📺️(900)_A Máquina Mais Importante Do Mundo [Informática] (Canal Veritasium)

 



A MÁQUINA MAIS COMPLEXA


Ok, vamos lá, a gente vai dar uma olhada no que talvez seja o produto mais complicado que a humanidade já conseguiu construir. É uma história que mistura engenhosidade, uma persistência absurda e uma física que, olha, parece coisa de ficção científica. E olha, provavelmente não é o que está vindo à cabeça.


Não é um acelerador de partículas, nem um foguete espacial, mas é algo que, no fim das contas, torna tudo isso possível. Essa máquina está no coração de praticamente toda a tecnologia que a gente usa no dia a dia. E o preço? Bom, está aí, 400 milhões de dólares.


É um número astronômico. E aí vem a pergunta, né? O que é que essa máquina faz para justificar um valor desses? E só para deixar bem claro, isso não é o custo de um programa espacial ou de uma fábrica inteira, não. É o preço de uma máquina, uma só.


E isso já nos leva para a parte de dentro dela, que é, se é que é possível, ainda mais impressionante. Olha, o jeito que essa máquina funciona parece mesmo roteiro de filme. Pensa só.


Primeiro, uma gotinha de estanho minúscula do tamanho de um glóbulo branco é disparada a 250 quilômetros por hora. Aí, um pulso de laser, um pulso preparatório, acerta ela. E logo em seguida, um segundo pulso, muito mais forte, atinge a gota de novo e, puff, ela vira um plasma 40 vezes mais quente que o nosso Sol.


E agora vem a parte que é difícil até de acreditar. Isso não acontece uma vez ou outra. Acontece 50 mil vezes por segundo.


E a chance de erro é zero. Simplesmente não pode errar um único disparo. É essa precisão absurda que faz essa máquina ser tão, tão essencial.


Mas por quê? Por que alguém construiria uma coisa tão absurdamente complexa? A resposta é simples. Para resolver um problema que ameaçava parar todo o avanço da tecnologia. A famosa Lei de Moore estava, literalmente, batendo num muro.


Durante mais de 50 anos, a Lei de Moore foi tipo o motorzão da indústria de tecnologia. Ela garantia chips cada vez mais rápidos, menores, mais potentes. Ano após ano.


E tudo isso dependia de uma coisa. Conseguir fazer os transistores, que são basicamente os interruptores microscópicos dentro dos nossos aparelhos, ficarem cada vez menores. E o processo para fabricar esses chips se chama fotolitografia.


Para simplificar, imagine uma espécie de fotografia super, super avançada. É um processo que usa luz para imprimir aqueles circuitos super complexos numa fatia de silício. Só que aí veio o problema.


Lá por 2015, os engenheiros deram de cara com o limite da física. Os transistores que eles precisavam criar já eram tão pequenos, mas tão pequenos, que eles eram menores que o comprimento de onda da própria luz usada para imprimir. É como tentar fazer um desenho super detalhado com giz de cera bem grosso.


Sabe? Não dá. O resultado fica todo borrado, não serve para nada. A solução parecia óbvia, mas ao mesmo tempo, impossível.


Era preciso usar uma luz com um comprimento de onda muito, mas muito menor. E a solução para isso, que na verdade já tinha sido proposta décadas antes, era uma coisa tão radical que soava impossível. A ideia era usar um tipo de luz chamado ultravioleta extremo, ou simplesmente EUV.


O desafio aqui era gigante. A luz UV tem tanta energia que ela é absorvida por, bom, praticamente tudo. Pelo ar, por vidro.


Ou seja, não dava para usar lentes normais para focar essa luz. O processo inteiro tinha que acontecer dentro de um vácuo perfeito. Imagina a complicação.


A primeira grande sacada foi um tipo totalmente novo de espelho. Em vez de uma superfície só, ele era feito de centenas de camadas finíssimas, uma sobre a outra. Cada camada refletia só um pouquinho da luz UV.


Mas, e aqui está o pulo do gato, elas eram espaçadas de um jeito tão perfeito que todas essas pequenas reflexões acabavam se somando. É um fenômeno da física chamado interferência construtiva. E o resultado? Um espelho que refletia um 70% da luz.


Era simplesmente genial. No começo, claro, ninguém acreditou. A comunidade científica ficou super cética.


O pioneiro dessa área, o Hiroki Noshita, chegou a dizer que quando ele mostrou os resultados o pessoal tratou como história de pescador. Sabe? Ninguém conseguia acreditar que era possível dobrar raios-x daquele jeito. Mas, transformar essa ideia de laboratório numa máquina que pudesse ser usada na indústria de verdade, isso ia levar mais de 30 anos, bilhões de dólares e, olha, uma dose de persistência que é difícil de imaginar, porque eles encararam muito, mas muito fracasso no caminho.


O Andy Howerleck, um dos pesquisadores americanos, conta que ele foi, nas palavras dele, literalmente ridicularizado no palco. Todos os especialistas da área falavam pra ele que a ideia era estúpida e que nunca ia funcionar. Foi uma batalha, viu? E que jornada, hein? Começou lá em 1986, com aquela prova de conceito do que Noshita.


Nos anos 90, um consórcio americano investiu uma grana pesada. Mas aí chegaram os anos 2000 e os problemas de engenharia pareciam impossíveis de resolver. Uma empresa depois da outra foi pulando fora, até que sobrou só uma, uma empresa holandesa chamada ASML.


E essa empresa, a ASML, encarou o maior de todos os obstáculos, como gerar luz EUV em quantidade suficiente para fazer a máquina valer a pena financeiramente. E a solução que eles acharam, bom, foi simplesmente revolucionária. O pulo do gata foi o seguinte.


Em vez de acertar a gota de estanho com um único laser superpotente, eles passaram a usar dois. O primeiro, que era um pré-pulso, meio que achata a gota, transformando ela numa espécie de panqueca. Isso criava um alvo maior e menos denso, sabe? E aí o pulso principal vinha e conseguia vaporizar tudo de um jeito muito mais eficiente.


O resultado? Muito mais luz. Foi essa inovação que finalmente permitiu que eles chegassem na meta de potência que a indústria precisava para fabricar chips em massa de forma lucrativa. 200 watts de potência de luz EUV.


E pronto. Foi isso. A combinação da fonte de luz superpotente, por causa daquela ideia da panqueca, com espelhos que são, literalmente, alguns dos objetos mais lisos que a humanidade já criou, isso finalmente tornou a litografia EUV uma realidade.


E no processo salvou a lei de Moho. Mas não é só força bruta. A precisão dessa máquina é uma coisa que desafia a nossa imaginação.


A margem de erro que ela pode ter para alinhar as centenas de camadas de um chip é de apenas um nanômetro. Para se ter uma ideia do que é isso, um nanômetro é a largura de só cinco átomos de silício. Cinco.


