📺️(1098)_Um cientista fala da força da Oração (Cavaleiro da Imaculada)

 


UM CIENTISTA MODERNO FALA DA FORÇA DA ORAÇÃO 


Dr. N. J. Stedwel era ateu mas, ao mesmo tempo, um dos mais eruditos cientistas dos Estados Unidos. Trabalhava no Departamento de Energia Atômica, a fim de investigar os mistérios da natureza. As suas experiências são únicas neste gênero, em todo o mundo. 


Durante as experiências efetuadas, ele, com a sua equipe, chegou a resultados tão estranhos, que mudou a sua concepção de vida. No decorrer das experiências, velo-lhe um pensamento: se pode, após a morte permanecer algum rasto da vida presente? E assim começa a sua narração: 


"Fui verdadeiro ateu. Acreditava que Deus existe na fantasia dos homens crentes, sendo resultado dos dogmas e da imaginação. Nunca me veio ao pensamento acreditar em Deus todo poderoso. No nosso trabalho científico, fizemos uma descoberta sensacional, em relação à atividade do cérebro humano. Descobrimos que a atividade do cérebro humano é semelhante à uma estação de rádio. Experimentamos encontrar o comprimento da onda e o encontramos. Mas, o que mais admiração nos causava, é termos encontrado toda a escala de ondas, como observamos nos traços papilares dos nossos dedos. 


Nesse momento, velo-me o seguinte pensamento: Se nós, cientistas de hoje, somos capazes de medir a atividade do cérebro humano, então por que Deus, se é que ele existe, não poderia registrar os nossos pensamentos? 


Começamos a fazer experiências, neste setor, para descobrir o que acontece no cérebro humano, quando o homem agoniza. 


Tomamos como objeto das nossas experiências uma mulher crente, que já estava agonizante, Sem que a mesma soubesse, instalamos no quarto vizinho os objetos necessários para as nossas experiências e aguardamos o fim que se aproximava. Éramos cinco cientistas,aguardando com interesse, o que iria acontecer. 

Nenhum de nós era crente, e eu, o mais contrário à fé em Deus. Entre os nossos aparelhos, havia um qua devia medir a pressão do pensamento da agonizante. A escala desse aparelho tinha no melo o ponto “zero”; à esquerda, a escala de 500 graus negativos e, à direita, igual número de graus positivos. 


Inicialmente, tentamos medir a atividade da maior estação de rádio da América, no momento em que transmite o seu programa para o mundo inteiro. O ponteiro moveu-se para a direita e parou nos 90 graus positivos. 


Quando começou a se aproximar o fim da mulher agonizante, ela rezava fervorosamente. Pedia misericórdia e perdão dos seus pecados a Deus. Em seguida, agradecia-Lhe, por seus pecados terem sido perdoados pelo sacrificio do Sangue de Cristo. Pedia também que o Senhor a levasse deste vale ao Pai e ine desse a vida eterna e que ela pudesse permanecer sempre com o seu amado Salvador. Ficamos tão emocionados com a sua oração, que esquecemos das nossas experiências clentíficas. 


Olhamo-nos um para o outro, com os olhos chelos de lágrimas e eu estava tão emocionado que chorava como criança. Nesse momento, tocou a campainha do nosso aparelho. Quando verificamos a escala, não acreditávamos no que viam nossos olhos: o ponteiro marcava 500 graus positivos do lado direito e ainda querendo prosseguir. 


Fixei o olhar mudo nos aparelhos e nos meus cbmpanheiros. Senti-me comovido profundamente. Medimos, pela vez primeira, a força da oração da agonizante. Essa força manifestou-se cinco vezes maior do que a força da estação de rádio da América. O aparelho foi fraco demais para medir toda a sua força.


A minha convicção ateista começou a ruir como castelo de cartas. Isso também exerceu grande efeito nos meus colegas. 


De modo algum, não era possível negar o fato que acabamos de verificar. 


Depois de algum tempo, decidimos fazer nova experiência. Escolhemos agora para objeto das nossas pesquisas um homem ateu, que por motivo de doença grave estava próximo da morte. Preparamos novamente os nossos aparelhos no aposento vizinho e solicitamos a uma professora que conversasse com o enfermo, sobre o tema da vida eterna. O doente lhe disse não acreditar nem em Deus, nem nos homens. Olhamos para os nossos aparelhos e vimos que o ponteiro começou a andar para o lado esquerdo, negativo. Quando o doente cuviu uma frase negativa começou a blasfemar e o aparelho emitiu um som: o ponteiro parou nos 500 graus negativos da esquerda. E assim ficou medida a força de maus pensamentos e constatamos como ela é grande. 


Se nós, cientistas, podemos medir a força e a qualidade do pensamento, por que então Deus não poderia ler os pensamentos humanos, emitidos pelo cérebro e que atingem força muito maior do que as mais fortes estações transmissoras? 


Assim, encontrei-me face a face com Deus todo Poderoso e os meus pensamentos ateus cairam por terra. Como cientista honesto, não posso ocultar a verdade. Atualmente, sou um Cristão feliz e creio em Jesus Cristo como meu Salvador.


Como ateu vencido, sou devedor a Deus, porque a mim, indígno, encheu de espírito e força.” 


Transcrito do Jornalzinho “Die Reg" (março/1957). 

S. K. 



Fim

Fonte: 

Revista CAVALEIRO DA IMACULADA, nº 55, 1983.




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