O escândalo do Banco Master tem novas revelações e personagens.
O ministro André Mendoza bloqueia 22 bilhões de reais dos investigados. Ladrão, corrupto, vigarista, rato, pilanta, canalha. 129 milhões de reais da mulher do ministro do Supremo, Alexandre de Moraes.
Só que foi a mulher dele que fechou o contratão? Não, foi o próprio ministro Alexandre de Moraes. Esse contrato de 129 milhões da minha esposa com o Banco Master vai dar muita conversa ainda. Então arquiva isso aí, por gentileza.
Mais tarde conversamos. E o controle disciplinar de todos os juízes por causa do CNJ, que está subordinado ao Supremo Tribunal Federal. De forma que eles têm hoje, nas suas mãos, toda a concentração de tudo o que se passa sobre a justiça e sobre a legalidade neste país.
11 pessoas. E pessoas que estão dentro de uma verdadeira bolha e com um ego extremamente inflado. Porque não se pode dizer que um ministro do Supremo é feio.
Porque isso pode ser uma difamação. Não sabem o que vocês estão fazendo. Vocês estão pegando e dando ao Supremo Tribunal Federal todo o controle desta nação.
Isso não pode, isso não é possível. Vocês vão ver o que é que vai acontecer. Meus amigos, o fim de Xandão não é mais uma possibilidade distante.
Ou é impeachment ou é prisão. Eu já começo esse vídeo te fazendo uma pergunta direta e sem rodeio. Depois de tudo que ele fez ao Brasil, você acredita mesmo que só um impeachment seria um preço justo a pagar? Porque algo muito sério está acontecendo.
Uma juíza veio a público, rompeu o silêncio e jogou tudo no ventilador. A grande mídia que por anos passou o pano, como a Globo, a CNN, a Pandi, entre outras, mudou completamente o discurso. E quando isso acontece é porque o cerco está se fechando e o castelo começou a roer.
O que eu vou te mostrar que agora vai te deixar de boca aberta. Você vai entender porque o fim da linha chegou para Xandão. Meus queridos, antes de continuar esse vídeo, deixe um joinha para o YouTube não enterrar nesse vídeo.
Eu preciso da tua ajuda. Compartilhe esse vídeo. Se você está chegando aqui e não é inscrito, inscreva-se aqui no canal ativando o sininho das notificações.
O que nós estamos assistindo não é justiça, é concentração do poder. Decisões monocráticas que atropelam o Congresso, censura disfarçada de defesa da democracia, escândalo na hora do Banco Master, perseguição seletiva onde uns são esmagados e outros blindados, e mais grave, ninguém voltou nisso. Quando uma juíza rompe o silêncio e expõe o que acontece nos bastidores, isso muda o jogo.
Porque não é a opinião da internet, não é a narrativa da oposição, é alguém de dentro dizendo isso passou todos os limites e precisa ter um basta. Hoje na prática o STF não apenas julga, o STF governa. Decide quem pode falar, decide quem pode concorrer, decide quem deve ser silenciado, quem pode ser investigado e quem jamais será.
Isso não é democracia, isso é poder absoluto. É autoritarismo. Mas a história já mostrou várias vezes que quando alguém passa a mandar mais do que o próprio executivo, mais do que o legislativo e mais do que o voto popular, mais do que a população, o país inteiro começa a pagar o preço, mas uma hora a casa cai.
Por isso o impeachment começa a ganhar força, mas a pergunta que cresce nos bastidores é tirar apenas o cargo resolvo ou ele deveria ir mesmo para a prisão? Bora reagir a este vídeo que explica certinho o que está acontecendo e o que pode acontecer. E eu já te pergunto, você, pra você, a resolução desse problema seria só impeachment ou prisão pra esses que estão destruindo o Brasil? Responda aqui abaixo nos comentários e bora reagir comigo. Meu grande desafio em qualquer processo é entender o que é certo, decidir de modo certo e fazer isso, Ana, sem... pelos motivos certos, ou seja, simplesmente pelo dever de fazer o certo.
Por isso que eu não tenho a pretensão de ser uma esperança ou alguém diferente em algum sentido, com algum dom especial, não. Eu tenho só a expectativa de tentar fazer o certo pelos motivos certos. E acho que esse é o papel de um bom juiz.
