🔉️(918)_Neto de NicolĂĄs Maduro rompe o silĂȘncio e denuncia os segredos da ditadura! (Canal RomeroNews)

 



Clique p/OUVIR 👉️🔉️

QUERO QUE ME ESCUTEM ANTES DE ME JULGAR


Resumo: 

Alejandro Maduro, neto do ditador venezuelano NicolĂĄs Maduro, rompe o silĂȘncio e revela ao mundo as verdades que viveu dentro do palĂĄcio do poder. Aos 19 anos, ele decide usar sua voz e a mĂșsica como instrumentos de denĂșncia e libertação. Criado em meio ao luxo e ao privilĂ©gio, Alejandro testemunhou o sofrimento do povo venezuelano — filas interminĂĄveis por pĂŁo, falta de medicamentos, fome e apagĂ”es — enquanto sua famĂ­lia vivia na abundĂąncia. Em seu comovente discurso, ele confessa a culpa de ter crescido cercado de riqueza construĂ­da sobre a misĂ©ria alheia e denuncia o avĂŽ, afirmando saber onde estĂŁo escondidos os bens e os planos de fuga do ditador. Mais do que um desabafo, suas palavras sĂŁo um manifesto pela verdade, pela justiça e pela liberdade da Venezuela. Com coragem, ele declara nĂŁo querer ser lembrado como o neto de Maduro, mas como o jovem que escolheu o povo e o paĂ­s acima do prĂłprio sangue. Sua mensagem final ecoa como um grito de esperança: “NĂŁo mais silĂȘncio! A Venezuela merece sonhar, merece liberdade e amor.”


* * *


Meu nome é Alejandro Maduro. Tenho dezenove anos. E sim, sou neto do ditador Nicolås Maduro, o homem que governa a Venezuela hå mais de uma década.

Quando ouvem o meu nome, muitos me olham com raiva, com desprezo, com desconfiança. E não os culpo. Eu mesmo, às vezes, gostaria de não levå-los comigo.

Mas hoje, quero que me escutem antes de me julgar. Porque eu nĂŁo estou aqui para defender o que aconteceu, mas para dizer a verdade e levantar a voz pelo meu paĂ­s. Cresci em um mundo onde nunca faltava nada.

Enquanto os jovens da minha idade faziam longas linhas para comprar um pouco de pão, eu tinha mesas cheias de comida. Enquanto famílias inteiras procuravam medicamentos desesperadamente, em minha casa havia farmåcias privadas, caixas cheias de medicina que se compravam no exterior. E enquanto a maioria da Venezuela sofria apagÔes interminåveis, eu jogava videojogos com plantas elétricas de apoio que nunca falhavam.

Parece um paraíso, não é? Mas não era. Porque cada vez que saía na rua e via crianças da minha idade vendendo caramelos nos trùnsitos, cada vez que olhava meus amigos de infùncia emigrar com suas famílias por trochas, cada vez que escutava as vizinhas chorar porque não tinham gås nem ågua, eu sentia um nudo na garganta. Por que poucos tinham tanto, enquanto milhÔes não tinham nada? Desde muito jovem, comecei a notar coisas.

Escutava conversas em casa, via caixas que entravam e saíam, escutava nomes de bancos, de ilhas, de planos de saída. Sim, digo com claridade. Eu sei onde guarda parte do seu dinheiro meu avÎ, e também sei onde quer fugir quando tudo isso se derrumba.

O escutei mais de uma vez, o vi com meus prĂłprios olhos. E nĂŁo digo por renĂșncia, digo porque estou cansado de ver um paĂ­s inteiro se inundar, enquanto os de cima sĂł pensam em como se salvarem eles mesmos. Meu avĂŽ sempre falava de revolução, de independĂȘncia, de pĂĄtria, mas de que serve falar de pĂĄtria quando as pessoas fazem colas interminĂĄveis para comer? De que serve gritar independĂȘncia quando os jovens estĂŁo saindo do paĂ­s por milhĂ”es, porque aqui nĂŁo tem futuro? Eu o vi na televisĂŁo falando de felicidade social, e nesse mesmo instante escutava as vizinhas do bairro suplicar que lhes vendessem mesmo que fosse um quilo de farinha.

