📺️(1126)_O Preço da Reeleição: A Verdade Sobre o Rombo Bilionário das Contas

 


O PREÇO DA REELEIÇÃO

por Felipe Dantas


Muita gente não entende o desastre que está para acontecer no Brasil nos próximos 4 anos. Lula ganhou mais 4 anos e você precisa entender o que pode acontecer nos próximos anos. Enquanto eles celebravam no Palácio, a realidade nua e crua se impôs em silêncio.


Você só precisa olhar para o que aconteceu no exato minuto em que a reeleição de Lula foi confirmada. Antes mesmo de o trabalhador honesto levantar da cama na manhã de segunda-feira para bater o ponto, o mercado internacional já havia dado a sentença de morte para a moeda brasileira. Em poucas horas de pânico financeiro no exterior, as ações das maiores companhias do Brasil negociadas lá fora desabaram 20% e os contratos futuros do Real na Bolsa de Chicago derreteram quase 10% da noite para o dia.


Bilhões de dólares em capitais privados começaram a fazer as malas e fugir do nosso país como quem escapa de um incêndio descontrolado. E por que esse pânico imediato tomou conta de quem realmente produz e investe? Porque o investidor, o grande fabricante e o pequeno comerciante que arriscam o próprio patrimônio não votam com o fígado e não acreditam em maquiagem eleitoral de marqueteiro. Eles sabem fazer contas.


E a conta que esse governo deixou pendurada para garantir a vitória simplesmente não fecha. O Brasil foi empurrado para a beira de um abismo econômico sem precedentes. Olhe com atenção para o mapa que saiu deste segundo turno.


A fratura exposta da nossa nação nunca foi tão profunda, tão evidente, tão dolorosa. O candidato da oposição terminou a apuração vencendo e liderando com folga em praticamente todas as grandes regiões produtivas do país. Ele venceu no sul, venceu no sudeste, venceu no centro-oeste e venceu no norte.


As regiões que plantam o grão que alimenta o mundo, que tocam o parque industrial pesado, que pagam a maior parte dos tributos federais e que geram a esmagadora maioria dos empregos com carteira assinada disseram um sonoro não para esse modelo estatizante. A vitória do governo veio sustentada mais uma vez quase que exclusivamente pelos votos concentrados no nordeste brasileiro, onde a dependência do assistencialismo estatal atinge os seus níveis mais dramáticos. Mesmo perdendo em todas as locomotivas da economia brasileira, o governo conseguiu arrancar uma virada inacreditável na reta final da contagem, contrariando todas as expectativas, todas as pesquisas e a vontade expressa de quem sustenta as contas deste país com o próprio trabalho diário.


Mas como é que um governo atolado no desgaste, com inflação em alta e escândalos explodindo pelo caminho, consegue virar uma eleição que parecia matematicamente perdida? A verdade é que ninguém tem coragem de falar abertamente é que essa virada foi conquistada através da campanha mais sórdida, covarde e cara de toda a história da república. O jogo foi jogado com as armas mais pesadas do desespero pelo poder, terrorismo psicológico em massa nas periferias e uma orgia fiscal de mais de 400 bilhões de reais despejados sem nenhum pudor nos últimos meses para comprar a sobrevivência da máquina pública. No campo da narrativa, o método foi cirúrgico e aterrorizante.


A máquina de propaganda mirou no cidadão mais vulnerável, no indeciso, naquele trabalhador que ganha um salário mínimo e não tem reserva no banco para passar a perda. Dia e noite, nos carros de som, nas redes sociais e nos discursos de palanque, plantaram o pânico nas famílias mais pobres. Espalharam a chantagem emocional mais cruel que existe.


A mentira deslavada de que, se a oposição vencesse, o Bolsa Família seria cancelado, a aposentadoria do idoso deixaria de ser paga e o preço do prato de comida iria dobrar. Quando você coloca medo na cabeça de um pai de família desesperado, você anula a capacidade dele de pensar livremente. Você sequestra a esperança dele e substitui por puro pavor.


Só que a chantagem psicológica, por mais violenta que fosse, ainda não garantia a vitória. Faltava o dinheiro. E para salvar a própria pele, o governo não pensou duas vezes.


Escancarou os cofres públicos e fez o maior derrame de dinheiro já visto há muito tempo. Nos últimos meses que antecederam a eleição, o governo federal colocou na rua um pacote de ações, linhas de subsídios, créditos estatais e bondades eleitoreiras que ultrapassou a marca estarrecedora de R$ 350 bilhões, segundo o levantamento da revista Veja. Foi um vale-tudo sem qualquer tipo de escrúpulo fiscal.


Foi aumento do Bolsa Família, foi promessa de aumentar pé-de-meia, dar piques para a MEI, ônibus de graça e até cancelar imposto de importação que o próprio governo criou. Se essa receita de gastar centenas de bilhões sem ter lastro, prometer tudo de graça e usar o medo para vencer a eleição parece familiar para você, é porque nós já vimos esse mesmo filme de terror com nossos próprios olhos. Volte no tempo para a campanha presidencial de 2014.


Naquela época, para garantir a reeleição de Dilma Rousseff a qualquer preço, o mesmo grupo político aplicou o mesmíssimo manual sujo. Na televisão, diziam que o Brasil estava no pleno emprego, que as contas estavam equilibradas e que a oposição iria tirar a comida da mesa dos pobres. Nos bastidores, represaram na canetada o preço da gasolina e a tarifa de energia elétrica, enquanto despejavam créditos podres pelos bancos estatais.


Venceram por uma margem mínima. E qual foi o preço pago pelo povo brasileiro nos anos seguintes, em 2015 e 2016? A conta chegou com juros e correção monetária implacáveis. Assim que a eleição passou, a gasolina explodiu, a conta de luz veio com bandeiras tarifárias abusivas, a inflação bateu na casa dos dois dígitos e o Banco Central foi obrigado a puxar a taxa de juros para quase 15% ao ano.


O resultado foi a pior recessão econômica da história moderna do país. A economia afundou quase 7% em apenas dois anos, fechando fábricas, quebrando milhões de pequenas empresas e atirando mais de 3 milhões de trabalhadores brasileiros no desespero do desemprego. Só que o que está armado para os próximos 4 anos, de 2027 em diante, é infinitamente pior do que a crise da Dilma.


Desta vez, o estrago foi tão escandaloso que a equipe econômica do governo nem teve como esperar a eleição acabar para confessar a falência. Poucas semanas antes da votação, no próprio texto do orçamento enviado ao Congresso Nacional, o governo admitiu preto no branco que mais de 90% de todo o dinheiro arrecadado pela União já está completamente travado em despesas obrigatórias. Eles confessaram expressamente no papel que faltará dinheiro no Caixa da União já em 2027 para pagar as contas básicas, manter serviços públicos e cobrir a folha de pagamentos da máquina do Estado.


Entenda bem a gravidade, a frieza e o escárnio do que aconteceu. O governo sabia com antecedência que não existia dinheiro para pagar as contas do ano que vem. E, mesmo tendo essa certeza matemática, eles decidiram queimar mais de 300 bilhões de reais em benefícios e bondades eleitorais só para não perder o poder.


A festa da vitória acabou, o palanque foi desmontado e agora começa a fatura mais cara da sua vida. Na economia de um país, não existe mágica, não existe almoço grátis e não existe dinheiro que brota de árvore. Quando governantes irresponsáveis torram centenas de bilhões em ano eleitoral, só existem três maneiras no mundo de cobrir esse rombo.


E todas as três vão ser arrancadas sem piedade do seu bolso nos próximos quatro anos. A primeira maneira é o massacre tributário. Como essa turma nunca aceita cortar um único centavo de regalias, ministérios inflados, viagens internacionais de luxo e salários da alta cúpula, a sanha arrecadatória contra quem trabalha deve ser selvagem.


A gente pode ver novos impostos, aumento de alíquotas em tudo o que você consome, taxação pesada sobre serviços, fiscalização agressiva sobre transações financeiras e o sufocamento final do micro e pequeno empreendedor. Eles vão precisar espremer cada gota de suor de quem produz para cobrir o rombo que criaram para se reeleger. A segunda maneira é o derretimento do real e a explosão do custo de vida.


