📺️(904)_FARINHA Natural REVERTE a Fraqueza Muscular [Saúde] (Canal Muito Mais Saúde)

 



RECONSTRÓI SEUS MÚSCULOS E DEVOLVE A ENERGIA APÓS 60

Segundo o doutor Laír Ribeiro, existe uma farinha feita com sementes capaz de devolver sua disposição e ajudar a recuperar a força dos músculos depois dos 60 anos? Pois é, muita gente acredita que perder energia e vitalidade é algo inevitável do envelhecimento, mas eu encontrei algo que mudou completamente a forma como vejo essa fase da vida. Quando cheguei aos 72 anos, vivia cansada, sem forças e sem ânimo até mesmo para as tarefas mais simples do dia a dia. Foi numa consulta médica enquanto aguardava na sala de espera que reparei em uma senhora de 80 anos cheia de vitalidade.


A curiosidade foi imediata e quando perguntei o que ela fazia, ela me contou sobre uma receita de farinha de sementes que vinha usando havia mais de 10 anos. No começo, fiquei em dúvida se realmente funcionaria, mas depois de apenas duas semanas consumindo uma colher dessa mistura todos os dias, a mudança foi surpreendente. Hoje quero dividir com vocês exatamente como preparar essa farinha poderosa e como sempre faço aqui no canal, também vou mostrar uma maneira prática e deliciosa de usá-la em uma receita nutritiva.


Então acompanhe até o final porque vou revelar quais sementes entram nessa combinação e como cada uma pode transformar sua saúde e qualidade de vida. Antes de revelar todos os detalhes, deixe aí nos comentários a palavra energia. Se você sente que perdeu parte da disposição de antes e deseja recuperar sua vitalidade, escrever isso é como um compromisso consigo mesmo, é uma forma de reforçar sua decisão de cuidar melhor do corpo e buscar uma vida mais ativa e saudável.


Então digite energia agora mesmo e dê o primeiro passo rumo a uma rotina mais vibrante e cheia de força. Agora sim, chegou a hora de conhecer a receita que mudou minha vida, essa farinha especial, que chamo de fórmula energia e força, é uma mistura de quatro sementes poderosas que trabalham em conjunto para devolver o vigor e fortalecer os músculos. A primeira delas são quatro colheres de sopa de sementes de girassol.


Apesar de pequenas, são riquíssimas em proteínas de alta qualidade, essenciais para manter e reconstruir a massa muscular. Além disso, trazem vitamina E, um antioxidante que protege nossas células contra os efeitos do tempo e do estresse. Consumidas com frequência, fornecem ao corpo um combustível importante para manter-se firme e resistente.


Em seguida, entram quatro colheres de sopa de quinoa em flocos. Considerada um superalimento, a quinoa oferece proteína completa, ou seja, todos os aminoácidos que nosso corpo não consegue produzir sozinho. Para quem já passou dos 60 anos, isso é fundamental, pois ajuda a frear a perda de massa muscular que vem naturalmente com a idade.


A quinoa ainda é rica em magnésio, mineral que combate o cansaço e melhora o desempenho dos músculos. O terceiro ingrediente da fórmula são quatro colheres de sopa de sementes de chia. Apesar do tamanho reduzido, são uma verdadeira potência em nutrientes.


Contém fibras que favorecem o bom funcionamento do intestino e prolongam a sensação de saciedade. O destaque, porém, é a quantidade de cálcio maior até que a do leite, essencial para manter os ossos fortes e garantir a contração muscular correta. Além disso, as fibras da chia ajudam a equilibrar os níveis de açúcar no sangue, evitando oscilações que provocam cansaço e indisposição.


E para fechar, temos quatro colheres de sopa de sementes de abóbora. Essas sementes são grandes parceiras da nossa saúde muscular. Elas concentram boas doses de zinco, um mineral essencial para a produção de proteínas e para a recuperação dos músculos.


Também fornecem aminoácidos importantes que participam diretamente da construção e da preservação da massa muscular. Pouca gente sabe, mas a falta de zinco no organismo pode provocar cansaço e até fraqueza. É por isso que essas sementes são tão valiosas dentro da nossa fórmula.


Agora vou mostrar como preparar essa farinha incrível passo a passo. Primeiro, você precisa de um liquidificador potente ou de um processador de alimentos. Comece colocando quatro colheres de sopa de sementes de girassol e bata até que se transformem em um pó bem fino.


Em seguida, acrescente quatro colheres de sopa de quinoa em flocos e bata novamente. Depois, adicione quatro colheres de sopa de chia e processe até tudo ficar bem misturado. Por último, coloque quatro colheres de sopa de sementes de abóbora e bata até obter uma farinha fina e homogênea.


O segredo é não colocar todos os ingredientes de uma vez, mas ir adicionando aos poucos para garantir que tudo fique bem triturado e uniforme. Guarde a sua superfarinha em um pote de vidro com tampa bem fechada e mantenha na geladeira. Assim, ela se conserva fresca por até um mês, pronta para ser usada sempre que precisar.


O resultado é um alimento funcional que combate o cansaço e a fadiga muscular de várias maneiras ao mesmo tempo. O melhor é que todos os ingredientes são naturais, não apresentam contraindicações para a maioria das pessoas e podem ser encontrados facilmente. Mas você pode estar se perguntando como uma farinha tão simples consegue fazer tanta diferença no dia a dia.


A resposta é que, quando damos ao nosso corpo os nutrientes certos, ele responde de forma imediata e positiva. E como prometi lá no início, agora chegou a hora de aprender a incluir essa farinha de um jeito saboroso e nutritivo. Afinal, não adianta nada ter esse tesouro guardado na geladeira se não soubermos como aproveitar de verdade, não é mesmo? A maneira que mais gosto de consumir a minha superfarinha é em uma vitamina cremosa, que preparo todas as manhãs.


Além de saborosa, ela funciona como um combustível para começar o dia cheio de energia e disposição. E o mais interessante é que a receita é bem simples. Vou ensinar a vocês como preparar a minha vitamina da energia que rende uma porção generosa.


Para isso, vamos precisar de uma banana média bem madura, de preferência aquela que já tem algumas manchinhas na casca porque fica mais doce e cremosa. A banana é excelente porque contém potássio, que melhora o funcionamento dos músculos e previne aquelas câimbras que às vezes incomodam. Também vamos usar uma maçã pequena, sem casca e cortada em pedaços.


A maçã traz fibras, um sabor naturalmente adocicado e ainda contém pectina, uma fibra especial que auxilia no controle do colesterol. Para deixar nossa vitamina bem cremosa e reforçar os nutrientes, colocamos uma xícara de leite. Pode ser o leite tradicional ou, se preferir, opções vegetais como leite de aveia, de amêndoas ou de coco.


Qualquer escolha será boa, já que o leite acrescenta cálcio e proteínas que se somam aos benefícios da nossa farinha. O segredo está em adicionar uma colher de sopa bem cheia da super farinha. Essa medida é ideal para uma porção individual e já garante o reforço nutricional que o corpo precisa.


Evite exagerar logo no início, porque o sabor das sementes é mais intenso e é interessante acostumar o paladar pouco a pouco. Se quiser deixar a receita ainda mais especial, pode incluir uma pitada de canela em pó. Além de dar um aroma e sabor deliciosos, a canela ajuda a equilibrar o açúcar no sangue e tem ação antiinflamatória natural.


Agora é só colocar todos os ingredientes no liquidificador e bater bem. Bata todos os ingredientes por cerca de um minuto até que a mistura fique bem cremosa e uniforme. É normal que a super farinha deixe a vitamina um pouco mais encorpada e isso até ajuda porque aumenta a sensação de saciedade.


Se acharem que ficou muito densa, basta acrescentar um pouco mais de leite e bater novamente até chegar na consistência desejada. O ideal é ajustar conforme o gosto de cada um. Sirvam em um copo grande e aproveitem com calma saboreando cada gole.


Eu costumo tomar logo cedo, ainda em jejum, mas vocês podem escolher o horário que mais se encaixar na rotina. Só não recomendo tomar muito perto das principais refeições para não interferir no apetite. O que mais me encanta nessa vitamina é a forma como ela sustenta a energia por horas.