Às vezes penso, o que Ă© mais difĂ­cil, crescer na misĂ©ria ou crescer rodeado de privilĂ©gios sabendo que esse privilĂ©gio se constrĂłi sobre a fome dos outros? Eu cresci com todas as comodidades, mas tambĂ©m com uma culpa que me persegue todos os dias, porque eu nĂŁo fiz nada para merecĂȘ-lo, porque cada prato cheio que tive na mesa era o prato vazio de alguĂ©m mais. Hoje estou aqui nesse escenĂĄrio de talent porque quero dizer Ă  Venezuela algo que nunca me atrevi a gritar em casa. Basta jĂĄ, basta de mentiras, basta de viver em um circo, basta de um paĂ­s governado ao fracasso.

Eu nĂŁo quero ser recordado como o neto de Maduro, eu quero ser recordado como o jovem que decidiu romper o silĂȘncio. Ao meu avĂŽ, lhe digo, mesmo que ele nunca me escute, se vocĂȘ realmente ama esse paĂ­s, entrega-se, entrega-se ao juĂ­zo da histĂłria, entrega-se aos que merecem justiça. De nada servem seus palĂĄcios nem suas caixas de dinheiro se a Venezuela morre de fome.

E aos jovens, meus irmãos de geração, lhe digo, não se resignem, não acreditem que tudo estå perdido. Nós podemos mudar esse país, mesmo que os que governam queiram nos convencer do contrårio. A Venezuela não pode continuar sendo um lugar onde sonhar é um luxo.

A Venezuela tem que voltar a ser terra de esperança. Hoje, parado diante de vocĂȘs, sinto medo. Sim, porque nĂŁo Ă© fĂĄcil falar contra a sua prĂłpria sangue.

Mas sinto algo mais forte do que medo. Sinto liberdade. E essa liberdade começa quando vocĂȘ decide que o silĂȘncio nĂŁo Ă© mais uma opção.

Eu, Alejandro, filho de Nicolås Maduro, lhe digo com o coração na mão, não quero um nome que pese como uma cadeia. Quero um país que voe como um avião livre. Não quero uma Venezuela governada desde o fracasso.


Quero uma Venezuela onde todos possamos sonhar. E mesmo que seja o filho do homem mais odiado do paĂ­s, estou aqui para dizer-lhes que estou com vocĂȘs. Estou com minha gente. 

Estou com a liberdade. Porque este paĂ­s nĂŁo Ă© de um apelido, nĂŁo Ă© de um palĂĄcio. Este paĂ­s Ă© do povo.

Quando o povo chorava na escuridĂŁo Eu via banquetes de falsas verdades Vi caixas de ouro, escutei o plano de fugir E minha gente na rua, sem poder viver Vi meninos com fome, vi mĂŁes chorando E sabia que o silĂȘncio ia me condenar NĂŁo mais silĂȘncio, eu quero gritar Que a Venezuela merece sonhar NĂŁo mais cadeias, nĂŁo mais prisĂ”es Eu escolho a pĂĄtria, nĂŁo a corrupção Meu avĂŽ predica justiça e honra Mas em cada esquina sĂł hĂĄ dor Promessas vazias que nunca cumpriram E um povo cansado que jĂĄ acordou NĂŁo quero esse legado, nĂŁo quero esse poder Eu quero um futuro onde eu possa crer Ser neto nĂŁo me atrapalha, eu escolho lutar Com minha voz e meu canto, vou me liberar NĂŁo mais silĂȘncio, eu quero gritar Que a Venezuela merece sonhar NĂŁo mais cadeias, nĂŁo mais prisĂ”es Eu escolho a pĂĄtria, nĂŁo a corrupção Se me chamam traidor, eu o aceitarei Milhares de cidadĂŁos, e sempre serĂŁo Mesmo com um nome que pesa na minha pele Minha verdade Ă© mais forte, eu nĂŁo calharei NĂŁo mais silĂȘncio, eu quero gritar Que a Venezuela merece sonhar NĂŁo mais cadeias, nĂŁo mais prisĂ”es Eu escolho a pĂĄtria, eu escolho o amor Sou neto de um homem que o mundo julgou Mas eu sou um jovem que escolheu meu povo Eu escolho... NĂŁo mais silĂȘncio Minha voz ficarĂĄ Venezuela livre.



Fim

Fonte: vĂ­deo ""Alejandro Maduro" Neto do Ditador Nicolas Maduro, Rompe o silĂȘncio e salta a bombas 💣"  in  https://youtu.be/s8Lc4IXP2do  |  Canal RomeroNews

(Transcrito por TurboScribe.ai)