Quando o investidor foge e a moeda brasileira desaba frente ao dólar, como já vimos acontecer imediatamente após o resultado das urnas, tudo o que existe dentro deste país fica mais caro. O trigo do pão da padaria sobe. O fertilizante que o produtor usa na lavoura sobe.


O óleo diesel do caminhão que transporta a comida sobe. O remédio na farmácia e o telefone no seu bolso disparam. O dólar alto não afeta apenas quem viaja para o exterior.


O dólar alto destrói o poder de compra da mãe solteira na fila do açougue e transforma o carrinho de supermercado num pesadelo semanal. E a terceira maneira é a asfixia total da economia pelo juro alto. Para tentar conter a inflação galopante e a debandada de capitais geradas pelo descontrole do governo, o Banco Central será obrigado a manter os juros nas alturas por anos a fio.


Juro alto significa crédito caro, financiamento imobiliário fora do alcance da classe média, vendas do comércio paralisadas e empresas demitindo para não fechar as portas. E a maior, a mais trágica e perversa de todas as ironias é que aquelas mesmas famílias humildes que foram manipuladas pelo medo durante a campanha serão as primeiras vítimas desse desastre. O pobre que acreditou que estava protegendo a sua refeição ao votar no governo vai entender diretamente que não existe nada de graça.


Sempre alguém precisa pagar. Os próximos quatro anos não serão fáceis. A queda das bolsas e o colapso da moeda na largada não são coincidência.


São o primeiro aviso de que a conta da irresponsabilidade sempre chega. Eles garantiram mais quatro anos de palácios, banquetes e aviões oficiais. Agora, quem vai trabalhar em dobro para pagar essa fatura bilionária é você.


Eu sou Felipe Dantas. Para entender o Brasil, basta seguir o meu perfil.






📺️(1125)_Testemunhos de Amor e Liberdade (Milícia da Imaculada)

 


Testemunhos de Amor e Liberdade


O texto apresenta duas narrativas distintas sobre a superação do sofrimento através da fé e do amor. A primeira relata o espírito inabalável do Bispo Beleslas Sloskans, que manteve uma profunda liberdade interior e serenidade mesmo enfrentando torturas brutais e o corredor da morte em uma prisão moscovita. A segunda história retrata a longa jornada de um casal de idosos nordestinos que, apesar da pobreza, das dificuldades diárias e da condição debilitada da esposa, cultivaram uma existência harmoniosa e afetuosa por quase sete décadas. Ambas as experiências destacam como a resiliência humana pode florescer em circunstâncias adversas, inspirando uma reflexão sobre a força transformadora da espiritualidade e da dedicação mútua.


Fonte:

Revista CAVALEIRO DA IMACULADA, nº 108, 1988.

"a força criativa é o amor"  
(São Maximiliano Maria Kolbe) 

TOTALMENTE LIVRE, DE LIBERDADE INSÓLITA... 

Em Moscou, na famigerada prisão Lubianka, o Bispo letão Beleslas Sloskans foi amarrado a uma mesa e espancado até sangrar. Então foi trancado numa caixa na qual mal podia mover-se e onde dia e noite lhe pingava água gelada na cabeça. 

Numa outra ocasião ele foi amarrado ao chão. Deitado de costas, foi obrigado a olhar para a luz penetrante de um projetor. Esta tortura durava semanas. 

Por três meses ficou esperando pela execução na cela da morte. Ali reinava total escuridão. Com uma sopa podre mantinha-se a sua vida física. O único ruído que ouvia era o dos presos quando eram levados à execução. 

Um guarda notou que apesar de tudo, ele sorria. Então perguntou-lhe: "O senhor estå feliz? "Sim, pois ao contrário do senhor, sou uma pessoa totalmente livre". O Bispo estava absolutamente livre do medo. Estar livre do medo é o legado daqueles que sabem que têm anjos a seu serviço. 

("A Voz dos Mártires", 10/11 1987) 


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SESSENTA E SETE ANOS JUNTOS! 

Desde quando eu era pequeno que os conheci. Eles eram nossos vizinhos. Eram pobres, como ainda hoje o são. Naquele tempo distante, eles sofriam juntos no trabalho e nas dificuldades da vida brava dos sertanejos sem terra. Sei que sofreram muito. 

Eu cresci, fui estudar, passei muitos anos fora. Quando voltei, soube que já estavam aposentados, morando na cidade. Os filhos todos casados. Estavam novamente os dois, sozinhos, ele com 97 anos, ela com 87 e paralítica, dentro de uma rede. 

Fui visitá-los, num bairro pobre e numa casa pobre. Ela quase não conseguia mais falar. Mesmo assim o sorriso meigo e amigo de sempre, estava estampado no seu rosto. Ele é quem cuida dela com paciência. Apesar dos seus 97 anos, ainda consegue dar conta da casa, feliz e conformado com a vontade de Deus. 

A parede cheia dos quadros dos Santos, testemunhas mudas do sofrimento e da conformação daqueles dois corações que se amam de verdade, já quase no fim da estrada terrena, sonhando com a felicidade eterna: Seu João Rodrigues e Dona Santa. Que Deus os cubra de graças! 

Se todos os casais soubessem amar e viver como eles, o mundo seria mais humano e mais feliz! 

AFONSO JOSÉ DO NASCIMENTO BARRO - CE 




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📺️(1124)_Guia Informativo sobre a Doença de Chagas (Prefeitura de Salvador)


 





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📺️(1123)_Eleições e Investimentos: O Impacto Político no Mercado (Canal O Primo Rico)

 


Eleições e Investimentos: O Impacto Político no Mercado


O vídeo aborda a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva à presidência do Brasil e os reflexos imediatos desse resultado no mercado financeiro e na economia. A análise examina o desempenho histórico da bolsa de valores, do dólar e das taxas de juros após eleições anteriores, destacando que a ideologia política não determina isoladamente o sucesso dos investimentos. São discutidas as promessas de campanha do governo, incluindo o arcabouço fiscal, programas sociais e medidas de tributação, além do impacto de um Congresso mais conservador sobre a aprovação de reformas. Por fim, o autor enfatiza que o resultado financeiro depende da escolha estratégica dos ativos e da gestão patrimonial, recomendando o uso de consultorias de investimentos e plataformas educacionais para navegar com segurança pelo novo cenário econômico.


Fonte:

URGENTE: LULA É REELEITO PRESIDENTE DO BRASIL | O QUE FAZER COM OS SEUS INVESTIMENTOS?

https://youtu.be/yreTZSJlQw0

Canal O Primo Rico

35:03




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📺️(1122)_Manual da Legião de Maria - Capítulo 15 - COMPROMISSO LEGIONÁRIO

 


Manual da Legião de Maria - Capítulo 15 - COMPROMISSO LEGIONÁRIO (1)

(1) Anteriormente: “Promessa Legionária”.


Espírito Santíssimo, Eu .....  (nome do candidato),

desejando alistar-me hoje nas fileiras da Legião de Maria, e reconhecendo que não posso, por mim mesmo, prestar serviço digno,

suplico-vos que desçais a mim e me enchais de Vós mesmo, 

a fim de que os meus débeis atos sejam sustentados pelo Vosso poder e se tornem instrumentos dos Vossos soberanos desígnios.

Reconheço também que, tendo Vós vindo regenerar o mundo em Jesus Cristo, só por Maria o quisestes fazer;

que sem Ela não podemos conhecer-Vos, nem amar-Vos;

que é por Ela que os Vossos dons, virtudes e graças são

distribuídos a quem lhe apraz, quando lhe apraz, e na medida e maneira que lhe apraz.

Reconheço, enfim, que o segredo do perfeito serviço legionário 

consiste na união total com aquela que Vos está inteiramente unida.