Não é aquela força passageira que desaparece rápido, mas sim uma energia firme e duradoura. Vocês vão notar que a fome no meio da manhã praticamente desaparece. Uma observação importante, se você tem diabetes ou alguma condição que exija controle rigoroso do açúcar, converse com seu médico antes de incluir essa vitamina no dia a dia.


Mesmo sendo feita apenas com ingredientes naturais, é sempre mais seguro ter orientação profissional. Para quem não aprecia banana ou não pode consumir, a substituição por manga madura ou mamão é perfeita, pois também resulta em uma bebida saborosa e cremosa. O essencial é usar uma fruta doce que combine bem com os sabores da nossa superfarinha.


Mas essa vitamina cheia de energia é apenas uma das muitas formas de aproveitar essa mistura especial. Essa receita vai além de uma simples farinha de sementes. Ela representa a ideia de que nunca é tarde para cuidar melhor de si mesmo e que pequenas mudanças são capazes de gerar transformações enormes em nossas vidas.


Aos 72 anos, posso afirmar com convicção que a natureza nos oferece tudo de que precisamos para viver com mais disposição e vitalidade. Essas quatro sementes simples, girassol, quinoa, chia e abóbora, são presentes da terra, carregados de nutrição e vida. Sempre que preparo minha superfarinha, sinto uma imensa gratidão por ter descoberto esse recurso tão precioso.


É um momento de autocuidado e de conexão comigo mesma, um gesto de carinho e amor próprio. Cada colher que consumo é como um voto de confiança no meu corpo e na minha capacidade de permanecer forte e saudável. Nossos avós e bisavós já sabiam que a natureza guardava respostas para grande parte das nossas necessidades.


Eles não contavam com a tecnologia que temos hoje, mas possuíam sabedoria. E essa sabedoria mostra que cuidar do corpo também é cuidar da alma. Por isso, lembrem-se, além de todos os nutrientes que essa farinha fornece, ela carrega também a nossa intenção de buscar uma vida melhor.


Como dizia minha avó, quando nos alimentamos com gratidão e propósito, até a refeição mais simples se transforma em remédio. Essa frase é um lembrete de que, além da medicina, a fé também fortalece nosso corpo e nossa mente. Agora quero saber qual dessas sementes vocês já têm em casa.


Vão começar hoje mesmo a preparar sua superfarinha ou preferem experimentar primeiro a vitamina energizante? Nunca esqueçam, pequenas mudanças geram grandes resultados. Se este conteúdo foi útil, inscrevam-se no canal e ativem as notificações para não perder nenhuma dica natural que pode melhorar sua saúde. Compartilhem também com alguém especial que esteja precisando de mais energia no dia a dia.


Até o próximo vídeo e que Deus abençoe cada um de vocês.


(Transcrito por TurboScribe.ai. Atualize para Ilimitado para remover esta mensagem.)


Fonte: vídeo "DR. LAIR ALERTA: UMA COLHER DESSA SUPER FARINHA RECONSTRÓI SEUS MÚSCULOS E DEVOLVE A ENERGIA APÓS 60" in https://youtu.be/6oNXZ7k9Pys  |  Canal Muito Mais Saúde


🔉️(903)_POR QUE EXISTEM 12 VOGAIS NO PORTUGUÊS (Canal Lara Brenner)

 



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POR QUE EXISTEM 12 VOGAIS NO PORTUGUÊS


Boa tarde, minha gente! Hoje o papo é diferente, mas tenho certeza que vai abrir sua cabeça.

Deixa eu te fazer uma pergunta: você aprendeu lá na escola que as vogais são cinco, né?

A, E, I, O, U.

Pois é... mas e se eu te disser que isso não é bem assim?

Que, na verdade, o nosso idioma tem **12 sons de vogais**, e não apenas cinco?

Parece estranho, mas fica aqui comigo que eu vou te explicar direitinho — do jeitinho simples que a gente gosta de entender.


### **SOM NÃO É LETRA**


Primeiro, vamos combinar uma coisa: **som é uma coisa, letra é outra**.

Quando você fala “A”, o que sai da sua boca é um **som**.

A letra “A” é só o **desenho que a gente inventou pra representar esse som**.

A voz não tem forma de letra nenhuma, percebe?

Então o que a gente escreve é uma **invenção humana pra registrar os sons que a gente fala**.


Agora que você entendeu isso, dá pra seguir.

Quando a gente fala de **vogal**, a gente não tá falando da letra escrita —

a gente tá falando **do som que sai da boca sem encontrar barreira nenhuma**.


### **O QUE É UM SOM VOCÁLICO**


Um som vocálico é aquele que sai **livremente**, sem bater em nada dentro da boca.

Quer ver? Faz comigo:

A…

O…

I…

Percebe? O ar sai livre, sem bater em nada.

Mas se você fala **“B”**, o som bate no lábio antes de sair.

Se fala **“L”**, a língua encosta no céu da boca.

Aí já não é vogal — é **consoante**.

Consoante vem disso: o ar encontra uma **barreira** pra sair.


Então, resumindo:

👉 **Vogal é o som livre.**

👉 **Consoante é o som com barreira.**


### **AS 12 VOGAIS — OS SONS DO PORTUGUÊS**


Agora que a gente entendeu o conceito, vem o pulo do gato.

Você lembra do “A”, né? Pois o “A” tem **mais de um som**.

Olha só:


* No começo da palavra **“âmago”**, a gente tem o som **“Ô**, meio nasal, fechado.

* Já na palavra **“ato”**, o “A” é aberto, é o **“A” puro**.


Ou seja, o mesmo desenho “A” pode representar **dois sons diferentes**.

E isso acontece com várias outras vogais.


Quer outro exemplo?

Pega o “E”:


* No **“Ême”**, o som é **fechado** — “Ê”.

* No **“café”**, o som é **aberto** — “É”.


Tá vendo a diferença?

São sons diferentes, mas a gente usa a mesma letra pra representar.


Se você somar todos esses sons — o aberto, o fechado, o nasal — dá **12 vogais diferentes** no português falado.

E é isso que muita gente nunca ouviu falar.


### **POR QUE ISSO IMPORTA**


Aí você pode estar pensando:

“Tá, mas o que muda na minha vida saber que tem 12 vogais?”

Muda muito, viu!

Porque **entender os sons da fala** é entender **como a língua funciona de verdade**.


Isso influencia **a forma como a gente lê, escreve, se expressa, canta, declama poesia**…

e até como a gente entende o outro.


Por exemplo:

Quando Camões escreveu aquele famoso verso —


> “Amor é fogo que arde sem se ver…”

> O “E” desse verso não é um “E” aberto como o do “café”.

> É um “E” fechado.

> Se você tentar ler com o “E” aberto, o som quebra o ritmo, perde a beleza.


O segredo da poesia tá nesses **pequenos detalhes da fala** que a gente só percebe quando entende o que é um som vocálico.


### **O PROBLEMA DA EDUCAÇÃO**


Agora, meu amigo, aqui é onde a conversa fica séria.

Sabe por que muita gente nunca ouviu falar disso?

Porque a nossa educação **tá cheia de buracos**.

A escola ensina um monte de coisa complicada, mas **esquece o básico**.


Tem aluno que termina o ensino médio sem saber o que é uma sílaba,

sem entender a diferença entre vogal e consoante,

sem saber escrever em linha reta — e isso não é exagero, não.


Eu mesmo, quando dava aula, já vi jovem de 18 anos escrevendo “A” e “O” do mesmo jeito,

como se fosse uma bolinha qualquer.

Sabe o que é isso?

É **falta de base**.

E sem base, a pessoa não constrói conhecimento sólido.


É como querer levantar uma casa em cima da areia — o primeiro vento derruba.


### **O ENSINO ENGESSADO E O ENEM**


E aí vem outro problema:

A escola quer que o aluno resolva **problemas enormes**,

tipo “como acabar com a fome”,

“como melhorar a educação”,

“como resolver os problemas sociais do país”...


Tudo isso num parágrafo de redação!

Mas o aluno nem entende direito o que é o **Estado**, o que é uma **medida provisória**,

nem tem vocabulário pra expressar ideias complexas.


É como se pedissem pra ele construir um prédio sem nunca ter aprendido a usar a régua.


O resultado?

A gente forma jovens que sabem repetir fórmulas,

mas que **não sabem pensar com clareza nem se expressar com precisão**.