A máquina consegue alinhar camadas de circuitos com precisão atômica, enquanto algumas de suas partes se movem com uma aceleração maior que a de um carro de Fórmula 1. É um negócio de louco. Sabe, tem uma frase famosa que diz que todo progresso depende da pessoa irracional. Aquela que insiste em adaptar o mundo a si mesma e não o contrário.


Essa máquina é a prova viva disso. Uma conquista que parecia impossível, mas que foi alcançada por gente que simplesmente se recusou a aceitar um não como resposta. E a pergunta que fica no ar é, agora, com esse nível de precisão nas mãos, que outro futuro antes considerado impossível vai ser construído?


Fim

Fonte: vídeo "A Engenharia Absurda Da Máquina Mais Importante Do Mundo"  in  https://youtu.be/MiUHjLxm3V0?list=LL  |  Canal Veritasium | Duração: 54:59 min





(899)_Réveillon: As Tradições e as Origens do Ano Novo [Cidadania] (por Diversos)


 



O Poder das Palavras e as Origens do Ano Novo

As fontes exploradas discutem o significado espiritual e as raízes históricas das celebrações de Ano Novo, contrastando tradições populares com sabedoria ancestral e perspectivas religiosas. Um dos textos enfatiza a Cabalá Judaica, sugerindo que expressões genéricas são energeticamente fracas e devem ser substituídas pelo ritual de Tashlit para romper ciclos de negatividade. O outro conteúdo investiga as origens mitológicas de costumes brasileiros, como o uso do branco e o deus romano Jano, questionando a eficácia de superstições frente à fé. Ambos os materiais incentivam uma transição consciente, defendendo que a verdadeira renovação depende de intenções profundas, reforma íntima e palavras com propósito. Em resumo, os autores buscam desmistificar hábitos automáticos para oferecer ferramentas de transformação espiritual e autoconhecimento no encerramento de ciclos.



Fontes: 12 fontes diversas: vídeos do YouTube e Infopédia



🔉️(898)_QUEM ENTENDE ISSO, GANHA [Dinheiro] (Canal Energia Oculta)


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**QUEM ENTENDE ISSO, GANHA**

 Amigos e amigas que estão me ouvindo agora, deixa eu te fazer uma pergunta bem direta:
quantas vezes você já pensou em ganhar na loteria?
 Muita gente pensa. Muita gente sonha.
Tem gente que procura número da sorte, horário certo, simpatia, segredo escondido…
Mas hoje eu vou te dizer uma coisa diferente.
E se você entender isso aqui, de verdade, sua forma de ver a vida muda.
 Porque ganhar na loteria não começa no bilhete.
Começa dentro de você.
 Não é sorte.
Não é acaso.
É alinhamento.
 A realidade responde exatamente ao estado que você sustenta por dentro, mesmo quando você não percebe. A maioria das pessoas quer ganhar, mas vive desalinhada internamente. Quer prosperar, mas carrega medo. Quer dinheiro, mas sente culpa. Quer abundância, mas vive em conflito com ela.
 E assim não flui.
 Ganhar não é privilégio de poucos escolhidos.
Ganhar é consequência de coerência interna.
 Mente, emoção e ação precisam falar a mesma língua.
Quando uma coisa pensa, outra sente e a terceira age diferente, o resultado trava. O campo trava. A vida trava.
 E aqui entra um ponto que sabota silenciosamente muita gente, sem que a pessoa perceba:
a crença de que dinheiro grande é amaldiçoado.
 Quantas vezes você já ouviu isso?
“Quem ganha muito sofre.”
“Dinheiro traz desgraça.”
“Quem enriquece perde a alma.”
“Isso afasta de Deus.”
 Essa ideia não nasceu com você.
Ela foi ensinada, herdada, repetida.
E ela bloqueia tudo.
 O dinheiro não carrega maldição nenhuma.
O conflito está na mente de quem acredita nisso.
 Dinheiro apenas amplia quem você já é.
Se você é íntegro, ele amplia a integridade.
Se você é generoso, ele amplia a generosidade.
Se você é confuso, ele amplia a confusão.
 O problema nunca foi o dinheiro.
Foi a relação distorcida com ele.
 Muita gente joga na loteria como se o prêmio fosse salvação.
“Se eu ganhar, minha vida acaba com os problemas.”
E aí está o erro.
 Você não ganha quando tenta fugir da própria vida.
Quem joga tentando escapar da dor joga desalinhado.
Quem joga a partir da paz, joga conectado.
 A paz é o estado mais poderoso que existe.
Porque nela não há medo, não há culpa, não há urgência.
E o sistema responde rápido a esse estado.
 Existe outra crença limitante perigosa que destrói possibilidades:
“Isso não é pra gente como eu.”
 Essa frase parece pequena, mas é devastadora.
Ela fecha portas antes mesmo de você tentar abrir.
 Não existe perfil espiritual, moral ou social proibido de prosperar.
Isso é mentira coletiva.
 O campo não escolhe pessoas.
Ele responde frequências.
E frequência se ajusta.
 Ganhar não é forçar.
É permitir sem ansiedade.
 Quando você implora, você declara falta.
Quando você confia, você declara alinhamento.
 O campo não responde à carência.
Responde à estabilidade.
 E isso exige maturidade emocional.
 Nunca foi falta de oportunidade.
Foi excesso de interferência mental.
Medo herdado.
Culpa religiosa.
Histórias de sofrimento associadas ao dinheiro.
 Tudo isso cria ruído.
 Quando você limpa essas crenças, sua mente fica clara.
E uma mente clara acessa possibilidades que antes pareciam impossíveis.
 Você começa a escolher diferente.
Sem pressa.
Sem culpa.
Sem medo de errar.
 Cada escolha alinhada acumula uma força invisível.
E chega um momento em que esse acúmulo se materializa.
Sempre se materializa.
 Chega um ponto em que você para de perguntar:
“Quando eu vou ganhar?”
E começa a sustentar:
“Quem eu estou sendo?”
 Quem eu sou quando ninguém vê?
Quem eu sou quando nada acontece?
 Essa identidade é o verdadeiro bilhete premiado.
 A fase muda quando a postura muda.
Não é o universo te punindo.
É o universo te refinando.
 Toda repetição é ajuste.
Toda frustração é convite à consciência.
 Quem entende isso não desiste.
Se alinha.
 Prosperidade verdadeira não faz barulho.
Ela organiza.
Ela estabiliza.
Ela acalma.
 Quando você sente paz antes mesmo do resultado, você entrou na frequência certa.
E o sistema reconhece isso imediatamente.
 Dinheiro, prêmio, loteria não são o fim.
São ferramentas.
 O verdadeiro ganho é liberdade interna.
Sem ela, qualquer valor vira peso.
Com ela, qualquer valor vira expansão.
 E atenção: isso não é pensar positivo.
É pensar verdadeiro.
 Mentira acelera.
Verdade desacelera.
 Uma mente acelerada não sustenta prêmio.
Desacelerar é estratégia de alto nível.
 Quando você para de tentar convencer o mundo, o mundo coopera.
Quando para de provar, começa a receber.
 Esforço exagerado não é mérito.
É desalinhamento pedindo correção.
 Tudo o que você deseja já existe como possibilidade.
O acesso não depende da intensidade do desejo,
mas da estabilidade do estado.
 Consistência vence intensidade.
Sempre venceu.
 A vida não responde ao desejo gritado.
Responde à coerência silenciosa.
 Existe ainda uma última sabotagem que quase ninguém percebe:
o medo de sustentar o que pede.
 Muita gente quer ganhar, mas não se vê administrando, protegendo e expandindo esse dinheiro com paz.
No fundo, teme perder o controle, errar, decepcionar alguém.
 Esse medo cria resistência.
 Ganhar exige maturidade interna.
 Quando você se enxerga capaz de sustentar, o campo libera o acesso.
 Prosperidade não é fardo.
É fluxo.
 O problema não é receber muito.
É não se sentir digno de receber.
 Dignidade não vem de fora.
Vem da decisão interna de aceitar o bem sem se punir.
 Nada disso acontece por acaso.
 Cada ajuste de crença,
cada pensamento alinhado,
cada escolha consciente
está construindo o caminho.
 Ganhar na loteria não é um evento isolado.
É o reflexo final de um alinhamento sustentado.
 Quando a dúvida sai, o resultado entra.
Sempre.
 Você não chegou até aqui por acaso.
Nada do que tocou você é coincidência.
 Quando você entende que não é o dinheiro que precisa mudar, mas o alinhamento, tudo se reorganiza.
 As crenças caem.
O medo dissolve.
A culpa some.
 E quando a mente para de sabotar, a realidade obedece.
 Ganhar na loteria deixa de ser um sonho distante
e passa a ser consequência natural
de quem está pronto para receber.
 Sustente o estado.
Confie no processo.
Permita sem medo.
 Porque quando você se alinha por dentro,
o prêmio não procura outro endereço.
 👉 **Ele encontra você.**