Por isso, empunhando o estandarte da Legião que simboliza a nossos olhos todas estas verdades, 

apresento-me diante de Vós como soldado e Filho de Maria, 

e proclamo a minha completa dependência d’Ela. 

Maria é a Mãe da minha alma.

O Seu coração e o meu fazem um só coração;

e do fundo deste coração único, Ela repete as palavras de outrora:

“Eis aqui a escrava do Senhor”;

e mais uma vez vindes, Espírito Divino, por Seu intermédio operar grandes coisas.


Que o Vosso poder me cubra e comunique à minha alma o Vosso fogo e o Vosso amor, 

de modo a fundi-lo com o amor de Maria e a Sua vontade de salvar o mundo;

para que eu seja puro n’Aquela que fizestes Imaculada;

para que, por Vós, cresça em mim o Cristo, meu Senhor;

para que eu, unido a Ela, Sua Mãe, possa levá-Lo ao mundo e às almas que d’Ele carecem;

para que estas almas e eu, depois da vitória, possamos reinar com Ela na glória da Trindade Santíssima.


Confiado em que me acolhereis – e Vos dignareis utilizar os meus serviços – e que convertereis neste dia, a minha fraqueza em força, 

tomo lugar nas fileiras da Legião e ouso prometer um serviço fiel.

Prometo sujeitar-me completamente à sua disciplina, 

que me liga a meus irmãos, e  faz de nós um exército, 

e nos conserva alinhados na marcha com Maria,

para cumprir a Vossa vontade e operar os Vossos prodígios de graça, que renovarão a face da Terra, 

e estabelecerão o Vosso reino, Espírito Santíssimo, sobre todas as coisas.

Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.




“Notou-se que o Compromisso Legionário se dirige ao Espírito Santo, a Quem o comum dos católicos tem muito pouca devoção, e a Quem os legionários devem dedicar um amor muito especial. O seu trabalho, que é a santificação própria e a dos outros membros do Corpo Místico de Cristo, depende do poder e da ação do Espírito Santo, exigindo, por isso, uma íntima união com Ele. Para isto, duas coisas são essenciais: atenção cuidadosa às inspirações do Espírito Santo e uma terna devoção à Virgem Santíssima, com quem Ele trabalha em profundíssima união. Foi, provavelmente, a falta desta última e não da primeira, que fez com que houvesse no mundo uma grande ausência da verdadeira devoção ao Espírito Santo, apesar dos numerosos livros escritos e dos inúmeros sermões pregados sobre este assunto. Os legionários amam muito, certamente, a Maria – sua Mãe e Rainha; mas, se juntarem este amor a uma devoção mais ardente e mais esclarecida ao Espírito Santo, entrarão perfeitamente no plano divino que exigiu a união do Espírito Santo e de Maria na obra de regeneração do mundo. Conseqüentemente, os legionários não poderão deixar de ver coroados os seus esforços por um acréscimo de forças e de êxitos. 


‘As primeiras orações rezadas pelos legionários foram a Invocação e a Oração ao Espírito Santo, seguidas do Terço do Santo Rosário.’ Desde então as mesmas preces abrem cada reunião. Há a maior conveniência em colocar sob a mesma santa proteção, a cerimônia que incorpora o legionário nas fileiras da Legião. Esta cerimônia traz à memória o dia do Pentecostes – em que a graça do apostolado foi derramada pelo Espírito Santo, através de Maria. O legionário, procurando o Espírito Santo, por intermédio de Maria, receberá d’Ele de maneira abundante os Seus Dons e, entre estes, o de um verdadeiro e esclarecido amor à Mãe de Deus.


Além disso, a fórmula do Compromisso harmoniza-se com a espiritualidade legionária simbolizada pelo Vexillum, que nos mostra a Pomba presidindo a Legião e a sua obra – por Maria, para todos os seres humanos” (Extrato da ata da 88a reunião do Concilium Legionis). (Estas citações não fazem parte da Promessa Legionária).



Fim


Fonte: 

Manual da Legião de Maria

https://legiomariae.com.br/sobre/manual-estatuto/






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📺️(1121)_A morte de um justo (Milícia da Imaculada)

 


A MORTE DE UM JUSTO...


Nunca em minha vida vi tanta serenidade no semblante de um corpo inerte pela morte.

Nunca vi uma pessoa com tanto respeito e amor à Virgem Maria, como este irmão.

Homem Íntegro, responsável pela Renovação Carismática em Escada PE, Ministro da Eucaristia, zelador do Sagrado Coração de Jesus, orientador e conselheiro. Homem fiel no amor ao Espírito Santo.

Formou uma família e alicerçou com amor divino verdadeiros cristãos. Pai de cinco filhos, dois homens e três mulheres. Não posso deixar de ressaltar sua esposa, amiga e companheira inigualável. Juntos levavam o amor da Virgem Santíssima. Quantas pessoas foram convertidas por esta família maravilhosa que transborda de amor a Deus como fonte de água viva!

Ele sempre tinha tempo para quem o procurasse e chegava sempre até aqueles que se distanciavam da fé em Deus e na Virgem Maria.

Meu amigo irmão! Quantas vezes você me confortou, me deu força para com que eu superasse as minhas dificuldades, me reclamava quando eu estava sentindo-me falha em minha Fé. Fazia longas caminhadas para atender, socorrer, divulgar a palavra de Deus aos mais necessitados, com toda sua serenidade transmitia a paz a todos. Era um verdadeiro mensageiro da Paz.

Às 14 horas do dia 16 de outubro passado, em uma tarde linda com um céu azul cor do manto de Maria, meu amigo foi chamado por Deus para o Reino da glória. Foi encontrado sem vida em seu leito, e entre os dedos já rígidos, segurava uma conta do Rosário onde marcava uma Ave Maria enquanto o resto do Rosário caia sobre o seu corpo, como para purificá-lo ainda mais. E um sorriso nos lábios como que dissesse: "Estou contigo, Mãe Querida, na glória do meu Pai".

Este meu amigo é nada mais que o humilde JOSÉ FRANCISCO, pai do nosso querido Marcos, que hoje vive no Jardim da Imaculada, seguindo os passos de São Francisco e São Maximiliano Maria Kolbe.

Só ti peço, meu amigo: interceda por nós, escadenses, e pelo mundo inteiro, junto ao Pai, para que possamos amar mais a Mãe de Jesus e nossa Mãe, você que morreu na esperança da Ressurreição!

MARIA NORMA FIGUEIRÓA DA SILVA

ESCADA-PE

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ESTA COLUNA CONTA SEMPRE COM A COLABORAÇÃO DOS PRÓPRIOS LEITORES, JÁ ESTÃO SABENDO DISSO.

OS EXEMPLOS CONCRETOS DE PESSOAS ÍNTEGRAS, EMPENHADAS E DEDICADAS SÃO, HOJE EM DIA, MUITO IMPORTANTES, PRINCIPALMENTE PARA AQUELES QUE ACHAM QUE O MAL JÁ TEM DOMINADO TODOS E TUDO, NÃO É VERDADE! AINDA HÁ "JUSTOS" QUE SEGURAM ESTE MUNDO.

SERÁ QUE VOCÊ NÃO CONHECE NENHUM CASO QUE FOSSE DIGNO DE DIVULGAÇÃO?

ENTÃO, NÃO DEMORE! ESCREVA E MANDE LOGO!


Fim

Fonte: Revista CAVALEIRO DA IMACULADA, nº108, 1988.







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📺️(1120)_A Rocha Brasileira Que Vira Adubo (Canal Brasil Inova)

 


A Rocha Brasileira Que Vira Adubo


O Brasil depende fortemente da importação de cloreto de potássio para a agricultura, embora o território nacional abrigue imensas reservas minerais capazes de suprir essa demanda. O uso de pó de rocha e remineralizadores, técnica conhecida como rochagem e amplamente testada pela Embrapa, surge como uma alternativa viável para substituir os adubos tradicionais estrangeiros. Apesar do grande potencial geológico, o setor enfrenta diversos desafios logísticos, judiciais e de mercado, incluindo a baixa reatividade de certas rochas e impasses em grandes projetos de mineração. Contudo, iniciativas legais recentes e o desenvolvimento de novas tecnologias buscam impulsionar a produção nacional de fertilizantes, reduzindo a vulnerabilidade externa do país.

