenharia de materiais avançada, de precisão, em escala microscópica, bem diferente da metalurgia pesada tradicional que o país já domina havia mais de um século.


Ter know-how de extrair e processar milhões de toneladas de minério em larga escala não significa, automaticamente, ter a mesma competência em nanotecnologia aplicada de precisão. E essa segunda competência ainda está sendo construída dentro do país, em ritmo bem mais lento do que a siderurgia tradicional já alcançou. Mas cada um desses seis obstáculos é um problema de escala, de custo ou de decisão de mercado.


Nenhum deles é mais um problema de física fundamental. Durante anos, o motivo pelo qual o fogão de indução nunca conseguiu substituir o gás de vez no Brasil foi a barreira prática de precisar trocar todo o conjunto de panela da casa. Agora, existe um caminho documentado, testado em laboratório, para remover essa barreira, usando justamente o material que sai aos trens de 300 vagões das minas do Pará.


É um padrão que já apareceu antes neste canal. O Brasil raramente é o país que falta matéria-prima. É, quase sempre, o país que demora demais para transformar essa matéria-prima na próxima geração de tecnologia antes que outro lugar chegue primeiro.


Dessa vez, ao menos, a matéria-prima em questão não é escassa nem depende de importação de lugar nenhum, ao contrário de outras histórias que já contamos aqui envolvendo terra rara ou metal de reserva limitada. É o mesmo minério que o país já extrai e exporta a via décadas, embarcado aos trens de 300 vagões, só que aplicado, agora, num problema doméstico que ninguém tinha pensado em resolver com ele. O mesmo ferro que vira trilho, viga e chapa de carro poderia, transformado em partícula microscópica, acabar sendo o que finalmente tira o botijão de gás da cozinha brasileira, quase 100 anos depois de ele ter chegado como novidade nas casas do país.


Se você curtiu, deixa o like, se inscreve e ativa o sininho para não perder o próximo vídeo sobre inovação brasileira. E se você gosta desse tipo de aprofundamento, dá uma olhada no ebook Já Está Acontecendo, com mais 15 histórias como essa, sempre com o número e o limite técnico de cada descoberta, sem enrolação. O link está aqui embaixo, então fica a pergunta.


Se sua panela de alumínio pudesse virar compatível com fogão de indução sem custar caro, você trocaria o botijão de gás da sua casa? Comenta aqui embaixo e conta se você já enfrentou o problema da panela incompatível na sua própria cozinha.



Fim

(Transcrito por TurboScribe)






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🔉️(1078)_VOCÊ CONHECE ESTES SUBSTANTIVOS COLETIVOS? [Português]

 


SUBSTANTIVOS COLETIVOS do Português



Clique p/OUVIR 👉️🔉️

1. **Abaixada** – de aves que descem juntas

2. **Abeirada** – de embarcações no cais

3. **Acervo** – de obras de arte, livros ou documentos

4. **Alcatéia** – de lobos

5. **Algazarra** – de vozes ou ruídos confusos

6. **Alpeneirada** – de passarinhos

7. **Anau** – de navios

8. **Anedotário** – de anedotas ou piadas

9. **Antologia** – de textos, poemas ou trechos literários escolhidos

10. **Arquipélago** – de ilhas

11. **Arras do céu** – de estrelas

12. **Arsenal** – de armas, munições ou recursos

13. **Assembleia** – de parlamentares, membros ou associados

14. **Atlas** – de mapas

15. **Bactéria** – de micro-organismos (quando referente à colônia)

