📺️(983)_Olavo Revela: Quem Realmente Manda no Brasil Não é o STF!


 

Mas eu sei o que é o leninismo, eu sei quais são os princípios da organização comunista. Eu li não só o Lênin, mas li Malthus et Tung, li um monte de coisa. Eu sei o que esse pessoal tá fazendo, vocês não sabem.


E quando aparece alguém que estudou e diz, já tá todo mundo quer dar seu palpite. Tipo, ah, eu aprendi muito com o Olavo, mas agora eu já estou grandinho e eu penso por mim mesmo. E eu fico pra pensar, pensar por si mesmo não é fácil.


Pensar por si mesmo, dizer conhecimento, você não tem isso. Tô gravando este vídeo porque no Brasil, como se sabe, é preciso explicar, depois desenhar a explicação, depois explicar o desenho e daí desenhar a explicação do desenho. Isso porque, nesse país, ninguém perde a oportunidade de ouro de não entender alguma coisa.


A minha gravação de ontem, embora estivesse bastante clara, já imediatamente suscitou várias dúvidas. A Carla Pola escreveu um negócio dizendo, onde já se viu, nunca esperei que tivesse de aderir a uma igreja bolsonarista onde ninguém pode divergir, mais ou menos no mesmo sentido. Outras pessoas se pronunciaram, até a Janaína Pascoal disse, ela anunciou, há 30 anos o pessoal vem anunciando o fim do Olavo de Carvalho e a Janaína também, porque ela acha também a mesma coisa.


É o seguinte, gente, vocês não têm a menor ideia do que é militância, vocês não sabem. Você pensa militância, você pensa assim, a população fiel que segue um cara. Vocês são loucos, isso é a massa, gente, isso não é a militância.


Militância é que é a militância que mobiliza a massa e a dirige. Militância são pessoas treinadas para dirigir o movimento de massa. Dentro da militância é que se discute, dentro da militância é que se diverge.


E quando se chegou à conclusão, daí todo mundo obedece. Primeiro é o lugar onde tem a discussão. Isso é assim, mas dentro do torno de Lênin, vocês não sabem ainda.


Esse pessoal não estudou nada, nada, nada de movimento comunista de Lênin. Dá um livro de Lênin para o pessoal ler, eles não entendem. Então, gente, vocês estão dando palpito em coisas que vocês ignoram, porra.


Por que não pergunta antes de sair rugando? Daí veio também o Felipe Moura Brasil, disse, ah, o Olavo mandou criar a militância e está lá o Alan dos Santos, já imediatamente convocando a militância. Não mandei, porra, nenhuma, Felipe. Quer dizer que eu estou falando que precisa constituir uma militância e você responde como se essa militância já existisse e eu fosse o chefe.


E eu estou passando ordens. Eu não dei ordem para ninguém, inclusive achei errado o que o Alan fez. Telefonei para ele para reclamar, mas ele não vai mudar o negócio.


Ele já fez, ele fez o que quis. Eu não tenho poder de comando sobre militância nenhuma, porque a militância não existe. O Alan não é meu militante, ele é apenas um leitor meu, como você também é. Quer dizer, que besteira é essa, porra? Então, todo o pessoal já diz assim, ah, ele citou o Lênin, ele é leninista, ele é comunista.


Mas o que que há, porra? Será que eu estou sempre falando com analfabeto? Não é possível uma coisa dessa. Então, gente, eleger o presidente sem você ter uma militância para apoiá-lo, tá certo, é jogar o homem no meio dos leões para ele ser destruído, como de fato durante todo este ano foi o que tem acontecido. O pessoal da esquerda tem militância organizada? Militância é assim, é pessoal que se reúne toda semana, tem textos para estudar, tem discussões, tem tema.


E quando chega na conclusão, daí é obrigatório para todo mundo. Mas até lá se discute livremente, não é isso? Agora, o que a Carla está entendendo como militância, é uma espécie assim, nós somos fiéis de uma igreja. E o que que besteira é essa? Quer dizer, você nunca ouviu falar de militância, você ouviu a palavra militância, né? A Janaína também não tem ideia do que é a militância.