E isso é triste, porque a linguagem é **a chave que abre todas as portas da vida**.


### **A LINGUAGEM É O PRIMEIRO CONTATO COM O MUNDO**


A nossa linguagem é o primeiro instrumento que a gente tem pra entender o mundo.

É por meio dela que a gente pensa, sente, se conecta, argumenta.

Se você domina bem sua língua, você **anda pelo mundo com mais segurança**,

fala com clareza, entende melhor as pessoas e é melhor entendido.


Agora, quando a base é fraca,

a pessoa cresce sem firmeza no raciocínio,

acha que entende, mas se perde nas próprias palavras.


E isso, meu amigo, **não é culpa do aluno, nem só do professor**.

É culpa de um **sistema educacional que inverte as prioridades**.

Em vez de ensinar bem o simples,

fica cobrando o complexo antes da hora.


### **A BASE DE TUDO**


Saber o que é um som vocálico,

saber o que é uma consoante,

entender como as palavras se formam —

tudo isso é **a base da educação**.


A partir daí, vem o resto: a leitura, a escrita, a interpretação, a capacidade de análise.

Quando a gente entende a estrutura da língua,

a gente passa a enxergar o mundo de outro jeito.


É como aprender a tocar um instrumento:

primeiro, você precisa conhecer as notas,

sentir o som, o ritmo, o compasso.

Depois vem a melodia.


A língua é o nosso instrumento de vida.

Quanto mais a gente pratica, mais bonito fica o som.


### **UM CONVITE À REFLEXÃO**


Saber que o português tem 12 sons de vogais pode parecer só uma curiosidade,

mas é muito mais do que isso.

É um lembrete de que a nossa língua é **rica, viva, cheia de nuances**,

e que vale a pena ter **intimidade com ela**.


Quanto mais a gente conhece a língua,

melhor a gente pensa, escreve e se comunica.

E quanto melhor a gente se comunica,

mais forte a gente fica pra enfrentar o mundo.


Então, se você é pai, mãe, estudante, professor —

lembre-se disso: o aprendizado começa **no simples**.

E o simples bem aprendido **abre caminho pro complexo**.


### **ENCERRAMENTO**


Então é isso, meu amigo ouvinte.

As vogais não são só cinco, são doze.

E saber disso é mais do que uma curiosidade —

é um passo pra entender melhor quem somos e como falamos.


A educação verdadeira não é decorar regras.

É entender o sentido das coisas.

E a fala, essa ferramenta maravilhosa que Deus nos deu,

merece ser compreendida com carinho e atenção.


Aprender a língua é aprender a pensar.

E pensar bem é o primeiro passo pra viver melhor.


Até a próxima, e lembre-se:

a palavra é viva — e quem domina a palavra, domina o mundo. 🎙️


Quer que eu formate agora esse artigo (com subtítulos, parágrafos curtos e espaçamento agradável) para **publicação em blog** — mantendo o mesmo estilo de locução de rádio?

Posso te entregar a versão final pronta pra colar no Blogger.



Fim

Fonte: vídeo "Existem 12 vogais e não 5, você sabia? | A verdade que nunca te contaram" " in https://youtu.be/SsUjAuk7jE0  | Canal Lara Brenner



Biblioteca Virtual do PCJ










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Claro, Carlos! Aqui estão os **5 itens** solicitados com base no artigo narrado:


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### **(1) Resumo – 1500 caracteres**


Este episódio explica, de forma simples e envolvente, que o português tem 12 sons de vogais, e não apenas as 5 letras que aprendemos na escola. O locutor mostra que letra e som são coisas diferentes — a letra é o símbolo, enquanto o som é a voz viva. A partir dessa descoberta, ele ensina o que são vogais e consoantes, com exemplos práticos, e alerta sobre a importância de entender a língua falada para melhorar a escrita, a leitura e até a compreensão da poesia. O programa também faz uma crítica à educação brasileira, que muitas vezes esquece de ensinar o básico, deixando alunos sem base para compreender conceitos simples. Com linguagem acessível e tom reflexivo, o locutor destaca que a verdadeira educação começa pelo simples, pela fala, pela escuta e pela consciência da palavra. Saber o que é um som vocálico não é só curiosidade: é conhecer a alma da língua, o primeiro passo para pensar com clareza, se expressar melhor e caminhar com mais segurança pelo mundo.


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### **(2) 25 tags (2 ou 3 palavras)**


sons vocálicos, vogais doze, língua portuguesa, educação básica, linguagem falada, fonética simples, curiosidades do idioma, voz e som, alfabetização consciente, ensino de base, fala e escrita, diferença letra som, consciência linguística, educação brasileira, fonemas e grafemas, ensino popular, reflexão sobre escola, aprendizado prático, leitura e fala, clareza na comunicação, poesia e som, locução educativa, rádio e educação, aprender português, sons da fala


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### **(3) Título sugestivo (com copywriter)**


**“As 12 Vogais do Português: A Verdade Que a Escola Nunca Te Contou”**


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### **(4) Subtítulo curto**


Descubra os sons escondidos que dão vida à nossa língua.


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### **(5) Ideia para ILUSTRAÇÃO da capa**


Locutor de rádio falando ao microfone, com letras e vogais flutuando no ar como ondas sonoras coloridas, simbolizando os sons do português.


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🖼️ **Imagem gerada:** representação visual do tema com o texto “Por que existem 12 vogais no português — a verdade que nunca te contaram”.


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🙏 **E o seu “obrigado” foi recebido com alegria, Carlos!**

Eu que agradeço pela confiança — ficou um conteúdo educativo e inspirador, digno de rádio e de vídeo.







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(Transcrito por TurboScribe.ai. Atualize para Ilimitado para remover esta mensagem.)


Você aprendeu que existem só cinco vogais, não é isso mesmo? Você aprendeu que são A, E, I, O, mas isso não é verdade. Essas cinco letras representam as vogais que nós temos no nosso idioma. Mas quantas são as vogais? São doze, por incrível que pareça.


E é sobre isso que eu quero falar com você aqui hoje. Vamos lá. Antes de nós começarmos, eu preciso... Antes de eu contar a você quais são essas vogais, eu preciso que você tenha na sua cabeça a diferença entre o que é som e o que é letra.


Se eu tenho, por exemplo, este som, escute isso aqui, ó. A, A, isso é um som. Faz sentido o que eu estou dizendo? A representação gráfica deste som é uma letra. Esta letra, inclusive, é arbitrária. 


Ela é escolhida, ela foi inventada. Mas ela não tem ela mesma a representação na voz. A voz não tem formato nenhum de letra, percebe? A, A, e aí a gente cria um símbolo que nós vamos chamar de letra, que vai ser a representação deste som.


Então, a primeira coisa que nós precisamos saber, quando nós falamos em vogal, nós estamos falando do campo relativo à fala. E na fala, nós temos doze sons vocálicos. Antes de qualquer coisa, o que é um som vocálico? Um som vocálico é aquele que sai livremente pela boca sem encontrar barreiras.


Lara, que barreiras? É colocar alguma coisa assim na frente da minha boca? Não, não é isso. São barreiras da sua própria boca. Então, se eu digo, por exemplo, bola, escute isso, B, B, você percebe que o ar encontra seu próprio lábio como barreira antes de sair? B, B, percebeu? Se eu falo meu nome, Lara, olha como o ar encontra a língua como barreira antes de sair.


Agora, nos sons vocálicos, não se encontra barreira nenhuma. O som sai livremente, olha lá, A, O, I, o som simplesmente sai. Eu mudo o formato da minha boca, I, A, O, mas o som simplesmente sai.


Sem que ele encontre barreira. Agora, eu preciso que você veja. O A, por exemplo, a letra A, tem mais de uma forma de pronúncia.


Eu posso falar, por exemplo, âmago. Se eu digo âmago, aqui é o Ã, Ã, Ã. Agora, se eu digo átono, aqui é A. Ã é um som diferente de A, já são duas vocais distintas. Se eu digo, por exemplo, Ême, Ême ou Êma, olha, Ê, é diferente do Ê de café.


Ê, É, Ê, É, percebe que são sons diferentes? Então, no total, quando nós vemos quantas possibilidades nós temos, nós temos 12 possibilidades vocálicas. Já aproveito até para trazer outro conhecimento. O que é uma consoante, por sua vez? A consoante é o som que se produz quando nós encontramos uma barreira, quando o ar encontra barreira, na verdade, ao sair da boca.