16. **Banca** – de examinadores, advogados ou jornais

17. **Banda** – de músicos

18. **Bandeira** – de exploradores, garimpeiros ou facções

19. **Bando** – de aves, ciganos ou malfeitores

20. **Batalhão** – de soldados ou praças

21. **Bateria** – de canhões, exames ou instrumentos de percussão

22. **Biblioteca** – de livros

23. **Boiada** – de bois

24. **Bosque** – de árvores

25. **Cavalaria** – de soldados a cavalo ou blindados

26. **Caravana** – de viajantes, mercadores ou camelos

27. **Cardume** – de peixes

28. **Catálogo** – de produtos, nomes ou itens

29. **Chusma** – de marinheiros, pessoas ou plebeus

30. **Cinefilia** – de filmes ou coleções cinematográficas

31. **Clero** – de sacerdotes, padres ou religiosos

32. **Código** – de leis ou normas

33. **Colmeia** – de abelhas

34. **Colônia** – de bactérias, formigas ou imigrantes

35. **Comitiva** – de acompanhantes ou autoridades

36. **Constelação** – de estrelas

37. **Cordilheira** – de montanhas

38. **Coro** (ou **Coral**) – de cantores ou vozes

39. **Corpo** – de alunos, docentes ou bombeiros

40. **Cortejo** – de pessoas em procissão ou acompanhamento

41. **Elenco** – de atores ou artistas

42. **Enxame** – de abelhas ou insetos voadores

43. **Esquadra** – de navios de guerra

44. **Esquadrilha** – de aviões

45. **Exército** – de soldados

46. **Fauna** – de animais de uma região

47. **Feixe** – de lenha, capim ou raios luminosos

48. **Flora** – de plantas de uma região

49. **Frota** – de veículos, navios mercantes ou táxis

50. **Galeria** – de quadros, estátuas ou obras de arte

51. **Gataria** – de gatos

52. **Hemeroteca** – de jornais e revistas

53. **Horda** – de invasores, nômades ou bandidos

54. **Júri** – de jurados

55. **Junta** – de médicos, credores ou examinadores

56. **Legião** – de anjos, demônios ou soldados

57. **Linhagem** – de ancestrais ou familiares

58. **Malhada** – de ovelhas

59. **Manada** – de bois, elefantes ou búfalos

60. **Matilha** – de cães de caça

61. **Miríade** – de coisas em número indeterminado e enorme (ex.: de estrelas)

62. **Multidão** – de pessoas

63. **Ninhada** – de filhotes

64. **Nuvem** – de gafanhotos, mosquitos ou poeira

65. **Orquestra** – de músicos com instrumentos variados

66. **Península** – de porções de terra cercadas de água por quase todos os lados

67. **Pinacoteca** – de pinturas

68. **Plantel** – de atletas, animais de raça ou reprodutores

69. **Plêiade** – de poetas, intelectuais ou artistas ilustres

70. **Pomar** – de árvores frutíferas

71. **Povo** – de habitantes de uma nação ou cidade

72. **Quadrilha** – de ladrões ou bandidos

73. **Ramalhete** – de flores

74. **Récua** – de bestas de carga

75. **Rebanho** – de ovelhas, gado ou cabras

76. **Réstia** – de alhos ou cebolas

77. **Revoada** – de pássaros em voo

78. **Roda** – de pessoas em círculo ou capoeiristas

79. **Série** – de episódios, objetos ou fatos ordenados

80. **Sinfonia** – de sons ou notas musicais

81. **Sindicato** – de trabalhadores ou operários

82. **Soalheira** – de répteis ao sol

83. **Subida** – de peixes rio acima (piracema)

84. **Sultania** – de sultões ou governantes

85. **Teia** – de aranha ou fios cruzados

86. **Teclado** – de teclas

87. **Time** (ou **Equipe**) – de jogadores ou trabalhadores

88. **Tropa** – de mulas, cavalos ou soldados

89. **Trouxa** – de roupas

90. **Turma** – de alunos, amigos ou trabalhadores

91. **Vara** – de porcos

92. **Vocabulário** – de palavras de uma língua

93. **Voo** – de aves em deslocamento


Fim




🔉️(1077)_Palavras escritas com S que têm som de Z [Português]

 



Clique p/OUVIR 👉️🔉️

Palavras escritas com S que têm som de Z (organizadas de A a Z):


**A:* => Abusar, Acaso, Aposento, Asilo, Aversão

**B:* => Besouro, Bisavó, Biscoito (com S, som de Z apenas em variações como "bisavô")

**C:* => Casamento, Camisa, Casaco, Casa, Casulo, Causo, Coisa, Curioso

**D:* => Defesa, Desaforo, Desafio, Desejo, Desastre, Despesa, Deusa, Divisão, Dose

**E:* => Elisa, Empresa, Esposa, Esposo, Estudioso, Exame (com X) — *Com S:Elisa, Eclusa, Emissora (SS)

**F:* => Famoso, Fase, Fisiologia, Formoso, Frase, Fuso

**G:* => Gasosa, Gasolina, Generoso, Guloseima

**H:* => Hesitar, Hipnose, Historiador (som de S) — *Com Z:Hesitação, Hospitalizar (com Z)

**I:* => Idoso, Ilusão, Imprensa (som de S) — *Com S=Z:Invasão, Impróprio (S), Isolar

**J:* => Jasmim, Jogo (S em "Jogoso")

**L:* => Liso, Lourosa, Luvas (som de S) — *Com S=Z:Lousa

**M:* => Maisena, Maresia, Mesa, Mesada, Mistura (S) — *Com S=Z:Miserável, Música, Músculo (S)

**N:* => Narciso, Nebulosa

**O:* => Obeso, Oclusão, Ostensivo (S)

**P:* => Paraíso, Pesquisa, Peso, Piso, Poesia, Pousada, Pouso, Precioso, Presa, Presídio, Preso, Princesa, Profuso

**Q:* => Quase, Querosene

**R:* => Raivoso, Raposa, Raso, Riso, Rosa, Roso, Ruidoso

**S:* => Saboroso, Saudoso, Sensabor (S) — *Com S=Z:Sintetizar (Z)

**T:* => Teimosia, Tese, Tesoura, Tesouro, Trânsito

**U:* => Usar, Uso, Usina, Usura, Usufruto

**V:* => Vaidoso, Vasilha, Vaso, Venenoso, Visão, Visita, Visitante, Visoso


*(A regra geral da língua portuguesa estabelece que a letra **S*tem som de **Z*quando está posicionada isoladamente entre duas vogais).*


Fim