Aliás, ela não tem ideia de nada, né? A Janaína vive toda hora dizendo, ah, nós não podemos fazer o que o coletivo da direita diz. Escuta, você pegar um termo e simplesmente inverter, dizer, ah, eu não quero ser, como é que se diz? O avesso do PT. Do que quer dizer isso, gente? Isso não quer dizer absolutamente nada.


Isso é coisa louca, é só trocar a palavra de lugar para obter um efeito. Essa é retórica ginasiana, porra. Então, é claro que se você vai fazer uma militância, você vai ter que aprender com todas as organizações militantes que já houve no mundo.


E vai ter que aprender um pouquinho cada uma delas, inclusive a militância comunista, que é o óbvio do óbvio. Porque você não conhece outra militância mais eficiente do que a militância comunista. Então você não quer aprender com ela, ah, eu não quero ser parecido com ela.


Então você está pedindo para apanhar dela. Outra coisa, esse negócio do STF, esse pessoal acredita, muita gente acredita que o centro do poder é o STF. E o quê? Isso mostra um analfabetismo político monstruoso.


O STF se criou a si mesmo, ou ele foi criado pela esquerda ao longo de 40 ou 50 anos de esforços. Esse pessoal da esquerda começou a formar esses meninos do STF quando eles estavam na faculdade de direito. E levou 40 ou 50 anos para botar eles lá.


O STF é um órgão da esquerda, ele não comanda a esquerda. A esquerda o comanda. Experimenta um desses ministros contrariar ou descontentar a esquerda para ver o que acontece.


Vocês não ouviram falar do teoriza-vacas, não? Outra coisa, vocês não viram a vida do Gilmar Mendes? Gilmar Mendes era um homem da direita, era um liberal conservador. Por que ele mudou? Porque mandaram mudar. E ai dele se desobedecer.


O centro de comando não está no STF. O STF é um órgão oficial. O STF é um órgão oficial.


Órgão oficial no mundo da esquerda é a fachada, é a parte externa. Quem manda é quem está lá no fundo, porra. Você nem sabe quem é. Se você perguntar quem é o comitê central da esquerda, você não sabe quem é. Eu também não sei atualmente.


Antigamente sabia, agora não sei mais. Então, é aquela frase do René Guénon. O segredo é da essência do poder.


Então, quem manda no Brasil é o comando central da esquerda, meu Deus do céu. Em parte, você os identifica por ter alguns participantes do foro de São Paulo, mas outros você nem ouve falar. É estes que nós temos que destruir, gente.


São eles que põem os ministros no STF. Uma militância. É da militância que saem os quadros que ocupam o poder quando o partido chega ao governo.


Agora, por exemplo, o Bolsonaro precisa nomear não sei quantos mil desembargadores. Ele não tem quem nomear. Só tem gente da esquerda aparecendo.


Por quê? Porque não tem militância da direita. Não tem militância bolsonarista. Se tivesse, os quadros estariam prontos para ocupar os lugares.


Dá para entender o que é militância? Militância não é o povão. Militância não é a massa. Militância é quem dirige.


São profissionais que dirigem a massa. Às vezes profissional não quer dizer que está recebendo. Uns recebem, outros não.


Em geral, a militância paga para sustentar o partido, para sustentar o movimento. E faz isso pensando no quê? Um dia nós chegamos ao poder, daí eu tenho um cargo lá em cima. Mas é um dia, não é no dia seguinte.


Esse pessoal da direita votou no Bolsonaro e no dia seguinte eles já querem um cargo, porra. Que gente ridícula. Vocês não têm ideia do que é tomar o poder, portanto não têm ideia do que é militância.


Nenhum de vocês tem. Nenhum de vocês estudou isso. E esse que é o problema.


Agora, você quer fazer um movimento contra o STF? Faça, meu filho. A esquerda vai acabar com você. Porque a esquerda tem o controle total da mídia inteira.