Fim
Fonte: vídeo "QUEM ENTENDE ISSO, GANHA."  in  https://youtu.be/aTwv6Q6h3mE?list=LL  |  Canal Energia Oculta


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🔉️(897)_O BRASIL ESTÁ VOLTANDO PARA CASA [Política] (por Prof. Walter Leão)

 


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O BRASIL ESTÁ VOLTANDO PARA CASA


O Senado se rendeu a Trump. A cabeça do sistema foi entregue. O Senado Federal acaba de dobrar os joelhos e o que eu vou te revelar agora é o fim do consórcio em Brasília.


Em um movimento de traição sem precedentes, os senadores entregaram a cabeça da Câmara e do governo atual para tentar escapar da fúria de Donald Trump. O pavor é absoluto. Com os Estados Unidos fiscalizando cada centavo e cada código-fonte do pleito de 2026, o sistema descobriu que não tem para onde fugir.


O acordo secreto foi selado nas sombras, enquanto o povo resistia à tempestade nas ruas. Eles acharam que poderiam manter a farsa, mas a asfixia financeira e a ameaça de extradição internacional falaram mais alto. A rendição de Rodrigo Pacheco é apenas o primeiro dominó.


Vou abrir o dossiê da traição, que vai implodir o que restou do governo brasileiro e colocar os tiranos no banco dos réus. Aqui fala o professor Walter Leão, historiador, economista e especialista na filosofia de Olavo de Carvalho. Seja bem-vindo ao povo brasileiro em alerta.


Inscreva-se, ative o sino e deixe o joinha e o seu comentário. Atenção! No primeiro comentário fixado, acesse nosso grupo exclusivo de WhatsApp. Lá o combate é sem filtros e a verdade é dita por inteiro.


Te espero no nosso grupo gratuito no WhatsApp. Link no primeiro comentário fixado. A política de Brasília é um ninho de escorpiões.


Mas o que estamos vendo agora é o momento em que eles começam a picar o próprio rabo. O Senado Federal, aquele que durante anos serviu de escudo para as arbitrariedades da Corte e do Consórcio, acaba de se render. Não foi por patriotismo, não foi por amor à Constituição.


Foi por medo. O pavor de Donald Trump e das sanções que estão transformando o Brasil em um deserto financeiro forçou os senadores a entregarem a Câmara dos Deputados e o próprio governo em uma bandeja de prata. Imagine a cena agora nos gabinetes mais reservados do Senado.


O silêncio é cortante. Rodrigo Pacheco, aquele que sempre jogou com o tempo para proteger o sistema, agora olha para o relógio e vê que o seu tempo acabou. O telefone tocou, mas não era uma ligação do Planalto.


Era um aviso vindo de Washington. A mensagem foi clara. Ou o Senado inicia o processo de limpeza interna e restaura a ordem constitucional, ou cada parlamentar que sustenta a tirania verá seus bens confiscados e seu nome incluído na lista negra do sistema financeiro global.


A asfixia financeira não é mais uma ameaça. É o laço que já está apertando o pescoço dos traidores. Este movimento aconteceu porque o pleito de 2026 não será como os outros.


Donald Trump já enviou o recado. Os Estados Unidos vão fiscalizar cada etapa da contagem. A inteligência americana, com tecnologia que o consórcio brasileiro sequer consegue compreender, já está monitorando os servidores e as comunicações dos magistrados.


Quando o Senado percebeu que a fraude não terá espaço e que a punição para quem tentar subverter a vontade popular será a prisão internacional, a lealdade ao governo atual evaporou em 46 segundos. Eles entregaram a Câmara porque entenderam que o navio do sistema já está abaixo da linha d'água. Olavo de Carvalho sempre nos ensinou a observar o comportamento das elites quando perdem o respaldo da força bruta.


Sem o dinheiro, sem o apoio de Washington e com o povo nas ruas desafiando raios e tempestades, o sistema brasileiro tornou-se um gigante de argila sob um dilúvio. O acordo secreto que está sendo desenhado nos bastidores prevê a entrega de ministros e a abertura de processos de impeachment em troca de uma sobrevida política para os senadores que aceitarem colaborar. É a briga de foice no escuro em sua fase final.


Eles estão se canibalizando para ver quem consegue o último bote e salva vidas. Visualize este mapa na sua frente. Brasília está cercada.


Ao norte, o poder imperial de Trump cortando o oxigênio econômico. Nas ruas, a massa verde e amarela que não recua nem diante da fúria da natureza. E por dentro, a traição interna que corrói os alicerces do Planalto.


