🔉️(1042)_Santa Teresinha do Menino Jesus [Religião] (Milícia da Imaculada)

 


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Os jovens SANTOS
SANTA TERESINHA DO MENINO JESUS 


Santa Teresa de Lisieux, conhecida por TERESINHA DO MENINO JESUS, é uma das Santas mais características por sua espiritualidade. Seu culto se espalhou em pouco tempo por todos os recantos do mundo católico. 

Teresinha nasceu em Alençon, norte da França, aos 2 de janeiro de 1873. Seus pais, quando jovens, aspiravam, ambos, a se consagrarem a Deus na vida religiosa, mas por circunstâncias especiais não foram aceitos. Entao a jovem Zélia Guerin, futura mãe da Teresinha, disse: "Meu Jesus, já que não sou digna de ser vossa esposa como irmã, abraçarei o estado matrimonial para cumprir vossa vontade. Peço-vos, porém, encarecidamente conceder-me muitos filhos e que vos sejam consagrados". 

Daquele santo casal nasceram nove filhos. Três faleceram em tenra idade, os demais, todas meninas, tornaram-se religiosas conforme o desejo da mãe. 

Teresinha ficou órfã de mãe aos quatro anos e sentiu muito esta falta. O pai, depois da morte da esposa, mudou-se com a familia para Lisieux, onde tinha um cunhado cuja esposa zelava pela educação das filhas. 

Teresinha cresceu num ambiente de amor puro e de fé profundamente vivencial e, sendo a caçula do lar, era chamada pelo pai "a minha rainhazinha". As irmãs mais velhas, uma apos outra, consagraram-se a Deus na vida religiosa. Teresinha alimentava uma santa inveja da opção das irmãs desejando, quanto antes, acompanhalas na consagração a Deus. 

Com a idade de 15 anos, recebeu do Papa Leão XIII a permissão de entrar no Carmelo de Lisieux. Viveu no Carmelo mais oito anos. "Que poderia ter realizado de extraordinario em tão curta existência" ? Graças à sua autobiografia, com o título "HISTORIA DE UMA ALMA", sabemos que a jovem carmelita não fez nada de extraordinario, apenas cumpriu extraordinariamente bem os seus deveres de monja enclausurada. Num momento de entusiasmo, Teresinha escreveu que, por amor ao Amor Supremo, desejava ser cavaleiro das cruzadas, padre, apóstolo, evangelista, missionario, mártir. "Compreendi, escreve, que so o amor fazia agir os membros da Igreja e que se o amor viesse a se extinguir, os apostolos não anunciariam mais o Evangelho, os mártires recusariam derramar o seu sangue... Compreendi que o amor encerra todas as vocações e que o amor é tudo, abraça todos os tempos e todos os lugares... Numa palavra, o amor é eterno... encontrei minha vocação: o amor!" 

Estas palavras poderiam parecer românticas, se não fossem corroboradas pela vida de oração, de sacrifícios, de provações, de penitências e de imolação no dia-a-dia da existência de Teresinha como Carmelita. 

Se esta Santa conseguiu tanta consonância em sua espiritualidade com a ascetica moderna, apesar da tendência hodierna de acentuar a importância da ação evangelizadora e da atividade caritativa, é porque revelou o papel do amor, como chave de toda espiritualidade e apontou o caminho da infância espiritual. 

Não é fácil descrever, em poucas palavras, esta espiritualidade. É mais uma prática do que um ensino teórico. E o valor do espírito e o seu triunfo sobre a matéria. É a intimidade com Deus, o abandono nas mãos de sua providência, a simplicidade e a transparência como virtudes ordenadoras da vida. Teresinha ofereceu sua imolação interior, sobretudo pela santificação dos missionários, com alguns dos quais manteve edificante correspondência epistolar e por este seu espírito foi proclamada padroeira dos missionários que se dedicam à conversao dos infiéis. 

Teresinha passou seus últimos anos de vida minada por uma terrível doença que suportou com heroica paciência; padeceu simultaneamente uma dura provação interior que lhe purificou o espírito. Morreu consumida pelo amor, dizendo: "O meu Jesus, eu Te amo!" Era o dia 19 de outubro de 1897. Tinha 24 anos e 9 meses. Seus restos mortais são venerados em Lisieux, na França. Ao morrer, Teresinha havia prometido que faria descer sobre a terra uma chuva contínua de rosas (graças celestes). Ela realizou e continua a realizar esta promessa depois de sua entrada no céu, por um incalculável número de milagres. 

Fim

Fonte: Revista CAVALEIRO DA IMACULADA, nº82 (1985)


🔉️(1041)_Legal mas Imoral? A Inversão de Valores que Destrói o País! (Pe. Antonio Joaquim Pereira)

 


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Boletim Arquidiocesano COMUNHÃO E PARTICIPAÇÃO

O BEM COMUM E AS GREVES


Não é novidade o fato de que vivemos uma crise sem precedentes. A insatisfação é generalizada. Talvez pior que a crise seja o fato de que não descobrimos ainda a raíz dos males que nos atingem, em vista do remédio adequado.


Muitas explicações são apresentadas, algumas superficiais, porque não atingem o âmago dos nossos problemas. Perdemos um tempo enorme discutindo a forma de governo ou mesmo a duração do mandato presidencial. As raízes da crise estão em nível bem mais profundo.