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(Texto do vídeo)

A Rocha Brasileira Que VIRA ADUBO e Pode SUBSTITUIR o Potássio Importado


Entre janeiro e julho de 2026, o Brasil comprou do exterior 8,8 milhões de toneladas de cloreto de potássio, o adubo que dá o K do NPK. Foi o maior volume já registrado para esse período, segundo dados do comércio exterior compilados pelo portal Farm News. E em 2025, cerca de 96% de todo o potássio consumido no país veio de fora, segundo dados citados pela própria indústria do setor.


Só que debaixo do próprio chão brasileiro existem reservas de minério de potássio, que segundo estimativas atribuídas à Agência Nacional de Mineração, bastariam para abastecer o consumo interno até o ano 2100. E uma parte desse potássio está numa rocha verde no interior de Minas Gerais, que já é moída, ensacada e vendida para agricultores. Isso não é promessa de rede social.


Num experimento publicado por pesquisadores da Embrapa, uma rocha brasileira moída chegou a ter eficiência equivalente à do cloreto de potássio importado. E no dia 3 de setembro de 2026, uma lei federal passou a prever que, a partir de julho de 2027, o adubo vendido no Brasil leve uma parte de fertilizante nacional na mistura. Então por que o país continua importando quase tudo? Porque boa parte do potássio brasileiro tem um detalhe que o do Canadá não tem.


E é esse detalhe que decide se esta história vira solução de verdade. Se você curte vídeos assim, deixa o like e se inscreve, porque tem muito mais coisa dessa por aqui. Comece pelo preço.


Em julho de 2026, a tonelada do cloreto de potássio chegou ao Brasil por cerca de US$359, no chamado preço FOB, ou seja, o valor da carga antes do frete. Segundo o Farm News, foi o preço mais alto para um mês de julho, desde 2022. E esse preço depende de decisões tomadas muito longe daqui.


Os principais fornecedores do potássio brasileiro são o Canadá, Rússia e Belarus. Quem viu o vídeo da casca de coco aqui no canal lembra o que acontece quando esses países entram em crise. Segundo a CNN Brasil, a tonelada saiu de US$279, em maio de 2021, para US$680, em dezembro do mesmo ano.


Agora olhe para o lado de cá. Segundo um estudo publicado em 2025 na revista Coloquio, o Brasil produziu, em 2022, cerca de 190,3 mil toneladas de potássio, medido em K2O, ou seja, a forma padrão de contar o nutriente nos adubos. E isso equivale a 0,5% da produção mundial, e coloca o país só em 11º lugar.


E o cloreto de potássio produzido no Brasil sai de um único lugar, o Complexo de Taquari Vassouras, em Rosário do Catete, a cerca de 45 quilômetros de Aracaju, descrito pela imprensa como a única mina de potássio convencional em atividade no país. Em agosto de 2025, a americana Mosaic anunciou a venda dessa mina para a AVL Mineração, por até US$27 milhões. Segundo a Mosaic, seriam necessários mais de US$25 milhões só para manter a mina viável.


A nova dona assumiu o controle em novembro de 2025 e promete modernizar a operação. De um lado, um país que, no papel, teria potássio até o fim do século. Do outro, uma única mina convencional, que a dona anterior preferiu vender.


E o potássio do papel está espalhado. Segundo os números atribuídos à Agência Nacional de Mineração, o potencial total do país chega a 2,9 bilhões de toneladas de minério. Mais de 1,5 bilhão de toneladas estão em Minas Gerais, outros 939 milhões no Amazonas.


E cada uma dessas reservas esbarra num problema diferente. No Amazonas, perto do município de Autazes, a cerca de 120 quilômetros de Manaus, está o tipo de depósito que o mundo inteiro conhece. Sal de potássio, a centenas de metros de profundidade, numa estrutura que a Agência Brasil 61 descreveu como comparável às da Rússia, de Belarus e do Canadá.


O projeto da empresa Brasil Potash enfrenta há anos uma disputa judicial. Em dezembro de 2016, o Ministério Público Federal entrou com uma ação civil pública contra o empreendimento e organizações indígenas se opõem ao projeto, que fica numa região do povo Mura. Em agosto de 2026, segundo documento da própria empresa enviado à SEC, a Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos, o Tribunal Regional Federal da primeira região manteve as licenças ambientais e considerou adequada a consulta ao povo Mura.


Mas a Defensoria Pública da União, em nome de organizações indígenas contrárias ao projeto, já tinha levado o caso ao Supremo. E mesmo com as licenças, até agosto de 2026, a empresa ainda não tinha recebido a concessão de lavra, ou seja, a autorização final para minerar. Até junho de 2026, já tinha gastado cerca de US$ 295 milhões, sem tirar uma tonelada do chão.


A engenharia básica do projeto só deve ficar pronta no segundo trimestre de 2027. E há uma novidade recente. Em 13 de outubro de 2026, a empresa divulgou um teste feito com a ERCOSPLAN, usando raio X e inteligência artificial para separar os pedaços de minério mais ricos.


O teor de cloreto de potássio da fração selecionada subiu de cerca de 13 para cerca de 27%. Mas a própria empresa ressalta que a amostra foi pequena, e que o resultado pode não se repetir em escala industrial. Já em Minas Gerais, o problema é outro, e é aqui que está o detalhe que o Canadá não tem.


O potássio mineiro não está num sal, está preso dentro de uma rocha esverdeada, conhecida como verdete, ou siltito glauconítico, ou seja, uma rocha sedimentar formada por um mineral chamado glauconita, que guarda o potássio dentro da própria estrutura cristalina. O sal do Canadá dissolve na água, a rocha de Minas não. Num estudo de 2015 feito na Universidade Federal de Viçosa, amostras de verdete de cedro do Abaeté e de Quartel Geral, em Minas, tinham entre 5% e 9% de K2U no total.


Mas, em média, só cerca de 0,6% desse potássio se dissolvia em água. A conclusão dos pesquisadores foi direta. A rocha tinha baixa reatividade, o que limitava o uso direto como adubo.


Durante muito tempo, essa foi a principal limitação apontada para o verdete. Muito potássio, pouco potássio disponível. Mas o que parecia um defeito começou a ser lido de outro jeito por um grupo de pesquisadores brasileiros.


A ideia tem nome, rochagem, ou seja, usar rocha moída diretamente no solo como fonte de nutrientes. Na Embrapa Cerrados, em Planaltina, no Distrito Federal, o pesquisador Éder de Sousa Martins estuda esse tipo de material desde o ano 2000. E segundo a própria Embrapa, houve um tempo em que essa proposta era descartada, porque contrariava a lógica do adubo solúvel.


Em 2013, a Lei 12.890 reconheceu os remineralizadores como insumo agrícola. Pela definição da lei, remineralizador é um material de origem mineral que passa apenas por redução e classificação de tamanho, por processos mecânicos. Em 2016, o Ministério da Agricultura publicou as regras.


Para ser registrado, o produto precisa ter a eficiência agronômica comprovada por instituições públicas de pesquisa, como a Embrapa e as universidades. E os testes trouxeram uma surpresa. Num experimento publicado em 2006 por pesquisadores da Embrapa Soja, da Embrapa Pecuária Sudeste e da Universidade Estadual de Londrina, cinco rochas brasileiras foram comparadas com o cloreto de potássio.


Primeiro cultivou-se girassol, depois soja, sem adubar de novo. Uma das rochas, chamada Ultramáfica Alcalina, teve índice de eficiência agronômica equivalente ao do cloreto de potássio num dos solos testados, somando os dois cultivos. O biotita, xisto e o carbonatito ficaram em média entre 60 e 80%.


E o detalhe mais revelador foi o que aconteceu com o adubo importado. O girassol, o primeiro cultivo, absorveu mais de 90% do potássio aplicado como cloreto. Sobrou pouco para a soja.