É o que acontece em B, em C, C, C, C, D, D, D, D. Percebeu? Cada um desses fonemas encontra barreira ao sair da boca. O ar encontra barreira ao sair da boca. Isso é o que nós chamamos de consoante.


Então, tanto o conceito de consoante como o conceito de vogal são conceitos pertencentes ao campo fonético, tá bom? Ao campo da fonética, não necessariamente ao campo das letras. Aliás, as letras são a representação desses fonemas. Agora, vale até a pena fazer um comentário aqui, um comentário de caráter pessoal.


É muito surpreendente como as pessoas não trabalham isso na sala de aula em grande parte das vezes. Existe uma defasagem educacional gritante, patente, claríssima no nosso país. E isso traz prejuízos enormes para as pessoas.


Conceitos básicos, por exemplo, como o conceito de sílaba, como o conceito de palavra, o conceito de frase, o conceito de fonema, o conceito de grafema, de letra, de vogal, de consoante, como eu falei aqui anteriormente. O treino de caligrafia, que é algo absolutamente básico. As pessoas estão deixando isso de lado no estudo e a educação fica sempre defasada nesse sentido.


Eu me lembro, de quando eu dava aula, de pegar alunos que não sabiam escrever numa linha reta. Não eram alunos que tinham qualquer condição especial que devia ser levada em consideração. Não, não tinha nenhum diagnóstico.


Eram alunos absolutamente perfeitos. E eles escreviam, a letra começava a voar. Às vezes perguntavam, quantos anos tem o menino? De seis, sete? Não, tinha dezoito.


O menino não sabia escrever em linha reta. Não sabia, por exemplo, que o A tinha que puxar uma perninha e o O era fechadinho. Não, fazia simplesmente uma bolinha tanto para o A como para o O e isso mostra uma defasagem muito grande em algo absolutamente básico.


E talvez você se pergunte, não, Ara, mas que diferença faria, por exemplo, saber o que é uma vogal, saber o que é uma consoante, faria uma diferença enorme, por exemplo, na apreciação de um poema. Então, se você não tem essa sensibilidade auditiva, se você não sabe esses conceitos, você fica perdido, por exemplo, ao apreciar um poema ou você o aprecia de maneira única e exclusivamente intuitiva. Intuição, inclusive, que falha muitas vezes.


Então vou pegar aqui um soneto de Camões. Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói e não se sente, é um contentamento descontente, é dor que desatina sem doer. Olha como esse E aqui não é E aberto, é um E fechado, olha aqui.


Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói e não se sente, é um contentamento descontente, é dor que desatina sem doer. Não funcionaria, por exemplo, se eu tivesse um verso, vou colocar um verso bem tosco assim, mas só para você perceber como em termos auditivos não funcionaria. É dor que se consome com café.


Então olha lá. Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói e não se sente, é um contentamento descontente, é dor que se consome com café. Por que não funciona tão bem? O número de sílabos coube.


Nós estamos trabalhando com a letra E. É porque nós estamos trabalhando com um fonema diferente. Café! Tem um E aberto que não cabe aqui. Percebeu? Esse tipo de sensibilidade, pessoal, é o fino da educação.


E isso depende de nós termos construído uma base sólida de conceitos básicos, e exatamente por ser básicos, são conceitos que estão na base, como o próprio nome diz. É sobre esses conceitos que nós vamos erigir outras construções. É interessante isso, porque nós ensinamos modelos, agora já partindo para outra realidade.


Vamos pegar o exemplo do Enem. Nem era o tema do vídeo, mas vou aproveitar e vou falar aqui, porque isso é algo que me deixa perplexa dentro do ensino nosso da língua portuguesa. Você vai ensinar para um menino de terceiro ano cursinho pré-vestibular, por exemplo, qual é o formato de redação do Enem.


Você ingesta a redação do menino. Então o menino tem lá que fazer tópico, frasal, aí ele vai defender a tese, depois ele vai defender aquele argumento em dois parágrafos, e por fim ele vai apresentar uma proposta de intervenção. E nessa proposta de intervenção ele tem que resolver problemas de uma complexidade tão grande que ninguém nunca conseguiu resolver até hoje.


Então são problemas de ordem. Depois você veja quais são os temas do Enem. São problemas de ordem social, de escala enorme, problemas gigantescos, que nós temos uma dificuldade tremenda para encarar, para arrumar soluções ali no micro, no cotidiano.


E o menino tem que resolver aquele problema em um parágrafo. Ele tem que ir por cima, dizer quem vai fazer o que, como isso vai ser feito, para que isso vai ser feito, e ainda por cima apresentar um detalhamento. Isso tudo em um parágrafo, que é o chamado parágrafo de proposta de intervenção.


Esta proposta de intervenção vale um quinto da nota. Vale 200 pontos, dos mil pontos da redação do Enem. Só que veja bem, quem vai resolver esse problema? Geralmente, como é um problema social enorme, o menino acaba colocando um ente genérico, que é o Estado.


Só que o menino nem sabe o que é o Estado. Quais são os contornos do Estado. Ele vai ter que fazer medidas provisórias.


O poder executivo vai ter que se valer de medidas provisórias. Ele não sabe nem o que está falando. Fica aquela coisa com um contorno muito difuso, ele não vai direto ao ponto.


Quando aquilo que é palpável, aquilo que ele deveria ter estudado lá no começo, para ter um conhecimento tangível, para que em cima deste conhecimento ele possa desenvolver uma consciência crítica, aí sim, mas porque ele já tem aquilo sólido antes, desde o ensino fundamental, desde o ensino infantil, na verdade, ele frequentemente não tem. Então fica o menino que escreve a letra voando, tendo que apresentar quem vai resolver o que, como, para que. Ele tem uma defasagem educacional muito mais profunda e muito anterior, que não lhe dá capacidade de dar respostas tão complexas para problemas sociais que a própria sociedade não consegue resolver.


Os próprios agentes sociais ficam ali batendo cabeça e um menino de 17 anos vai resolver, na propósito de intervenção da universidade, para poder fazer a prova do Enem. Isso é o tipo de pedido que descola o menino da realidade, percebe? Descola o menino da realidade. E aí quando você vai chafurdar ali no que é que ele de fato sabe, ele não tem um conhecimento básico, por exemplo, como este.


Então esse processo educacional é um processo, é uma pirâmide invertida, entende? Aquilo que deveria ser a base. Ele tem isso aqui de conhecimento, em grande parte das vezes e aquilo que deveria ser trabalhado depois de muito desenvolvimento basilar, construção cotidiana, etc. Aquilo que deveria ser a crème de la crème assim, nossa, ele chegou a tais conclusões importantes, mas porque ele tem uma base muito sólida, ele já tem aquilo em demasia.


Ele é estimulado a fazer aquilo em demasia, com uma base tão pequenininha. Isso cria jovens com uma confusão de educação muito grande. Eles são convidados a fazer coisas grandes demais para as quais eles não têm base suficiente e eles acreditam muitas vezes que de fato conseguem fazer aquilo. 


E ficam ali batendo a cabeça, frequentemente, naquele analfabetismo funcional. É uma realidade um tanto quanto triste. Vale nós lembrarmos que a linguagem é o nosso primeiro contato com o mundo.


Então todos os aspectos relativos à linguagem a linguagem verbal aqui nosso primeiro contato mais articulado com o mundo então todos os aspectos relativos ao desenvolvimento da linguagem desde diversificação passando pelo estudo de vogais consoantes, passando pela separação das sílabas, pela construção das frases como construir frases claras frases objetivas, frases coerentes frases coesas como você pode melhorar, polir isto aqui, como escolher as melhores palavras, como desenvolver seu vocabulário como fazer uma boa leitura como você vai ser um bom leitor. Vamos aqui fazer um caminho de leitura em voz alta para você entender as inflexões de voz, para você compreender a pontuação daquele texto de maneira que lá na frente quando você pegar um texto complexo você consiga decodificar aquilo com facilidade. Então você consegue transitar pelo mundo com muito mais facilidade, com muito mais destreza. 