O governo brasileiro está isolado como nunca esteve na história. Eles olham para os lados e veem apenas sombras de aliados que já estão com a mala pronta. O dólar a 10 reais é o termômetro do pânico.


Ninguém quer ficar em um país onde a moeda não vale nada e a liberdade vale menos ainda para quem está no poder. O pavor do pleito de 2026 é o motor dessa traição. O consórcio achou que poderia repetir as manobras do passado, mas agora existe um fator novo.


A vigilância tecnológica total. Trump deixou claro que qualquer tentativa de interferência será tratada como um ato de agressão contra os interesses democráticos do hemisfério. O Senado, que sempre foi o porto seguro da impunidade, agora se transformou na sala de interrogatório.


Parlamentares estão gravando uns aos outros em segredo, preparando provas para entregar à inteligência dos Estados Unidos. Eles querem provar que foram coagidos pelo magistrado, tentando limpar a própria barra enquanto o sistema desmorona. Ouça agora o som das conversas sussurradas nos corredores da Câmara.


Os deputados, sentindo que foram abandonados pelo Senado, entraram em estado de revolta. É um salve-se quem puder generalizado. O governo atual, aquele que se orgulhava de ter parlamentares na mão, agora vê sua base de apoio se transformar em um tribunal de acusação.


A asfixia financeira tirou o poder de barganha do governo. Sem emendas, sem cargos que valham alguma coisa em um governo falido, a única moeda que resta é a delação. E eles estão delatando com uma velocidade impressionante.


A humilhação pública do sistema é total. Ver o mundo rir da incapacidade de Rodrigo Pacheco em manter a ordem, ver os jornais americanos citando o Brasil como um exemplo de estado falido moralmente, é o que dói no ego dessas figuras. Eles se achavam deuses, mas descobriram que são apenas funcionários descartáveis de um consórcio globalista que já os abandonou.


Trump e Musk estão apenas aguardando o momento de dar o checkmate. E o Senado, covarde por natureza, resolveu que é melhor ser um traidor vivo do que um aliado preso. Olavo avisou que a verdade liberta, mas primeiro ela destrói.


O que estamos vendo é a destruição da rede de proteção que mantinha o sistema vivo. Quando o Senado entrega à Câmara, ele está dizendo que o pacto de silêncio acabou. A partir de agora, cada segredo, cada áudio, cada prova de interferência no pleito anterior vai começar a surgir.


A inteligência americana já possui os metadados. Eles só precisam da confirmação interna e os senadores estão fazendo fila para assinar as confissões. A asfixia financeira é o chicote.


E o medo de Trump é a cela que já os aguarda. Imagine a cena de um desses caciques políticos chegando em casa e encontrando a família apavorada porque os cartões de crédito internacionais pararam de funcionar. O luxo deles dependia da nossa escravidão, mas o dono do banco agora é outro.


Donald Trump não aceita negociar com quem apoia tiranos. O governo brasileiro é hoje um cadáver político sendo velado por ratos que estão começando a comer o corpo. A traição em Brasília é o estágio terminal de uma doença chamada corrupção ideológica.


O veredito do general Walter Leão é que não haverá anistia para os traidores da pátria. O Senado pode tentar se salvar entregando a cabeça alheia, mas o povo brasileiro não vai esquecer quem permitiu que o país chegasse a esse ponto. O mártir Bolsonaro continua sendo o centro gravitacional da moralidade nacional, enquanto seus perseguidores se escondem em buracos.


A lei do retorno está sendo aplicada com rigor matemático. A asfixia financeira vai continuar até que o último magistrado sinta o peso da realidade. A missão agora é manter o cerco.


O povo nas ruas em Brasília, resistindo à chuva e aos raios, é a força que empurra o Senado para essa rendição. Se o povo estivesse em casa, o acordo seria outro. Mas como o povo não sai da rua, o Senador teme o linchamento político e a fúria de Washington.


Eles estão entre a cruz e a espada. E a espada agora tem a bandeira dos Estados Unidos e o apoio da resistência brasileira. O pleito de 2026 será o juízo final para esse sistema podre e a fiscalização será tão rigorosa que nem a sombra da fraude conseguirá passar.


Visualize os bastidores dessa radionovela política. O clima é de desespero. Teletransportes de arquivos secretos, reuniões de madrugada em casas de campo e o medo constante de que o próximo vazamento seja fatal.


O consórcio está implodindo. A traição do Senado contra a Câmara é a prova de que não existe mais comando em Brasília. O governo atual é um fantoche cujas cordas foram cortadas por Trump.


Eles gesticulam, eles ameaçam, mas ninguém mais tem medo deles. O medo mudou de lado. A história é implacável com os covardes.


Aqueles que hoje tentam salvar a própria pele entregando os comparsas serão lembrados como os vira-latas da política. O Brasil que emerge de 2026 será um país purificado pelo fogo da verdade e pela dureza da realidade econômica. A asfixia financeira nos ensinou quem são nossos verdadeiros amigos e quem são os parasitas que vivem do nosso suor.


A caçada continua e agora os próprios caçadores de ontem são as presas de hoje. Mantenha a vigilância patriota. O acordo secreto no Senado é apenas o começo da limpeza.


Eles vão tentar fingir que sempre estiveram do nosso lado, mas nós temos a memória de Olavo e a firmeza da nossa fé. Não aceitaremos migalhas de justiça. Queremos a restauração total da ordem e a liberdade do nosso capitão.


O sistema está entregando os pontos porque sabe que contra a união do povo brasileiro e a determinação de Donald Trump não há mentira que resista. O governo atual é uma árvore seca esperando o machado. E o machado já foi afiado em Washington e polido nas ruas de Brasília.


O pleito de 2026 será a certidão de nascimento de um novo Brasil, livre de tiranos, de magistrados militantes e de senadores covardes. A traição interna que estamos vendo é a providência divina agindo através do medo dos homens. Eles se destruirão uns aos outros e nós herdaremos a terra que eles tentaram roubar.


A caçada continua. O Senado entregou a Câmara. A Câmara entregará o Planalto.


E o Planalto entregará as chaves para quem nunca deveria ter saído de lá. O ciclo está se fechando e a justiça está batendo a porta com o peso de uma bota militar. Esteja pronto, brasileiro.


O fim da farsa é agora. A história é implacável com os covardes. Eu sou Walter Leão e a caçada continua.


O sistema se rendeu e o destino dos traidores já foi selado no Salão Oval. Fiquem em alerta. O Brasil está voltando para casa.