Já as rochas continuaram liberando potássio aos poucos para o cultivo seguinte. Ou seja, a liberação lenta, o mesmo tipo de característica que derrubava o verdete no laboratório, pode virar efeito residual no campo. Mas vale o cuidado.


O verdete não estava entre as rochas desse experimento. Segundo a Embrapa, um estudo da Embrapa Cerrados, com soja, no Planalto Central, mostrou que o biotita, xisto, foi mais vantajoso que o cloreto de potássio já no primeiro ciclo, quando aplicado a até 200 quilômetros da fonte da rocha. E em 2016, a Embrapa estimava o custo de produzir o pó de rocha entre 20 e 30 reais por tonelada.


Foi nessa linha que uma empresa decidiu apostar na rocha verde de Minas. A Verde Agritec, fundada e comandada pelo empresário Cristiano Veloso, extrai-se o título glauconítico em São Gotardo, no Alto Paranaíba, e vende o produto com o nome de K-Forte. Em 2018, segundo o Jornal Diário do Comércio, a mina foi apontada como a primeira mina de potássio a entrar em operação no Brasil em 33 anos, depois de cerca de 120 milhões de reais investidos em pesquisa desde 2005.


Segundo a empresa, as reservas comprovadas e prováveis têm, em média, 9,19% de K2O, e os recursos certificados somam 3,3 bilhões de toneladas. A capacidade declarada das fábricas chega a 3 milhões de toneladas por ano, e a empresa afirma que o produto não tem cloro nem sódio, exatamente os dois elementos que, como o canal mostrou no vídeo da casca de coco, podem salinizar o solo. Se você chegou até aqui, deixa o like agora, porque isso ajuda o vídeo a alcançar mais gente que também curte, entender uma descoberta até o fim, sem ficar só na manchete, e a Rocha Verde de Minas é só uma das portas que esse caminho está abrindo.


Pense numa pedreira de brita! Segundo a Embrapa, pedreiras em Aparecida de Goiânia, em Goiânia, e em Abadiânia, em Goiás, já exploravam o biotita xisto como subproduto da produção de brita, um subproduto da construção civil, que pode virar adubo para elavor a vizinha. Pense na lei nova! O Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes, o PROFERT, criado pela Lei 15.496, de 3 de setembro de 2026, prevê uma mistura obrigatória de fertilizante nacional de no mínimo 2% a partir de julho de 2027, chegando a 10% até 2037. E segundo a agência Senado, o programa inclui os remineralizadores.


Em agosto, o governo federal também anunciou 4 bilhões de reais em recursos do BNDES para o setor de fertilizantes. Pense no norte! Segundo um estudo publicado em 2025, na revista Colóquio, os portos paraenses de Vila do Conde e Santarém receberam mais de 1 milhão de toneladas de fertilizantes de potássio importados em 2023. E em agosto de 2024, o Pará não tinha nenhum produtor de remineralizador registrado no Ministério da Agricultura entre 75 estabelecimentos ativos no país.


E pense nas terras raras! Em resultados divulgados em 2026, a mesma Verde Agritec apresentou a descoberta de um depósito de terras raras em argila, em Minas Gerais. Com mais de 3,5 quilômetros quadrados, a empresa que começou vendendo pó de rocha agora mira um dos minerais mais disputados do planeta. Mas nada disso significa que o problema está resolvido.


E aqui é preciso olhar com a mesma atenção para o que ainda pode dar errado. O primeiro obstáculo é a concentração. O cloreto de potássio tem cerca de 60% de K2O.


A rocha de São Gotardo tem, em média, cerca de 9. Para entregar a mesma quantidade de potássio, é preciso transportar mais de seis vezes mais material. Por isso, segundo a Embrapa, a viabilidade econômica do pó de rocha fica num raio de 100 a 300 quilômetros da origem. O segundo obstáculo é o tempo.


A liberação lenta, que vira efeito residual, também significa que a rocha pode não entregar todo o potássio no momento em que a lavoura mais precisa. E existe um problema de medição. Pesquisadores da Universidade Federal de Goiás concluíram em 2020 que dois métodos químicos comuns não deveriam ser usados para medir o potássio disponível do siltito glauconítico.


Ou seja, até a análise de laboratório que orienta o agricultor pode subestimar ou superestimar o que a rocha entrega. O terceiro obstáculo é o mercado. Em 2025, segundo resultados divulgados pela empresa, a Verde Agritec vendeu 258 mil toneladas contra 318 mil em 2024 e a receita caiu para 16,6 milhões de dólares.


O presidente da empresa atribui a queda a uma grande crise do agronegócio brasileiro, iniciada em 2023, com alta nos pedidos de recuperação judicial e crédito mais difícil para o produtor. E o volume vendido em 2025 é menos de um décimo da capacidade declarada de 3 milhões de toneladas por ano. O quarto obstáculo é o Amazonas.


O projeto de Autazes ainda depende da concessão de lavra, do fim da disputa judicial, do diálogo com o povo Mura e de financiamento. E segundo o próprio documento enviado à SEC, os auditores da empresa mantêm uma dúvida sobre a capacidade de continuidade das operações sem novos recursos. O quinto obstáculo é a única mina convencional do país.


Taquari Vassouras precisou trocar de dono para continuar de pé e ainda depende de investimento para seguir produzindo. E o sexto obstáculo é o tamanho da evidência e da lei. Parte dos resultados mais animadores vem de experimentos em vasos e de testes de laboratório.


E os benefícios que a Verde Agritec atribui ao CAForte são afirmações da própria empresa. E a mistura obrigatória do Profert começa em apenas 2%, com os percentuais de cada nutriente ainda a serem definidos por um conselho do governo. Mas cada um desses seis obstáculos é um problema de logística, de mercado ou de dinheiro.


Nenhum deles é mais um problema de geologias. Que o potássio está no chão brasileiro e que a rocha moída consegue alimentar uma lavoura já foi medido, pesado e publicado. E o Brasil já transformou pó de rocha em revolução agrícola uma vez.


Nos anos 1950, o pesquisador americano Colin McClung estudou os solos do Cerrado, que muita gente considerava terra perdida, e mostrou que com o calcário, micronutrientes e adubo eles podiam produzir. Calcário, vale lembrar, é rocha moída. A partir dos anos 1970, o pesquisador brasileiro Edson Lobato passou cerca de 30 anos estudando a fertilidade desses solos.


E Alison Paulinelli, ministro da Agricultura entre 1974 e 1979, criou políticas de crédito para os produtores ocuparem a região. Em 2006, os três dividiram o World Food Prize, conhecido como o principal prêmio mundial da alimentação. Segundo a Voz da América, as terras que antes eram vistas como improdutivas passaram a ter mais de 40 milhões de hectares de soja, milho e algodão.


E um detalhe fecha o círculo. Em 2018, segundo o Diário do Comércio, o mesmo Alison Paulinelli aparecia como diretor da empresa que vende o potássio de rocha de São Gotardo. Se você curtiu, deixa o like, se inscreve e ativa o sininho para não perder o próximo vídeo sobre inovação brasileira.


Então fica a pergunta, se o adubo de rocha brasileira agir mais devagar, você usaria na sua lavoura para o país depender menos da Rússia e do Canadá? Comenta aqui embaixo!


Fim

(Transcrito por TurboScribe)

Fonte:

A Rocha Brasileira Que VIRA ADUBO e Pode SUBSTITUIR o Potássio Importado | A Embrapa Já Testou!

https://youtu.be/UEbO72-3_BU

Canal Brasil Inova

17:18




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📺️(1119)_Manual da Legião de Maria - Capítulo 14 - O PRAESIDIUM

 


Capítulo 14 - O PRAESIDIUM


1. O núcleo de Membros Ativos da Legião de Maria chama-se Praesidium. Esta palavra latina indicava um destacamento da Legião Romana incumbido de determinada tarefa: um setor da linha de batalha, uma praça forte, uma guarnição. Conseqüentemente, o termo Praesidium é aplicado, com a máxima razão, à unidade orgânica da Legião de Maria. 


