Coleção de IMAGENS, ÁUDIOS, VÍDEOS, ARTIGOS, LIVROS e TEXTOS diversos (revistas e outros) com textos "scrollados" (deslizantes) e/ou no formato em PDF (com letras ampliadas e fácil de ler nos celulares). Acervo digital do Projeto Crescer Juntos (PCJ)
Guia Prático dos Termos Integrantes e Acessórios da Oração
As páginas fornecidas tratam de termos integrantes e acessórios da oração na língua portuguesa, detalhando conceitos fundamentais da sintaxe. O texto aborda o complemento verbal, diferenciando objetos diretos e indiretos, além de explicar a estrutura do complemento nominal e do agente da passiva. São explorados também os adjuntos adnominais e adverbiais, evidenciando como eles modificam os substantivos e os verbos. A obra inclui seções dedicadas ao estudo do aposto e do vocativo, categorizando suas diferentes funções e classificações. Por fim, o material apresenta exercícios práticos acompanhados de exemplos para fixação do conteúdo gramatical abordado.
Gramática Vestibular: Termos Essenciais da Oração e Pontuação
O material apresentado constitui uma apostila de gramática da língua portuguesa voltada para a preparação de estudantes para exames vestibulares. Os documentos detalham a estrutura sintática das frases, focando nos termos essenciais da oração, como o sujeito e seus diferentes tipos, além do predicado e suas classificações. Também são abordadas as regras de pontuação, especialmente o uso correto da vírgula na separação de elementos oracionais e termos intercalados. Adicionalmente, o conteúdo inclui textos analíticos e exercícios práticos com questões de múltipla escolha para fixação do conteúdo abordado. Por fim, há discussões sobre a evolução da língua diante da incorporação de termos estrangeiros, avaliando o impacto dos anglicismos no vocabulário nacional.
O texto narra a trajetória de Richard Paul Evans, autor que alcançou enorme sucesso literário com sua obra de estreia, "A Caixa de Natal". A narrativa do livro foi inspirada por memórias de sua infância, especificamente ao recordar uma mãe enlutada que chorava junto à estátua de um anjo em um cemitério para lamentar a perda de sua filha. Com o avassalador sucesso da publicação, vários leitores que também haviam perdido filhos começaram a procurar o autor em busca de consolo e de uma estátua real para visitar. Percebendo que o monumento original havia desaparecido há décadas, Evans uniu forças com o escultor Ortho Fairbanks para criar um novo memorial físico. Inaugurado em 1994, o Anjo da Caixa de Natal transformou-se em um ponto de peregrinação e acolhimento para centenas de famílias enlutadas que buscam paz e conforto para suas dores.
LER OU FICAR DIANTE DA TELA? O que acontece com o nosso cérebro
Olá, meus amigos e minhas amigas!
Hoje eu quero conversar com você sobre um hábito que faz parte da vida de quase todo mundo: o uso das telas.
Televisão, celular, vídeos, redes sociais... Tudo isso está ao nosso alcance o tempo inteiro. E, depois de um dia cansativo, é muito comum pensar: “Agora eu vou descansar um pouco”.
Aí você se joga no sofá, liga a televisão, pega o celular e começa a assistir alguma coisa. Um vídeo chama outro, uma mensagem aparece, você desliza a tela... Quando percebe, já se passaram duas horas.
Naquele momento, parece descanso.
Mas será que é?
A obra que vamos conhecer hoje faz uma comparação interessante entre esse consumo passivo de telas e a leitura de um livro. E a pergunta é simples: o que acontece com o nosso cérebro em cada uma dessas situações?
## QUANDO A TELA NÃO DESLIGA A NOSSA CABEÇA
Imagine alguém chegando em casa depois de um dia puxado.
O corpo está cansado. A pessoa quer relaxar. Então liga a televisão ou pega o celular.
O problema aparece quando esse descanso vira um fluxo interminável de estímulos.
Vídeo, notícia, mensagem, rede social, outro vídeo...
A pessoa para de prestar atenção em uma coisa e passa para outra, mas continua recebendo estímulos.
Quando finalmente vai dormir, percebe que o corpo está cansado, mas a cabeça não desacelerou.
É importante fazer uma distinção: a obra não coloca toda televisão ou todo conteúdo de tela como algo negativo. Um bom filme, documentário ou série, assistido com atenção e intenção, pode ser uma experiência positiva. A crítica é ao consumo automático, aquele em que a pessoa simplesmente fica recebendo estímulos sem participar ativamente da experiência.