Fim

Fonte: vídeo "#3 SENADO SE RENDEU A TRUMP: A CABEÇA DO SISTEMA FOI ENTREGUE | Prof. Walter Leão"  in  https://youtu.be/agKmNA3qOIw?list=LL  |  Canal POVO BRASILEIRO EM ALERTA


🔉️(896)_POR QUE MARIA INCOMODA TANTOS PASTORES? [Religião] (Canal A Voz da Verdade Católica)



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POR QUE MARIA INCOMODA TANTOS PASTORES?


Você já percebeu como basta falar de Maria para muitos pastores evangélicos começarem a se contorcer? É quase automático. Mencionou a mãe de Jesus. Eles ficam incomodados, mudam de assunto ou partem para ataques.


Mas a pergunta que fica é, por que isso acontece? Porque Maria, a mulher mais humilde da história, a serva do Senhor, causa tanta fúria em pastores que dizem seguir a Bíblia? A resposta é clara, porque Maria desmonta toda a lógica protestante. Hoje eu vou te mostrar cinco razões pelas quais Maria enfurece tantos pastores, e você vai entender por que ela é, até hoje, um sinal de contradição. A primeira razão é simples.


Maria expõe a fraqueza do somente a Bíblia. O protestantismo nasceu com esse lema. Só a escritura basta.


Mas quando eles olham para a Bíblia, se deparam com uma Maria grandiosa, exaltada por Deus, honrada pelos anjos, cheia de graça. Como diminuir isso sem mutilar o texto? Não dá. É por isso que eles evitam, distorcem ou ignoram passagens fundamentais, como Lucas 1,48, onde a própria Maria profetiza.


Todas as gerações me chamarão bem-aventurada. E aqui eu pergunto, qual igreja cumpre essa profecia? A igreja católica, que a honra em todas as gerações. Qual igreja falha em cumprir? Justamente aquelas que juram defender a Bíblia.


Isso é um tapa na cara do discurso protestante, porque a própria escritura condena o silêncio deles. Para admitir Maria, eles teriam que admitir que a tradição católica é mais fiel à Bíblia do que eles mesmos. A segunda razão pela qual Maria enfurece os pastores é porque ela mostra que a salvação é relacional e não individualista.


O protestantismo prega uma fé isolada. Eu e minha Bíblia. Eu e Jesus.


Eu e minha interpretação. Só que Maria nos lembra que Deus quis vir ao mundo através de uma mulher concreta, de uma relação real, de uma família de carne e osso. Jesus não caiu do céu pronto.


Ele nasceu de Maria. Isso destrói o mito do cristianismo solitário. Sem mediações, sem igreja, sem maternidade espiritual.


Quando um pastor olha para Maria, ele vê o escândalo do Deus que se fez dependente, que quis ter uma mãe, que quis ser obediente a ela na infância. Isso mostra que a fé cristã não é uma invenção moderna de independência espiritual, mas uma realidade orgânica, viva, comunitária, maternal. Maria é a prova de que não existe cristianismo sem laços, sem história, sem família espiritual.


E isso incomoda muito o individualismo protestante. A terceira razão é ainda mais profunda. Maria confirma o lugar único da igreja católica na história.


Pastores se revoltam quando católicos chamam Maria de mãe da igreja. Mas é exatamente isso que ela é. Se Cristo é a cabeça e Maria é a mãe dele, então Maria também é mãe de todo o corpo, que é a igreja. Os padres da igreja diziam isso desde os primeiros séculos, e os protestantes não têm resposta.


Mais ainda, a devoção mariana é o elo que une todos os cristãos diante da Reforma. Procure nos escritos antigos, nos hinos, nas liturgias, Maria sempre esteve presente, só depois de Lutero é que surgiu essa rejeição. Ou seja, quando um pastor tenta rebaixar Maria, ele está admitindo que sua fé não é a dos primeiros cristãos, mas uma invenção recente, artificial, que rompeu com dois mil anos de unidade.


E isso gera ódio, porque cada vez que um fiel descobre esse fato histórico, o castelo de areia protestante desmorona. A quarta razão é o ponto mais doloroso para eles. Maria é um sinal visível de que a igreja católica é perseguida porque é verdadeira.


Pense comigo, por que os demônios tremem diante de Maria? Por que ela aparece no Apocalipse como a mulher vestida de sol, coroada de estrelas? Em luta contra o dragão, porque nela está refletida a vitória de Cristo. Só que os protestantes, sem querer, acabam se aliando à fúria do inimigo quando tentam negar Maria. Quantas vezes você já ouviu um pastor dizer, Maria foi só um útero, só uma serva? Isso é exatamente o que o diabo gostaria que todos acreditassem, que a mulher escolhida por Deus não tem importância.


O inferno odeia Maria porque sabe que foi através dela que a salvação entrou no mundo. O protestante que nega Maria, mesmo sem perceber, repete essa lógica. E isso causa tanta fúria porque, no fundo, os pastores percebem que cada vez que atacam Maria, fortalecem a identidade católica.


Maria incomoda porque ela é a maior prova de que a igreja católica está de pé, mesmo depois de séculos de perseguição e difamação. A quinta razão, e talvez a mais explosiva, é porque Maria desmonta o orgulho dos pastores. Pense bem, se todas as gerações devem chamá-la bem-aventurada, então ignorá-la é desobedecer a Bíblia.


Se ela é mãe de Deus, então negar sua grandeza é negar a encarnação. Se ela é cheia de graça, então rebaixá-la é insultar a obra do Espírito Santo. Maria é humilde, mas sua humildade exalta a verdade.


E isso fere profundamente os líderes protestantes, porque eles constroem sua autoridade em cima da oposição ao catolicismo. Imagine se um pastor admitisse, Maria é sim bem-aventurada, Maria é sim mãe da igreja, Maria intercede por nós. Ele perderia o controle da narrativa, perderia seguidores, perderia o discurso que sustenta seu ministério.


É por isso que eles se enfurecem. Maria é o ponto onde fica claro que a igreja católica não é só mais uma denominação, mas a única que guarda a plenitude da fé. Então agora você entende porque Maria enfurece tantos pastores.


Não é porque ela seja uma ameaça em si mesma, mas porque ela desmascara as incoerências, as mutilações e as distorções que o protestantismo impôs à fé cristã. Maria mostra a beleza da encarnação, a força da tradição, a maternidade da igreja, a vitória sobre o dragão e a humildade que confunde os orgulhosos. E eu quero te provocar, qual dessas cinco razões mais abriu os seus olhos hoje? Será que você mesmo já percebeu como Maria é escondida ou atacada nos discursos evangélicos? Será que não está na hora de assumir, sem medo, a devoção que o próprio Deus quis para sua mãe? Se você é católico, ame ainda mais Maria.