2. Cada Praesidium adota como nome um título de Nossa Senhora, por exemplo: “Nossa Senhora da Misericórdia”, ou o de um dos seus privilégios, como “Imaculada Conceição”, ou, finalmente, o de algum acontecimento da sua vida, p. ex., “A Visitação”.


Feliz o Bispo que vier a ter na sua Diocese, Praesidia suficientes para formar uma Ladainha viva de Maria!


3. O Praesidium tem autoridade sobre todos os seus membros e poder para regular as suas atividades legionárias. Os membros, por seu lado, devem obedecer lealmente a todas as ordens legítimas do Praesidium.


4. Cada Praesidium, quer diretamente, quer por intermédio de um Conselho aprovado, deve estar filiado ao Concilium Legionis, sem o que não pertencerá à Legião. Segue-se que nenhum Praesidium deve ser fundado sem prévia licença de sua Curia ou, à falta desta, do Conselho Superior imediato, ou ainda, em último recurso, do Concilium. O novo Praesidium dependerá diretamente do Conselho que autorizou a sua fundação.


5. Nenhum Praesidium deve ser fundado em qualquer paróquia, sem o consentimento do Pároco ou do Ordinário. Um ou outro deve ser convidado a presidir à cerimônia da inauguração.


6. O Praesidium deve se reunir regularmente, uma vez por semana. A reunião deverá ser feita conforme o estabelecido no Capítulo intitulado “Ordem a observar na reunião do Praesidium.”


Esta regra é absolutamente invariável. Haverá quem diga com várias e excelentes razões que é difícil reunir semanalmente e que uma reunião quinzenal ou mensal bastaria para os fins em vista. 


A tais objeções tenha-se presente que a Legião em circunstância alguma pode consentir que a reunião deixe de ser semanal, nem concede a nenhum Conselho o direito de alterar esta norma. Se a regulamentação do trabalho ativo em curso fosse o único assunto a tratar, talvez bastasse uma reunião mensal, embora seja para duvidar que o referido trabalho fosse feito semanalmente, como manda o Regulamento. Mas um dos fins essenciais da reunião é a oração semanal em comum, e será inútil acrescentar que tal fim só pode ser atingido com a reunião semanal.


É certo que uma reunião semanal acarreta sacrifício. Mas, se a Legião não pode exigi-lo com confiança aos seus membros, – onde encontraremos a base necessária e firme para o seu sistema?


7. Haverá em cada Praesidium como Diretor Espiritual, um sacerdote, e também um Presidente, um Vice-Presidente, um Secretário e um Tesoureiro.


Chamam-se Oficiais do Praesidium e são os seus representantes na Curia. As obrigações de cada um deles serão tratadas no capítulo 34. A primeira, porém, há de ser a perfeita execução do trabalho semanal ordinário, de modo a servirem de exemplo aos restantes membros.


8. Os Oficiais deverão apresentar ao Praesidium um relatório de cada reunião da Curia, e manter assim o necessário contato entre o Praesidium e a Curia.


9. O Diretor Espiritual é designado para o seu cargo pelo Pároco ou pelo Bispo. A permanência no cargo dependerá da aprovação dos mesmos.


Um Diretor Espiritual pode encarregar-se, ao mesmo tempo, da direção de mais de um Praesidium. 


Caso ele não possa participar das reuniões do Praesidium, poderá fazer-se substituir por outro sacerdote ou religioso, ou, em circunstâncias especiais, por um Legionário competente, chamado Tribuno.


Embora o Diretor Espiritual deva estar a par do que se passa nas reuniões, a sua presença não é essencial à validade das mesma.


O Diretor Espiritual pertence à categoria dos Oficiais do Praesidium e deve apoiar toda autoridade legionária legítima.


10. O Diretor Espiritual deverá ter autoridade decisiva nas questões religiosas ou morais levantadas nas reuniões do Praesidium, cabendo-lhe o direito de suspender qualquer deliberação até que o Pároco ou o Bispo dêem o seu parecer.


“Este direito é uma arma necessária; mas, como qualquer arma, deve ser usada discreta e cautelosamente, para que não aconteça tornar-se instrumento de destruição e não de proteção. Numa associação bem organizada e bem dirigida a sua utilização nunca será necessária.” (Civardi: Manual da Ação Católica)


11. Os Oficiais do Praesidium, exceto o Diretor Espiritual, serão nomeados pela Curia, ou, se esta não existir, pelo Conselho imediatamente superior.


É para desejar que se evitem francas discussões a respeito das qualidades ou defeitos de candidatos a Oficiais, possivelmente presentes. Assim, quando se tem que preencher qualquer vaga no quadro dos Oficiais, o Presidente da Curia costuma apresentar a esta, depois de cuidadosa pesquisa (em que deve ser ouvido sobretudo o Diretor Espiritual do Praesidium) o nome da pessoa que lhe pareça mais idônea, e que a Curia nomeará, se assim o entender. 


12. A duração do mandato dos Oficiais (exceto a do Diretor Espiritual) é de três anos, prolongável por outro período igual ao primeiro, isto é, seis anos ao todo. Depois de o seu mandato terminar um Oficial não pode continuar a exercer as suas funções.


A transferência de um Oficial para outro cargo ou para cargo idêntico em unidade diferente deverá considerar-se como nova nomeação.


Após um intervalo de três anos, um Oficial pode ocupar o mesmo cargo no mesmo Praesidium.


Quando, por qualquer motivo, um Oficial não puder completar os três anos de mandato, deverá considerar-se como tendo servido três anos, na data do abandono do cargo. Aplicam-se depois as normas gerais da renovação dos mandatos: a) se se tratar de um primeiro período, pode, dentro do triênio que não completou, ser designado para o mesmo lugar por um novo período de três anos; b) se se tratar de um segundo período, deve decorrer três anos entre a saída do cargo e a nova nomeação para as mesmas funções.


“O problema da duração de um cargo deve ser resolvido de acordo com os princípios gerais. Em qualquer organização – sobretudo numa organização religiosa de voluntários – nunca devemos perder de vista o grande perigo de acomodação que a ameaça, no todo ou em qualquer das suas partes, pela diminuição do entusiasmo, pela infiltração do espírito de rotina, pelo endurecimento dos métodos, diante dos males que surgem constantemente. Perigo realmente sério, – porque muito humano.


Este processo de deterioração conduz a um trabalho sem vida, a uma completa indiferença. A organização deixa de atrair ou reter os membros mais qualificados, caindo numa indiferença aniquiladora. É disto que a Legião tem de se defender a todo o custo. Para tal, é absolutamente indispensável garantir, em todo e cada um dos Conselhos ou Praesidia, um perpétuo renovar de entusiasmo. O nosso primeiro cuidado deve recair sobre os Oficiais – fontes naturais de zelo – esforçando-nos para que não diminua o impulso do seu primitivo fervor, o que se consegue com a mudança a que acima nos referimos. Se os Oficiais falham, tudo falha. Se neles se extingue a chama do entusiasmo, vão esfriar, na mesma medida os grupos que eles dirigem. E o pior é que se contentarão facilmente com o estado de coisas, a que se habituaram. Para tal situação não há remédio possível a não ser que o socorro venha de fora. Teoricamente, tal remédio estaria num estatuto que exigisse a renovação periódica de um cargo. Na realidade, porém, este remédio não seria eficaz, pois que os próprios conselhos administrativos não se aperceberiam do lento desmoronar e aprovariam automaticamente a reeleição dos mesmos dirigentes.


Conseqüentemente, parece que a única atitude segura a se tomar é substituir os Oficiais, sem considerar seus méritos ou outras circunstâncias. O procedimento das ordens religiosas sugere à Legião, o critério a seguir: “o de limitar a seis anos a duração dos cargos e exigir a renovação do poder após o primeiro triênio” (Decisão tomada pela Legião, limitando a duração dos cargos dos Oficiais).