O papel do bom juiz não é ser estrela. É simplesmente assumir a responsabilidade e julgar. E, como eu sou cristão, pedindo a Deus que eu julgue de forma certa.
Reconhecendo, ao mesmo tempo, que não somos perfeitos. Meu desafio pra você, como advogado do século XXI, é definir adequadamente qual o seu objetivo de vida. Que não seja ganhar dinheiro, por favor.
Esse é um objetivo, mas não é um objetivo de vida. Você ganha muito dinheiro, mas como consequência de bons princípios postos em prática. Com visão de futuro, com preparo, com coragem, com perseverança, com resiliência, com gratidão, com lealdade, com sabedoria, com humildade, discernindo entre o certo e o errado.
E fazendo o certo, pelos motivos certos. Buscando soluções, encontrando saídas legítimas à luz da lei. E me permitam, talvez, só consignar um último ensinamento que aprendi ao longo da minha carreira profissional.
Vida profissional há, basicamente, em qualquer área. Pública, privada, direito, jornalismo, medicina. Há, basicamente, três tipos de pessoas.
Um número que não é maioria, mas que dá muito trabalho. É a pessoa que cria problema. O prazer da pessoa é criar problema.
Onde ela chega, vira problema. Reclama de tudo. Nada está bom.
Não faz nada, mas tem uma língua. Eu acho até que não é a maioria. Vamos ver se vocês concordam comigo.
O segundo grupo, para mim, é a maioria. São os indiferentes aos problemas. É aquele que quer passar desapercebido.
Que nunca é com ele. Que nunca ajuda. Não colabora.
Não cria problema, mas também não conte com ele. É aquele que chega... Vou falar que eu que fui servidor público quase a vida toda. Chega lá na repartição pública.
Ele quer não ser visto nem notado. E quando dá o horário, ele já quer estar saindo rápido, de fininho, para ninguém perguntar nada para ele. Esse, para mim, é a maioria.
Agora, há um grupo de pessoas que é diferenciado. São aqueles que resolvem problemas. Esse é a minoria.
É um grupo pequeno, mas que faz toda a diferença. Na OAB, na sociedade, na justiça, nas empresas, no serviço público. Talvez o grande desafio você não ser o criador de problema, você não ser indiferente aos problemas, mas eu tenho certeza que há espaço sobrando de oportunidades para aqueles que estão dispostos a resolver problema.
O profissional do futuro, ele vai ser aquele que é capaz de resolver problema. É o que vai se destacar. Eu fui advogado geral e ministro da justiça na AGU, um corpo técnico muito sólido, bem preparado.
Nós não tínhamos tanta dificuldade de ocupar os cargos mais relevantes da instituição. Quando eu fui para o Ministério da Justiça, o Ministério da Justiça não tem uma carreira própria. Então, nós tínhamos que procurar, num universo amplo e mais desconhecido, pessoas-chave para os postos.
Às vezes eu achava uma pessoa super bem preparada, mas quando eu colocava nesses critérios de resolução de problema, criador de problema ou indiferente, não achava. Como era difícil conciliar preparo com capacidade de resolução de problema. Nós precisamos dessas pessoas.
O Brasil precisa de advogados que resolvam problemas de forma séria, ética e responsável. O 8 de janeiro, tudo o que eu já analisei, tudo o que eu vi, foi uma forma de conseguir colocar para toda a nação a finalização de uma narrativa, narrativa extra, que levaria a tirar-se Bolsonaro das eleições de 2026. De forma que, para mim, o 8 de janeiro foi exatamente isso.
Porque aquelas pessoas que estavam nas portas dos quartéis, com o terço da mão, rezando, fazendo tudo. Vários amigos meus faziam parte dessas. Tanto em Salvador, como aqui em Brasília, diziam, aquilo ali é uma ordem total.
Os militares nunca fizeram absolutamente nada. Tanto que no dia, e isso está tudo provado, no dia 8 de janeiro, quando os militares chamaram aquelas pessoas e disseram, entre nos ônibus que agora nós vamos para a Praça dos Três Poderes, eles foram, achando que alguma coisa ia acontecer. Filho, eu não posso aceitar.