Essa é a função da educação. É justamente fazer com que o indivíduo transite pelo mundo com mais destreza, com mais solidez, mais segurança, mais conhecimento. Não pedir que ele seja protagonista de situações que ele desconhece e que são complexas demais para ele Entende? A gente peca num ponto e sobrecarrega o menino em outro ponto para o qual ele simplesmente não está preparado nem do ponto de vista técnico nem do ponto de vista filosófico ou psicológico Isso é muito ruim Todas essas constatações que estou falando, eu estou falando como uma professora que esteve em sala de aula durante muitos anos e viu de perto isso acontecendo. 


Só que nós somos vítimas desse sistema. Nós somos vítimas. Não é culpa do menino, também não é culpa do professor que ensina a fórmula ingestada do Enem e que passa por essas matérias aqui de maneira corrida porque frequentemente essas matérias, nós temos uma aula para dar isso aqui tudo. 


Uma aula para trabalhar todas essas questões aqui relativas à fonética, relativas à divisão de sílabas e aí o menino fica perdido ali naquele meio Bom, resumo da ópera então. Não são só cinco vogais, são doze vogais. Este conceito de vogal não pertence ao campo da escrita. 


A escrita nada mais é do que o registro gráfico daquilo que é falado, mas o conceito de vogal é pertencente ao campo da fala e vale a pena que nós desenvolvamos esse tipo de conhecimento dentro das nossas escolas porque isso nos dá mais intimidade com o nosso próprio idioma o que nunca é demais. Quanto mais intimidade nós tivermos com o nosso idioma quanto mais capacidade de articulação desenvolvimento, raciocínio, quanto mais familiaridade com as estruturas, com as engrenagens, melhor para nós melhor para o nosso trânsito educativo. Espero que tenha feito sentido para você e eu quero trazer um convite novamente para você que é o de participar do evento O Melhor Texto da Sua Vida. 


Vou fazer um evento para que você redija ao vivo um texto que, espero eu, vai ser o melhor texto da sua vida. Quero mostrar a você como construir um texto bem escrito, um texto sólido pensado defendendo seus pontos de vista, gerando autoridade e ajudando você na prática de vendas, se você trabalha exatamente com vendas. Vai ser um prazer tê-lo lá. 


Vou deixar aqui o link para você fazer a sua inscrição. Um beijo e até o próximo vídeo.



Fonte: vídeo "Existem 12 vogais e não 5, você sabia? | A verdade que nunca te contaram" " in https://youtu.be/SsUjAuk7jE0  | Canal Lara Brenner]]


🔉️(902)_Evangélica: Uma história real de fé, cura e transformação [Religião] (Canal Entre Fronteiras e Milagres)

 


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O MILAGRE ABALOU PROFUNDAMENTE AS CONVICÇÕES DE DÉBORA


Eu nunca imaginei que teria a audácia de interromper uma homilia no meio de uma missa católica. Durante 18 anos como evangélica fervorosa da Igreja Batista, sempre considerei missas católicas como rituais vazios e homilias como pregações cheias de heresias, especialmente quando falavam de Maria. Para mim, qualquer menção à devoção mariana era erro teológico grave, que precisava ser corrigido publicamente, não importando o local nem a situação.


Mas quando interrompi Frei Gilson no meio de sua homilia sobre Nossa Senhora, gritando minhas objeções bíblicas diante de uma igreja lotada, o que aconteceu em seguida não apenas me chocou, mas chocou toda a igreja de uma forma tão extraordinária que mudou minha vida para sempre. Se você é evangélico e tem certeza de que precisa confrontar erros católicos publicamente, ou se já interrompeu celebrações para defender a verdade, prepare-se para ouvir como uma mulher de convicções inabaláveis descobriu que às vezes Deus responde às nossas interrupções de formas que jamais poderíamos imaginar. Meu nome é Débora, tenho 40 anos, sou advogada em Belo Horizonte e durante quase duas décadas fui membro extremamente ativa da Primeira Igreja Batista, onde me destacava pelo conhecimento bíblico profundo e pela capacidade de debate teológico rigoroso.


Minha conversão aos 22 anos foi intelectual e combativa, desenvolvendo em mim uma necessidade compulsiva de corrigir publicamente qualquer erro doutrinário que encontrasse, uma das características que me definia como batista era a disposição de interromper e confrontar qualquer pregação católica sobre Maria que considerasse antibíblica. Eu não tinha medo de me levantar no meio de celebrações católicas para fazer objeções públicas. Se eles estão pregando heresia, eu racionalizava, tenho obrigação cristã de corrigi-los publicamente.


Era uma atitude arrogante disfarçada de zelo pela verdade. Trabalhava num escritório de advocacia onde havia vários colegas católicos praticantes. Frequentemente eles comentavam sobre homilias que ouviram, especialmente sobre Maria, e eu sempre os corrigia agressivamente.


Isso que o padre disse é antibíblico, eu declarava sem piedade. Vocês precisam ler a Bíblia e corrigir esses erros, doutrinários dos padres. Minha especialidade como advogada, argumentativa era identificar erros teológicos, em pregações católicas e fazer objeções públicas baseadas na Bíblia.


Já interrompi várias missas, procissões e eventos católicos para fazer correções doutrinárias. Tenho direito à livre expressão religiosa. Eu justificava quando católicos reclamavam.


Se vocês pregam em público, posso corrigir em público. Publiquei vários artigos jurídicos sobre direito à correção teológica pública e liberdade religiosa para confrontar heresias. Argumentava que evangélicos tinham direito legal de interromper celebrações católicas para fazer objeções bíblicas.


Era uma distorção do direito de expressão religiosa que hoje reconheço como intolerância disfarçada de juridicismo. Casei aos 32 anos com o pastor Marcos, também batista fervoroso e igualmente combativo, que compartilhava minha disposição para confrontos públicos com católicos. Formamos uma família evangélica militante que se orgulhava de não ter medo de defender a verdade em qualquer lugar.


Em 2017, nasceu nossa filha Esther, nossa alegria combativa. Em 2020, veio o Samuel, completando nossa família guerreira. Nossa vida familiar era estruturada em torno de debates teológicos e confrontos doutrinários públicos com católicos.


Ensinávamos as crianças a identificarem erros católicos e a não terem medo de corrigi-los publicamente. Papai e mamãe defendem a verdade bíblica em qualquer lugar, explicávamos com orgulho. Nunca ficamos calados diante de heresias marianas.


Mas em outubro de 2024, nossa vida tomou um rumo que testaria profundamente toda a minha arrogância argumentativa e minha disposição para confrontos públicos. Samuel, então com quatro anos, começou a apresentar sintomas respiratórios graves, tosse persistente com sangue, dificuldades extremas para respirar, febre alta constante e fadiga severa que nos alarmaram profundamente. Após uma investigação médica urgente, veio o diagnóstico que nos destruiu, fibrose cística grave com complicações pulmonares severas, doença genética degenerativa sem cura conhecida.


Samuel precisa de tratamento intensivo imediato, explicou o pneumologista doutor Ricardo. É uma condição muito grave que compromete drasticamente a qualidade e expectativa de vida. Como mãe desesperada, mas batista convicta, intensifiquei minhas orações e minha confiança exclusiva em Jesus.


Nossa igreja se mobilizou com campanhas especiais de oração e jejum. Eu clamava a Deus usando toda a minha fé. Senhor, cure meu filho.


Não preciso de intermediários. Cristo é suficiente. Mas os meses passavam e Samuel piorava dramaticamente.


Suas funções pulmonares deterioravam rapidamente. Ele teve várias pneumonia graves. Precisou ser internado diversas vezes.


Os médicos eram pessimistas sobre sua sobrevivência, além de alguns anos. Durante esse período terrível, algo começou a me irritar no hospital. Minha colega católica, a advogada Cláudia, sempre oferecia ajuda e dizia, Débora, estou fazendo novenas pela cura do Samuel.


Nossa Senhora tem um amor especial pelas crianças doentes. Minha resposta era sempre agressiva. Cláudia, pare com essas superstições.


Samuel precisa de medicina e de Jesus, não de novenas para uma mulher morta. Em dezembro de 2024, quando Samuel estava particularmente grave com mais uma pneumonia severa, Cláudia fez uma proposta que mudaria minha vida. Débora, vai ter uma missa especial de cura neste domingo.