Se você é evangélico, reflita. Por que o nome dela incomoda tanto na sua comunidade? Será que não é justamente porque a verdade dói? Compartilhe esse vídeo com alguém que precisa descobrir quem realmente é Maria. Deixe aqui seu comentário sobre qual dessas razões mais mexeu com você.


E claro, já se inscreve no canal e continue assistindo os outros vídeos sobre a fé católica, porque quanto mais conhecemos Maria, mais nos aproximamos de Cristo.



Fim

Fonte: vídeo "Por Que MARIA Enfurece Tantos Pastores? 5 Razões Explosivas" in https://youtu.be/q5dfyCr8xvA   |   Canal A Voz da Verdade Católica

(Transcrito por TurboScribe.ai)


📺️(894)_MADALENA: A MENINA QUE SALVOU UM FORTE [Literatura] (Enciclopédia Portuguesa)


 


MADALENA: A MENINA QUE SALVOU UM FORTE


Há mais de duzentos anos erguia-se às margens do rio São Lourenço e a uns trinta quilômetros de Montreal, no Canadá, um forte construído com troncos de árvores. Todas as árvores situadas em volta do forte haviam sido cortadas para que o inimigo que pretendesse atacá-lo não tivesse onde se esconder. Em torno do forte fora construída uma sólida paliçada com estacas cravadas no solo e tão juntas umas das outras que nem uma bala de fuzil atravessaria aquela resistente muralha de madeira.


Na frente do forte, e ligado a ele por uma passagem subterrânea, havia um pequeno depósito, onde ficavam guardados os fuzis, a pólvora e a munição.


O comandante chamava-se Verchères e a família se compunha de sua esposa, dois filhos homens e de sua filha Madalena. Tinham alguns criados a seu serviço.


Durante o verão, a família vivia tranqüilamente em seu lar fortificado, situado no coração das selvas canadenses, apesar de saber que os índios iroqueses se achavam em pé de guerra. Um belo dia, Verchères recebeu ordens de ir a Quebec tratar de vários assuntos. Na ocasião sua esposa se achava ausente, pois fora visitar uns parentes em Montreal, e ele teve de partir deixando o forte aos cuidados da filha. 


Madalena falou, ao despedir-se -: não creio que os iroqueses se atrevam a chegar tão perto de Montreal. Em todo caso, é bom tomar cuidado.


- Está bem, papai. Tomarei todas as precauções respondeu Madalena, com firmeza. Estou certa de que na volta o senhor encontrará tudo em ordem. Não se preocupe. Adeus.


Madalena passou todo aquele dia submersa numa espécie de devaneio delicioso. Era comandante do forte, e a novidade do cargo excitava-lhe a imaginação. Olhando por cima da paliçada, pôs-se a pensar no que faria se por acaso os índios atacassem o forte. Na exaltação própria de uma menina inexperiente, quase desejava que eles aparecessem, pois só assim teria oportunidade de mostrar-lhes como se comanda um forte... e, além do mais, aquilo seria uma aventura tão interessante!


Mas os dias e as semanas foram passando serenamente, sem que os índios dessem sinais de vida. Estavam todos os de casa tão ocupados, naqueles últimos dias de verão, recolhendo o feno e a lenha necessários para o inverno que se aproximava, que todo pensamento acerca dos iroqueses havia sido afastado de sua imaginação.


Um dia Madalena estava no pequeno cais, contemplando as águas azuis e onduladas do rio São Lourenço e aspirando a grandes sorvos a brisa perfumada. Um dos criados do forte remava para terra, trazendo o bote cheio de peixe que acabara de pescar.

Boa pescaria? perguntou Madalena, com interesse.


Subitamente, ouviu-se atrás dela o estampido seco produzido por um disparo de mosquete.


Os iroqueses! exclamou o criado, pulando para a margem. Temos de sair daqui, senhorita.


E os dois se puseram a correr como galgos. Uns seis guerreiros selvagens, inteiramente desnudos, procuravam cortar-lhes a retirada para o forte. O criado quase chorava de pavor enquanto corria. Mas Madalena, que ia logo atrás dele, não perdeu a calma.

Às armas! Às armas! — gritava para os do forte.


Tudo era inútil. Os criados e os meninos haviam perdido a cabeça. Quando Madalena passou pela porta da paliçada, viu-se cercada pelas mulheres, que torciam as mãos em desespero. Que faremos? Que faremos? gritavam elas.


Voltem para o forte! ordenou Madalena, empurrando-as para dentro, fechando violentamente a porta e correndo o ferrolho.


Reinava a mais completa confusão no forte: as crianças choravam e corriam espavoridas de um lado para outro, e as mulheres soluçavam, sem saber o que fazer.


Vocês, venham cá! Acompanhem-me! disse a pequena Madalena num tom que fez com que os criados corressem para seu lado. Depressa, apanhem uns troncos! Ajudem-me a tapar aqueles buracos! acrescentou, indicando umas brechas feitas pelo vento e pela chuva na paliçada.


Taparam-se todos os buracos rapidamente, pois a imperturbável menina dirigia os trabalhos, e com as próprias mãos ajudava a fincar as estacas.


Os criados acompanhavam sua comandante com solicitude e diligência. Esqueceram-se de que não passava de uma menina, e ela, que tinha nas veias sangue de generais, assumiu o comando com a facilidade e tranqüilidade de quem nasceu para mandar.


Aos meninos que ainda choravam, disse com severidade:

Calem-se, senão acabaremos morrendo todos! Calem-se, ouviram? E os meninos, ante o tom tranquilo da irmã, pararam de chorar. Leve-os para dentro até que passe o medo! ordenou Madalena a uma das mulheres.


Dirigiu-se em seguida para a passagem subterrânea que ligava o forte ao depósito, a fim de ver como estava a munição. Encontrou dois criados, acocorados a um canto. Um deles segurava, com mão trêmula, um castiçal com uma vela acesa.


Que fazem aqui? indagou a menina. Uma chispa que caia naquele monte de pólvora é suficiente para fazer-nos voar pelos ares!


Apague já essa vela!


O homem murmurou algumas palavras sobre fazer o forte explodir para não cair em mãos daqueles demônios vermelhos que tanto gritavam, e apagou a vela com as pontas dos dedos.

exclamou Madalena. Saiam já daqui! E pegando um fuzil, obrigou os dois medrosos a se levantarem.


Covardes!  Depressa! Armem-se e vão ocupar seu lugar na paliçada!


Nisso, seus dois irmãos apareceram na porta do forte.


Luís! Alexandre! exclamou ela.  Apanhem também seus fuzis. Vocês já sabem atirar.


Em seguida, reuniu os criados e indicou a cada um o lugar que devia ocupar para a defesa.


Não há tempo a perder! Façam boa pontaria e atirem, pois os índios já se estão reunindo em torno do forte! Vamos!