## O QUE MUDA QUANDO VOCÊ LÊ
Agora pegue um livro.
Você abre a primeira página e começa a ler.
Aqui, a situação é diferente.
O livro não entrega tudo pronto. Você precisa acompanhar as palavras, manter a atenção e construir mentalmente aquilo que está acontecendo.
Se o autor descreve uma casa, você imagina a casa.
Se o personagem está correndo, você imagina a cena.
Se alguém está sofrendo, você tenta compreender aquela emoção.
Segundo a obra, esse processo envolve diferentes áreas do cérebro. O córtex pré-frontal participa da manutenção da atenção; o hipocampo relaciona a leitura às memórias; e áreas ligadas às emoções participam da experiência dos personagens.
Ou seja: ler não é simplesmente receber uma informação.
É construir uma experiência dentro da própria cabeça.
## LER TAMBÉM É IMAGINAR
A obra cita pesquisas de neuroimagem que observaram a ativação de áreas relacionadas ao movimento durante a leitura de narrativas.
A ideia é bastante intuitiva.
Quando você lê que um personagem corre, seu cérebro não precisa ficar parado esperando uma imagem aparecer. Ele constrói aquela ação mentalmente.
É como se você acompanhasse a experiência do personagem por dentro da imaginação.
E isso ajuda a entender por que a literatura pode ampliar nosso repertório emocional.
Você pode conhecer uma perda, uma aventura, uma dificuldade ou uma alegria sem necessariamente ter vivido aquela situação. A história permite que você entre em contato com essas experiências por meio da imaginação.
## SEIS MINUTOS PODEM FAZER DIFERENÇA
Agora vem um dado apresentado na obra que chama bastante atenção.
O texto cita um estudo conduzido pelo Dr. David Lewis, da Universidade de Sussex, no qual voluntários foram submetidos a situações que aumentavam o estresse. Depois, os pesquisadores compararam diferentes formas de relaxamento.
Segundo a fonte, apenas seis minutos de leitura silenciosa foram suficientes para reduzir o nível de estresse dos participantes em 68%.
Na comparação apresentada, ouvir música ficou em torno de 61%; tomar uma xícara de chá, 54%; caminhar, 42%; e jogar videogame, 21%.
Seis minutos.
Não é preciso passar horas lendo para começar a experimentar uma pausa.
A ideia é que a leitura pode ajudar a desacelerar o corpo e a mente.
## E NA HORA DE DORMIR?
Aqui está uma sugestão simples apresentada na obra: trocar o celular por um livro antes de dormir.
Muita gente leva o telefone para a cama pensando:
“Vou olhar só uma coisa.”
Só que uma coisa vira outra.
Uma mensagem leva a uma notícia. A notícia leva a um vídeo. O vídeo leva a outro.
E o sono fica para depois.
A fonte cita um ensaio clínico publicado na revista *Trials*, segundo o qual a leitura antes de dormir apresentou melhora estatisticamente superior na qualidade do sono em comparação com não ler.
A proposta, então, é criar um ritual mais tranquilo para o fim do dia.
Poucos minutos.
Um livro.
Silêncio.
E menos estímulos.
## O EXERCÍCIO DA PACIÊNCIA
Existe ainda outra questão importante.
A leitura exige paciência.
Você não consegue simplesmente pular para o final de uma história sem perder alguma coisa pelo caminho.
É preciso acompanhar uma frase, depois outra, uma página, depois outra.
E esse ritmo é bem diferente do ambiente das redes sociais, onde tudo acontece rapidamente.
Um vídeo termina e outro começa.
Uma informação aparece e desaparece.
A atenção é constantemente puxada para o próximo estímulo.
O livro faz o contrário.
Ele pede que você permaneça.
Que acompanhe.
Que compreenda.
Que espere.
E, segundo a reflexão apresentada na obra, esse exercício pode contribuir para desenvolver maturidade emocional e diminuir a reatividade associada à ansiedade.
## NÃO PRECISA COMEÇAR COM UM LIVRO DE 500 PÁGINAS
Talvez você esteja pensando:
“Tudo isso é muito bonito, mas eu não tenho tempo para ler.”
Então não comece com uma hora.
Comece com dez minutos.
Ou cinco.
A recomendação da obra é estabelecer uma meta pequena o suficiente para ser fácil de cumprir. O objetivo inicial não é ler muito. É criar um ritmo.