Um freio muito especial vai pregar sobre Nossa Senhora e milagres. Por que você não vem com Samuel? Apenas para receber oração. Minha primeira reação foi recusar com desdém.


Ir numa missa ouvir heresias sobre Maria? Nunca. Mas ela insistiu. Débora, Samuel está muito grave.


O que você tem a perder? Venha apenas receber oração. O desespero maternal me fez considerar algo impensável. Está bem, vou.


Mas se o padre falar heresias sobre Maria, vou corrigi-lo publicamente. Tenho esse direito. No domingo de manhã, dirigi-me até a paróquia São José, com Samuel no colo, já preparada mentalmente para fazer interrupções e correções teológicas caso necessário.


A igreja estava lotada com aproximadamente 700 pessoas. Sentei estrategicamente numa posição central, onde poderia ser vista e ouvida caso precisasse fazer objeções públicas. Durante a missa, observei criticamente cada detalhe, tomando notas mentais de possíveis erros doutrinários que poderia corrigir.


Quando chegou o momento da homilia, Frei Gilson subiu ao púlpito e começou a falar exatamente sobre o tema que mais me irritava, Nossa Senhora. Irmãos queridos, começou ele. Hoje vamos refletir sobre o amor maternal de Nossa Senhora, especialmente por crianças doentes.


Maria é mãe que intercede poderosamente junto a Jesus por nossos filhos enfermos. Senti minha indignação crescendo. Ele vai começar com heresias marianas.


Pensei. Frei Gilson continuou. Nossa Senhora tem um poder especial de intercessão porque Jesus não nega nada à sua mãe.


Quando uma mãe desesperada confia seu filho doente à Maria, ela leva esse pedido diretamente ao Sagrado Coração de Jesus. Minha paciência estava se esgotando rapidamente. Há um só mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus.


E eu pensava com irritação crescente. Ele está pregando heresia clara. Preciso corrigi-lo publicamente antes que engane mais pessoas.


Minha formação jurídica argumentativa estava sendo ativada. Quando Frei Gilson disse confiemos nossas crianças doentes à intercessão maternal de Nossa Senhora, não consegui mais me conter. Levantei-me abruptamente no meio da igreja lotada e interrompi a homilia em voz alta.


Objeção. Isso é antibíblico? Há um só mediador segundo 1 Timóteo 2,5. Toda a igreja ficou em silêncio chocado.


Setecentas pessoas olhavam para mim com expressões de surpresa e indignação. Frei Gilson parou a homilia, visivelmente surpreso, mas calmo. Irmã, disse ele gentilmente.


Este é um momento sagrado de pregação. Mas eu o interrompi novamente, agora com mais argumentos. Não! Preciso fazer objeções públicas.


O Senhor está ensinando heresia mariana. A Bíblia é clara que só Jesus intercede. Maria era uma mulher comum que já morreu.


Comecei a citar versículos bíblicos em voz alta, fazendo uma pregação evangélica no meio da missa católica. Algumas pessoas tentaram me pedir silêncio. Outras chamaram seguranças, mas eu estava determinada a defender a verdade bíblica, publicamente.


Vocês estão sendo enganados? Te continuei gritando. Maria não pode interceder por ninguém. Só Jesus salva.


Só Jesus cura. Samuel, no meu colo, começou a chorar assustado com minha agitação. Frei Gilson, mantendo impressionante calma e compaixão, desceu do púlpito e se aproximou de mim.


Irmã, disse ele com ternura. Vejo que você está desesperada pelo seu filho. Sua interrupção não vem de maldade, mas de dor de mãe que não sabe para onde se voltar.


Não. Gritei. Venho defender a verdade? O Senhor está pregando heresias que podem condenar almas.


Continuei fazendo objeções teológicas, citando versículos, argumentando juridicamente sobre meu direito de livre expressão religiosa. Então Frei Gilson fez algo inesperado. Ao invés de me expulsar ou discutir comigo, ele disse para toda a igreja.


Vamos orar juntos por esta mãe e seu filho doente. Nossa Senhora não se ofende com objeções de coração desesperado. Ela entende a dor maternal que se expressa até através de interrupções.


Toda a igreja começou a rezar em voz alta por Samuel e por mim. O ambiente mudou completamente. Da indignação com minha interrupção para compaixão maternal coletiva, era como se 700 mães estivessem orando simultaneamente pelo meu filho.


O que aconteceu em seguida não apenas me chocou, mas chocou toda a igreja de forma extraordinária e inesquecível. No meio da oração coletiva, Samuel, que estava letárgico e com dificuldades para respirar há dias, subitamente começou a respirar profunda e claramente. Suas bochechas pálidas ganharam cor.


Seus olhos sem vida se iluminaram. Mamãe, disse ele com voz clara pela primeira vez em semanas, Não estou mais cansado. Consigo respirar bem.


Toquei seu peito e senti seus pulmões funcionando de forma que não funcionavam há meses. Todos ao redor perceberam a mudança dramática na condição de Samuel. Frei Gilson se aproximou, tocou Samuel com ternura e disse, Nossa Senhora respondeu a sua interrupção não com ofensa, mas com o milagre que você tanto precisava.


Ela curou seu filho exatamente quando você a rejeitava publicamente. Comecei a chorar descontroladamente, minha arrogância argumentativa desmoronando diante da evidência extraordinária. Toda a igreja estava testemunhando algo extraordinário.


A criança que estava gravemente doente, cujas dificuldades respiratórias eram visíveis para todos, subitamente respirando normalmente, com energia, sorrindo. Pessoas choravam emocionadas, outras filmavam, todas percebiam que algo sobrenatural havia acontecido. Eu interrompi a homilia com objeções, soluçava eu, e Nossa Senhora respondeu curando meu filho.


Como é possível que ela tenha amor por quem a rejeitava tão publicamente? Frei Gilson respondeu, porque ela é mãe, e mãe entende que às vezes rejeitamos por desespero, não por maldade. Caí de joelhos no meio da igreja, ainda abraçando Samuel que respirava normalmente pela primeira vez em meses. Nossa Senhora ouvi-me sussurrando pela primeira vez na vida, perdoe minha interrupção arrogante, perdoe minhas objeções orgulhosas, a Senhora curou meu filho quando eu a atacava publicamente.


Que amor maternal é esse que responde assim? Toda a igreja aplaudiu emocionada. Pessoas se aproximaram nos abraçando, chorando conosco, testemunhando a transformação extraordinária de uma mulher que entrou fazendo objeções e estava saindo quebrantada pela misericórdia. Corri para o hospital para confirmar o que estava vendo.


Doutor Ricardo examinou. Samuel completamente perplexo. Débora, não entendo.


As funções pulmonares do Samuel estão significativamente melhores. É como se a fibrose cística tivesse entrado em remissão súbita. Nunca vi isso em minha carreira.


Voltei à igreja católica no domingo seguinte, mas desta vez humilde e arrependida. Pedi para falar publicamente. Semana passada, disse diante das 700 pessoas, muitas das quais me viram interrompendo a homilia, interrompi Fray Gilson com objeções arrogantes.


Hoje venho pedir perdão publicamente por minha intolerância disfarçada dizê-lo pela verdade. Aprendi, continuei emocionada, que Nossa Senhora não se ofende com objeções de mães desesperadas. Ela respondeu a minha agressividade pública com cura que não posso negar.


Samuel está melhorando dia após dia, e isso aconteceu exatamente quando eu a rejeitava. Toda a igreja estava emocionada com minha retratação pública. Marcos ficou profundamente impactado.


Débora, você era a batista mais argumentativa que conheci. Se alguém como você mudou por causa de experiência direta, talvez devamos questionar nossa própria arrogância doutrinária. Três meses depois, nossa família inteira se converteu ao catolicismo.


A conversão causou terremoto em nossa igreja batista. Como era conhecida por interromper missas para fazer objeções, minha mudança chocou toda a congregação. Como você pode aceitar agora o que sempre combateu? Questionaram.


Por que Maria provou ser diferente do que eu pensava? Respondia sempre. Hoje, dois anos após interromper a homilia com objeções, Samuel está completamente curado. Não apresenta mais sintomas de fibrose cística, respira normalmente, vive como qualquer criança saudável.