13. “Não há maus soldados,” dizia Napoleão, – “só há maus oficiais”. É esta uma forma irônica de afirmar que são os oficiais que fazem os soldados. O padrão estabelecido pelos Oficiais, dentro da organização, em matéria de generosidade e de trabalho, nunca será ultrapassado pelos Legionários. Daí, a imperiosa necessidade de escolher os Oficiais entre os melhores elementos. Se o operário deve ser digno de seu salário, o legionário deve ser digno de ocupar um cargo de direção.


A nomeação sucessiva de bons Oficiais deveria significar o aperfeiçoamento constante do espírito do Praesidium. Cada novo Oficial, além de velar cuidadosamente pela manutenção do nível adquirido, há de contribuir com a sua participação pessoal para o progresso do Praesidium.


14. A nomeação do Presidente, sobretudo, requer madura reflexão. Um erro em tal matéria pode ser a ruína do Praesidium. A escolha só deve ser feita depois de um sério exame dos possíveis candidatos, de acordo com os requisitos apontados no capítulo 34, n° 2, relativo ao Presidente. A pessoa que não ofereça garantia de poder satisfazer às normas ali estabelecidas, deve ser absolutamente posta de lado, por maiores que sejam os seus méritos, sob qualquer outro ponto de vista.


15. Não havendo razões especiais em sentido contrário, a Curia, sempre que proceder à reorganização de um Praesidium que esteja em má situação, substituirá o Presidente. A ruína do núcleo provém, na maior parte dos casos, do desleixo ou incapacidade do Presidente.


16. Durante o tempo de prova, o legionário só provisória ou temporariamente poderá exercer um cargo de direção num Praesidium de adultos. Se ele não tiver sido retirado do cargo, durante o período de prova, ao expirar este torna-se Oficial de pleno direito, e o tempo decorrido vai ser tomado em conta para o triênio acima referido.


17. Nenhum membro do Praesidium deve sair para entrar em outro, sem prévia autorização de seu Presidente. A admissão em novo Praesidium será feita de acordo com as regras e constituições que regulam a admissão de novos membros, podendo estes ser dispensados da prova e da Promessa. Tal autorização, quando pedida, não deve ser negada sem razão suficiente. Ao pretendente fica sempre o recurso de apelar para a Curia.


18. O Presidente do Praesidium, depois de consultar os Oficiais, pode suspender qualquer membro do Praesidium, por motivos que todos considerem suficientes, sem ter de dar contas ao Praesidium.


19. A Curia tem o direito de expulsar ou suspender qualquer membro de um Praesidium, ficando a este o recurso de apelar para o Conselho diretivo, imediatamente superior, cuja decisão será definitiva.


20. Qualquer discordância entre Praesidia, relativa à divisão dos trabalhos, será solucionada pela Curia.


21. Um dos deveres essenciais do Praesidium é recrutar e manter à sua volta um sólido grupo de Auxiliares.


Um exército bem comandado, corajoso, perfeitamente disciplinado e armado, representa uma força irresistível. No entanto, se contar apenas consigo próprio, a sua eficiência será pouco durável. Ele depende a toda hora de uma grande multidão de trabalhadores que lhe fornecem munições, víveres, fardas e assistência médica. Vamos privá-lo de toda essa ajuda e veremos o que acontecerá a esta excelente formação, depois de alguns dias de combate.


Os Auxiliares são para o Praesidium o mesmo que aquela turma de trabalhadores é para o exército. Fazem parte integrante da organização. Sem eles o Praesidium é incompleto.


O verdadeiro método para se manter a comunicação com os Auxiliares é o contato pessoal. Não bastam cartas para cumprir tão importante dever.


22. Um exército procura sempre assegurar o futuro pelo estabelecimento de escolas de formação militar. Da mesma maneira, cada Praesidium deve considerar a fundação e direção de um Praesidium Juvenil como parte essencial do seu próprio sistema. Dois legionários adultos serão escolhidos para Oficiais do Praesidium Juvenil. Nem todos os legionários servem para tais cargos. A formação dos jovens exige qualidades especiais do educador. Que os Oficiais sejam, portanto, escolhidos com muito cuidado. O desempenho desta tarefa satisfaz a obrigação do trabalho semanal que lhes compete como membros do Praesidium de adultos a que pertencem. Representarão o Praesidium Juvenil na Curia de adultos ou na Curia Juvenil, se esta existir.


Os outros dois cargos de Oficiais serão preenchidos por membros juvenis que assim serão treinados para as responsabilidades futuras. Representarão o Praesidium na Curia Juvenil, nunca, porém, na Curia de Adultos. 


“Numerosos são os raios do sol, mas uma só a luz; muitos os ramos da árvore, mas um só o tronco, firmemente seguro por raízes inabaláveis.” (São Cipriano: De Unitate Ecclesiae).



Fim


Fonte: 

https://legiomariae.com.br/sobre/manual-estatuto/






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📺️(1118)_A MENINA ENCANTADA [Literatura] (Guiherme Malta)


A MENINA ENCANTADA 


Era uma vez uma rainha que estava grávida e era uma feiticeira. Uma noite ela deu à luz e no batizado a criança foi sequestrada pela bruxa Penélope. A criança foi jogada na rua.

O rei e a rainha se mudaram para a cidade. Quinze anos depois, a princesa Larissa Manoela morava na floresta. Ela não sabia que ela era a princesa.

Ela ficava com as meninas Tia Fauna e Primavera. Ela adorava cantar. Elas comiam frutas, faziam roupas de flores.

Num dia, Larissa Manoela conheceu um príncipe chamado Daniel. Eles ficaram amigos e um dia eles namoraram. Eles foram no castelo.

O príncipe estava lá no castelo. Larissa Manoela foi depois quando a bruxa estava lá disfarçada. Quando Larissa Manoela chegou, a bruxa enrolou a princesa e jogou ela dentro de um buraco.

Ela foi para a cidade. Ela chegou, os carros buzinavam, os carros batiam. Ela ficava desesperada.

Ela achou um castelo de propaganda. Ela subiu. Lá ficava gritando Daniel.

Passou um carro que estava com o pai dela dentro. E estava uma menina chamada Maria de cinco anos. Ela queria ver o que estava acontecendo.

Ela saiu do carro sem pedir. E aí o castelo estava alto. O pai da princesa saiu do carro.

A princesa estava caindo. Ela caiu e o pai segurou nela. Ela levou Lari para vir para casa para passar o dia lá.

Daniel lá dormiu. Lá de amanhã. A casa estava toda bagunçada.

Ela arrumou com os animais que ela falava. Os animais lá na casa. Ele tinha um menino chamado João Guilherme.

Ele tocava guitarra e tinha uma banda chamada Rollerband. Lari ficava cantando pela casa. Eles eram amigos.

Ele chamou ela para a casa para ficar na banda. No primeiro dia lá ela contou. Nós vamos cantar o que ela fez.

E a mãe e o pai dela sabiam que ela era filha dela. Quando chegou ela ficou muito boa cantando. O João Guilherme disse a ela que ia ter um show.

A bruxa foi lá para impedir. Ela fez uma maçã e ela comeu e desmaiou. A bruxa ficava e a bruxa ficou feliz.

Ela acordou e o João Guilherme deu um beijo nela. Eles ficaram enamorados e a bruxa morreu. Eles voltaram para o castelo de verdade do mundo real.

Guilherme Malta.



Fim




 



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📺️(1117)_Origens e Doutrinas dos Batistas (Cavaleiro da Imaculada)

 


...IDE E ENSINAI!

RELIGIÕES E RELIGIÃO


**OS BATISTAS**


**1. ORIGEM**

Não se pode entender o surto dos Batistas sem mencionar os Anabatistas ($=$ rebatizados, aqueles que batizam de novo).