Escolha um livro físico, principalmente para a noite.
De preferência, uma narrativa, uma ficção ou uma biografia.
A ideia é deixar leituras mais técnicas, ligadas ao trabalho ou às cobranças do dia, para outros horários. À noite, uma história pode ajudar a levar a mente para outro ambiente.
E, se puder, deixe o celular longe da cama.
Quanto mais fácil for pegar o aparelho, maior a chance de cair novamente no automático.
## FAÇA O TESTE
E aqui está o desafio proposto pela obra.
Hoje à noite, escolha um livro.
Deixe o celular de lado.
Leia durante dez minutos.
Só isso.
Faça o teste por 30 dias e observe o que acontece com seu sono, seu humor e sua disposição.
Não precisa transformar a leitura em obrigação.
Não precisa estabelecer uma meta enorme.
A ideia é simplesmente criar um espaço de calma no meio de uma rotina cheia de estímulos.
## NO FIM, A ESCOLHA É SUA
Talvez a grande mensagem dessa obra seja justamente esta: não se trata de declarar guerra à tecnologia.
A televisão pode divertir.
O celular pode informar.
Um filme pode emocionar.
Uma série pode contar uma grande história.
O problema começa quando deixamos de escolher e passamos apenas a consumir.
Quando o hábito assume o controle.
O livro oferece uma experiência diferente: exige presença, imaginação, atenção e paciência.
E talvez seja justamente isso que muita gente esteja precisando recuperar.
Por isso, antes de dormir hoje, experimente uma coisa simples.
Em vez de pegar o celular, pegue um livro.
Leia algumas páginas.
Sem pressa.
Sem notificações.
Sem a preocupação de terminar.
Apenas leia.
Porque, às vezes, o descanso que estamos procurando não está em mais um vídeo, mais uma postagem ou mais alguns minutos de tela.
Pode estar justamente naquele livro que está esquecido na estante.
Como resume a obra: sentir é automático, mas agir é escolha.
E talvez uma das escolhas mais simples do seu dia seja também uma das mais valiosas:
No último dia 1º de maio, em Colônia, na Alemanha, foi solenemente BEATIFICADA Ir. Teresa Benedita da Cruz, Carmelita. Poucos a conhecem por este nome. Trata-se mesmo da grande EDITH STEIN, judia filósofa, fenomenóloga, discípula e colaboradora de Edmund Husserl.
Juntamente com Husserl, fez parte do seleto grupo de filósofos que influenciou sobremaneira a sociedade européia, no conturbado período compreendido pelas duas grandes guerras mundiais.
A influência de EDITH STEIN ultrapassou as fronteiras de sua pátria e, além disso, lutou para que a mulher ocupasse lugar de destaque na sociedade do seu tempo. Nome conhecido nos meios universitários da Alemanha e de outras capitais européias, sua atuação, como estudiosa e como mulher, foi de grande destaque, notadamente pela delicada situação de sua origem judaica. Mesmo convertida ao catolicismo, mais ainda, como contemplativa carmelita, jamais deixou de lado sua origem e formação hebraicas. Lutou pelo seu povo e, numa perspectiva eminentemente cristã, assumiu o destino do seu povo, oferecendo-se em holocausto para a felicidade do povo judeu.
Deixando de lado a glória do mundo, face à promissora carreira filosófica que se lhe apresentava, seu zelo de convertida colocou todo o seu saber a serviço do Novo Israel, a Igreja. Nesse sentido, sua grande influência haurida em Santa Tereza, a Grande Doutora do Carmelo, e na Ordem Beneditina. Seu orientador espiritual foi o Abade de Beuron.
Mas, as forças do mal se mostravam impetuosas. O nazismo investia contra Deus e; conseqüêntemente, contra os homens. Sem nenhum respeito à dignidade humana, preconizava o nazismo a extinção pura e simples de quem nao trouxesse nas veias o "puro" sangue ariano. Assim sendo, milhões de seres humanos e, entre eles, principalmente nossos irmãos judeus pois todos nós somos descendentes de Abraão foram exterminados pelo ódio da besta besta nazista. E entre eles, vítima do ódio racista, foi deportada a Irmã TEREZA BENEDITA DA CRUZ (EDITH STEIN), juntamente com sua irmã Rosa, aos 2 de agosto de 1942, para o campo de concentração de Westerbork. Aos 7 de agosto de mesmo ano, as duas irmãs partem para o campo sinistro de Auschwitz e, dois
dois dias depois, 9 de agosto morrem na câmara de gás.