Há 50 anos tem isso ou mais. E o controle total de todas as universidades. O que é a mídia? A mídia é a política do dia.


É o poder presente. O que são as universidades e a classe política do futuro? Os caras têm o presente e o futuro na mão. E têm desde um longo passado.


E vocês não estão atacando essa gente. Vocês estão atacando símbolos metônicos. Veja, esse negócio de combate à corrupção.


Vocês não entendem o seguinte. Corrupção é o nome de um instrumento. Não é o nome de um inimigo.


Assim, é como luta contra o terrorismo. O que é isso? Terrorismo é um instrumento. Você está combatendo o instrumento e você não sabe quem está manejando o instrumento.


Porra, corrupção é a mesma coisa. Corrupção é um instrumento de poder. Ela não é o detentor do poder.


Não é isso que você tem que combater. Você tem que combater os grupos que dirigem o processo. Para daí você passar a dirigir o processo.


É muito difícil entender isso. Para brasileiro, é. É porque esse pessoal simplesmente não estuda. Se perguntar para todas essas pessoas que estão dando palpite.


Quando você lê o livro de Lênin, você leu. As obras completas de Lênin, gente, são 54 volumes de 600 páginas cada um. Eu não li inteiro.


Eu li até onde dava. Mas eu sei o que é o leninismo. Eu sei quais são os princípios da organização comunista.


Eu li não só o Lênin, mas li Malthus et Tung, li um monte de coisa. Eu sei o que esse pessoal está fazendo. Vocês não sabem.


E quando aparece alguém que estudou e diz, já está todo mundo quer dar seu palpite. Ah, eu aprendi muito com o Olavo, mas agora eu já estou grandinho e eu penso por mim mesmo. E eu fico para pensar, pensar por si mesmo não é fácil.


Pensar por si mesmo, dizer conhecimento, você não tem isso. Então, quando você diz que está pensando por si mesmo, você está repetindo uma besteira que você ouviu de alguém. Talvez ouviu, sei lá, do Lobostão, ouviu da Liliana Hina, ouviu de outro boboca.


É isso que vocês estão fazendo. Acorda, porra! O problema no Brasil, quando eu falo Foro de São Paulo, eu não estou me referindo à entidade oficial, entre aspas, Foro de São Paulo. Eu estou me referindo ao conjunto de pessoas que participam disso, que organizam isso.


E estou me referindo, sobretudo, à atividade central do Foro de São Paulo, que não são as assembleias, que são os encontros discretos entre governantes. Tipo, sim, Lula e Chávez, Lula e Raul Castro, etc, etc. Entre os caras que comandam.


O Lula mesmo declarou que a coisa funciona assim. Daí vai o repórter da Veja. Lá tem os velhinhos discutindo teoria e ideologia.


Isso aí está ultrapassado. Está ultrapassado, está tão ultrapassado que está mandando em vocês, porra! Eles ficam contando vantagem, né? Assim, o brasileiro, quando conta vantagem, é aquele negócio do peidei no pau dele, entendeu? É uma coisa horrorosa, porra! A gente tem que aprender a vencer. Outra coisa, quem venceu não foi vocês, foi o Bolsonaro.


É a liderança pessoal dele que conseguiu isso. A simpatia pessoal dele, que todo o povo ama. É isso que foi a única força da direita, foi essa.


Não foi organização, não foi militância, não foi nada. A força foi o seguinte, os caras se inspiraram em algumas coisas que eu escrevi. Eles leem um pouquinho, eles leem assim.


No máximo, o imbecil e o mínimo. Se eu perguntar para ele qual é o elemento da minha filosofia, o cara não sabe o que é, entendeu? O que é a tripla intuição? Qual é a minha definição da psique? Em que camada da personalidade você está? E assim por diante. O que é o conhecimento por presença? O cara não sabe nada.


Ora, se você não sabe nada dos princípios da filosofia do cara, você não vai saber qual é. Você não vai entender a política dele, muito menos. Então, não pode esquecer que livros como O Mínimo e O Imbecil são livros populares. Não são a minha filosofia, não são o meu pensamento político, não são nada disso.