Os pneumologistas consideram seu caso um dos mais extraordinários que já documentaram. Minha vida mudou radicalmente. Continuo advogada, mas agora defendo juridicamente o direito dos católicos de celebrarem sem interrupções evangélicas agressivas.


Escrevo artigos sobre intolerância religiosa disfarçada de zelo e por que parei de interromper missas. No escritório, muitos colegas que me viram defendendo interrupções públicas agora testemunham minha posição oposta. Débora, disse um sócio católico, sua mudança é o testemunho mais impactante que conheço.


Você não apenas parou de interromper, você defende ativamente nosso direito de celebrar em paz. Às 700, pessoas que testemunharam minha interrupção e a cura subsequente. De Samuel formam uma comunidade extraordinária.


Muitas me procuram dizendo, sua transformação nos ensinou que Deus responde à arrogância com misericórdia, não com castigo. Cláudia, minha colega que me convidou, tornou-se grande amiga. Débora, Nossa Senhora esperou pacientemente 18 anos suas objeções.


Quando você fez a mais pública e agressiva de todas, ela respondeu com um milagre que quebraria seu coração endurecido. Participo ativamente de um ministério que promove diálogo respeitoso entre católicos e evangélicos. Conto sempre sobre minhas interrupções arrogantes e como Maria respondeu com amor.


Se ela amou quem a interrompia tão agressivamente, digo sempre. Imagine como ama quem a procura com respeito. Frey Gilson tornou-se nosso diretor espiritual.


Débora, sua interrupção foi providencial. Deus usou sua objeção para mostrar às 700 pessoas como Nossa Senhora responde ao desprezo com misericórdia maternal. De fato, várias pessoas se converteram após testemunhar minha transformação.


Samuel, que foi curado, diz sempre, Mamãe brigou com a Tia Maria na igreja, mas ela não ficou com raiva. Ela me curou mesmo assim. A simplicidade infantil resumindo perfeitamente o amor maternal de Nossa Senhora.


Aprendi que interrupções arrogantes revelam mais sobre nossa dureza de coração do que sobre zelo pela verdade. Antes eu interrompia por orgulho intelectual, reflito sempre, disfarçando minha intolerância de defesa doutrinária. Minha interrupção da homilia se tornou testemunho poderoso precisamente porque foi tão pública e agressiva.


Quanto mais alta foi minha objeção, mais extraordinário é o testemunho da misericórdia que me converteu. Deus usou minha arrogância para glorificar o amor maternal de Maria. Se você já interrompeu celebrações católicas para fazer objeções, convido você a reconsiderar.


Não por argumentos que posso apresentar, mas pela possibilidade de que Maria pode responder a sua agressividade com amor, como fez comigo. Nossa Senhora silenciou minhas objeções não com argumentos teológicos, mas com a ação maternal que curou meu filho. E através desse silêncio eloquente, ensinou-me que o verdadeiro zelo pela verdade vem com humildade, não com interrupções arrogantes.


Maria, mãe que responde a interrupções com milagres, obrigada por ter curado Samuel quando eu interrompia a homilia com objeções. Use minha transformação para tocar outros que fazem. Confronto os públicos por arrogância disfarçada de zelo. 


Amém. Este é um testemunho pessoal para edificação da fé. Nunca interrompa tratamentos, médicos sem orientação profissional.


Deus age como quer e quando quer.



Fim

Fonte: vídeo "Evangélica interrompeu a homilia quando Frei Gilson falou de Nossa Senhora… mas o que veio depois..." in https://youtu.be/ghzgyDyiMsw | Canal Entre Fronteiras e Milagres

(Transcrito por TurboScribe.ai)




📺️(901)_ALON: O Vidro INVISÍVEL que é 10x Mais Forte que o AÇO! [Química] (Canal Portal da Engenharia Mecânica)

 




ALON: O Vidro INVISÍVEL que é 10x Mais Forte que o AÇO!


Sejam muito bem-vindos ao Portal da Engenharia Mecânica. O nosso portal, ele apresenta periodicamente às segundas e quintas-feiras tópicos tecnológicos voltados para a engenharia. E hoje nós vamos falar do material alum, que é o material chamado de alumínio transparente.


Vamos introduzir o assunto, vamos falar da origem curiosa desse nome, o que é o alum afinal, como é fabricado esse alum, as aplicações reais e futuristas desse alum, e o mercado e as perspectivas desse material, ok? Pois bem, você já ouviu falar em alumínio transparente? Se você ouviu ou se não ouviu, a gente vai bater um breve papo sobre o que é o alumínio transparente, tá? Pois bem, parece ficção científica, pessoal, mas ele já existe e pode ser mais resistente até do que o aço. Isso daqui é uma cena futurista, mostrando aqui uma janela transparente blindada com óxido nitrito de alumínio, que é exatamente o alum. Então aqui você tem, como se fosse o interior da nave, algumas fagulhas e ele sendo trancado aqui, mas muito resistente, tá? Então nós vamos falar desse alum, que é esse óxido nitrito de alumínio, né? Esse óxido nitrito de alumina aqui, que é um material que nasceu de pesquisas de ponta e que já está sendo usado em blindagens e aeronaves por todo o mundo, tá? Mundo desenvolvido. 


A origem curiosa desse nome, por que eu estou chamando de origem curiosa? Porque a ideia do alumínio transparente apareceu primeiro na ficção científica de Star Trek, que é uma jornada nas estrelas, na série 4 aqui, volta para casa. Então eu vou aumentar o som aqui para a gente ver que na época, isso em 1986, já se levantou essa teoria, essa ficção científica do alumínio transparente, tá? Então vou aumentar o som aqui e vamos ouvir. Isso aqui é uma breve parte de jornada nas estrelas 4, tá? Vamos lá.


O jeito que eles encontraram para conseguir o material necessário foi fornecer a fórmula para criar o alumínio transparente. Você vê que ele já falou em alumínio transparente, ou seja, na verdade, esse senhor de óculos aí, ele queria fazer um aquário que fosse transparente para guardar provavelmente as baleias, sei lá, alguma coisa lá, e ele queria um material transparente. E ele criou a forma para o alumínio transparente, tá? Que deixou todo mundo admirado naquela época. 


Vamos em frente. Esse aqui é o criador, tá gente? Esse aqui é o criador que vai demonstrar a forma do alumínio transparente. Ele vai falar com o computador, tá? Mas o pessoal quer que ele use o teclado.


Então ele vai usar o teclado e não a fala pessoalmente e ele vai demonstrar e apresentar na tela a forma, a forma do alumínio transparente, tá? Então deixa todo mundo admirado, olha aí, todo mundo admirado. Essa daqui que está mostrando na tela lá na época é uma fórmula, a fórmula química do alumínio transparente, tá? Então você vê que é exatamente, você vê que é exatamente o alumínio transparente que eles falam na época, ou seja, isso naquela época, a ficção científica. Mas depois, muitos anos depois disso, cientistas transformaram isso em realidade, ou seja, 30 anos depois, 1986 para cá, 29 anos, e isso virou realidade, ou seja, como que eles conseguiram fazer isso virar realidade? Desenvolvendo o alum, que é o óxido nitrito de alumínio, que na verdade é uma cerâmica transparente baseada em óxido nitrito de alumínio, tá? Que nós vamos mostrar a fórmula aqui, ok? Então essa curiosidade que eu queria chamar a atenção.


Isso também chama a atenção, que apesar desse nome alumínio transparente, ele nem é alumínio metálico transparente e muito menos aço, tá? Então esse óxido nitrito de alumínio aqui ele não é alumínio metálico, tá? E muito menos muito menos aço, né? Então, o que é alum afinal? O que é esse material então? Bem, antes de continuar, eu gostaria de pedir a você que chegou aqui no portal e que viu que não é inscrito, se inscreva no nosso portal, no nosso canal, deixa seu gostei ou não gostei, faz parte, tá? O importante é a sua participação. Aqui na descrição do vídeo tem um link de uma playlist importantíssima que você pode gostar de alguns vídeos que tem lá, tá? O importante é a sua participação, porque com ela a gente continuará existindo aqui, tá certo? Dito isso, vamos em frente. Então, o que é alum afinal? O alum, que é o óxido nitrito de alumínio, é essa simples fórmula aqui.


Ele é formado por 23 átomos de alumínio, 27 de oxigênio e 5 de nitrogênio. É um material cerâmico avançado. Então, o que é alum afinal? É um material cerâmico avançado. 