**1.1. Os Anabatistas**

Durante as lutas religiosas desencadeadas por Martinho Lutero (1483-1546) na Alemanha, surgiu o grupo dos "Profetas de Zwickau", que aderiram a Lutero; pouco depois, porém, ultrapassaram Lutero na linha das reformas. Foram chamados "Anabatistas", porque rejeitavam o Batismo de crianças e rebatizavam os adultos batizados em idade infantil (coisa que Lutero não fazia); além disto, professavam um tipo de "Reino de Deus" de inspiração socialista e revolucionária o que atraiu muitos camponeses. Em conseqüência, desencadeou-se a chamada "Guerra dos Camponeses" (1524-1525). Este movimento foi sufocado na Alemanha; mas as idéias anabatistas - depuradas de reivindicações políticas - sobreviveram na Suiça, na Alsácia e na Holanda. O principal ramo anabatista ficou sendo o Mennonismo, devido a Menno Simons ($+$1559), ainda hoje existente na Holanda e Alemanha.


**1.2. Os Batistas**

Passemos agora à Inglaterra do século XVI. A reforma religiosa anglicana parecia a muitos grupos extremados conservadora demais, pois mantinha a hierarquia episcopal. Entre os opositores inflamados, destacavam-se os Congregacionalistas, que atribuíam o governo da Igreja à congregação local e não à hierarquia de bispos e presbíteros.


Em Gainsborough, no ano de 1604, fundou-se uma comunidade congregacionalista, dirigida por John Smyth, antigo ministro anglicano; acolheu refugiados anabatistas e menonitas, Smyth, porém, e seus adeptos viram-se obrigados a se exilar, indo para Amsterdam (Holanda), onde o calvinismo predominava. No exílio, Smyth viveu em casa de um padeiro menonita, que o persuadiu de que o batismo conferido às crianças era inválido (tese anabatista). Em conseqüência, Smyth administrou a si mesmo um segundo batismo, de cujo valor, porém, começou em breve a duvidar. Diante deste fato, os seus companheiros, por ele convencidos da tese anabatista, o expulsaram da comunidade; Smyth não conseguiu ser admitido nem mesmo entre os menonitas, aos quais pedira acolhimento; faleceu em 1617.


Em 1612 um grupo de seus discípulos regressou à Inglaterra e lá fundou a primeira Igreja dita "batista" (não mais "anabatista"). Foram também chamados "Batistas Gerais" ou Arminianos, porque contrariamente à doutrina calvinista, professavam que Cristo na Cruz morreu por todos os homens.


Outro grupo se formou, pouco depois, dito "dos Batistas regulares ou particulares"; eram dissidentes do anglicanismo de Londres, que em 1641 se convenceram da tese anabatista. Mandaram então um de seus membros, Ricardo Blount, a Rijnsburg na Holanda, a fim de pedir o batismo de adulto à seita de Dompelaers (derivada do menonismo) e levar à Inglaterra o "verdadeiro batismo". Blount desincumbiu-se da sua missão: voltando em 1641, rebatizou por imersão (única forma de batismo reconhecida pela seita) 55 membros da comunidade de Londres. Aceitou do calvinismo holandês a doutrina de que Cristo salva somente os predestinados; donde o nome de "Batistas regulares" ou "particulares" que lhes tocou. Em 1644 havia na Inglaterra 47 comunidades de Batistas Gerais e 7 de Batistas Particulares. Com o tempo, porém, os Batistas Gerais foram declinando numericamente.


Nos Estados Unidos a denominação batista assumiu grandes proporções. Em 1630, o ministro anglicano William Rogers (1599-1683), descontente na Inglaterra, teve que emigrar para a América do Norte. Em 1638 convenceu-se de que batismo recebido na infância era inválido; por isto pediu a um amigo, Ezequiel Hollyman, que o batizasse de novo; por sua vez, Ezequiel lhe solicitou o rebatismo. Outros companheiros imitaram tais exemplos, dando assim origem à primeira Igreja Batista nos EE.UU. da América. - O espírito de independência reinante na colônia provocou numerosas divisões entre os batistas norte-americanos; conhecem-se hoje dezenas de ramos batistas: Velhos Batistas, Batistas Primitivos, Batistas do Livre Arbítrio, Batistas Campbellistas ou Reformados, Batistas do $7^{\circ}$ dia (porque observam o sábado), Batistas dos Seis Princípios ($=$ arrependimento, fé, batismo, imposição das mãos, ressurreição dos mortos e juízo eterno; ver Hb 6,1s), Batistas Abertos, Batistas Fechados, Batistas Gerais, Batistas Particulares, Batistas das Novas Luzes, Batistas das Velhas Luzes, Batistas das Duas Sementes no Espírito...


A denominação batistas assim dividida já não constitui uma Igreja, mas Fraternidades ou Congregações de crentes, prontas a se subdividir, desde que haja divergência entre os seus membros. Todavia, como nota característica comum, guardam a tese de que o Batismo não se confere a crianças e, por conseguinte, é preciso rebatizar quem recebeu o sacramento na infância.


O governo de cada comunidade é congregacionalista: o poder administrativo compete à assembléia dos membros da igreja local. É esta quem escolhe e depõe os seus pastores.


Dada a grande autonomia de governo e de pensamento entre os Batistas, compreende-se que não tenham preocupação ecumênica. Os Batistas nem querem ser enumerados entre os protestantes, mas pretendem constituir uma denominação cristã própria, ao lado do Catolicismo, do Protestantismo, do Anglicanismo e da Ortodoxia oriental o que não se justifica, desde que se leve em conta a história do tronco batista; procede da Reforma protestante do século XVI.


**2. DOUTRINA**

Os Batistas professam pontos doutrinários do Calvinismo (Calvino foi um Reformador contemporâneo de Lutero, mais extremado que este):


* Deus predestina os homens não somente para a glória, mas também para a condenação eterna;

* Somente a fé salva; as boas obras são ilusórias;

* a graça de Deus não apaga o pecado no crente, mas apenas encobre-o; por isto Deus não o leva em conta;

* o Batismo e a Ceia não comunicam a graça, mas apenas a fortalecem naqueles que os receberam com fé;

* a Bíblia é a única fonte de doutrina.


Sobre estas teses fundamentais cada ramo batista coloca seus pontos de vista próprios.


**3. APRECIAÇÃO**

Quanto ao Batismo em particular, notemos o seguinte:


1. É verdade que a Escritura não refere explicitamente o batismo dos pequeninos. Isto se explica pelo fato de que o século I, quando os pregadores do Evangelho chegavam a determinada cidade, não encontravam famílias cristãs, cujos filhos pudessem ser batizados pelos missionários, mas era preciso pregar a fé aos adultos, pagãos ou judeus para dar origem a familias cristas. Os casos de Batismo de crianças só se podiam tornar normais a partir da segunda geração cristã, ou seja, em épocas que em grande parte já escapam ao âmbito do Novo Testamento. Mesmo assim, porém, a Sagrada Escritura narra que vários personagens pagãos professaram a fé cristã e se fizeram batizar "com toda a sua casa"; ver At 16,13-15. 31-33; 18,8; 1 Cor 1,16. A expressão "casa (oikos)" significa na antigüidade o chefe da família com todos os seus domésticos, inclusive as crianças (que geralmente não faltavam). Por isto o escritor cristão Orígenes, por volta de 240, podia dizer: "A Igreja recebeu dos Apóstolos a tradição de dar o Batismo aos pequeninos".

2. Quanto à maneira de batizar, reconheçamos que a imersão (mergulho) era geralmente praticada na Igreja antiga. Todavia não era o único rito em uso: é difícil crer que os 3.000 convertidos de Pentecostes em Jerusalém (cidade onde a água era escassa; cf 2Rs 20,20) tenham sido batizados por imersão (cf At 2,41); muito menos se concebe que o carcereiro batizado com toda a sua família em Filipos tenha sido mergulhado na água (cf At 16,33); o mesmo se deve talvez dizer do sacramento administrado por São Pedro na casa do centurião Cornélio (cf At 10,47s). Afinal, o que importa não é a quantidade de água, mas a água mesma como símbolo de purificação.


*(Transcrito do "NÓS e nós", ES 01-04, Editora Santuário, Aparecida SP, da autoria de dom Estevão Bettencourt, OSB).*


Fonte: 

Revista CAVALEIRO DA IMACULADA, nº 10, 1988.






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