É apenas polêmica popular, polêmica jornalística. Os artigos da série Cartas do Terrac são muito mais profundos e muito mais sérios do que está nesses livros aí. E do que está no Facebook, então nem se fala.


O meu curso de filosofia política, quem acompanhou isso aí? Eu dei o curso três vezes e não estudaram nada. Então, como é que é discutir as minhas ideias? Quer dizer, cria-se e apareça, porra. Inclusive, sobretudo, você, Janaína.


Você, a sua especialidade é eloquência histérica. Quer dizer, depois que já existe um movimento de massa, chama a Janaína para representá-la, ela vai no palco, grita, tem ataque histérico e atrai gente com isso. Quer dizer, você personifica o movimento, você é um porta-voz, você não é líder de coisa nenhuma, nunca liderou nada e não sabe o que é isso e vem querer me dar lição.


Agora, o Filipe, o Filipe estudou alguma coisa das minhas obras, mas ele está iludido porque ele pensa que o Alan dos Santos agiu sob meu comando. Eu não mandei o Alan fazer nada, inclusive eu reclamei do que ele fez, mas adianta reclamar? Não, ele continuou fazendo. Ele tem o direito de fazer, é da cabeça dele.


A militância não existe e o Olavo não é líder de uma militância. Quando é que vocês vão entender isso? Vocês não sabem estudar sequer a função social de um escritor, vocês não têm ideia porque vocês nunca estudaram isto. Vocês estudaram a vida do Solzhenitsyn? Será que o Solzhenitsyn era líder de uma militância? Será que o Dostoiévski era líder de uma militância? Não tem ideia, pô.


Então, é isso aí, gente. Vê se entende o que eu estou falando. Militância é absolutamente necessária.


Militância não é povão, militância não é a congregação dos fiéis. É outra coisa completamente diferente, tá bom? Vê se entende. Eu costumo dizer que existem, basicamente, três formas do poder que se diferenciam por três tipos de meios de ação.


Não são três meios de ação, mas três tipos. Cada um contém milhares. Aqui seria, então, vamos dizer, o chamado poder político-militar que se impõe na base da morte, ameaça de morte ou dano físico considerável.


Segundo, você tem o meio econômico, o meio financeiro, que consiste em você fornecer ou negar uma certa vantagem, um proveito que você oferece ao sujeito. O poder econômico pode usar o meio político-militar? Pode, mas ele tem que comprá-lo primeiro. Diretamente, ele não pode.


O fato de o sujeito ter um montão de dinheiro garante que ele pode intimidar você? Não, não é isso? Agora, ele pode, talvez, contratar um pistoleiro para matar você, mas aí já é o segundo ponto. Ele vai ter que, primeiro, convencer o pistoleiro. Portanto, já é um poder de segundo grau.


E, no terceiro, você tem os meios intelectuais ou psíquicos, que é o que eu estou usando aqui. Quer dizer, você convencer as pessoas de alguma coisa, mas alguma coisa pode ser, como aqui, apenas uma teoria. Eu estou explicando uma teoria, mas pode ser também um programa de ação.


O sujeito pode fazer um programa de ação e induzir as pessoas a seguir aquele programa, a servir aquele programa. Esses três meios de ação, eles entram em cena com velocidades diferentes. O único que entra de maneira imediata é o primeiro, é a ação político-militar.


Não é isso? O poder financeiro já supõe uma negociação. Portanto, o dinheiro não tem poder imediato. Isso é coisa impressionante.


Por quê? Quando o sujeito está sem dinheiro, está com pouco dinheiro, ele cria uma noção fantasiosa do dinheiro. Ele diviniza o poder do dinheiro e acha que o dinheiro pode tudo. Ele acha, por exemplo, que o Bill Gates tem muito poder porque ele tem muito dinheiro.


Eu digo, o dinheiro não é nada, meu filho. Ele tem os três meios de ação à disposição, senão não mandaria nada. Então, é isso.