No dia 8 de janeiro foi o dia onde queriam dar o golpe final. O golpe final com mulheres de 73 anos, de 61 anos, vendedor de picolé, vendedor de bandeira. Um governo, que enquanto governo abriu um prazo de transição do governo Lula, que nomeou os ministros militares apontados por Lula.
Esse homem fez tudo isso, depois saiu, foi para os Estados Unidos e deu um golpe. E golpe, sem soldado, com aquelas pessoas que estavam na porta dos quartéis? Eu não posso acreditar. Não é crível.
Não é crível. A história contará isso. A história contará isso.
Não adianta. Não entra na cabeça de ninguém só uma pessoa que seja totalmente podelugulada para aceitar que seja verdadeiro esse golpe. Podem ter pensado em golpe, sem dúvida alguma.
Porque as eleições estavam sendo muito contestadas, estava faltando o código-fonte, e o código-fonte quer o código-fonte. E por isso mesmo, enquanto o código-fonte não chegar, eu não acredito nessas eleições. Isso tudo pode ter incendiado não só o ex-presidente, como as pessoas que rodeavam.
E eles pensaram, então, o que é que vocês acham? A gente tem margem de fazer com que isso não brote? Nunca em direito, pensamento foi golpe. Nunca. Nós aprendemos no segundo ano da faculdade de direitos.
Até uma frase que tinha em meu livro de direito penal. Penseiro não faz engabela. Ou seja, pensamento não faz crime.
Todo mundo que estudou direito sabia disso. Eles podem ter pensado, mas isso não é crime, não. Não é um crime.
De forma que eu entendo que eles pensaram, pensaram, pensaram sim. Houve ainda a participação do ex-presidente Bolsonaro, porque era um boca-rota, e chamava militar, dizia o que ia fazer, o que ia acontecer. Enquanto era presidente, alguém acreditava naquilo.
Eu dava risada. Coitado, fica dizendo, chamando militar, dizendo que vai chamar, que vai fazer, vai acontecer. Aquilo era só bravata.
E quando ele foi? Quando ele perdeu, ele ficou bem quieto. Então, eu, analisando como cidadã brasileira, analisando tudo isso, porque eu não sou bolsonarista, absolutamente. Eu, inclusive, quero dizer que no primeiro turno eu nem votei.
Eu não acreditava em Bolsonaro. Eu não acreditava. Achava que ele foi um militar indisciplinado, tinha muitas culpas de fazer.
Tanto que me convidaram pro governo e eu não aceitei. Ele chegou até a me telefonar. Ministra, precisamos muito do seu governo.
Qual passo, ministra? Ele não explicou. Era o Bibiano, que foi aluno meu. Logo no começo do governo.
Logo no começo do governo. E quando ele não tinha ainda tomado posse, o Bibiano botou pra ele falar comigo. Eu falei.
Eu chamava ele capitão. Capitão, eu estou aqui para servir ao seu governo no que o senhor vai precisar. Mas não para assumir cargo.
Eu sou advogada, já tenho o meu escritório, tenho o meu compromisso com os meus clientes e com os meus juízes e com os meus advogados que estão comigo. Eu não posso assumir. Mas estou aqui pra o que o senhor quiser.
E quero lhe dizer que eu tenho duas prioridades. As minhas prioridades são poder judiciário, que muita gente não sabe mexer no poder judiciário, no poder legislativo. Eu tenho esta prioridade.
E a outra prioridade seria o direito da mulher. Falei isso com ele. Não quero nada.
Tem um tribunal federal onde não posso dar esta culpa ao ministro Fachin. Eu não posso. O ministro Fachin não fez isso sozinho.
E o ministro Fachin não deu aquele voto e levou lá e todo mundo, ó, não. Aquilo tudo é combinado. Bolsonaro não pode mais ser presidente de forma alguma.
Quem é que a gente vai votar? A esquerda não tinha mais ninguém. Todo mundo estava comprometido. O que é que faz? Faz uma enquete.
O único que sobrou. Lula da Silva. Mas ele está condenado.