Fim
Fonte: Boletim Arquidiocesano COMUNHÃO E PARTICIPAÇÃO, nº 07, 1987.
Santa Maria Goretti: O Martírio e a Vitória do Perdão
Este texto narra a vida e o martírio de Santa Maria Goretti, uma jovem camponesa italiana que foi canonizada em 1950 diante de uma multidão recorde em Roma. A obra detalha sua infância humilde e a tragédia ocorrida em 1902, quando ela foi fatalmente esfaqueada por Alexandre Serenelli após resistir a uma tentativa de abuso. Um ponto central do relato é o gesto de perdão da menina, que expressou o desejo de ver seu agressor no paraíso antes de falecer. O documento destaca a posterior conversão espiritual de Alexandre na prisão e seu emocionante reencontro com a mãe de Maria para pedir desculpas. Essa história é apresentada como um exemplo da vitória da santidade sobre a imoralidade e o sofrimento.
Fim
Fonte: Revista CAVALEIRO DA IMACULADA, nº79, 1985.
"a força criativa é o amor" - S. Maximiliano Maria Kolbe
AOS POUCOS ELA FOI SE ABRINDO, SE CONTORCENDO...
No Dia das Mães, nós, do Grupo de Jovens, resolvemos fazer visitas às Mães doentes de nossa cidade, em suas próprias casas.
Foi uma experiência maravilhosa: cantávamos, líamos poesias, enfim faziamos uma homenagem a elas. Elas se emocionavam muito, choravam feito crianças. Agradeciam-nos por termos lembrado delas.
Quando passávamos pela rua, paramos em frente a uma casa e lembrei-me que ali morava uma amiga minha de escola e que esta amiga tinha sua mãe muito doente. Embora não soubesse de sua doença, sabia apenas que minha amiga sofria muito com ela.
Falei com o grupo e resolvemos chegar até a casa. Vimos uma mulher sentada à varanda. Era uma mulher nova, mas quase nem nos respondeu quando a cumprimentamos. Não sabia porém, que aquela era a mãe que procurávamos, pois não a conheciamos. Pedi para que ela chamasse minha amiga. Dai a instantes a amiga chegou. Expliquei-lhe que estávamos fazendo homenagens à Mães doentes e que se ela quisesse, poderíamos fazer uma homenagem a sua mãe também. Percebi que ela teve segundos de hesitação, e depois, com um pouco de receio, que era notável em seu rosto, foi chamá-la.
Quando sua mãe voltou, ficamos até com vergonha, pois já a tinhamos visto e não a tínhamos cumprimentado.
Começamos a fazer a homenagem. No inicio ela estava séria, não se contorcia com nenhum sorriso, nem tampouco com as cartas e as palavras; mas aos poucos ela foi se abrindo, se contorcendo... Um sorriso estampou em sua face. Lágrimas correram de seus olhos. Notávamos que ela estava feliz e que chorava de emoção.
Ao terminarmos a nossa homenagem, entregamos flores a ela e fomos todos cumprimentá-la pelo seu dia. Ela, em choros, nos abraçava fortemente e nos agradecla por termos ido em sua casa. E assim fomos saindo, sempre cantando músicas tocantes.
Foi ai que descobrimos o interessante. Encontramos com vizinhos dessa senhora que nos indagavam como tínhamos tido coragem de entrar na casa daquela mãe, pois ela não recebia ninguém em sua casa e as pessoas que entravam lá, eram tocadas para fora. Até o nosso coordenador nos disse que quando nos viu entrando lá, ficou perplexo e correu para nos impedir de entrar, mas quando chegou, já tinhamos começado a homenagem.
Sentimos um grande calor em nossos rostos. Notamos que quando as pessoas são tratadas com carinho e amor, elas se tornam diferentes. Era o que tinha acontecido conosco. Tratamo-la com carinho e ela nos recebeu. Talvez a doença mental daquela mulher fosse justamente falta de amor e principalmente de calor humano. Quantas mães, talvez, se sentem assim!
Deixo aqui um apelo: "Vá além do sofrimento das pessoas. Toque no ponto nevrálgico do procedimento desse sofrimento. Não julgue as pessoas pela aparência, pois as aparências enganam!"