Claro, ele começou com o dinheiro? Não, ele começou com o poder intelectual, convencendo as pessoas a trabalhar no negócio dele. Se ele não tivesse conseguido fazer isso, ele não teria dinheiro nenhum. Então, o primeiro é sempre o poder intelectual, o poder da inteligência.


Não é isso? E o último é o poder da ação física. Esse é o mais imediato, aquele lá é a origem remota. A origem remota é intelectual e, no fim, você tem uma ação física.


E, no meio, você tem o dinheiro e os meios derivados dele. Portanto, um preceito básico para você estudar qualquer situação política, quais são os meios que o agente dispõe? Eu nunca vi um sociólogo, um cientista político, economista brasileiro se preocupar com isso. Então, por exemplo, no ano em que eu previ que o PT, pela primeira vez, iria ganhar a eleição presidencial, que o Los Angeles Times tinha chamado 12 especialistas, brasileiros e americanos, para prever o resultado da eleição.


Todos diziam que o PT ia perder. E eu disse o seguinte, a vitória do PT não é somente certa, mas inevitável. Por quê? Um motivo muito simples, somente o PT tinha meios de influenciar o eleitorado, os outros não tinham.


Eles não tinham militância suficiente para isso. Porque uma coisa é você falar um negócio na televisão, outra coisa é você estar na porta das pessoas, você estar na fábrica. Ou seja, o PT tinha meios de influenciar as pessoas diretamente, os outros partidos não tinham.


Os outros partidos viviam do quê? Do seu próprio prestígio adquirido, quer dizer, presidências anteriores. Ah, o sujeito foi presidente do Brasil. Bom, isso aí dá um prestígio, mas isso dá um poder, dá um meio de ação? Não dá de jeito nenhum.


Ser ter sido presidente, o filho do Collor também foi. Grande porcaria. Quando houve aquela campanha contra o Collor, eu imediatamente falei, ele está liquidado.


Por quê? O pessoal que estava contra ele tinha militância organizada. Ou seja, a militância é uma rede de comandos que são transferidos a determinados grupos que obedecem imediatamente. Então, de atá às tantas horas, temos que estar em tal lugar fazendo tal coisa.


E o Collor tinha o quê? Tinha apenas o apelo difuso a um eleitorado vago. Eleitorado não é militância, gente. O eleitor só vota porque quer.


Se ele escolhe o seu candidato, por milhões de motivos. Mas o fato de um sujeito escolher um candidato implica que o outro escolha o mesmo candidato? Não, mas na militância, se um militante faz uma coisa, o outro também tem que fazer. Então, militância é massa organizada.


Então, não tem competição. O Fernando Collor está liquidado. Quando ele fez aquele apelo ao público, vocês saiam de verde e amarelo, todos saiam de preto, né? Eu falei, está na cara que é um amador.


Esse sujeito não entende nada, nada, nada de política. Ele está no pré-primário. E os assessores dele também.


Agora, eu não sei por quê, se as pessoas tinham fama de ser, ah, eles são uns espertos, são não sei o quê. Não são espertos nada, bicho. São espertos que nem os ministros do Bolsonaro são espertos.


São feitos de trouxa toda semana, porra. Agora, esses canais de internet que são entusiastas do Bolsonaro, qualquer coisinha que o Bolsonaro faz, ah, foi uma vitória espetacular, ele esmagou a esquerda e tal. É tudo furado.


O Bolsonaro, ele tem popularidade, como o Collor também tinha. Isso dá autoridade de poder para ele? Não dá, porque ele depende do amor que o pessoal tem por ele. O amor, quando você é forçado, ele deixa de ser amor, meu Deus do céu.


Então, ele só pode contar com isso. O povo o ama, não tem a menor dúvida. Mas quanto o ama? Ao ponto de sair, aplaudir, tudo bem.


Ama ao ponto de morrer por ele? Não. Do outro lado, tem gente disposta a morrer para acabar com o Bolsonaro? Milhões. Então, esta é a situação real.


Não é difícil fazer essas análises, gente. Vocês estão aprendendo aqui, vão aprender e vão fazer também. Exercitem-se, né?