Reina um clima de desconfiança generalizado. O povo já não mais acredita na classe política e até mesmo nas instituições. Há, por outro lado, uma real incompatibilidade entre os interesses da Nação e os do Estado. Vê-se, portanto, que a verdade foi relegada a segundo plano. Os valores foram invertidos. Assistimos, perplexos, a uma total inversão de valores: a verdade é apresentada como mentira e, por sua vez, a mentira é apresentada como verdade. Numa tal situação é fácil prever que não iremos longe... Em "Eurico, o Presbítero", Alexandre Herculano, descrevendo a situação da Península Ibérica quando da iminência da invasão muçulmana, dizia, com muita propriedade, que, naquela situação o desastre era para já, desde que a classe política perdera totalmente para a contrução de uma sociedade com estruturas legais estáveis. Refiro-me aos valores transcendentais sem os quais é ilusão pretender construir algo sólido e duradouro. Recentemente um dos Marajás deste país, quando entrevistado pela TV, diante do resultado favorável do S.T.F. a respeito do seu salário, dizia, com cinismo, que "ele já esperava o resultado porque era legal e a lei tinha que ser cumprida". Ora, o que é legal nem sempre é legítimo e de acordo com a ética. Pode ser legal mas é absolutamente imoral a existência de "Marajás" num país em que mais de 40 milhões de sua população vive em miséria absoluta. Como concordar com uma lei que dá um salário de Cz$ 2.400.000,00 para um magistrado, enquanto 37 milhões de menores são totalmente carentes ? Os exemplos poderiam ser multiplicados...


Uma outra preocupação diz respeito à onda de greve que assola o país. É de se perguntar se os dirigentes desses movimentos grevistas estão conscientes para o dano que causam a outras pessoas. Há greves justas e injustas, oportunas e inoportunas. Uma pergunta se impõe nesse cipoal de contradições: na recente greve dos professores do estado da Bahia, sem entrar no mérito ou demérito do movimento, como ficará a situação dos nossos alunos, já às portas do fim do ano, considerando ainda a péssima qualidade do ensino ministrado ? As aulas serão efetivamente repostas ? Qual a garantia de que essas aulas serão ministradas, sem perda de sua qualidade, principalmente tendo presente o clima de festas de fim de ano ? Como ficará a situação desses milhares de alunos - esperança e futuro da nação - diante dos interesses de grupos que só pensam no imediato ? Condenamos merecidamente aos 20 anos de ditadura que infernizou a vida deste país; não nos apercebemos contudo, da ditadura de pequenos grupos "os grupos de poder", aliás condenados recentemente por João Paulo II. Onde está o bem comum ? Qual o conceito de bem comum sub-adjacente a esses movimentos ? O bem comum vale dizer, não se restringe apenas ao bem social externo; há outros aspectos não menos importantes e que merecem de todos nós uma séria reflexão. Refiro-me ao bem interno que, por sua vez, deverá estar subordinado ao bem eterno. Vivemos numa sociedade pluralista. No entanto, como cristãos não podemos perder de vista a nossa identidade. Como cristãos temos o dever de lutar - sem violência - para a implantação do bem comum: "o bem social externo, coordenado ao interno e subordinado ao Eterno". Os interesses maiores da pátria e da Religião devem suplantar os menores de grupo, individuais, muitas vezes menos nobres e algumas vezes espúrios.


Pe. Antonio Joaquim Pereira


Fim

Fonte: Boletim Arquidiocesano, nº 17 (1987)




📺️(1040)_O Caninho Que Conduz à PROSPERIDADE [Comportameneto] (Seicho Taniguchi)

 





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📺️(1039)_Campanha da Fraternidade 1988: A Fraternidade e o Negro (CNBB)

 


Este documento histórico da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) fundamenta a Campanha da Fraternidade de 1988, que teve como foco a fraternidade e a questão do negro. O texto apresenta uma análise profunda das desigualdades socioeconômicas e do racismo estrutural que persistem no país mesmo após o centenário da abolição da escravatura. Através de dados estatísticos e reflexões teológicas, a obra denuncia a marginalização da população negra no mercado de trabalho, na educação e nos meios de comunicação. O material também reconhece a resistência cultural e religiosa afro-brasileira, exemplificada pelos quilombos e pelo sincretismo, como formas vitais de sobrevivência. Por fim, a Igreja reflete sobre sua própria trajetória histórica, alternando entre a legitimação do sistema escravista e a busca por uma prática evangelizadora que promova a libertação e a justiça social.


Este documento propõe uma reflexão profunda sobre a condição do negro na sociedade brasileira. A obra analisa dados estatísticos que evidenciam a desigualdade socioeconômica e a marginalização histórica enfrentada por essa população nos campos do trabalho e da educação. O texto examina as raízes da escravidão, criticando o racismo estrutural e os mitos que mascaram o preconceito vigente no país. Além disso, destaca a resistência cultural e religiosa do povo negro, exemplificada por figuras como Zumbi e pela organização em quilombos. Por fim, o documento aborda o papel da Igreja Católica, reconhecendo tanto as falhas do passado quanto a urgência de uma ação evangelizadora comprometida com a justiça social e a libertação.




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📺️(1038)_Os 5 Alimentos que Equilibram Corpo, Mente e Espírito [Saúder] (por Revista VIVA melhor)

 





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📺️(1037)_Em Nome da Fé: O Terror do Boko Haram [Documentário] (Revista Família Cristã)

 





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