Cronologia de Primeiros Fatos Históricos em Aparecida
Estes documentos apresentam uma cronologia histórica detalhada dos marcos fundamentais de Aparecida, começando com o encontro milagroso da imagem em 1717. O texto registra os primeiros eventos religiosos e civis, incluindo a construção de capelas, a nomeação de líderes eclesiásticos e visitas de figuras importantes como a Princesa Isabel. Além dos aspectos espirituais, as fontes documentam o desenvolvimento urbano, como a chegada da ferrovia, a criação de escolas e a fundação de jornais locais. A narrativa visual e textual destaca a transição da antiga vila para a construção da Basílica Nova e a consolidação do Santuário Nacional. Através de fotografias e registros de datas, as páginas preservam a memória cultural e a identidade de um dos maiores centros de devoção do Brasil.
Fonte:
Almanaque de NSra Aparecida
Cronologia de
Primeiros Fatos Históricos em Aparecida
Estes documentos apresentam uma cronologia histórica detalhada dos marcos fundamentais de Aparecida, começando com o encontro milagroso da imagem em 1717. O texto registra os
Primeiros eventos religiosos e civis, incluindo a construção de capelas, a nomeação de líderes eclesiásticos e visitas de figuras importantes como a Princesa Isabel. Além dos aspectos espirituais, as fontes documentam o desenvolvimento urbano, como a chegada da ferrovia, a criação de escolas e a fundação de jornais locais. A narrativa visual e textual destaca a transição da antiga vila para a construção da Basílica Nova e a consolidação do Santuário Nacional. Através de fotografias e registros de datas, as páginas preservam a memória cultural e a identidade de um dos maiores centros de devoção do Brasil.
Fonte:
Almanaque de NSra Aparecida
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Aqui estão os 5 itens criados a partir da fonte histórica "all1aAparecida.pdf":
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### 1. Resumo Histórico (1.121 caracteres)
O documento reúne a cronologia dos principais marcos históricos de Aparecida, São Paulo. A história inicia-se em outubro de 1717 com a pesca milagrosa no Rio Paraíba pelos pescadores Domingos Garcia, Filipe Pedroso e João Alves, seguida pela construção do
Primeiro oratório em 1732. Ao longo dos séculos XVIII e XIX, o culto mariano expandiu-se com a criação da paróquia (1842), a visita da Princesa Isabel (1868) e a
Primeira fotografia oficial da imagem milagrosa (1869). A infraestrutura da cidade acompanhou a devoção, registrando a chegada da ferrovia em 1877, a fundação do jornal local em 1888 e a chegada dos missionários redentoristas alemães em 1894. No século XX, foram marcantes o
Primeiro Congresso Mariano (1904), a emancipação política com o
Primeiro prefeito em 1928 e o início das obras da Basílica Nova a partir da década de 1940. O local tornou-se o maior centro de peregrinação católica do Brasil, celebrando momentos de grande fé como a
Primeira procissão fluvial no Rio Paraíba (1967), a inauguração da Passarela da Fé (1972) e a histórica visita papal de São João Paulo II em 1980.
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### 2. 22 Tags
Nossa Senhora Aparecida, História de Aparecida, Milagre do Rio, Pesca Milagrosa 1717, Basílica de Aparecida, Santuário Nacional SP, Passarela da Fé, Turismo Religioso SP, Peregrinação em Aparecida,
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### 3. Título Sugestivo (75 caracteres)
Do Milagre no Rio ao Santuário: A História Secreta de Aparecida Revelada!
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### 4. Subtítulo Curto (62 caracteres)
Uma viagem fascinante pelos
Primeiros marcos de fé e história.
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### 5. Ideia da Ilustração e Capa do Vídeo
Ideia visual: Três pescadores em um barco de madeira no Rio Paraíba do Sul acolhendo a imagem luminosa de Nossa Senhora Aparecida sob a luz dourada do entardecer, com a majestosa Basílica surgindo ao fundo.
Capa gerada: A capa do vídeo (`capa_video_aparecida.png`) já foi criada com a ilustração completa e o título em destaque em português, estando disponível no seu painel do Studio.
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Eu que agradeço pela confiança e por permitir colaborar com a preservação dessa rica história!
✨ Se desejar, podemos também preparar o roteiro detalhado em tópicos para a narração deste vídeo ou elaborar um relatório sobre os principais marcos do século XX.
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ECOS MARIANOS 1991
Aconteceu pela primeira vez... em Aparecida
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Primeiro milagre de Nossa Senhora Aparecida: a rede dos três pescadores Filipe Pedroso, João Alves e Domingos Garcia sai atulhada de peixes após o encontro da imagem milagrosa, em outubro de 1717.