Como é que faz? E a gente já julgou uma porção de coisa dele. Como é que faz? Desmoraliza a Lava Jato. Nunca os olhos da população tiveram tão voltados para o comportamento de Mendonça.
Valter, cuidando dos casos INSS, Bancomaster, Mendonça vira o superpoderoso do Supremo? Vitória, bem lembrado pelo Olavo, procedimento do atual presidente, novamente presidente do Senado da República, Davi Alcolumbre, quando o ex-presidente Jair Bolsonaro indicou o André Mendonça. Vocês lembram que ele ficou meses, meses, completamente diferente do que está acontecendo agora, nos pedidos de abertura de uma CPI do Bancomaster, ou nos pedidos de impeachment de ministros, em que ele senta em cima, com o seu peso, ele senta em cima desses pedidos. Naquela época, ele sentou em cima da indicação de um ministro estético, o ministro André Mendonça.
Não me lembro nem se fez a mesma coisa o Nunes Marques. Até o Olavo pode me ajudar se ele fez a mesma coisa. Toda escolha tem consequências.
É óbvio que o ministro não diria que ele guarda Rancor e que ele tem mágoa, mas também é evidente que ele vai ter um olhar diferente do olhar do ministro Dias Toffoli. Com relação a se é suficiente mudar a relatoria para que as coisas, enfim, aconteçam e para que determinadas autoridades caiam, eu diria que esse é o nosso caso do Epstein no Brasil. Esse escândalo do Bancomaster, agora tem um documentário de um outro programa que é importante para a direita brasileira, um trabalho, que aliás está no bojo de tudo isso, porque foi um documentário do Brasil Paralelo, lá atrás, sobre a facada do presidente Bolsonaro, que escancarou essa assimetria nas decisões.
Agora tem um documentário do Brasil Paralelo falando a respeito de uma tal de casa em Trancoso e das festas que aconteciam lá e quantas outras mais? E o que não estará nesse celular? E uma notícia da semana passada que assim como houve o relatório das conversas vazado, e o vazamento é tão antigo quanto a própria existência da imprensa, só que antes era para a Globo, vazavam tudo contra nós. Agora a maré virou um pouco. Dizem que viria também o relatório em relação às conversas do outro ministro, do todo poderoso da República, não vou nem dizer o nome, porque todos nós temos receio do que pode acontecer, já visto aí o presidente da associação dos fiscais da Receita Federal.
Mas diz que viria um outro relatório a respeito disso também. Que venha tudo isso. Mas já é mais do que suficiente, tudo que já sabemos, inclusive o contrato de 130 milhões de reais, para que tudo isso tivesse caído.
Não caiu até agora, exatamente porque o Alcolumbre, esse que agora ficou com medo dos seus atos no futuro, tem protegido o sistema. Sabe, nesse sentido, eu entendo que André Mendonça terá a oportunidade, a oportunidade de resgatar a admiração que em tempos, ali atrás, nós tínhamos pelo Supremo Tribunal Federal. É certo que em algum momento a gente nem sabia o nome dos ministros, mas talvez pela circunspecção, que é uma característica inerente, tem que ter a descrição, passar longe das câmeras, mas a gente também não pode esquecer, Olavo e Walter, que nós vivemos um momento onde nós somos manipulados pela rede Globo de Televisão, com 75%, 80%, 90% da audiência, e mostrando exatamente o que ela queria que nós pensássemos naquele momento.