Os fuzis disparavam em rápida sucessão. Através de um buraco camuflado Madalena viu os selvagens correrem para pôr-se ao abrigo da floresta. Três formas desnudas jaziam estendidas por terra.


Depressa! ordenou Madalena. Disparem o canhão!


Sim, mas iremos desperdiçar munição! respondeu um dos homens. Não poderemos atingir nenhum deles.


Não faz mal! retrucou a jovem, decidida. Façam o que estou

mandando. Isso os intimidará.


Troou o canhão.


A tática produziu evidentemente o efeito desejado. Passaram-se as horas, uma atrás da outra, sem que os selvagens dessem sinais de sua presença na floresta. Mas Madalena manteve severa vigilância. Já ao entardecer, as sentinelas viram uma canoa, que se dirigia para a curva do rio.


— O colono La Fontaine vem descendo o rio! gritou um dos meninos.


― Deve estar fugindo dos índios. disse Madalena.


Aqui não poderão entrar! observou um dos homens. Assim que saltarem, serão fatalmente atacados pelos índios e trucidados. E assim falando, põe-se a examinar a canoa através do buraco na paliçada. São seis ao todo, mulheres e crianças. Acrescentou.


Madalena, de sobrecenho franzido, disse impacientemente:

Não podemos permitir que os índios os matem! E apertando o fuzil entre as mãos, acrescentou resoluta:


- Já sei o que devo fazer! Vou ao encontro deles!


- Não, não deve fazer isso! Não saia! exclamaram todos os outros, cercando-a. Mas a valente menina não ligou para nada e nem para ninguém.


Os índios pensarão que estou querendo levá-los a uma emboscada e o mais provável é que me deixem passar sem molestar-me disse.


E passando pela porta, dirigiu-se resolutamente, fuzil ao ombro, para o pequeno cais.


Na floresta próxima não se notava movimento algum, pois, como ela imaginara, os índios pensaram realmente que sua saída representasse um ardil iminente para fazê-los cair em uma emboscada.


Bem-vindo seja, La Fontaine disse Madalena. Os iroqueses estão escondidos na mata. Vocês vão caminhar atrás de mim, de dois em dois, até chegarmos ao forte. Não se apressem.


O pequeno grupo chegou são e salvo à paliçada.


As sentinelas, postadas durante toda a noite ao redor dela, gritavam de vez em quando: Sentinela alerta!


A sentinela encarregada do depósito de munição respondia: Alerta está!


Desse modo faziam os índios pensar que havia no forte a guarnição necessária à sua defesa e eles não se atreveram a atacá-lo. A certa altura dos acontecimentos, Madalena ouviu um ruído suave, como se algo roçasse nas portas.


Parece o ruído que o gado faz ao voltar do campo uma das sentinelas murmurou.


Não sei replicou ela, em tom de dúvida. Os índios apelam para

muitos ardis. Podem muito bem estar escondidos entre as reses, disfarçados com peles.


A menina encaminhou-se cautelosamente para o portão e, abrindo-o um pouco, meteu a mão para fora. Um focinho fresco e úmido veio acariciá-la e, já tranqüilizada, abriu o portão em par para que as vacas pudessem passar rapidamente.


— Queridinhas! exclamava com doçura, e enquanto passavam, tocava com a mão o úmido focinho de cada uma. Não havia nenhum índio escondido entre elas. Entraram todas e Madalena tornou a fechar a porta com o ferrolho.


Assim foram passando os dias até que transcorreu uma semana inteira. De vez em quando viam índios contemplando o forte de longe. Como o julgavam muito bem defendido, não se atreviam a atacá-lo. O dia todo e a noite inteira, durante sete horríveis e intermináveis dias, as sentinelas postadas no interior permaneceram firmes em seus postos.


No fim do sétimo dia, quando parecia que já não tinham mais forças para resistir, chegaram os tão esperados reforços. Era de noite e Madalena se achava na sala central do forte, com a cabeça reclinada sobre uma mesa, dormindo. Uma das sentinelas aproximou-se e chamou-a, dizendo com ar de preocupação:


Estou ouvindo um ruído estranho no cais! 

Que aconteceu? exclamou Madalena de um salto, pondo-se de pé e correndo para a paliçada. Naquele instante o som de uma pancada forte veio misturar-se aos ruídos noturnos da floresta.


Quem vive? perguntou a sentinela.

Quem vive? repetiu Madalena.

— França! Tropas de socorro! responderam.


Em poucos instantes todos se reuniram e abriram o portão. A frente de sua companhia, um jovem tenente entrou no forte. Madalena adiantou-se, fuzil na mão e cabeça erguida.


Senhor, entrego-lhe o forte. Mais um pouco e chegaria tarde demais. Após tão inquietante expectativa, meus homens estão exaustos.


De repente, sentiu que o esforço daqueles dias horríveis tinha sido demasiado para ela. Esqueceu-se de que fora a severa comandante de uma guarnição, lembrando-se apenas de que era uma menina e que estava muito cansada. Ato contínuo, vencida pela fadiga e pela emoção, cobriu a cabeça com as mãos e começou a chorar.


O tenente tomou-a nos braços e a levou para seu quarto.


- Pobre menina, valente e admirável no perigo!, disse. Já é tempo de dormir e descansar.



FIM


Fonte: "Feitos heróicos | A MENINA QUE SALVOU UM FORTE - Madalena" in Enciclopedia Portuguesa (1988).



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**DA POBREZA À RIQUEZA: COMO ALIMENTEI 50 GALINHAS SEM GASTAR UM CENTAVO**



Meu amigo, minha amiga que tá aí do outro lado, chega mais, que hoje o assunto é bom demais! Se você cria galinha, quer criar, ou simplesmente gosta de ouvir uma boa história de superação, essa aqui é pra você. Prepare o café, puxa a cadeira e vem comigo, porque eu vou te contar como um homem simples, sem dinheiro e quase desistindo da vida na roça, conseguiu transformar dificuldade em fartura… e tudo isso **alimentando 50 galinhas sem gastar um centavo**.


Parece conversa de rádio do interior? Pois é, mas é verdade verdadeira.


## **O COMEÇO DE TUDO – QUANDO A VIDA APERTA**


Você sabe como é… vida na roça não é fácil. O camarada da nossa história herdou um pedacinho de terra, mas dinheiro mesmo… ah, isso não tinha não. O sonho dele era criar galinhas, como os avós faziam. Só que quando foi ver o preço da ração… quase caiu pra trás! E quem cria sabe: hoje em dia manter galinha com ração comprada é um sufoco.


Mas como todo brasileiro teimoso e cheio de fé, ele disse:


**"Eu não vou desistir."**


E não desistiu. Começou com 10 galinhas que um vizinho ia jogar fora — e daí nasceu tudo.