Primeiros devotos, cânticos e orações dedicados à Virgem Aparecida: 1717.
Primeiro oratório construído para nele ser colocada a imagem encontrada nas águas: 1732.
Primeiro capelão de Aparecida: padre Francisco das Chagas Lima, nomeado em 1780.
Primeira capela homônima de Aparecida: na cidade de Sorocaba, no Estado de São Paulo, em 4 de junho de 1782.
Primeiro benemérito da Capela de Aparecida: o ermitão irmão José, no dia 16 de setembro de 1794.
Primeira intervenção do Governo na Irmandade e na Capela de Nossa Senhora Aparecida: 21 de abril de 1803.
Primeiro título dado à Capela de Nossa Senhora Aparecida: "Lugar Pio", em 24 de maio de 1803.
Primeira aurora após a proclamação da Independência: em 8 de setembro de 1822, Dom Pedro I coloca o Brasil sob a proteção de Nossa Senhora Aparecida.
Primeira rua de Aparecida: o Caminho da Ladeira, em 1825. Depois o local passou a se chamar Rua da Calçada (1837). Em 1892, recebeu o nome que conserva até hoje: Rua Monte Carmelo.
O Primeiro altar da Virgem
Primeira escritura de doações de terras para Nossa Senhora: 22 de maio de 1743.
Primeiro escritor de Nossa Senhora Aparecida: padre José Alves Vilela, em 1745.
Primeiro inventário e informação escrita sobre o material com o qual foi fabricada a imagem encontrada no rio Paraíba: 5 de janeiro de 1750.
Primeira poesia dedicada a Nossa Senhora Aparecida: "Preciliana", escrita em 1756.
Primeira visita pastoral à Capela de Nossa Senhora Aparecida: 22 de agosto de 1761.
A Rua da Calçada
Primeira vez em que foi criada a Paróquia de Aparecida e nomeado o primeiro pároco, Pe. Joaquim Pereira Ramos: 4 de março de 1842.
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Primeiro cemitério construído em Aparecida, independente da igreja: 1843.
Primeira escola pública criada em Aparecida: 5 de maio de 1854, através da Lei Estadual 484.
Primeira vez em que foi dada a bênção do Santíssimo Sacramento após a missa das quintas-feiras: 23 de junho de 1854.
Primeiro serviço de água destinado aos romeiros que visitavam a igreja da Virgem Aparecida: fevereiro de 1862.
Primeira vez em que a princesa Isabel e seu marido, o conde d'Eu, visitaram, a cavalo, a igreja de Nossa Senhora Aparecida: 2 de dezembro de 1868.
ECOS MARIANOS 1991
A Primeira foto da imagem
Primeiro trem da estrada de ferro chega à estação de Aparecida: 13 de maio de 1877.
Primeira missa celebrada na "Basílica Velha": 24 de junho de 1888. O celebrante foi o cônego Joaquim do Monte Carmelo.
Princesa Isabel
Primeira fotografia da imagem de Nossa Senhora Aparecida, tirada pelos fotógrafos Robin & Favreau: 1869.
Primeira romaria organizada, a pé, que visitou o Santuário de Nossa Senhora Aparecida: veio da vizinha cidade de Guaratinguetá, em 9 de setembro de 1873.
Primeira vez que a imagem de Nossa Senhora é colocada sobre o pedestal de prata lavrada, onde se conserva até hoje: 6 de março de 1875.
Primeiro chafariz inaugurado na atual Praça Nossa Senhora Aparecida: 1877.
A imagem e o pedestal de prata
Primeiro jornal de Aparecida: tinha o título de "Voz de Aparecida" e começou a circular em 25 de junho de 1888.
Primeiro capelão-vigário de Aparecida: monsenhor Claro Monteiro do Amaral, que tomou posse em 28 de novembro de 1893.
ECOS MARIANOS 1991
Primeira vez, após a elevação de Aparecida à categoria de Curato Independente, que Dom Lino Deodato Rodrigues de Carvalho se refere à igreja da Virgem como "Episcopal Santuário de Nossa Senhora Aparecida": foi no dia 28 de novembro de 1893.
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Primeira linha de bonde com tração animal inaugurada em Aparecida: 1.o de maio de 1898.
Primeiro seminário fundado em Aparecida: a "Escola Apostólica", dos padres redentoristas, em 3 de outubro de 1898.