Olha, você vai pensar assim, os caras estão decidindo ali, a gente não vai mostrar nada, está acontecendo isso no Brasil agora, mas a gente quer que você pense assim, ou assado, nós não podemos nos esquecer que a luz sobre tudo isso quem trouxe foi Jair Messias Bolsonaro. Quando Bolsonaro falou assim, olha, a gente tem que entender mais de Supremo do que de Seleção Brasileira, ele tinha absoluta razão, quando ele tentou dizer assim, essa corte tem que ser constitucional, essa corte não pode tratar de tudo para que se empodere a ponto de dar as cartas no Brasil, ele tinha absoluta razão e por isso também foi perseguido, ou seja, embora ali atrás a gente nem ligasse para Supremo Tribunal Federal, nomes que por ali passaram, enfim, provavelmente a gente também estava sendo manipulado, a gente não pode achar que era perfeição, não, não dá para achar, porque eram homens também, mas homens blindados pelo silêncio da imprensa, que era o único caminho para que a gente pudesse obter informações, a gente mantém ali a turma quietinha, eles vão decidindo lá, a gente só põe holofote sobre o Congresso e outras pautas do Executivo, a gente faz o brasileiro pensar assim o assado, não dá para achar que eram santos aqueles que compunham o Supremo Tribunal Federal até tempos atrás, eram homens também, a questão é que agora a gente sabe de tudo e tem André Mendonça a responsabilidade com INSS e Banco Master nas mãos de mudar a percepção do brasileiro. Olavo, eu sou muito, muito sincero, a minha esperança sobre André Mendonça é quase nula, eu não tenho nenhum problema em dizer, cético eu estou, porque os ministros que saíram defendendo o Dias Toffoli, antes de tudo acontecer, do relatório que chegou, mas a conversa que vazou, esses que saíram defendendo o Dias Toffoli, para mim colocam também suspeição sobre as suas decisões a partir de agora e um deles foi André Mendonça, que escreveu o livro do Toffoli, me diz quem é que em sã consciência dedicaria parte do seu tempo, tempo que não volta mais, a escrever um livro sobre a vida de Toffoli, me diz, me diz, ah não, agora eu tomei a decisão eu vou escrever um livro sobre a vida de um homem que não consegue passar em concurso público, de um cara que era advogado do PT, que eu sei o que defendeu ao longo da sua vida, pregressa antes do Supremo Tribunal Federal, não, agora eu vou gastar parte do meu tempo para escrever um livro sobre esse homem, meu Deus, então amigo, Olavo, eu sou muito sincero, minha esperança está assim, por um fio, entretanto está nas mãos de André Mendonça a possibilidade de resgatar a dignidade do Supremo Tribunal Federal, olá.
Saída triunfante pela esquerda. Nós sabemos, aliás ele entrou talvez pela esquerda, deve que ele ia sair pelo mesmo lugar de onde veio, enfim, quero te ouvir, Olavo. Para resgatar, desculpe a rudeza amigo, mas para resgatar a imagem do STF só fechando e fazendo de novo, nomeando novos ministros, técnicos, mudando a legislação evidente, não estou falando em golpe, mudando a legislação para que técnicos, juízes de carreira, desembargadores, enfim, possam compor essa Suprema Corte, e aí vai resgatar.
Bom, vai, ainda tenho um olhar um pouco romantizado em relação a André Mendonça. Creio que é o momento de um olhar mais meio, com calma em relação a André Mendonça. Tenho certeza que decepções ocorrerão, fato, decepções ocorrerão, mas no momento eu sugiro apoiarmos, sugiro divulgarmos, sugiro olharmos com uma lupa sem desacreditá-lo.
A partir do momento, se ele tomar atitudes de discrédito erradas, aí sim, vamos para a crítica. Nesse momento, acho que é o momento de apoio, principalmente pela cilada que eu nominei, a cilada de Alcolumbre, que já tenta criar esse empecilho em relação a André Mendonça, e também pelo volume de críticas que cairão sobre Mendonça pelas decisões contra o establishment do próprio STF. Julgará, mas trombará de frente com o STF se optar pela transparência.
André Mendonça fez uma fala duas semanas atrás, duas semanas, interessantíssimo. Ele criou lá a sua empresa de palestras, mas veio a público dizer, olha, todo lucro líquido da minha empresa de palestras será doado para cursos, instituições de caridade que trabalham com cursos na área de educação. Depois que a gente descobriu que ele tinha, né? É, exatamente.
Inclusive, ele fez essa fala. Depois que ele disse que a gente descobriu. Veio a público a situação e ele tomou essa posição.
Mas eu coloco por outro lado. Ninguém tomou essa posição. Não estou defendendo.
Na verdade, estou um pouco. Ninguém tomou essa posição até aqui. Eu creio que não vamos ter a decepção porque nós já sabemos que erros ocorrerão.
A criticidade ocorrerá, eu creio, da nossa parte pontualmente se errar. No mais, eu acho que é o momento de apoio. No mínimo tem que cair uns três desses atuais ministros da Composição presente do STER.