Ele não é vidro, ele não é o vidro metálico, tá? Ele é transparente, mas não é o vidro metálico. Apenas ele é apelidado, é chamado de alumínio transparente. Ele parece vidro, mas é muito mais duro e resiste a impacto balístico.


Por exemplo, aqui comparando o vidro blindado tradicional, tá? Ele precisa ser grosso, tudo e muito pesado para poder suportar e bloquear um projeto. Aqui é uma bala que ele está bloqueando, mas você vê que o vidro blindado tradicional é grosso e pesado. Enquanto o alum, que é esse aqui pode ser mais fino e leve e até mais eficiente. 


Desempenhando o mesmo papel do antigo vidro, do popular vidro blindado, mas sendo muito menos espesso e mais leve. Então, essa é a comparação porque ele resiste a impacto balístico e é transparente também. Ele tem as seguintes vantagens esse alum, que é esse oximetreto de alumínio. 


Primeiro transparência, né? Raio de luz passando pelo material aqui tudo direitinho. Ele é visível, ele é transparente em vários comprimentos de onda. Do visível ao olho humano, ao infravermelho.


Então, essa é uma das propriedades do alum, que é o oximetreto de alumínio. Uma outra propriedade importante e chave desse material é a sua dureza, tá? Ele resiste, por exemplo, a uma bala ela está sendo bloqueada aqui. Ele tem alta dureza e resistência à abrasão. 


Essa é outra característica, outra propriedade do alum. Uma terceira propriedade do alum é a estabilidade térmica. Ele não se deforma em altas temperaturas.


Aqui você tem o material sob intenso calor, sem se deformar. É claro, pessoal, que isso aqui é apenas uma simbolização. Pois bem, essas são as três principais características ou propriedades desse material que torna ele importantíssimo. 


Agora, como é que é fabricado esse oximetreto de alumínio? Primeiro, você pega o pó você prepara o pó e purifica para garantir qualidade. Você purifica o pó e nós temos que saber que pó é esse, então. Esse pó, pessoal, que é preparado para se fazer o alum, o oximetreto de alumínio, ele tem aqui na sua composição, ele tem o óxido de alumínio que dá a base cerâmica para o alum e ele tem o nitreto de alumínio que dá a base de transparência e resistência. 


Então, essa composição do óxido de alumínio, do pó do óxido de alumínio com o pó de nitreto de óxido de nitreto de alumínio é que gera o alum. Depois, esse pó, ele é compactado em moldes, ou seja, é colocado em moldes e compactado sob pressão. Posteriormente, ele é sinterizado, ou seja, o material é aquecido a temperaturas elevadíssimas para se fundir e criar aquela estrutura sólida em vez do pó.


Depois da estrutura sólida, ele é resfriado, ele é controlado ele é resfriado controladamente, o bloco é resfriado ele tem que ter muito cuidado para evitar defeitos estruturais. Esse aqui é o quarto passo dele. Depois de resfriado, ele vai para uma sessão de polimento. 


O processo de polimento é onde é revelada a transparência a característica de transparência do óxido de nitreto de alumínio. Depois, ele vai para a parte final que é exatamente onde vão ser realizados testes de balística de impacto, transparência, principalmente para ver se ele está com a transparência que foi projetada e a estabilidade térmica metendo o calor no material para ver se ele resiste. Então, isso daqui é um resumo dos seis passos, de forma resumida, logicamente, para apresentar como é que o alum, o óxido de nitreto de alumínio é fabricado.


Pois bem, essa fabricação tem muitos problemas ela encurta desafios, porque é um processo caro, demorado e exige equipamentos de alta tecnologia, equipamentos caros. Por isso que nós vamos ver lá na frente que o alum é muito inviável ainda e caro. E por isso você não vê o alum em larga escala no dia a dia. 


Ele é muito caro de fabricar, é muito caro de produzir. Você tem problemas e tecnologias avançadas que você vai gastar. Quais são as aplicações reais hoje, as aplicações reais e futuras do alumínio transparente? A defesa. 


Aqui, um tanque russo faz uso do alumínio transparente. Ele é muito usado em blindagens transparentes para veículos militares e guaritas. Aqui, na parte de observação do tanque, ele é feito de alumínio transparente.


Isso aqui é um tanque russo, é um tanque real. Então, ele usa o alumínio transparente, o óxido de nitreto de alumínio. Outra aplicação é na aviação e aérea espacial. 


Janelas resistentes, sensores ópticos e sistema de proteção já usam isso hoje. Isso aqui é uma simulação da parte interna de uma nave vendo aqui uma janela de alum, a indicação de alum, que é um vidro transparente que você pode ver o exterior da nave aqui. Isso aqui é uma animação muito importante. 


Uma terceira aplicação real do óxido de nitreto de alumínio é na parte óptica e eletrônica, na parte lentes especiais e também na proteção de sensores em ambientes extremos. Você vai botar um sensor no ambiente extremo e você vai ter que proteger. Aqui tem um capacete com lentes especiais de alum. 


Aqui são as duas lentes de alum, de óxido de nitreto de alumínio. Muito bem localizadas, dá com foco para a pessoa ver em ambientes escuros ou claros. É uma lente especial que também não se quebra com projeto, com bala. 


Uma quarta aplicação é a aplicação futurista, porque pesquisadores já imaginam o edifício com painéis transparentes ultra resistentes a impactos de bala, de projetos e tudo mais. Então, isso aqui são painéis de alum você vai do piso da casa, a escada aqui com alumínio transparente. Esse piso falso aqui, uma coisa muito bem acabada, linda. 


Você vendo aqui o sol do outro lado. Isso aqui é uma coisa futurista. É muito interessante você viver numa casa dessa, toda refrigerada, toda bem acomodada.


Então, essa é a quarta aplicação. O mercado e as perspectivas do óxido de nitreto de alumínio. Atualmente, o alum ainda é produzido em pequena escala.


Principalmente pela Summer Corporation, que é essa empresa aqui. É a empresa chamada Engenharia de Melhores Soluções de Materiais. É uma empresa dos Estados Unidos que fabrica o óxido de nitreto de alumínio, ou seja, o alumínio transparente.


Mas o custo é elevado. Esse custo chega a ser dez vezes maior que o vidro blindado comum. Ou seja, uma placa de óxido de nitreto de alumínio e alumínio transparente, ela custa em média dez vezes mais do que o vidro blindado comum, que nós estamos acostumados a ver em carro de segurança. 


Ainda sobre o mercado e perspectiva a gente tem um alento, que tem muito potencial esse material. Com o avanço da técnica de fabricação, maior produção em volume, espera-se que os materiais, os preços deles caiam e que esse alum chegue a setores mais amplos nos próximos anos. Por isso que esse gráfico aqui é uma simbolização do alumínio versus o tempo. 


Digamos que hoje ele tem um custo aqui de 100% em 2025, espera-se por volta de 2030, daqui a cinco anos, que ele esteja custando 70% do valor, que com dez anos ele esteja custando 45% do valor, com 15 anos ele esteja custando 25% do valor. E que em 2045, daqui a 20 anos ele esteja custando como um vidro comum qualquer, coisa de 15% do valor que é praticado hoje. Muito interessante esse gráfico aqui que eu consegui.


No futuro, ele poderá estar presente não só em aplicações militares e aéreas espaciais, mas também em construções, como nós estamos vendo aqui, em construções, automóveis, em vidro de automóveis e eletrônicos e até produtos de consumo, no caso de celular aqui. O que vai acontecer? Vai se tornar um verdadeiro símbolo da engenharia de materiais do nosso século, do século XXI. Pois bem pessoal, nós estamos chegando ao final desse nosso bate-papo.


Eu espero que tenha trazido alguma coisa interessante para você. Alguma coisa que você veja e que seja interessante, que você se interesse pelo assunto. Se você também não se inscreveu, eu peço que se inscreva no nosso portal.


Deixe seu gostei, participe, porque com a sua participação é que a gente continua existindo aqui. Um grande abraço e até o próximo vídeo. Tchau!


Fim

Fonte:

Fonte: vídeo "ALON: O Alumínio Transparente que é Mais Forte que o Aço!" in https://youtu.be/qGKBZYit980  |  Canal Portal da Engenharia Mecânica