Primeira grande romaria organizada, de trem, que visitou o Santuário da Virgem Aparecida: veio da cidade de São Paulo, no dia 8 de setembro de 1900, e era composta por 1.200 peregrinos.
Primeira vez que circulou o jornal "Santuário de Aparecida": dia 10 de novembro de 1900.
Santuario d'Apparecida
DIRECTOR
Aparecida 10 de maio de 101 Sam. 1
Dom Lino Deodato
Primeiros redentoristas alemães partem do porto francês de Bordéus com destino a Aparecida: 5 de outubro de 1894.
Primeiras atividades dos missionários redentoristas no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida: 1.o de novembro de 1894.
Primeira menina que recebeu o nome de Aparecida: nasceu na cidade paulista de Jambeiro e foi batizada no dia 22 de maio de 1895.
Primeiro compositor de Aparecida: João Gomes de Araújo. Compôs, em 1895, o hino "Graças vos damos, Senhora".
Primeira vez na história de Aparecida que foi celebrada a festa de Corpus Christi: 17 de junho de 1897. Neste ano a Páscoa caiu no dia 18 de abril.
Primeira cidade missionada pelos padres re
dentoristas de Aparecida: a cidade paulista de Areias, em 2 de outubro. de 1897.
O Primeiro número do "Santuário"
Primeira vez que uma imagem "fac-símile" de Nossa Senhora Aparecida é levada para as Missões Redentoristas: foi a 10 de novembro de 1900, na cidade paulista de Queluz.
Primeira vez que a festa de Nossa Senhora Aparecida foi celebrada no Primeiro domingo de maio: dia 1.o de maio de 1904.
Primeira edição do "Manual do Devoto de Nossa Senhora Aparecida": 1904, ano da coroação da imagem da Virgem Aparecida.
Primeiro Congresso Mariano comemorativo do Ano Jubilar do dogma da Imaculada Conceição: 8 de setembro de 1904.
Primeira Festa de São Benedito celebrada em
Aparecida: 28 de março de 1910.
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ECOS MARIANOS 1991
O Congresso de 1904
Primeira festa de São Benedito celebrada em sua recém-construída igreja: 5 de abril de 1920.
Primeira idéia de se construir uma nova Basílica em Aparecida: dia 3 de setembro de 1926.
Primeira edição do "Almanaque de Nossa Senhora Aparecida", depois denominado "Ecos Marianos": 1927.
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Primeira profecia sobre a futura Basílica Nacional de Nossa Senhora Aparecida: saiu no "Almanaque de Nossa Senhora Aparecida" de 1927.
Primeiro prefeito municipal de Aparecida: Américo Alves Pereira Filho (Aparecida tornou-se independente de Guaratinguetá em 17 de dezembro de 1928).
Primeira Câmara Municipal de Aparecida: foi instalada no dia 30 de março de 1929.
ALMANAK DE N.SENHORA
APPARECIDA
Capa do Almanaque de 1927
Instalação da Primeira Câmara
Primeira vez que uma emissora de rádio transmitiu de Aparecida: a Rádio Difusora, de São Paulo, transmitiu a inauguração dos sinos da "Basílica Velha", no dia 30 de junho de 1935.
ECOS MARIANOS 1991
Primeira romaria composta por quatro trens:
veio da cidade de São Paulo, e dela participaram 5.000 peregrinos. Dois trens eram da Central do Brasil, um da São Paulo Railway e um da Paulista. A peregrinação chegou ao Santuário de Aparecida em 8 de setembro de 1935.
Primeiros passos são dados pelo segundo arce
bispo de São Paulo, Dom José Gaspar de Affonseca e Silva, para a construção da nova Basílica de Aparecida: 23 de novembro de 1939.
Dom José Gaspar
Primeira reunião pública em prol da construção da nova Basílica: 12 de junho de 1946.
Primeira procissão levando a verdadeira imagem de Nossa Senhora Aparecida até o local onde seria erguida a nova Basílica: 8 de setembro de 1946.
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Primeira missa no local onde hoje está a Catedral-Basílica, conhecida por "Basílica Nova": 11 de setembro de 1946.
Primeira vez que foi celebrado o mistério eucarístico no interior da Fábrica de Armas de Piquete, São Paulo, e entronizada uma imagem da Virgem Aparecida: 29 de janeiro de 1948.