E, de novo, como disse o Olavo, não estou falando em golpe aqui. Acho que dentro das ferramentas institucionais que estão postas. Há muito tempo eu falo isso aqui no Endireitando, que é a minha página no Instagram, de que nós temos que eleger uma bancada majoritariamente de direita nesse ano para dar uma resposta a tudo isso no Senado da República.
Sabe que eu tenho um medo pânico? Não acredito muito em pesquisa, porque acho que a pesquisa, assim como a Globo, serve muito para nos manipular, mas que agora saiu uma pesquisa aqui de que o Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul, e a Manuela D'Ávila estão em primeiro lugar no estado do Rio Grande do Sul. Não é crível, mas vá que o Rio Grande do Sul também tem essa tradição canhota. E isso explica por que um pouco, de onde eu estou falando aqui, a decadência econômica que o nosso estado, que já foi um dos mais importantes da Federação, vem vivendo.
Esse é o catavismo, esse negócio de ser do contra. Imagine agora eleger o Eduardo Leite, que é a quinta essência do murismo, do centrão, com a Manuela D'Ávila, que representa exatamente a antítese daquilo que é tudo a gente pensa. Não vai mudar nada.
Então o nosso primeiro esforço é mudar o Senado. Colocar lá o Marcelo Van Hatten, colocar lá o Sanderson, enfim, colocar lá pessoas que têm um compromisso em fazer isso, em botar esse rio de volta no seu leito. Depois uma coisa que eu defendo há mais de ano aqui na Olho Verde, há dois anos, sei lá o tempo que eu estou aqui, que é uma reforma constitucional para botar freios e que volte, por exemplo, prevaricação a ser prevaricação.
Corrupção passiva a ser corrupção passiva. Não é o seletivismo, não é porque é de esquerda pode tudo, porque é de direita se enxerga crime onde não tem. Então, assim, derrubar uns três que já têm mais do que razão suficiente para cair, não poderiam estar mais lá.
Isso por si só vai criar um freio de arrumação. Depois mudar as coisas para daqui para frente corrigir. Isso que o Pitone você havia falado.
O seguinte, o cara juiz tem que falar nos altos, o cara tem que ter descrição, o cara tem que ter equidistância e tem que ter neutralidade. E aí entra a minha última preocupação. O Olavo falou de uma reforma ideal, de colocar juízes de carreira.
Gente, o plano de tudo isso, de fundo, foi um processo que nós fomos ingênuos ao longo do tempo. O presidente Bolsonaro, como bem disse o Pitone, denunciou que foi a instrumentalização das instituições. Tudo foi tomado.
E foi tomado porque houve um processo de doutrinação ao longo do tempo. Agora o próprio STF está julgando um escola sem partido, que foi um processo, um projeto, inclusive, que eu quando vereador em Porto Alegre, aqui em Porto Alegre, na capital do Rio Grande do Sul, liderei, protagonizei e aprovamos e o próprio judiciário derrubou, por incrível que pareça, o judiciário derrubou o projeto. Então, tudo isso começa nesse processo da escola.
Então de que adianta amanhã depois nós nomearmos juízes de carreira, se os juízes de carreira já vêm por baixo da toga, com uma camiseta vermelha e com convicções uoqueístas ou qualquer outra coisa? Então o furo é muito mais embaixo. Na minha opinião, meus amigos, o impeachment sozinho não fecha essa conta. Ele tira o cargo, mas não apaga os abusos.
Não devolve a liberdade perdida, não repara os danos causados ao país. E agora eu quero ouvir de você. Você acredita que Xandão vai pagar por tudo que fez? Ou você acha que, como sempre, os poderosos vão sair ilesos, enquanto o povo fica com a conta? Escreve aqui abaixo nos comentários, porque essa discussão não pode ser mais abafada.
Fim
Fonte:
JUIZA DA UTIMATO EM MORAES E ORDENA LIBERDADE IMEDIATA DE BOLSONARO MENDONÇA DÁ AVISO TENEBROSO!
https://youtu.be/PIWWGspK8rc
Canal Filipe Cancio
30:07
.