## **A NATUREZA COMO PROFESSORA**


O que ele fez? Observou. Isso mesmo. Parou, respirou fundo e perguntou ao mundo: “Como os antigos faziam?”. Lembrou dos avós, que não tinham ração industrial e mesmo assim tinham galinhas fortes, botadeiras e saudáveis.


E aí começou a revolução.


## **1. A COZINHA VIROU OURO**


Tudo que iria pro lixo passou a virar comida de galinha:


* casca de batata

* casca de abóbora

* resto de verdura

* casca de ovo triturada

* fruta passada


Tudo isso é banquete pra bicho!


## **2. O TESOURO DAS FEIRAS**


Ele foi conversar com feirantes e adivinha?

Começou a receber **sacoladas de frutas e verduras** que seriam jogadas fora.


Feirante feliz porque não precisa pagar descarte.

Criador feliz porque tem comida fresca.


## **3. PLANTAS ESPONTÂNEAS – A COMIDA QUE BROTA DO CHÃO**


Aí é que tá o segredo que quase ninguém vê. A natureza é farta mas o povo não repara:


* tiririca

* capim nativo

* beldroega

* mato comum de beira de estrada


Tudo isso é alimento de primeira.


Todo dia ele saía com um saco na mão, catando mato que muita gente chama de “praga”. As galinhas? Comiam com gosto.


## **4. ÁRVORES QUE ALIMENTAM**


Ele plantou:


* moreira

* leucena

* bananeira

* mandioca

* batata-doce

* inhame


As folhas, os frutos que caem, as ramas… tudo vira comida.

E o melhor: **crescem sozinhas**.


## **5. O SEGREDO DAS LARVAS**


Aqui entra a parte que muita gente torce o nariz… mas funciona!


Ele fez um tambor de compostagem.

As moscas botam ovo ali.

Nasce uma multidão de larvas.


É proteína purinha.

As galinhas ficam malucas.


## **6. INSETOS NATURAIS – PROTEÍNA QUE O MATO OFERECE**


Ele começou a virar tronco, levantar pedra, quebrar toquinho seco… e descobriu um mundo de:


* cupins

* formigas

* tatuzinhos

* besouros


Galinhas amam.


Até luz noturna ele colocou pra atrair insetos — virou festa no galinheiro.


## **7. FERMENTAÇÃO – UM SALTO NA QUALIDADE**


Restos vegetais + água + alguns dias =

**Super alimento fermentado** cheio de probióticos.


Resultado: galinha mais saudável, ovo mais forte, gema mais laranja.


## **8. O JARDIM DAS GALINHAS**


Ele plantou:


* girassol

* abóbora

* melancia

* milho

* sorgo


E sabe o melhor? Ele deixa uns frutos apodrecerem no chão. As sementes germinam sozinhas.

É comida que se renova sem esforço.


## **9. A FORÇA DAS PARCERIAS**


Ele conversou com:


* padarias → ganha pão amanhecido

* peixarias → ganha vísceras e peixe não vendido

* restaurantes → restos apropriados pra galinha


Tudo de graça.


## **10. MINHOCÁRIO – A PROTEÍNA DO SUBSOLO**


Ele montou caixas com terra e restos orgânicos.

As minhocas se multiplicam.

Metade vira comida, metade vira adubo para as plantas que alimentam as galinhas.


Ciclo perfeito.


## **11. PASTO ROTACIONADO**


Ele dividiu o terreno em áreas.

Enquanto as galinhas estão numa área, as outras descansam e brotam de novo.


Assim, sempre tem comida fresca.


## **12. FRUTAS DO CHÃO**


Manga caída, goiaba machucada, jabuticaba passada…

Tudo isso vai pras aves.


## **13. ENRIQUECIMENTO AMBIENTAL**


Galinha que cisca é galinha feliz.

Ele colocou:


* montes de folhas

* troncos

* galhos

* pilhas de capim seco


Elas passam o dia caçando insetos ali.


## **14. PLANTAS MEDICINAIS**


Ele plantou:


* alho

* cebola

* hortelã

* orégano


Mistura na água, no alimento.

É remédio natural contra parasitas e doenças.


## **15. ÁREA ÚMIDA ARTESANAL**


Lavou roupa? Lavou louça?

A água vai pra uma área de solo sempre úmido.

Lá brotam minhocas e insetos em abundância.


## **16. SEMENTES CRIOULAS**


Ele planta variedades antigas de milho e sorgo, mais fortes e nutritivas.


## **17. COLETA DE LESMAS E CARACÓIS**


Depois da chuva ele sai com uma lanterna.

Tudo rico em proteína.


## **18. A COMUNIDADE PARTICIPA**


Vizinho traz resto de comida, fruta passada, capim cortado…

Todo mundo ajuda porque sabe que o destino é bom.


## **19. SILAGEM CASEIRA**


Nos tempos de fartura ele guarda plantas verdes compactadas em tambores.

É comida para época de seca.


## **20. INTEGRAÇÃO COM OUTROS ANIMAIS**


Coelhos, ovelhas…

As sobras deles alimentam as galinhas

e as galinhas adubam o pasto deles.


## **21. APIÁRIO COMO PARCEIRO**


Abelha morta? Favo velho?

Tudo vira proteína pra galinha.


## **UM SISTEMA QUE TRABALHA SOZINHO**


Cada elemento tem mais de uma função.

Nada se perde.

Tudo se transforma.


O resultado?


* galinhas fortes

* ovos de gema laranja

* criação saudável

* praticamente zero custo


Hoje o homem vive do ovo que vende.

Tem fila querendo comprar.

E ele virou referência na região.


## **A TRANSFORMAÇÃO**


Mais do que ganhar dinheiro, ele ganhou:


* saúde

* paz

* autonomia

* autoestima

* propósito


As galinhas mudaram a vida dele — e ele mudou a vida de muita gente ensinando esse sistema.


## **MENSAGEM FINAL DO LOCUTOR**


Meu amigo, minha amiga…

Se esse homem conseguiu sair do buraco, você também consegue. Não precisa fazer tudo de uma vez. Comece pequeno:


* recolha restos

* plante uma árvore

* use o que a feira joga fora

* faça uma composteira

* observe a natureza


A riqueza está aí, debaixo do seu nariz, escondida nos cantos do seu terreno, no mato que você pisa, na fruta que cai no chão.


A natureza é farta. Basta saber conversar com ela.


E lembre-se:

**galinha bem alimentada paga o criador.**

E paga mesmo.


Que Deus abençoe sua criação, sua família e sua jornada.


Fim

Fonte: vídeo "Da pobreza à riqueza Como alimento minhas 50 galinhas sem gastar um centavo"  in  https://youtu.be/vWPRLmN-CM0  |  Canal Investindo no Galinheiro Brasil