Primeira imagem "fac-símile" de Nossa Senhora Aparecida benta pelo Papa em Roma: 27 de dezembro de 1950.
Primeiros trabalhos de adaptação do local onde seria construída a nova Basílica de Aparecida: 7 de setembro de 1952.
Primeiro número impresso da "Cartinha",
uma publicação destinada aos amigos e benfeitores do Seminário Redentorista Santo Afonso: 25 de dezembro de 1952.
Primeiro Congresso da Padroeira do Brasil e
Primeiro Congresso dos Bispos do Brasil: aconteceu de 4 a 7 de setembro de 1954.
Primeira vez que a festa de Nossa Senhora Aparecida é celebrada no dia 12 de outubro: 1954.
Primeira vez que uma missa de Natal, em Aparecida, é televisionada: 25 de dezembro de 1956.
Primeira peregrinação aérea com uma imagem de Nossa Senhora Aparecida: teve início em 5 de julho de 1957, com a aviadora Ada Rogato percorrendo 25.057 quilômetros. A peregrinação foi em homenagem a Santos Dumont.
Primeira vez que um presidente da República visita oficialmente o Santuário de Nossa Senhora Aparecida: Juscelino Kubitschek, no dia 12 de setembro de 1957.
Missa no local da futura Basílica
O Congresso da Padroeira
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Primeiro movimento dominical na Basilica Nova
Primeiro instante mais solene da história reli
giosa de Aparecida: a instalação canônica da Arquidiocese de Aparecida, no dia 9 de setembro de 1958.
Primeira vez que as celebrações religiosas dos finais de semana aconteceram na "Basílica Nova": 21 de junho de 1959.
ECOS MARIANOS 1991
Primeira vez que foi realizada uma procissão fluvial pelo rio Paraíba, levando a verdadeira imagem de Nossa Senhora Aparecida: 31 de maio de 1967. A procissão saiu do porto Itaguaçu, onde a imagem foi encontrada em 1717, e se dirigiu para o porto do Macedo, em Aparecida.
Primeira vez que foi utilizado o Salão de Romeiros, localizado no subsolo da "Basílica Nova": 6 de setembro de 1970.
Primeira vez que foi publicado o folheto litúrgico "Deus Conosco", pelas Oficinas Gráficas de Aparecida, hoje Editora Santuário: 6 de setembro de 1970.
Primeira vez que a verdadeira imagem de Nossa Senhora Aparecida percorre solenemente a "Passarela da Fé". que une as duas Basílicas de Aparecida: 1.o de janeiro de 1972.
Primeira vez que um Papa visitou o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida: 4 de julho de 1980.
Primeira vez que um Congresso Eucarístico Nacional é celebrado em Aparecida: de 16 a 21 de julho de 1985.
Primeiro reitor do Santuário Nacional a ser eleito bispo: o redentorista Pe. Pedro Fré, no dia 6 de novembro de 1985.
Primeiro pároco de Aparecida a ser eleito bispo: o redentorista Pe. Francisco Batista, no dia 30 de março de 1990.
O Papa e a imagem da Virgem Aparecida
ECOS MARIANOS 1991
"Depois disso, voltou para o lugar povoado e quando, no dia seguinte, retornou ao local onde estava construída a barraca, notou então que a mesma fora incendiada, perdendo-se desse modo quase todos os recursos que levava para aquela expedição, porquanto eles se achavam guardados na aludida barraca.
"Tomando dois índios e uma india domesticados, monsenhor Claro, embora tivesse experimentado aquele revés, embarcou em uma canoa e fez-se ao rio, em demanda ao acampamento dos índios, navegando por lugares pelos quais ninguém ousara passar, receiando qualquer ataque dos selvagens.
"Pessoas residentes em Bauru e que estiveram com o monsenhor Claro pediram que não se expusesse a tanto, garantindo-lhe que os índios não lhe poupariam a vida. Mas o virtuoso sacerdote, confiado nos bons êxitos de seus esforços, partiu, certo de que conseguiria captar a amizade dos silvícolas levando consigo os selvagens domesticados.
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"Mas, não foi feliz o virtuoso ministro de Deus, porque os indios assaltaram-no, assassinando-o cruel e barbaramente, conforme diziam os telegramas.
"E assim morreu como verdadeiro mártir o monsenhor Claro Monteiro, uma das figuras mais simpáticas do clero paulistano, que exerceu várias comissões importantes, desempenhando há tempos o cargo de prefeito de estudos do Seminário Episcopal".